FALAR SOBRE OS SENTIMENTOS 


A Takasago Brasil contratou a primeira escola de sentimentos do mundo – House of Feelings –
para falar de emoções com seus colaboradores, em tempos de pandemia
Muitos nunca pensaram nisso, mas você sabia que no mundo corporativo é mais comum as pessoas cometerem erros por não saberem lidar com suas emoções do que por incompetência técnica?
Durante uma pandemia, é natural que estejamos mais ansiosos, preocupados e estressados. Uma pesquisa da Universidade do Arizona (EUA) estima que entre um terço e metade da população exposta a uma epidemia pode vir a sofrer de algum problema psicológico. Esse cenário exige muita atenção e cuidado por parte das empresas, que devem traçar planos para auxiliar na manutenção e na proteção da saúde mental dos seus colaboradores.
Foi neste contexto que a multinacional Takasago – uma das cinco maiores empresas de aromas e fragrâncias do mundo, com operação em 26 países – realizou o seu primeiro trabalho com a House of Feelings – consultoria especializada em auxiliar empresas com os sentimentos de seus colaboradores – com seus mais de 100 colaboradores, divididos em 4 encontros virtuais com participação de pessoas em seus postos de trabalho e também pessoas atuando em regime de home office
As especialistas da HoF desenvolveram um encontro virtual muito especial, nomeado de “Taka – Tamo Junto (TMJ)”. Em um formato de palestra enriquecido por experiências baseadas em técnicas e estudos realizados em todo o mundo, o trabalho possibilitou ao colaborador a sensação de liberdade para compartilhar sobre seus sentimentos e emoções e pudesse trabalhar a inteligência emocional com leveza e reciprocidade.
“O DNA japonês valoriza muito o respeito pelas pessoas. Nosso core business, que envolve fragrâncias e aromas, já faz com que as equipes sejam muito orientadas às experiências sensoriais e, principalmente neste momento, nada é mais importante do que estimular também outras sensações, que envolvem as emoções de cada um e como time”, conta Patrícia Karam, gerente de Recursos Humanos da Takasago.

O trabalho da House of Feelings conseguiu conectar os três pilares da empresa, denominados 3Ts: Trust (Confiança), Teamwork (Trabalho em equipe) e Technology (Tecnologia). Virginia Planet, uma das fundadoras da HoF, explica que com inteligência emocional é possível gerenciar nossas próprias emoções, assim como responder aos sentimentos dos outros. “Para ser emocionalmente inteligente, é preciso reconhecer o que se sente e assim, as tomadas de decisão são mais assertivas, o clima organizacional fica mais leve e a própria organização sai ganhando com níveis mais altos de produtividade. 
A House of Feelings conseguiu mobilizar toda a empresa e conduziu de maneira singular conversas profundas, com confiança, respeito e todos os recursos disponíveis para atingir e agregar toda a equipe. O resultado foi extremamente positivo e deixou um forte sentimento de gratidão pelo trabalho”, finaliza Patrícia. Segundo Lisia Prado, sócia e fundadora da House of Feelings, “tivemos o cuidado de conversar de assuntos não tão comuns e percebemos que eles se sentiram acolhidos por nós e pela organização”. 
Fonte: assessoria de imprensa
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SBC realiza estudo inédito sobre
 síndrome do coração partido


Mapeamento visa conhecer o perfil epidemiológico da doença no país para melhorar
 o diagnóstico, o tratamento e a adoção de políticas públicas de prevenção

A Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) está realizando um estudo inédito no país sobre a síndrome de Takotsubo, que vai criar um registro nacional sobre a doença. O mapeamento visa conhecer o perfil epidemiológico da síndrome no país para melhorar o diagnóstico, bem como proporcionar tratamentos mais eficazes e políticas públicas de prevenção à patologia.

Também conhecida como “síndrome do coração partido” e “cardiomiopatia por estresse”, ela ocorre quando os músculos do coração enfraquecem, causando dor no peito, falta de ar ou cansaço, sendo desencadeada por eventos estressantes e não por bloqueios na corrente sanguínea, mas se apresenta como se fosse ataque cardíaco e pode ser fatal em casos raros, mas ainda tem perfil desconhecido no país.

O cenário brasileiro sobre a síndrome pode estar igual ao que vem acontecendo nos Estados Unidos, onde médicos da Cleveland Clinic, em Ohio, descobriram um aumento da incidência de Takotsubo durante a pandemia de Covid-19. Em dois hospitais do sistema de saúde americano, os diagnósticos de cardiomiopatia por estresse aumentaram durante março e abril e a doença foi diagnosticada em 7,8% dos pacientes que chegaram ao pronto-socorro da instituição com dor no peito e outros possíveis sintomas cardíacos. Isso foi quatro a cinco vezes maior do que as taxas observadas nos períodos pré-pandêmicos, que oscilavam entre 1,5% e 1,8%, segundo o estudo publicado em julho na revista médica JAMA Network Open.

Foram analisados 1.914 pacientes por cinco períodos distintos ao longo dos dois meses, incluindo uma amostra de mais de 250 pacientes hospitalizados durante o pico inicial da pandemia. A média de idade da incidência da síndrome foi de 67 anos, majoritariamente em homens, contrariando os dados estatísticos que dizem que o maior acometimento da doença é em mulheres no período pós-menopausa. O curioso é que, embora a Covid-19 possa levar a complicações cardíacas, nenhum dos pacientes diagnosticados com Takotsubo descrita no artigo americano apresentou resultado positivo para a infecção.

“A pandemia por Covid-19 por si só gera grande estresse emocional, como acontece também em situação de guerra. A emergência em saúde devido ao novo coronavírus pode estar aumentando o número de infartos, de crises hipertensivas, de pessoas obesas, com ansiedade e depressão, em função de todo o contexto da pandemia, que causa falta de perspectivas e mudança de hábitos. Tudo isso leva a uma condição final de extremo estresse, que é gatilho para o desenvolvimento da síndrome de Takotsubo em indivíduos que têm predisposição genética”, explica o cardiologista Marcelo Westerlund Montera, coordenador do registro nacional da doença da SBC.

Mais um motivo para conhecer o perfil da síndrome no país que tem 14 milhões de pessoas acometidas por doenças cardiovasculares, responsáveis por mais de 30% das mortes no Brasil. São mais de 300 mil óbitos todos os anos, configurando um problema de saúde pública agora agravado pela pandemia do novo coronanvírus.

“O mapeamento da SBC sobre a síndrome de Takotsubo vai trazer para nós cardiologistas uma visão do comportamento da doença no Brasil, suas manifestações, se ela segue o padrão mundial e sua evolução, como toda doença deve ter. Vai ser um registro nacional pujante para ter uma visão plena e oficial da síndrome, o que é fundamental para se ter bases para melhor entendimento, melhor diagnóstico e, por fim, melhor tratamento”, afirma Montera.

O estudo teve início em junho, e até o momento 32 centros que atendem pacientes com problemas cardíacos em todo o país estão cadastrados na plataforma de banco de dados organizado pela SBC, por meio do Departamento de Insuficiência Cardíaca e do Grupo de Estudos de Cardiomiopatias da entidade. A estimativa é ter ao fim do registro os dados analisados de mais de 400 pacientes, o que representará um dos maiores arquivos mundiais sobre a síndrome feito por um único país.

Atualmente, o único levantamento disponível no Brasil sobre a doença é um estudo regional com 169 pacientes internados com diagnóstico de Takotsubo ou que desenvolveram essa condição durante a internação, entre outubro de 2010 e o mesmo período de 2017, em 12 hospitais do estado do Rio de Janeiro, que será publicado no próximo mês nos Arquivos Brasileiros de Cardiologia da SBC. A análise trouxe que a média dos pacientes acometidos pela síndrome tinha 71 anos, era em sua maioria mulheres (90,5%), com prevalência de dor torácica (63,3%) e histórico de estresse emocional considerável, registrado aproximadamente em 40% dos casos.

“Os resultados mostram não se tratar de patologia benigna como se pensava. Há riscos de complicações e mortalidade. Estratégias de abordagem específica devem ser desenvolvidas a fim de melhorar a qualidade do atendimento e os desfechos clínicos desses pacientes”, orienta o presidente do Departamento de Insuficiência Cardíaca e coordenador da Universidade do Coração da SBC, Evandro Tinoco Mesquita.

Impacto da pandemia

A Organização Mundial da Saúde (OMS) já havia dado o alerta sobre o impacto do coronavírus na saúde mental, prestando atenção especial ao isolamento da vida com distanciamento. E os médicos consideram que o cenário da pandemia colabora para o aumento de fortes emoções, responsáveis pela síndrome de Takotsubo, cuja primeira descrição foi registrada em 1991, no Japão. “Agora, o estresse da pandemia, do medo do vírus à perda de emprego, com a condição psicossocioeconômica das pessoas, não é difícil imaginar por que motivo a cardiomiopatia por estresse aumentaria”, afirma Mesquita.

Ele alerta para outro problema. O receio da contaminação também tem feito pacientes portadores de doenças cardiovasculares, e de outras doenças agudas, que necessitam de acompanhamento médico, negligenciarem a rotina de saúde, deixando de ir médico.

A SBC já vinha acompanhando a situação por causa da redução no número de atendimentos cardiológicos de urgência em o todo o país durante a pandemia. Como não havia informações consolidadas nem uma explicação única sobre a diminuição, apenas o fato de as pessoas não estarem chegando às emergências, mas mortes por causas cardíacas continuarem acontecendo, tendo a Covid-19 como um fator complicador, em parceria com a Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Brasil (Arpen-Brasil), a entidade analisou, interpretou e consolidou, com o apoio de médicos e pesquisadores das Universidades Federais de Minas Gerais (UFMG) e do Rio de Janeiro (UFRJ), os óbitos em domicílios por doenças cardiovasculares.

As informações disponíveis no Portal da Transparência (https://transparencia.registrocivil.org.br) mostram que houve aumento de 31,82% no número de óbitos em domicílio por doenças cardiovasculares, incluindo acidente vascular cerebral (AVC), infarto e doenças cardiovasculares inespecíficas, como a parada cardiorrespiratória e a morte súbita, que pode ser ocasionada pela síndrome do coração partido, no período de 16 de março – quando aconteceu a primeira morte por Covid-19 – até o fim de junho de 2020. Foram registradas 23.342 mortes nos meses de pandemia, enquanto no ano passado, no mesmo período, foram 17.707.

Somente as mortes em domicílio causadas por doenças cardiovasculares inespecíficas registraram um aumento de 90,06%. Foram 9.640 mortes durante a pandemia, ante 5.072 no mesmo período do ano passado.

Mesquita explica que a síndrome do coração partido representa 1% dos casos de infarto e pode ser que muita gente tenha tido a doença durante a pandemia e ficado em casa ou ter ido a óbito por morte súbita. “Por isso é tão importante a visão da SBC de implantar o registro nacional da síndrome de Takotsubo. Ter esse material muito bem documentado e chamar a atenção para o problema”, ressalta.

Para ele, esse mapeamento também cria um alerta para a comunidade cardiológica, porque não se sabia que a doença poderia afetar tanto as pessoas não infectadas pelo novo coronavírus, como mostrou a pesquisa americana. “Ela chamou a atenção para que olhemos também para a população sem Covid-19. Tendo dor no peito, com mais de 60 anos, sendo mulher na menopausa ou homem também nesta faixa etária, como mostrou o estudo da Cleveland Clinic, o que não é comum, deve-se procurar assistência médica, pois a síndrome de Takotsubo na fase aguda é potencialmente fatal e não se consegue distinguir facilmente do infarto.”

Diagnóstico e tratamento

O diagnóstico da síndrome do coração partido considera os dados obtidos no exame físico e no levantamento da história do paciente, assim como o resultado de exames laboratoriais de sangue, uma vez que a presença de certas enzimas na corrente sanguínea pode sugerir doença cardíaca.

Vencida essa primeira fase, exames não invasivos, como eletrocardiograma e ecocardiograma, raios-X de tórax, ressonância magnética e angiograma coronariano, são úteis para fechar o diagnóstico, pois ajudam a identificar a existência ou não de irregularidades na estrutura e no funcionamento do coração.

Não existe tratamento específico para a síndrome. Mesmo assim, ele pode ser útil para reduzir o esforço do coração durante o processo de recuperação e evitar novas crises.

Os medicamentos utilizados nessa fase são praticamente os mesmos indicados nos casos de insuficiência cardíaca grave associada ao infarto do miocárdio. São exemplos dessas drogas os inibidores ECA para controle da pressão arterial, os betabloqueadores para diminuir a frequência cardíaca, os diuréticos para reduzir a concentração de líquidos no organismo e os remédios para alívio do estresse.

Técnicas de relaxamento e meditação também podem trazer alguns benefícios, já que se trata de cardiomiopatia induzida por estresse.

Não existe nenhuma fórmula eficaz para prevenir a síndrome do coração partido, mas é fundamental estar sempre alerta a fim de identificar os agentes estressores que podem provocar danos no organismo. Nesse sentido, a prática regular de exercícios físicos já demonstrou sua eficácia no controle do estresse que sobrecarrega o coração.


Sobre a Sociedade Brasileira de Cardiologia
Fundada em 14 de agosto de 1943, na cidade de São Paulo, por um grupo de médicos destacados liderados por Dante Pazzanese, o primeiro presidente, a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), tem atualmente um quadro de mais de 13.000 sócios e é a maior sociedade de cardiologia latino-americana, e a terceira maior sociedade do mundo.


Fonte: assessoria de imprensa
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4 dicas para amenizar efeitos do bruxismo
 durante a quarentena


Com as mudanças na rotina ocasionadas pelo novo coronavírus, o estresse e a ansiedade vêm acentuando-se como fatores prejudiciais à saúde mental da população. Um dos distúrbios gerados pela pandemia é o bruxismo, desordem funcional que se caracteriza pelo ranger ou apertar dos dentes durante o dia ou, de forma mais recorrente, durante o sono.
Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), 30% da população mundial sofrem deste mal – entre os brasileiros, a incidência é ainda maior: cerca de 40%.
Quem costuma acordar com dores na mandíbula, no pescoço, na face e nas têmporas deve ficar atento: esses podem ser sinais do bruxismo de sono. O alerta também vale para pessoas que volta e meia se percebem apertando os maxilares e os dentes de forma involuntária durante o dia. Neste caso, o distúrbio é chamado de bruxismo de vigília.
Além das dores na cabeça, outros possíveis sinais do bruxismo são dificuldade de abrir a boca e estalos próximos do ouvido e nas têmporas. O efeito mais imediato do distúrbio é o desgaste do esmalte dental. Com o passar do tempo e dependendo da intensidade da pressão sobre as mandíbulas, podem ocorrer trincas e fraturas capazes de levar à perda completa dos dentes.
Em muitos casos os pacientes precisam ser encaminhados a outros especialistas para que a origem do bruxismo possa ser tratada. Na maioria das vezes, os problemas estão ligados ao estado mental do paciente, que pode precisar consultar um psiquiatra ou psicólogo. “Temos que olhar o paciente como um todo, verificando a causa do problema. Senão, vamos resolver a consequência, sem solucionar a causa. E o problema vai voltar”, explica Edmilson Pelarigo, diretor clínico da OrthoDontic, maior rede de franquias especializada em ortodontia do país.
O especialista também reuniu algumas dicas de hábitos saudáveis para amenizar os efeitos do distúrbio no período de quarentena. Confira!
Evite alimentos estimulantes
Alimentos que ativam o estado de alerta do sistema nervoso central, como refrigerantes, café e chocolate, devem ser evitados.
Celular desligado durante a noite
Na hora de ir para cama, celular desligado! Dormir em ambiente escuro, sem barulho e sem a presença de equipamentos como televisão, celular e tablet contribui para melhora do nosso metabolismo e esvazia nossa mente dos problemas externos.
Técnicas de relaxamento
Consulte o dentista regularmente e faça exercícios que relaxem os músculos e maxilares. Meditação e yoga podem ajudar na redução da tensão e do estresse.
Placa de mordida
A utilização de uma placa de mordida pode ajudar e proteger a arcada dentária durante o sono, gerando alívio de eventuais dores de cabeça matinais e, em longo prazo, preservando a integridade do esmalte dental e a saúde dentária como um todo.

Fonte: assessoria de imprensa
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"Corujas em ação" ajudam crianças a lidar
 melhor com suas emoções
Cartinhas trabalham os sentimentos de uma maneira lúdica e superdivertida

Entender com as próprias emoções não é uma tarefa fácil. Saber reconhecer os sentimentos e lidar com eles é o sonho de qualquer ser humano. Afinal, é totalmente normal ter dias ruins. Para as crianças, esses sentimentos parecem ainda mais confusos e complexos. E lidar com isso adequadamente é essencial para se tornar um adulto saudável.
Para as autoras Iara Mastine e Cristiane Rayes é plenamente possível achar caminhos para as crianças se desenvolverem e saberem distinguir suas emoções diante de cada situação. Por isso, elas criaram as Corujas em ação, com um conteúdo lúdico, inovador e muito criativo.
É um livro de bolso composto por cartas, que favorecem de forma lúdica o desenvolvimento do autocontrole, atenção e concentração, bem como auxilia no reconhecimento das emoções, expressões. Possibilita, ainda, diversas intervenções no contexto terapêutico, escolar e social.
De acordo com as escritoras, reconhecer, nomear, expressar e manejar nossas emoções é fundamental para o processo de autoconhecimento e desenvolvimento, assim como para promover a regulação emocional.
A caixinha do Corujas em Ação é composta por 56 cartas com imagens de corujinhas superexpressivas e criativas, três dados coloridos para montar e seis cartas de emoções (com rosto das corujas). Além da diversão garantida, as Corujas em ação possibilitam a ampliação do vocabulário emocional, do repertório de brincadeiras e situações de bem-estar, assim como favorecem o planejamento de metas em busca da atenção plena, a lidar com o tédio, ansiedade e identificar suas próprias reações.

Sobre as autorasIara Mastine - Neuropsicóloga e psicóloga infantojuvenil. Formada pela UNESP e pela Sociedade Brasileira de Coaching, possui diversos cursos na área. Tornou-se a Primeira Facilitadora em Parentalidade Consciente no Brasil, pela Academia de Parentalidade Consciente. Possui uma forte parceria com a Lorraine Thomas, pioneira em Coaching para Pais e considerada a número um da Inglaterra, representando-a e coordenando os treinamentos no Brasil. Coordenou e escreveu no livro Coaching para pais: estratégias e ferramentas para promover a harmonia familiar vol. 1 e 2 e trabalhou na adaptação do livro A mamãe coach. Iara também possui a certificação Internacional em Mindfulness para Crianças. É considerada a primeira facilitadora brasileira treinada presencialmente pela Americana Amy Saltzman M.D. (médica e pioneira na técnica). 
Cristiane Rayes - Psicóloga com mais de 25 anos de atuação na área clínica em atendimentos de adultos, adolescentes, crianças e orientação familiar. Atuação no ambiente escolar em desenvolvimento de projetos de habilidades socioemocionais (Projeto Amores), orientação de pais, e professores. Idealizadora de jogos e materiais terapêuticos próprios. Parceira de desenvolvimento de jogos com Mitra Oficina de Criações. Especialização em Orientação Familiar, Terapia Cognitivo-Comportamental, Distúrbios de Aprendizagem. Especialista em Mediação de conflitos familiares pelo Instituto de Formación Ejecutiva de Buenos Aires. Coach Parental com certificação pela Family Coaching (Portugal) e pela The Parent Academy (UK). Palestrante e professora responsável pelo curso de Orientação familiar e habilidades socioemocionais em Terapia Cognitivo-Comportamental. Coautora do capítulo: Onde foi que eu errei? A importância de desenvolver a autoconfiança; no livro Coaching para pais vol. 2. Realização de workshops de temas diversos e de Regulação Emocional Divertida (RED).

Mais informaçõesCorujas em açãoAutoras: Iara Mastine e Cristiane Rayes
Editora: Literare Books International
Formato: 7x11cm
Para adquirir: https://bit.ly/corujasemacao
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Causa da fibromialgia pode ser emocional



A hipnoterapia é uma opção de tratamento


A fibromialgia ainda é uma doença incógnita para a maioria dos profissionais de saúde, pois a causa ainda não foi encontrada e não há exames que a comprovam, apenas diagnóstico clínico.
Os sintomas são dor por todo o corpo que costumam ser severas e os pacientes não sabem explicar como e onde surgiram, além de cansaço, problemas para dormir e ansiedade ou depressão.
“Como não há razão física comprovada, muitos afirmam que a causa da fibromialgia pode ser psicológica, afinal, o emocional e subconsciente costuma refletir no corpo seus problemas”, conta Madalena Feliciano, hipnoterapeuta.
Apesar de estar relacionada a outros problemas como doenças reumáticas, a fibromialgia também está ligada ao sistema nervoso central, o que poderia levar à conclusão de sobrecarga emocional sendo fisicamente manifestada.
A hipnoterapia acumula casos de sucesso para clientes com esse problema, resolvendo-o em poucas sessões, baseando-se em encontrar o que está causando a dor, e não a doença em si.
“Ao estudar todo o histórico daquele que sofre de fibromialgia, é comum encontrar traumas, culpas e medos que poderiam causá-la. Realizando uma reprogramação e mudança de mindset, grande parte da dor – senão inteira, desaparece”, finaliza Madalena.
Fonte: assessoria de imprensa
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É possível se livrar do TOC?

Entenda como o transtorno afeta o dia a dia e quais são os tratamentos


Você já se sentiu inquieto por ter a sensação de que se esqueceu de fazer algo, ou que alguma coisa não está certa? Quem tem TOC – Transtorno Obsessivo Compulsivo – costuma sofrer com essa angústia na maior parte do tempo, resultando em comportamentos repetitivos e geralmente prejudiciais à sua vida.
“Aqueles que têm o transtorno costumam seguir sua rotina à risca, justamente para se certificar de que não haverá preocupações além das demais”, conta Madalena Feliciano, hipnoterapeuta.
Atitudes como: medo exagerado de se contaminar e extrema preocupação com limpeza, criar e seguir uma ordem perfeita para roupas ou utensílios, checar as portas, janelas e demais entradas da casa várias vezes, ou até mesmo evitar usar algum acessório fora do normal são demonstrações comuns do TOC.
Obsessões recorrentes são as principais características do TOC. Afetam a vida pessoal e profissional do cliente, impedindo-o de sair da rotina, tentar novas experiências e até mesmo melhorar de vida, por medo de mudar a rotina.
O acompanhamento psicológico e medicinal são os principais tratamentos, porém a hipnose vem se tornando uma excelente opção, pois é concretamente efetiva, transformando poderosamente esses problemas.
“Entender a causa do transtorno é o primeiro e principal passo, de forma que o hipnoterapeuta possa realmente entender por que aquela obsessão está acontecendo, para então revertê-lo totalmente”, relata Madalena.
Através de técnicas que acessam o subconsciente, é possível tratar o Transtorno Obsessivo Compulsivo, trazendo paz à vida do cliente, que terá a chance de manter um dia a dia mais leve.
Fonte: assessoria de imprensa
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Livraria Leitura apoia o 
Projeto Retomada das Livrarias

O Projeto Retomada das Livrarias nasceu da união de esforços da Câmera Brasileira do Livro (CBL), da Associação Nacional de Livrarias (ANL), do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) e de importantes players do mercado editorial do Brasil, entre eles a Livraria Leitura, empresa que, indo na contramão da crise, irá inaugurar mais 4 lojas ainda em 2020 (Santana Parque Shopping em São Paulo-SP, Shopping Mestre Álvaro em Vitória-ES, ParkShopping em BrasílIia-DF e Shopping Jardim Norte em Juiz de Fora-MG).

A iniciativa tem como objetivo arrecadar fundos para ajudar financeiramente as micro e pequenas livrarias do país. Com a reabertura dos estabelecimentos e atividades comerciais em diversas cidades brasileiras, as empresas do setor livreiro precisam receber incentivos para fortalecer seus negócios diante de um novo cenário.

Os empresários interessados pode registrar seu interesse em receber a ajuda originária de doações de pessoas físicas e jurídicas. Uma comissão irá avaliar os dados das empresas cadastradas, validar a participação de cada uma delas de acordo com o perfil dos micro e pequenos negócios do setor para, então organizar o repasse da verba entre as participantes do projeto. As doações podem ser feitas para a conta que encontra-se no site: projetoretomada.org.br

Fonte: assessoria de imprensa


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Associação Nacional de Restaurantes e Bureau Veritas
 fazem parceria para certificação Safeguard

Selo oferece confiança para bares e restaurantes, orientando e comprovando boas práticas de saúde contra a covid-19 para empreendedores poderem reabrir suas portas com segurança

A Associação Nacional de Restaurantes (ANR) e o Grupo Bureau Veritas, líder mundial em Teste, Inspeção e Certificação (TIC), assinaram uma parceria para a certificação Safeguard. O setor de bares e restaurantes foi um dos mais impactados pela covid-19 no Brasil e a reabertura de suas portas exige cuidados para a saúde de clientes, empregados e proprietários. O selo certifica que as empresas adotaram todas as medidas preventivas exigidas e específicas para atuarem com segurança. A ANR reúne 400 associados, responsáveis por mais de 8 200 estabelecimentos em todo o país, que, com a parceria, ganham condições especiais de pagamento para se adequarem ao novo cenário econômico e sanitário. A certificação conta com avaliações presenciais conduzidas por avaliadores qualificados e capacitados no segmento.

“A adoção do Safeguard é uma maneira de mostrar que o local adota medidas de prevenção à covid-19, auditadas por uma empresa de reconhecida seriedade. Essa mobilização por parte do setor é fundamental para iniciar uma retomada das atividades sem colocar os públicos envolvidos em risco”, afirma Alberto Lyra, diretor executivo da ANR.

 “A pandemia está transformando diferentes setores e os empresários precisam reagir com agilidade para garantir a qualidade e a segurança nos empreendimentos. Cada segmento de negócio tem suas especificidades e o Bureau Veritas atua de forma estratégica, oferecendo sua experiência de quase 200 anos em mais de 140 países para apoiar as sociedades a se adaptarem a cada nova realidade”, destaca José Cunha, diretor de Certificação do Bureau Veritas.

O Safeguard certifica que foram adotadas as práticas de segurança nos bares e restaurantes. São medidas de distanciamento social, de higiene, limpeza e desinfecção do espaço físico, práticas de manipulação, armazenamento e preparo de alimentos, equipamentos usados por equipes, como luvas e máscaras, e especificações de cozinha. É recomendado o uso de sistemas de pagamento contactless para evitar ao máximo o contato dos clientes com dinheiro ou máquinas de cartão, mas os colaboradores do restaurante precisam estar treinados para desinfecção contínua dos equipamentos e para se higienizar após o recebimento do dinheiro quando o cliente não dispor de outra forma de remuneração. Precisam ser inseridas, no dia a dia da empresa, rotinas que tornem o pagamento seguro contra riscos de contágio.

Os clientes podem verificar se o restaurante que escolheram estão certificados e a validade do selo por meio do QRCode que a empresa recebe e deve deixar em local visível ou pelo site acessível no link www.bvsafeguard.com.br. Neste endereço, qualquer pessoa também pode procurar um restaurante certificado com o Safeguard para frequentar opções mais seguras de alimentação.

Atuação da entidade
A ANR tem atuado de forma consistente para que a reabertura de bares e restaurantes aconteça da maneira mais segura possível em todo o país. Além do selo de certificação, a entidade lançou recentemente o Protocolo de Procedimentos de Boas Práticas para a Retomada das Operações de Restaurantes, Bares e Lanchonetes Pós-covid-19, mais completo manual oferecido até hoje para a retomada das operações do setor.  

O conteúdo tem a participação de alguns dos maiores especialistas do país em Vigilância Sanitária.  Todos indicaram boas práticas que serão essenciais para a correta higienização de ambientes, equipamentos e utensílios, a fim de garantir o resguardo da saúde de colaboradores e clientes.

"Questões de saúde e segurança sempre foram prioritárias para restaurantes, porém, por conta da pandemia, esses pontos ganham ainda mais relevância. Adaptações na rotina de trabalho são, e ainda serão, constantes por um bom tempo para os estabelecimentos do setor. Sem os devidos cuidados e sem garantias de prevenção aos clientes, a retomada e a recuperação seriam ainda mais complicadas", conclui Lyra.

Sobre a ANR
A Associação Nacional de Restaurantes é uma entidade de âmbito nacional, que representa empresários e colaboradores do setor de food service em suas relações com os poderes públicos, entidades de classe e junto à sociedade em geral. Além disso, contribui para o desenvolvimento dos negócios do setor e auxilia na permanente capacitação de profissionais para o segmento. Os associados da ANR reúnem hoje mais de 9 mil pontos comerciais no Brasil, entre restaurantes independentes, franquias e grandes redes de alimentação.

Sobre o Grupo Bureau Veritas
O Bureau Veritas é líder mundial em Teste, Inspeção e Certificação (TIC). Com receita global de 4,6 bilhões de euros, a empresa está presente em 140 países, atendendo 400 mil clientes com suas cinco divisões de negócios: Marítimo & Offshore, Agronegócio & Commodities, Indústria, Construção & Infraestrutura e Power & Utilities. Com mais de 5 mil colaboradores no Brasil a empresa oferece seu portfólio completo de serviços, garantindo conformidade, controle de cadeias de suprimentos, antecipação de tendências, reduzindo riscos, aumentando eficiência e cuidando da reputação de seus clientes. Mais informações no site www.bureauveritas.com.br


Fonte: assessoria de imprensa
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Jovem empreendedor investe em mercado imobiliário para solucionar dificuldades do setor e cresce 80% ao mês


Rafael Hirt começou aos 17 anos de idade administrando alguns imóveis da família e se apaixonou pelo mercado de locação de imóveis. Aos 31 anos decidiu solucionar algumas dificuldades que encontrava no setor, e assim, nasceu a Plek Soluções Imobiliárias.


A tecnologia é uma grande aliada em diversos setores da economia, seja para ajudar a aumentar as vendas, proporcionar mais agilidade ou ainda trazer mais facilidade para os clientes. No mercado imobiliário, por exemplo, a inovação pode potencializar os serviços de uma imobiliária, proporcionando diferenciais competitivos que podem fazer a diferença na hora que um cliente toma a sua decisão. 

Foi pensando nisso que o jovem empreendedor blumenauense Rafael Hirt criou a Plek Soluções Imobiliárias, em 2017, ferramenta gratuita para contratação da garantia de locação. "Com 17 anos de idade comecei administrando alguns imóveis da família, eu me apaixonei pelo mercado de locação de imóveis. Depois que adquiri mais experiência, virei sócio de uma imobiliária em Blumenau (SC), focada em locação. Na imobiliária que eu era sócio tínhamos uma métrica baseada no número de contatos e número de visitas versus contratos fechados. Foi aí que percebi que tínhamos um número grande de clientes querendo alugar, mas, que esbarravam na garantia de locação. Foi nesse momento que percebi uma dificuldade no mercado de locações. Aos 31 anos de idade eu comecei a tirar a ideia do papel e, assim, nasceu a Plek Soluções Imobiliárias, que atualmente possui sua sede localizada em Goiás", conta o fundador da startup do mercado imobiliário.


Planejamento para tirar a ideia do papel

Hirt comenta que para idealizar o sonho de empreender foi necessário muito planejamento e estudo de mercado para tirar a ideia do papel. "Eu decidi unir o planejamento e o estudo com a ação. Tudo tem que andar em conjunto para a validação de uma ideia, que no meu ponto de vista, não vale praticamente nada sem ação. Primeiro estudei sobre o mercado de startups, estudei ainda mais sobre o mercado de locação e depois participamos do Startup Wekeend, que é um evento de inovação onde fomos campeões e com ajuda da minha irmã, Marina Hirt e dos nossos investidores, conseguimos tirar a ideia do papel. Depois validamos a primeira versão com poucos clientes e recentemente abrimos para demais imobiliárias de todo o Brasil", diz.

Hoje, com três anos no mercado imobiliário, a Plek Soluções Imobiliárias já possui um crescimento de 80% ao mês, e até dezembro de 2020 o objetivo da startup é reunir mais de 800 imobiliárias em sua plataforma. "Com muita determinação e amor pelo o que faço, foi possível transformar a Plek em realidade e hoje conto com grandes imobiliárias de todo o Brasil em nossa plataforma, oferecendo um preço mais justo para os seus clientes e reunindo soluções para os negócios em uma única plataforma", pontua Hirt.

Hirt ainda destaca que para quem quer começar um negócio, é necessário entender que o estudo, a pesquisa e a ação fazem parte do processo. "Estude e pesquise para entender o mercado e tenha ação para não ficar apenas no papel e sem validação. A primeira versão não precisa ser perfeita, até porque o feito é melhor que o perfeito. Coloque uma versão simples no mercado e colete feedbacks diários com os usuários. A segunda dica que dou é montar um time com propósito, você pode ser o 'dono' da ideia, mas só irá conseguir atingir grandes resultados com um time qualificado em todas as áreas. E a última é para quem procura investimento. Os melhores investidores que você pode ter são seus próprios clientes, se eles usam a solução porque não poderiam ser seus primeiros investidores?", conclui fundador da Plek Soluções Imobiliárias.


Fonte: assessoria de imprensa 
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MANIFESTO 
Escolas particulares se unem em prol 
de sobreviverem após a pandemia


Mantenedores de unidades de ensino básico ao médio pedem socorro para não 
quebrarem com a inadimplência e falta de recursos para folha de pagamento

Não é novidade que a pandemia afetou todos os setores da economia, sobretudo prestadores de serviço, que ficaram de mãos atadas e sem recursos para aguentarem e manter seus empreendimentos por meses fechados e sem entrada de recursos financeiros.

A área educacional é uma delas e mesmo que muitas escolas tenham tentado se reinventar com aulas à distância e seus professores dobrarem a carga horária para dar conta de aplicativos e gravações de vídeos, muitas unidades do setor privado correm riscos reais de terem de fechar suas as portas.

Os motivos estão ligados direta e indiretamente à pandemia, que afetou muitos pais com a diminuição de suas rendas e ou com a perda de seus empregos. Infelizmente este cenário é comum aqui em São Paulo e em outros Estados. Porém, os mantenedores de instituições de ensino básico a médio se uniram para pedir ajuda aos Governos e também aos pais que podem pagar e por seus motivos particulares não os fazem.

“As escolas possuem despesas que precisam ser honradas, especialmente para com seus professores, cuja dedicação está muito acima do que normalmente fariam em suas aulas presenciais. Somos uma cadeia de profissionais que sofrem desde o início da pandemia com a inadimplência e falta de reconhecimento de alguns setores da economia e da sociedade”, comenta Vânia Lira, diretora e mantenedora da rede de Colégios Branca Alves de Lima – Bal, em São Paulo.

Ela comenta ainda que os custos para se manter uma escola ativa, além de ter professores qualificados, há custos de água, luz, aluguel, equipamentos e ferramentas tecnológicas para tornar possível a transmissão e acesso dos alunos ao conteúdo e, infelizmente, tudo isso não está sendo coberto com os ganhos atuais.

“Muitos pais nos questionam sobre a qualidade, conteúdo e aplicação dos estudos à distância e, como resposta, mostramos todo o investimento empregado que justifica a continuidade dos pagamentos das mensalidades, com descontos das aulas extras e outros itens que deixaram de ser oferecidos. Nossos alunos, estão com suporte e acompanhamento pedagógico desde a primeira semana de paralisação. Eles não tiveram férias e nossos professores aprenderam a fazer vídeos, oferecer aulas on line ao vivo, tudo para não pararmos o ano letivo”, enfatiza Vânia Lira.

E mesmo com tantas inovações e investimentos que ninguém (escolas e pais) esperavam ter a necessidade em pleno ano de 2020, existem os dados alarmantes de perda de emprego de muitos pais que, para evitar problemas financeiros futuros, optaram por retirar seus filhos abruptamente da escola e migrar para o ensino público.

Quando uma escola recebe a notícia de que um de seus alunos terá de sair, é como uma dor no coração, a perda de um membro da família, segundo alguns mantenedores de escolas. Eles enfatizam que não podem fazer mais do que já proporcionaram, pois também não possuem recursos para manter bolsistas em suas unidades e seus professores também possuem contas e pagamentos para horarem. “Sentimos muito por ver alunos saindo das unidades e sabemos que faremos falta para cada um deles, pois não lidamos com números, mas pessoas, crianças que vimos crescer a partir dos quatro meses de idade. Para nós, é muito triste e por isso decidimos nos unir para pedir ajuda aos Governos e aos pais que são conscientes de todo o nosso trabalho realizado”, finaliza Vânia Lira.


União das escolas em prol da sobrevivência pós pandemia de Covid-19
Diante da Pandemia, alguns mantenedores de escolas particulares – do ensino básico ao médio –, que conseguiram alguma margem financeira para trabalhar, procuraram ajudar os pais mais necessitados com o objetivo de evitar a evasão ou inadimplência em grande escala. Porém, não são todas as instituições que puderam arcar com estes custos, o que vem se tornando uma bola de neve e está prestes a eclodir em um muro de burocracia e esquecimento para com o setor educacional.

“Sem margem financeira, com a inadimplência dos pais e sem apoio de crédito do Governo, muitos colégios estão na condição de, infelizmente, ter de encerrar suas atividades. E qual será o futuro das crianças atendidas? Como vamos fazer para suprir esta lacuna?”, indaga Vânia Lira, diretora e mantenedora do Colégio Branca Alves de Lima – BAL.


Pensando nisso, as escolas decidiram se unir criando um projeto intitulado de “União pelas Escolas Particulares de Pequeno e Médio Porte”. O propósito desse projeto é engajar e unir esforços para defender os legítimos interesses das escolas particulares. É uma forma de mostrar a toda a população que a escola é uma empresa que gera empregos e que está exercendo o seu trabalho da melhor forma, com todos os seus custos anteriores e novos.

É importante e necessário dizer que as escolas não tiveram seus custos reduzidos, pelo contrário, aumentaram mais, especialmente por terem de investir em novas ferramentas e tecnologia para suprir as necessidades de pais, alunos, professores e funcionários de diversas esferas.

O Colégio Branca Alves de Lima - BAL, por exemplo, para manter a qualidade do ensino ofertado, fez a aquisição de uma plataforma educacional com o objetivo de tornar as aulas remotas mais próximas da realidade presencial. E desde o início, na primeira semana de paralisação decorrente aos cuidados para evitar o contágio da Covid-19, a escola procura alternativas para não deixar seus alunos e pais desamparados, mantendo a mesma condição educacional.

Não fosse apenas este detalhe, a escola, também, percebeu a necessidade de proporcionar ajuda de custo aos professores para aquisição de internet de qualidade e com capacidade superior para que eles possam desenvolver suas atividades home office (à distância) na mesma proporção do ensino presencial. Ainda, a muitos custos, está fazendo todo o possível para manter o quadro de funcionários.


“Todos os dias temos muitos desafios para superar! E, quando pensamos no retorno provável dos alunos ao ambiente escolar, programado inicialmente para setembro, nós do Colégio BAL, já estamos desenvolvendo um Protocolo de Retorno, com indicação de todos os cuidados e ajustes que que pais, alunos, transportes escolares e funcionários possam realizá-los e garantir a segurança de todos.

E para colocar este protocolo de segurança em prática, as escolas estão com programações de treinamentos (com divisões de equipes, evitando aglomerações) para seus funcionários e, ainda, webinários (treinamento online) para todos os pais e alunos.

“Quando os alunos retornarem, as escolas estarão equipadas com termômetros, tapetes sanitizantes, máscaras, totens com álcool em gel, marcações para distanciamento, acrílicos de proteção e outros itens que possam garantir o distanciamento necessário e a segurança de saúde à todos”, comenta Vânia Lira.

Desta maneira, é possível perceber que tanto o Colégio BAL como outras instituições de ensino básico ao médio envolvidos no projeto intitulado de “União pelas Escolas Particulares de Pequeno e Médio Porte”, precisam de ajuda imediata. “Além de não termos suporte do Governo, lidar com a inadimplência e incertezas financeiras, temos de providenciar toda a estrutura de segurança para estar apto a receber seus nossos alunos, pois eles dependem de nós para terem um futuro melhor”.

Mesmo com o retorno das aulas presenciais ainda não determinadas para os próximos meses, que dependem da liberação do Ministério da Saúde, os colégios, sobretudo o BAL, realizou uma pesquisa de campo juntos aos pais e responsáveis para saber a opinião deles sobre a volta ou não das aulas físicas em suas unidades. “O resultado é surpreendente, pois cerca de 70% dos pais não se sentem seguros em enviar seus filhos para as escolas até o final do ano, mesmo que estejam devidamente seguras para recebê-los”, comenta Vânia Lira.

Diante deste cenário e com o dilema de falta de recursos para manter as instituições de ensino de portas fechadas e ou garantir a segurança de alunos, pais, professores e funcionários, as escolas se unem e pedem ajuda para terem voz diante de um abismo sem precedentes.

Revolução dentro das escolas para ofertar o melhor possível aos seus alunos:

Desde o início da Pandemia, as escolas de todas as faixas etárias, precisaram se reinventar e se organizar para dar continuidade da melhor forma possível ao ano letivo de 2020, atendendo as necessidades dos alunos, pais e das próprias instituições.

Toda esta organização não foi e não está sendo fácil, uma vez que é preciso levar em consideração a estrutura do colégio, a condição de internet de pais e professores, a disposição de dispositivos diversos, a adequação de tempo para conciliar o trabalho home office com a educação dos filhos, além das incertezas financeiras que muitos pais sofreram com redução salarial ou até a sua demissão.

Um fator importante para ser ressaltado e enfatizado é que um dos alicerces das escolas são os docentes e para que continuem trabalhando e atendendo as necessidades e expectativas das famílias, precisam também ter os seus empregos garantidos.

Além da folha de pagamento, muitas escolas atuam em prédios alugados, possuem contratos com empresas que prestam serviço e não puderam ser totalmente cancelados ou congelados, além das despesas básicas que devem ser mantidas. “As contas continuam chegando, temos equipes dentro das escolas trabalhando para o administrativo funcionar e atender aos pais que precisam de ajuda, bem como negociar dívidas, da mesma maneira em que há necessidade de manter ativo e mil por cento a equipe pedagógica e prestadores de serviços. Por isso e por muitos outros motivos precisamos de ajuda, de voz para sermos vistos!”, clama Vânia Lira.

E, partindo destas necessidades, muitas perguntas ficam sem respostas, no vácuo: Como manter a escola ativa se os pais estão enfrentando dificuldades financeiras e como consequência alguns acabam se tornando inadimplentes?

Infelizmente, esta pergunta só poderá ser respondida quando de fato as escolas tiverem ajuda dos Governos e a conscientização de pais que podem pagar e que não o fazem por diversos motivos. “Não queremos parar nossas atividades. No Brasil, quem atua na área de educação a faz por amor e vocação. Não enriquecemos e tão pouco cobramos além do que é justo ou praticável pela qualidade. Precisamos de ajuda e para ontem. Do contrário, tememos pelo futuro de nossos alunos e de nossos profissionais. Para todas as profissões, existe a necessidade do aprendizado e este tem como base e alicerce fundamental o ensino básico, fundamental e médio”, finaliza Vânia Lira.
Texto:
 Carina Gonçalves – jornalista (MTB: 48326)
e Miriam Sepulvida – MKT Colégio Bal

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Salas virtuais da Pearson oferecem 71 anos 
de ensino em apenas três meses

 Com mais de 700 mil aulas virtuais, multinacional britânica mantém processo de aprendizagem em ambientes seguros e interativos; expectativa é chegar a 1 milhão até o final de junho

Em apenas três meses, as marcas de educação básica e de idiomas da Pearson ofereceram, juntas, mais de 700 mil horas de aula online, o que equivale a 71 anos de transmissão.  Os ambientes virtuais de aprendizagem foram disponibilizados para mais de mais de 550 mil alunos dos sistemas COC, Dom Bosco, Yázigi, Skill e Wizard by Pearson. Desenvolvida com diferentes ferramentas de interação, a solução tem como objetivo simular a experiência de uma aula presencial, mesmo durante o período de isolamento. 

Diferentemente de outras plataformas de vídeo-chamada, a sala de aula virtual é focada especificamente na aprendizagem, motivo pelo qual possui funcionalidades que não são encontradas em outros aplicativos. Além de inserção de texto em quadro branco e alteração de documentos em tempo real, o professor pode aplicar testes interativos e dividir os alunos participantes em grupos.  

“Essa é uma solução que ainda não existia no Brasil e veio não apenas para facilitar e difundir o processo de aprendizagem, mas também para promover mais interação durante esse período de pandemia”, reforça Juliano Costa, vice-presidente de Produtos da Pearson LATAM. Desde o lançamento, já foram oferecidas mais de 700 mil aulas. Até o final deste mês, o número deve bater a casa de 1 milhão.

A plataforma permanecerá disponível com o retorno das aulas presenciais, podendo ser aproveitada para atividades complementares. “O setor educacional precisou se reinventar e acreditamos que o ensino híbrido, com aulas presenciais e virtuais, será a nova realidade. Os professores poderão utilizar as salas de aula online para plantões de dúvida, reforços e outros tipos de aprofundamentos, incluindo o ensino de idioma, deixando de depender exclusivamente do espaço físico e respeitando o distanciamento”, explica Juliano. 

Sobre a Pearson
A Pearson é a maior empresa de aprendizagem do mundo, com mais de 22,5 mil colaboradores atuando em 70 países. Oferecemos conteúdo, avaliação e serviços digitais para estudantes, instituições educacionais, empresas, governos e outros parceiros ao redor do mundo. Nosso compromisso é ajudar as pessoas a desenvolver as habilidades de que elas precisam para incrementar suas perspectivas de empregabilidade e ter sucesso diante das transformações no mundo do trabalho. Acreditamos que, onde quer que a aprendizagem prospere, as pessoas também prosperarão.

Fonte: assessoria de imprensa

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Doenças respiratórias: período de inverno
 requer ainda mais cuidados e prevenções

Com a chegada do inverno, acende-se o alerta para os cuidados com as doenças respiratórias. Isto porque, nesta época, a baixa umidade do ar e as alterações de temperatura favorecem a ocorrência de tosse, espirros e alergias. Além disso, apesar das atuais recomendações de distanciamento, ambientes como o interior de transportes públicos, com janelas fechadas, tornam-se propícios para a propagação de vírus e bactérias responsáveis por estas condições.
Quando falamos de doenças respiratórias, as mais comuns são gripes, resfriados, rinite alérgica, sinusite, bronquite, pneumonia e asma, que podem ter sintomas mais leves como também mais severos. Por isso é importante que os cuidados sejam recorrentes.
Considerando o momento que vivemos pela pandemia do coronavírus, estes cuidados devem ser ainda maiores, já que os sintomas de muitas destas doenças são bem parecidos com os da Covid-19, como a gripe e coriza. Além disso, ambas as condições se propagam por gotículas de saliva, tosse, espirro ou por passar a mão infectada nos olhos, nariz e boca, e podem trazer complicações se não tratadas corretamente. Por esta razão também é tão importante se imunizar contra a gripe, com a vacina trivalente disponível nas redes pública e privada de saúde.
Para ajudar a evitar essas doenças, é indicado evitar aglomerações e ambientes fechados, dando sempre preferência a locais ventilados; higienizar as mãos após espirros e tosses; evitar o contato com o rosto após tocar em outras superfícies; arejar a casa; lavar e secar bem as roupas de inverno antes de serem usadas, principalmente se elas ficaram guardadas por muito tempo; manter hábitos saudáveis, como uma alimentação equilibrada, atividades físicas e ingestão de líquido e, se possível, tomar a vacina da gripe anualmente.
“O uso de máscaras de proteção, que agora já faz parte do cotidiano do brasileiro, deveria ser adotado mesmo quando todo o cenário do coronavírus passar. Em qualquer sintoma gripal, a máscara pode evitar a contaminação de outras pessoas que podem passar por você pelo seu caminho. Outra atenção que devemos ter é a de não subestimar estas doenças. É muito comum que gripes, sinusites e outras tenham seus sintomas e efeitos acentuados com a falta de tratamento e cuidados adequados, podendo gerar consequências graves ao paciente”, afirma o pneumologista dr. Osvaldo Sabino da Clínica IMUVI, do Hospital HSANP.  
Além disso, o pneumologista alerta: “Em caso de febre, tosse com escarro amarelado e dor torácica, que durem mais que um dia, procurar o serviço de saúde e consultar o médico para evitar, possíveis internações e/ou internar, quando necessário, com brevidade para evitar complicações graves e propiciar alta hospitalar com precocidade. Os sintomas mencionados nunca devem ser subestimados. Todo cuidado é necessário neste momento para preservar nossa saúde e a de quem faz parte do nosso convívio."
Sobre o Hospital HSANP
Produto de investimentos de um grupo de médicos e gestores especializados na área de saúde que possuem mais de 15 anos de experiência. Busca ser referência na Região Norte da Grande São Paulo e um dos melhores hospitais de toda a cidade e servir à densa população dessa região, profissionais da área de saúde e operadoras de assistência médica com toda comodidade, evitando deslocamentos arriscados.
Imuvi HSANP
Endereço: R. Maria Amália Lopes Azevedo, 147 – Tremembé
Telefone: (11) 3531-6666
Fonte: assessoria de imprensa
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Curso gratuito explica como integrar as inteligências física, intelectual, emocional e espiritual

Curso da Quadrinidade pode ser feito em quatro aulas online ministradas por 
Heloísa Capelas, uma das maiores especialistas em autoconhecimento do Brasil
Centro Hoffman
Quando concebeu o Processo Hoffman da Quadrinidade, em 1967, o norte-americano Bob Hoffman não imaginava que seria o responsável pelo maior treinamento de autoconhecimento do planeta. Cinquenta anos e 100 mil alunos depois, a metodologia ganhou o mundo e se consolidou por seus resultados positivos. Para apresentar a técnica, Heloísa Capelas, uma das maiores especialistas neste treinamento no Brasil, lança um curso online gratuito para todos aqueles que querem se aprofundar no conceito da Quadrinidade.
No Curso da Quadrinidade, composto por 4 videoaulas rápidas, Heloísa explica como cada um pode fazer para começar a reconhecer e integrar as inteligências física, intelectual, emocional e espiritual. Essas diferentes dimensões vivem na maior parte das pessoas em completo desequilíbrio, impedindo o alcance dos verdadeiros potenciais individuais. “Por falta de autoconsciência, a maior parte de nós desconhece essas habilidades, gerando confusão mental, ansiedade, depressão, entre outros problemas”, explica a especialista.
Ao longo do programa, ela mostra algumas orientações e exercícios para equilibrar essas competências. Além das aulas, estão inclusas mini apostilas e áudios com viagens mentais para exercitar cada uma das inteligências.
Enquanto a inteligência física é composta por tudo que envolve o nosso corpo, a habilidade intelectual se refere à capacidade de racionalizar – sendo geralmente a dimensão que as pessoas mais investem em detrimento das demais. Já a inteligência emocional envolve a competência de tomar decisões com base não só nos raciocínios lógicos, mas também nos sentimentos. E a inteligência espiritual é formada pela sabedoria interna e intuição, independentemente de religião ou religiosidade.
O Processo Hoffman da Quadrinidade é, hoje, aplicado em mais de 15 países. Sua eficácia já foi comprovada por instituições renomadas, como a Universidade Harvard e a Universidade da Califórnia.
Sobre a Heloísa Capelas
Heloísa Capelas é CEO do Centro Hoffman e, há mais de 35 anos, está à frente do Processo Hoffman no Brasil – treinamento de autoconhecimento aplicado em 15 países e que já teve seus resultados cientificamente atestados. 
Por sua sala de aula, já passaram mais de 10 mil alunos, entre os quais algumas das principais lideranças e gestores do mercado nacional. 
Autora dos best-sellers “O Mapa da Felicidade” e “Perdão, a Revolução que Falta”, Heloísa é reconhecida como uma das principais especialistas do País em autoconhecimento, inteligência emocional, inteligência espiritual e inovação pessoal.

Fonte: assessoria de imprensa
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