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Especial Bienal do Livro - RJ

Francisco:
 O Santo de Assis na Origem dos Movimentos Franciscanos
Protetor dos pobres e dos animais

Martins Fontes – Selo Martins lança com exclusividade a obra Francisco: O Santo de Assis na Origem dos Movimentos Franciscanos, de Giovanni Miccoli, com tradução de Sérgio Maduro. “Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível, e de repente você estará fazendo o impossível”. Palavras sábias de um jovem italiano, que aos 24 anos renunciou toda a sua riqueza para dedicar a vida aos pobres e aos doentes. São Francisco de Assis, que também é conhecido como protetor dos animais, foi considerado porDante Alighieri como uma "luz que brilhou sobre o mundo" e “para muitos ele foi à maior figura do Cristianismo desde Jesus”. Considerado santo ainda em vida, foi canonizado pela Igreja Católica em 1228, menos de dois anos após falecer aos 43 anos. Abaixo segue release editorial:


 
Francisco: O Santo de Assis na Origem dos Movimentos Franciscanos

A história de Francisco de Assis representa um dos pontos chave de todos os acontecimentos dos dois mil anos de história do cristianismo. Tal vitalidade tampouco se esgota na sua – sempre exemplar – biografia, uma vez que sua extraordinária trajetória de vida se funde profundamente com os eventos históricos da ordem que ele fundou, a qual, em poucas décadas, tornou-se a mais numerosa e animada de toda a cristandade ocidental. Com efeito, o nexo entre a sua original proposta cristã e os rumos perseguidos pela ordem a que deu origem colocam muitos problemas. Surgem ainda várias questões ao se analisar as características e perspectivas reais da experiência religiosa de Francisco e seus primeiros companheiros, confrontando-as com os termos em que foram diversas vezes traduzidas e transmitidas na prática e na memória histórica da Igreja nos séculos subsequentes.

Não por acaso, a figura de Francisco, canonizado poucos anos depois de sua morte, virou referência para uma extraordinária variedade de movimentos e possibilidades, com frequência em evidente contradição com o que propõem e sugerem seus próprios escritos. Está nesse labirinto de problemas o aspecto central da longa e ainda muito atual “questão franciscana”, ainda mais intrigante depois da escolha recente do cardeal Bergoglio de, como bispo de Roma, pela primeira vez adotar o nome de Francisco: porque ao Francisco histórico, que facilmente pode ser conhecido nos seus aspectos básicos, somam-se e adicionam- se os tantos Franciscos que a tradição construiu e que continuam a propor múltiplos modelos diferentes de experiência religiosa.

Sobre o autor: Giovanni Miccoli, nascido em Trieste em 1933, estudou na Scuola Normale Superiore da Universidade de Pisa, onde foi aluno de Ottorino Bertolini, Delio Cantimori e Arsenio Frugoni. Por mais de quarenta anos ensinou história medieval e história da Igreja, primeiro em Pisa, depois em Trieste, em Veneza e, novamente, em Trieste. No âmbito medieval, ocupou-se, sobretudo da reforma gregoriana e das origens franciscanas; na esfera contemporânea, de antissemitismo católico, do Vaticano, guerra e Shoah, bem como dos posicionamentos do papado depois do Concílio do Vaticano II. O livro Una storiografia inattuale? Giovanni Miccoli e la funzione civile della ricerca storica, de G. Battelli e D. Menozzi (Viella, 2005), foi dedicado à sua obra.

Ficha Técnica:
Título: Francisco: O Santo de Assis na Origem dos Movimentos Franciscanos
Autor: Giovanni Miccoli / Tradução: Sérgio Maduro
 Editora: Martins Fontes - Selo Martins
Ano de Publicação: 2015 / Páginas: 316 / Valor: R$ 49,00

Também, haverá lançamento e noite de autógrafo com Cesare Battisti para seu livro:
“O Cargueiro Sentimental”
Cesare Battisti, agora livre cidadão e morador em solo brasileiro, também considerado como ex-terrorista pelos governos italiano e francês, lança com exclusividade, pela Martins Fontes – Selo Martins, seu novo livro: “O Cargueiro Sentimental”, com noite de autógrafo dia 12 de setembro, a partir das 19h, durante a Bienal Internacional do Livro – RJ (03 a 13/09), no estande da editora localizado entre as ruas I16/J13.

Outros títulos também serão destaque durante a Bienal Internacional do Livro - RJ
- Frida Kahlo, Rauda Jamis
- As Cartas De Ernest Hemingway - Volume I 1907-1922, com org. de Sandra Spainer e Robert W. Trogdon
- Francisco: O Santo de Assis na Origem dos Movimentos Franciscanos, de Giovanni Miccoli
- C.S. Lewis - Além do Universo Mágico de Nárnia, de Robert MacSwain e Michael Ward
- Moral Universal ou os Deveres do Homem Fundamentados Na Sua Natureza, do Barão de Holbach
- Os Objetos e a Vida – reflexões sobre as posses, as emoções, a memória, de Giovanni Starace
- Os Animais Célebres, de Michel Pastoureau

Serviço: Noite de autografo com Cesare Battisti
Livro: O Cargueiro Sentimental, Martins Fontes – Selo Martins
Quando: 12/08/2015 / Horário: a partir das 19h
Onde: Bienal Internacional do Livro - Rio 2015 (Riocentro - Av. Salvador Allende, 6.555 - Barra da Tijuca – RJ)
Estande:  J13/I16 / Site: 
www.emartinsfontes.com.br  
Informações Livrarias Martins Fontes: (21) 2221-2823 / (11) 3116-0000 
INFORMAÇÕES PARA IMPRENSA
JCG Comunicação e Marketing
Carina Gonçalves – Jornalista responsável
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Os animais e sua participação na história

Se você gosta de pets, certamente vai adorar a leitura desta obra: Os Animais Celebres”, de Michel Pastoureau, lançamento exclusivo da Martins Fontes – Selo Martins, que retrata a importância deles no dia a dia das pessoas e na cultura mundial, assim como sua influência direta na produção de produtos – com fins diversos para humanos ou não. O autor aborda múltiplos assuntos, que inclui estudos sobre animais reais da história mundial como, por exemplo, os elefantes de guerra de Aníbal (Primeira Guerra Púnica – Roma, Século III a.C.) e a Besta de Gévaudan (animal que aterrorizou a região francesa no final do século XVIII). Também, menciona outros tirados da Bíblia – a Arca de Noé e a Baleia de Jonas –, da mitologia – o Minotauro e o Cavalo de Tróia –, da literatura (Renart/Raposa)de animações como Mickey e Pato Donald entre outros que vão de objetos (ursinho de pelúcia) aos dos sonhos (monstro do LagoNess). Abaixo segue release editorial:

Os animais célebres



Desprezado anos a fio pelos historiadores e relegado às coletâneas de curiosidades e à história “menor”, o animal é hoje um verdadeiro objeto de estudo, situado no cerne da pesquisa e na intersecção de várias disciplinas.
 Ao considerar quarenta animais célebres (pelos mais variados atributos), Michel Pastoureaudestaca tudo o que o estudo das relações entre o homem e o animal pode trazer para a história social, econômica, religiosa, cultural e simbólica. Cada capítulo é dedicado a um animal e composto de duas partes: a exposição dos fatos e tradições que lhe concernem e um comentário histórico que procura situar o respectivo contexto e objetivos. Entre os animais estudados, alguns existiram de fato (o elefante de Aníbal, a Besta de Gévaudan), outros foram tirados da Bíblia (a Arca de Noé, a baleia de Jonas), ou da mitologia (o Minotauro, o cavalo de Tróia), outros, da literatura (Renart) e de imagens (Mickey, Pato Donald), outros, enfim do mundo dos emblemas (o leopardo inglês), dos objetos (o ursinho de pelúcia) e dos sonhos (o monstro do Lago Ness).

Sobre o autor: Michel Pastoureau é historiador,  arquivista, paleógrafo e diretor de estudos na Ecole Pratique des Hautes Estudes (Sorbonne iv) em Paris, onde leciona, desde 1983, a história do simbolismo ocidental. Publicou mais de trinta livros a respeito da história das cores, dos animais e dos símbolos.

Ficha Técnica:
Obra: Os animais célebres
Autor:  Michel Pastoureau
Editora: Martins Fontes - Selo Martins
Coleção: O Homem e a História Páginas: 312
Ano de Publicação:  2015 / Edição: 
Valor: no prelo – previsão para Bienal Internacional do Livro - RJ

Fonte: JCG Comunicação 
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Você é livre?  Exerce o livre-arbítrio?

Será que somos livres ou possuímos de fato o livre-arbítrio como pensamos? Será que a natureza exerce seu poder de persuasão em nós sem que percebamos e, assim, criamos uma falsa ilusão de que temos a capacidade de exercer tudo e qualquer atividade de interesse pessoal? Todos os temas são polêmicos e suscitados na nova obra da Martins Fontes – Selo Martins: A Moral Universal ou os Deveres do Homem Fundamentados na sua Natureza”, escrita pelo filosofo, autor e enciclopedista franco-alemão Barão Paul Henri d’Holbach (1723-89), também conhecido como Barão d'Holbach. Além de ele ter sido uma figura proeminente do Iluminismo francês, foi um dos primeiros filósofos que criticou de maneira sistemática e com fundamentos a doutrina do livre-arbítrio. Dizia que a natureza é uma grande máquina e os seres humanos seus mecanismos particulares, em outras palavras, que as pessoas não possuem livre-arbítrio, deixando-se enganar pela própria consciência. A obra rica em seu contexto responde algumas perguntas e sugere reflexões sobre outros temas importantes, ainda hoje discutidos na sociedade.  

Abaixo segue o release editorial sobre a obra:


A Moral Universal ou
os deveres do homem fundamentados na sua natureza


Se viver feliz e viver segundo a natureza é uma e a mesma coisa, como afirma Sêneca na epígrafe do livro “A moral universal”, do grande iluminista Barão de Holbach, então é possível dizer que a verdadeira moral é aquela que deve servir à vida, é aquela que está a serviço da existência. O que vemos nessa obra é uma busca minuciosa pela compreensão dos fundamentos de uma moral que deve se assentar na natureza, que, antes de ser uma ideia abstrata, é aquela que nos constituiu concretamente, materialmente. Essa natureza da qual somos parte, e que está por todo lado, e também dentro de nós, e que, para Holbach, só se encontra vedada aos que insistem em permanecer de olhos fechados para o mundo.

Sobre o autor: Barão de Holbach (1723-1789) nasceu e foi educado na Alemanha, mas se naturalizou francês em 1749. Herdeiro de uma grande fortuna, ele transformou seu salão num grande centro de reunião de filósofos e enciclopedistas. Ateísta, determinista e materialista, opunha-se à monarquia absoluta, à religião do Estado e aos privilégios feudais. Por isto, é considerado um dos intelectuais mais radicais do seu tempo. O seu trabalho mais famoso é o Sistema da Natureza, de 1770. Faleceu em 1789, nas primeiras semanas da Revolução Francesa.

Ficha Técnica:
Título: A Moral Universal - Ou Os Deveres Do Homem Fundamentados Na Sua Natureza
Autor: Barão de Holbach / Tradução: Regina Schöpke e Mauro Baladi
Editora: Martins Fontes - Selo Martins
Ano de Publicação: 2015 /  Páginas: 896 / Valor: 49,00
Site: http://www.livrariamartinseditora.com.br/moral-universal-a-ou-os-deveres-do-homem-fundamentados-na-sua-natureza-p24045/

Fonte: JCG Comunicação 
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A Pequena Filosofia da Mafalda 
ganha mais quatro títulos


 

A garotinha conhecida mundialmente traz novas reflexões e perguntas 
sobre temas que vão da escola a família.

Fofa como somente ela é e ainda pertinente indagadora sobre questões do mundo e o que lhe norteia, é assim que podemos descrevê-la, a pequena Mafalda, fruto do autor argentino Quino, ganha mais quatro títulos para a série “A Pequena Filosofia da Mafalda”, todos pela Martins Fontes – Selo Martins. As obras: “Bem-Vindo À Escola!”, “Um Ar de Família!”, “Vamos à Sopa!” e “Amigos Para a Vida!” abordam temas variados sobre família, amizade, escola, apetite e, claro, sobre o mundo.


Nesta coleção, a lendária pequena indignada Mafalda se questiona à sua maneira sobre os grandes temas da vida e a coleção traz uma reunião das tirinhas de Quino acerca desses temas, que é destinada para os filósofos de todas as idades!


Sobre o autor: Quino - Joaquín Salvador Lavado, filho de imigrantes espanhóis da Andaluzia, nasceu em Mendoza (Argentina). Em 1945, após a morte de sua mãe, ele termina a escola primária e resolve inscrever-se na Escola de Belas Artes de Mendoza. Cansado de desenhar ânforas e jarrões, abandona a Escola de Belas Artes, e só pensa numa única profissão: ser desenhista de historietas e humor. É na década de 60 que ele cria Mafalda, que foi publicada em diversos jornais: Primera Plana, El Mundo e Siete Dias.

Ficha técnica:
1ª edição
Ano: 2015
Páginas: 36

R$ 24.90 cada título

Fonte: Martins Fontes - Selo Martins
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Educação e Hereditariedade - Estudo Sociológico


“É somente na paternidade, mas na paternidade completa, consciente – ou seja, na educação do filho – que o homem vem a sentir todo o seu coração. Oh! O barulho dos pezinhos da criança! Esse barulho leve e suave das gerações que chegam, indeciso, incerto como o futuro. O futuro, somos nós talvez que o decidiremos, pela maneira como teremos educado as novas gerações.” 

É com essas palavras que Jean-Marie Guyau nos apresenta uma questão cada vez mais pertinente: o papel da educação na formação de um homem mais vigoroso, mais forte, mais capacitado para a vida. Sim, é este o sentido da educação para Guyau: buscar os meios para “pôr em acordo a vida individual mais intensa com a vida social mais extensiva”, o que, para ele, só faz sentido quando se desenvolve plenamente o indivíduo, as suas virtualidades e potencialidades, reforçando e estimulando aquilo que é benéfico e refreando os impulsos viciosos que desequilibram o organismo. 

Entusiasta do darwinismo (ele é um homem do seu tempo, apesar de ir além dele), ele defende a capacidade da humanidade em evoluir continuamente em direção à união entre os homens e à comunhão com a natureza e o cosmos. Eis por que Guyau pode ser chamado, com toda a justiça, de um “filósofo da vida”, porque o que ele mais deseja é que o homem alcance a plenitude da existência. Por isso, sua grande preocupação, neste livro, é a defesa de uma educação que possa produzir um homem moral e eticamente superior. 

E isso quer dizer simplesmente produzir um homem capaz de aperfeiçoar-se até o limite de suas possibilidades – não apenas com um propósito egoísta, mas em benefício do seu povo e de toda a humanidade. A questão de Guyau, ao investigar o papel da sugestão na formação do caráter e dos comportamentos, é mostrar como a educação é um modo de interferir na natureza e na própria hereditariedade, mostrando que não estamos condenados pelos nossos genes e nem pelos atavismos sociais. Somos um misto da nossa herança genética e das nossas experiências, em que a educação pode representar a diferença entre sermos escravos ou homens livres.

Ficha técnica: 
Autor: Jean-Marie Guyau
Tradução: Regina Schöpke
Editora: Martins Fontes - selo Martins
Páginas: 488
Publicação: 2015 / Edição: 1ª
Sugestão de preço: R$ 45,00

Sobre o autor: Jean-Marie Guyau nasceu em Laval, França, em 1854, e foi um grande filósofo e poeta francês. Estudou arduamente literatura e filosofia até começar a produzir suas próprias obras, de grande expressividade na Europa do século XIX e começo do século XX, influenciando diversos autores contemporâneos, inclusive Friedrich Nietszche. Faleceu precocemente, aos 32 anos de idade, vítima de tuberculose.

Fonte: Assessoria de Marketing da Selo Martins
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Aprendendo a Ouvir
Uma Vida Dedicada às Crianças



Depois de meio século ouvindo, cuidando, compreendendo e defendendo crianças e pais, o médico norte-americano T. Berry Brazelton, considerado como o pediatra de maior confiança da nação segundo o jornal New York Times, conta agora a sua história empolgante e de amor à vida na obra “Aprendendo a Ouvir – Uma Vida Dedicada às Crianças”, com publicação no Brasil pela Martins Fontes – Selo Martins.

Desde a infância em Waco, no Texas – ele narra como cuidou competentemente de nove primos pequenos enquanto os adultos apreciavam o almoço de domingo –, passando por Princeton – onde teve uma proposta para ser ator na Broadway –, pela formação em medicina e em psicanálise, até as brilhantes observações do comportamento dos recém-nascidos que levaram os bebês a serem vistos sob uma ótica totalmente nova.

Sua vida foi marcada por inovação e assistência. Conhecido internacionalmente pela teoria dos Pontos de Contato (Touchpoints) – regressão e crescimento de bebês e crianças pequenas –, considera-se também que ele trouxe os insights do desenvolvimento infantil para a pediatria e para a sua vigorosa atuação no Congresso Norte-Americano em Defesa das Crianças e das Famílias. Nesta obra, os fãs e os profissionais de sua área podem seguir as raízes de uma carreira brilhante e a evolução da criação de filhos desde a segunda metade do século passado até hoje.



Sobre o Autor: T. Berry Brazelton é professor emérito de clinica pediátrico na Escola de Medicina de Harvard e professor de pediatria e desenvolvimento humano na Brown University. Atendendo em sua clínica de pediatria por mais de 45 anos, ele introduziu na formação pediátrica o conceito de orientação antecipatória para pais. Autor de mais de duzentos artigos especializados, escreveu trinta livros para profissionais e leigos, inclusive Touchpoints (traduzido para dezoito idiomas), To Listen to a Child e a clássica trilogia Infants and Mothers, Toddlers and Parents e On Becoming a Family. Para dar continuidade à sua importante pesquisa, criou dois programas no Boston Children’s Hospital: o Brazelton Institute e o Brazelton Touchpoints Center. Entre os muitos prêmios que ele recebeu destacam-se o C. Anderson Aldrich Award for Distinguished Contributions to the Field of Child Development, concedido pela Academia Americana de Pediatria. Em 1988, o dr. Brazelton foi designado pelo Congresso norte-americano para atuar na Comissão Nacional da Infância e, em 2013, recebeu a Presidential Citizens Medal de 2012, concedida “aos que realizaram feitos exemplares ao seu país e aos seus concidadãos”.



Ficha Técnica:
Título: Aprendendo a Ouvir - Uma Vida Dedicada às Crianças
Autor: T. Berry Brazelton - Tradução: Cristina Cupertino
Editora: Martins Fontes – Selo Martins
Páginas: 240 - Publicação: 2015 / Edição: 1ª


Fonte: JCG Comunicação – Excelência na Arte de Comunicar
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Uma Ponte Entre As Religiões



Independentemente do nome dado a esse Todo-Poderoso ou do espaço físico dedicado à sua adoração, há um conceito disseminado por ele que é universal: o amor. O livro “Uma Ponte Entre As Religiões”, de Dalai Lama, publicado no Brasil pela Martins Fontes – Selo Martins, estabelece um diálogo entre as principais religiões do mundo a partir de seus dogmas.

O autor evoca temas como a necessidade de controlar a mente indisciplinada, que resulta no egoísmo e em outros sentimentos nocivos. Cada religião, a seu modo, pretende ensinar um caminho que conduza a um estado espiritual pacífico, disciplinado, ético e sábio, ajudando os seres vivos a se livrarem do sofrimento e obter a desejada felicidade.

Dalai Lama, o maior representante do budismo tibetano e um dos mais notáveis líderes espirituais da atualidade, dedica-se, nestas páginas, a abrir os olhos dos leitores para o fato de que a compaixão, e apenas ela, é capaz de promover uma unidade de mentes e garantir união e paz a toda a humanidade, em uma época de crise, na qual, às vezes, conflitos sangrentos se impõem em defesa das crenças.


Sobre o Autor: Tenzin Gyatso, o Décimo Quarto Dalai Lama, é o líder espiritual e temporal do povo tibetano. Seus esforços inesgotáveis na defesa dos direitos humanos e da paz mundial valeram-lhe o reconhecimento internacional.
Recebeu o Prêmio Wallenberg (conferido pela U. S. Congressional Human Rights Foundation – Fundação dos Direitos Humanos do Congresso dos Estados Unidos), o Prêmio Albert Schweitzer e o Prêmio Nobel da Paz.

Ficha Técnica:
Livro: Uma Ponte Entre as Religiões - Por Uma Verdadeira Comunhão da Fé
Autor: Dalai Lama - Tradução: Cecilia Bartalotti
Editora: Martins Fontes – Selo Martins
Páginas: 240 - Publicação: 2015 / Edição: 1ª
Preço: R$ 39,00



Fonte: JCG Comunicação – Excelência na Arte de Comunicar
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A Pequena Filosofia da Mafalda




 Divertidas reflexões compõe a série de quatro títulos, publicadas pela Martins Fontes – Selo Martins
          
     
A lendária pequena indignada Mafaldacriação do cartunista argentino Quino (Joaquín Salvador Lavado), se questiona à sua maneira sobre grandes temas da vida. A paz, a ecologia, a justiça, a escola e a política são alguns dos assuntos abordados na série “A Pequena Filosofia da Mafalda”, com quatro títulos – “Como vai o Planeta?”; “Injustiça”; “Guerra e Paz”; e “Assim vai o Mundo!” –,publicada pela Martins Fontes – Selo Martins, com tradução de Monica Stahel.


A coleção é destinada aos filósofos em potencial de todas as idades e traz uma reunião das famosas tirinhas de Quino, com toda a graça, ingenuidade e indignação da garotinha de apenas seis anos (nas histórias), que hoje já possui 50 anos desde a sua primeira publicação, em 1964. Seu criador deixou de desenhá-la em 1973, mas o sucesso da personagem é contínuo.

Mafalda, incansável indagadora, queenlouquece seus pais e amigos, representa a classe média progressista argentina, preocupada com o mundo e seus problemas, trazendo à tona questões sociais e morais. Suas histórias se tornaram um cult na América Latina e na Europa. 

Uma ótima dica de presente para o natal ou mesmo para colecionar e ler quantas vezes quiser. 



Sobre o autor: Quino é um cartunista argentino, filho de imigrantes espanhóis, nascido em Mendoza em 1932. Ele é mais conhecido por ter criado a tirinha Mafalda, que começou a ser publicada em 1964. Nos Quadrinhos, a garota Mafalda, de apenas 6 anos, representa a classe média progressista argentina, preocupada com o mundo e seus problemas. Trazendo à tona questões sociais e morais, as suas histórias se tornaram um cult na América Latina e na Europa.



Ficha técnica:

Como vai o planeta? - A pequena filosofia da Mafalda
Autor: Quino / Tradução: Monica Stahel
36 páginas / R$ 24.90
1ª edição / 2014 / Coleção: HQ
Assim vai o mundo! - A pequena filosofia da Mafalda
Autor: Quino / Tradução: Monica Stahel
1ª edição / 2014 / Coleção: HQ
36 páginas / R$ 24.90

Guerra e paz - A pequena filosofia da Mafalda
Autor: Quino / Tradução: Monica Stahel
1ª edição / 2014 / Coleção: HQ
36 páginas / R$ 24.90

Injustiça - A pequena filosofia da Mafalda
Autor: Quino / Tradução: Monica Stahel
1ª edição / 2014 / Coleção: HQ
36 páginas / R$ 24.90


Fonte: JCG Comunicação – Excelência na Arte de Comunicar
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Cidades Rebeldes

Do Direito à Cidade à Revolução Urbana

Temas atuais e polêmicos que acontecem em diversas partes do mundo se fazem presente nesta obra, o que provoca reflexões e ponderações sobre sociedade como um todo

A ocupação do espaço público nunca foi tão discutida como neste início do século XXI, e é nas cidades que vemos acontecer os mais importantes movimentos de resistência e as rebeliões que clamam por mudanças na ordem política e social. Nova York, São Paulo, Mumbai, Pequim, Bogotá e até Johanesburgo fazem parte da apurada análise do britânico David Harvey, no seu novo livro “Cidades Rebeldes – do direito à cidade à revolução urbana”, pela Martins Fontes – Selo Martins. A obra vem provocando reflexões contundentes a respeito de quem controla o acesso aos recursos urbanos, por exemplo, ou de quem determina a organização (e a qualidade) da vida cotidiana.

Muito antes do movimento Occupy, as cidades eram tema de inúmeras reflexões utópicas. Elas são centros da acumulação de capital, assim como de estratégias políticas revolucionárias, onde profundas correntes de mudança social e política sobem à superfície. Os financistas e empreiteiros controlam o acesso aos recursos urbanos, ou é o povo que o faz? Quem determina a qualidade e organização da vida cotidiana?

“Cidades Rebeldes” coloca a cidade no centro das questões relativas ao capital e às lutas de classes, refletindo sobre lugares que vão de Johannesburgo a Mumbai, de Nova York a São Paulo. A partir de exemplos como a Comuna de Paris, o movimento Occupy Wall Street e as rebeliões de rua em Londres, Harvey pergunta como as cidades poderiam ser reorganizadas de maneira socialmente mais justa e ecologicamente mais sã, e como elas podem tornar-se o foco da resistência anticapitalista.

Uma obra oportuna para os dias atuais, onde a população mundial clama por mudanças significativas que gerem retornos imediatos para todas as classes sociais, assim como, melhoria na condição de vida e direitos humanitários. Excelente livro que propõe aos leitores saberem qual é o seu papel dentro de uma sociedade seja ela capitalista, comunista ou socialista.


Sobre o autor:

David Harvey (1935) nasceu no Reino Unido. É professor do Centro de Pós-Graduação da City University de Nova York desde 2001 e um dos mais destacados nomes da Geografia Humana da atualidade, preocupado com o estudo da nova realidade urbana em uma perspectiva marxista heterodoxa moderna. Além de acadêmico, Harvey é um conhecido defensor dos movimentos sociais, engajando-se ativamente nos debates e polêmicas da política de hoje. É autor de muitos livros.


Ficha Técnica:

Livro: Cidades Rebeldes – do direito à cidade à revolução urbana
Editora: Martins Fontes – Selo Martins
Autor: David Harvey
Ano de Publicação: 2014
Edição: 1ª
Páginas: 296
Acabamento: Brochura
Tradução: Jeferson Camargo
Preço: R$ 34,90

Palavras sobre o autor e sua obra:

“David Harvey provocou uma revolução em seu campo de atuação e inspirou toda uma geração de intelectuais radicais.” — Naomi Klein.

 “Polêmico e feroz.” — Owen Hatherley, Guardian.

“Uma voz coerente e brilhante da esquerda.” — Financial Times.

“Que ruas? Nossas ruas! Em Cidades rebeldes, David Harvey nos mostra como transformar esse slogan em realidade. Essa tarefa – e este livro – dificilmente poderiam ser mais importantes.” — Benjamin Kunkel, autor de Indecision e editor e fundador da revista n+I.


Fonte: JCG Comunicação – Excelência na Arte de Comunicar
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