Quarentena? Saiba quando procurar um oftalmologista
Conheça 5 sintomas que são sinais de alerta

Vermelhidão nos olhos, conjuntivite, visão embaçada, manchas na visão e sensibilidade à luz são alguns dos sintomas que sinalizam que algo não está bem.
Mesmo com o isolamento social, algumas doenças não dão trégua e nesse momento vem a dúvida: devo ou não procurar um especialista em época de quarentena?
No caso de problemas oculares o doutor André Borba, oftalmologista e especialista em oculoplástica faz um alerta. “O momento é sim de ficar em casa, mas alguns sinais como conjuntivite, traumas oculares e dores nos olhos também aparecem durante a quarentena e precisam ser tratados”, afirma.
Com a liberação de consulta à distância concedida pelo Conselho Federal de Medicina é possível esclarecimento de dúvidas e também apontamento e demonstração de sintomas. “O isolamento social é inquestionável. Nos casos de baixa gravidade é possível fazer essa orientação de forma virtual, preservando a saúde do paciente e evitando que ele circule pela cidade desnecessariamente. Mas há casos que a ida ao consultório de urgência também se faz necessário para evitar que o quadro se agrave”, complementa Borba.
Segundo a Organização Mundial de Saúde cerca de 285 milhões de pessoas no mundo tem problemas relacionados à visão. Desses entre 60% e 80% dos casos podem ser evitados e tratados.
O especialista indica 5 sintomas atípicos onde a consulta com o oftalmologista é fundamental:
Olhos irritados, coceira e vermelhidão: Infecções virais e bactérias podem deixar os olhos vermelhos. O mesmo acontece nos casos de conjuntivite. Além disso, a vermelhidão também é um dos sintomas de inflamação nas estruturas internas do globo ocular e do glaucoma. Nunca se automedique nem tome providências sem prescrição médica.
Manchas na visão: Todo tipo de mancha deve ser investigado. Pode ser um problema relacionado à idade, mas também dependendo do grau de gravidade pode estar relacionado ao descolamento de retina ou algum tipo de hemorragia vítrea.
Lacrimejar com frequência: Esse é mais um sinal de alerta. Em muitos casos o diagnóstico é o de obstrução da via lacrimal, responsável pela drenagem da lágrima e que tem como função lubrificar e proteger os olhos. O diagnóstico precoce é importante para evitar uma futura infecção por bactérias que se aproveitam do acúmulo de lágrima “parada”.
Cílios invertidos: Essa doença conhecida como Entrópio é caracterizada pela inversão dos cílios, que causam incômodo no globo ocular, produção excessiva de lágrimas, além de sensação de corpo estranho nos olhos e perda da visão devido à ceratite.
Alteração estética da córnea: Doença ocular benigna (Pterígio) que chama atenção por alterar a estética do olho. É um crescimento anormal de formato triangular na córnea. Não se trata de câncer, mas tanto a exposição solar prolongada quanto a irritação crônica causada pelos ambientes secos podem contribuir para o seu desenvolvimento.

Sobre o Especialista: Dr André Borba é médico cirurgião oculoplástico, especialista em Cirurgia Reconstrutiva e Estética das Pálpebras e Via Lacrimal, com doutorado em Ciências Médicas pela Universidade de São Paulo (USP). Revisor científico da Pan-American Journal of Ophthalmology dos EUA. Membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica Ocular (SBCP) e membro titular da Sociedade Portuguesa de Medicina Estética (SPME).

Fonte: assessoria de imprensa
Leia Mais ►


ANOSMIA / FALTA DE OLFATO
 novo sintoma  em  pacientes com Coronavírus


A perda do olfato (anosmia) e do paladar (ageusia), podem ser sinais de alerta para o Covid-19.Além dos sintomas já conhecidos como: febre baixa, coriza, dor de garganta e falta de ar, os infectados pelo novo Coronavírus, relatam estes sintomas nos atendimentos nos hospitais.

Com a Covid-19, múltiplas pesquisas têm sido feitas ao mesmo tempo, mostrando que esse sintoma pode ser um sinal precoce da infecção pelo novo Coronavírus. 
·         Na China - 5,1% de anosmia nos pacientes com COVID-19
·         Na Coreia do Sul, 30% 
·         Na Alemanha, 2/3 dos pacientes com COVID-19 
Apesar dos dados serem iniciais, a presença repentina de anosmia (com ou sem obstrução nasal e perda de paladar ao mesmo tempo) pode sugerir COVID-19.

A Associação Britânica de Otorrinolaringologia (ENTUK), relatou em um comunicado que o número de pacientes que desenvolveram o sintoma em diferentes países é significativo.

A medica otorrinolaringologista Dra. Tanit Ganz Sanchez, junto com a Sociedade Brasileira de Otorrinolaringologista (ABORL-CCF), tem atentado médicos, pacientes e a população com os cuidados abaixo:

·         Sugere-se que essas pessoas obedeçam o isolamento domiciliar por 14 dias e observem se a anosmia será temporária como nos casos de infecção por outros tipos de vírus.

·         A Organização Mundial da Saúde e o Center for Disease Control and Prevention americano orientaram EVITAR o uso de corticosteroides (por via oral ou injetável) em pacientes com gripes durante a pandemia do COVID-19. O

·         uso nasal não parece ter  malefício, mas por falta de estudos conclusivos, também recomenda-se cuidado atualmente. 

·         A lavagem nasal com soro costuma ser benéfica para remoção de secreções e prevenção de complicações bacterianas, como a sinusite Porém, houve divulgação de que a lavagem poderia facilitar a entrada do vírus SARS-CoV-2 no pulmão ou disseminar o vírus pelo ambiente, por isso recomenda-se manter apenas a de uso crônico (antigo) e evitar nos quadros suspeitos de COVID-19.

Sobre a Dra. Tanit Ganz Sanchez:

          Médica Otorrinolaringologista formada pela Universidade de São Paulo;
          Profa. Livre Docente e Associada da Otorrinolaringologia da Universidade de São Paulo
          Orientadora de pós-graduação da Fonoaudiologia da Universidade de São Paulo;
       Pesquisadora dos incômodos dos ouvidos há mais de 25 anos, reconhecida internacionalmente como referência para assuntos relacionados sobre a “Quadrilha do Ouvido;    
          Fundadora e Diretora do Instituto Ganz Sanchez que há mais de 10 anos que é direcionado exclusivamente ao estudo e atendimento de pessoas com Zumbido, Misofonia e Hiperacusia;
          Criadora e coordenadora do: - GANZ: Grupo de Apoio Nacional a Pessoas com Zumbido;
          Idealizadora do  Novembro Laranja (Campanha Nacional de Alerta ao Zumbido); -
          Idealizadora da TV Zumbido (www.tvzumbido.com.br);
          Blitz do Ouvido (no Programa Bem Estar Global)
          Membro da ABORL-CCF;
          Membro do Corpo Editorial das revistas científicas: Clinics, International    Archives of Otorhinolaryngology e Brazilian Journal of Otorhinolaryngology;

Serviço:

Fonte: assessoria de imprensa

Leia Mais ►

Pacientes neurológicos requerem cuidados redobrados 
quando contaminados com o coronavírus    

Alzheimer, AVC com sequela e paralisia cerebral são alguns exemplos de 
doenças que merecem atenção especial nesse momento



O importante alerta para pessoas infectadas com problemas neurológicos com a COVID-19 é que, além do vírus, elas podem também ter mais propensão a pegar infecção bacteriana. Os riscos para esses pacientes podem ser ainda mais graves. O cenário fica mais crítico dentro da população idosa.

Esses pacientes vão precisar, além do tratamento específico para o coronavírus, de medicações e possíveis recursos intensivos e hospitalares mais sérios de acordo com cada caso.

A situação é alarmante desde a fase dos sintomas da Covid-19 em pacientes com sequelas de AVC (Acidente Vascular Cerebral), os que sofrem de Alzheimer e aqueles com algum tipo de paralisia ou outras alterações cognitivas.

Isso porque algumas pessoas com sequelas de ACV já têm dificuldade para falar e de se expressar; além disso, o esforço que fazem para respirar se assemelha à falta de ar. Forçam o tórax e o diafragma. Assim, se tiverem mesmo falta de ar por terem sido contaminadas com o coronavírus e não apresentarem febre ou outros sintomas, os familiares ou pessoas próximas podem não perceber.

São pacientes mais vulneráveis e apresentam uma resistência menor por natureza das doenças neurológicas pré-existentes que possuem.

De acordo com o neurocirurgião Wanderley Cerqueira de Lima, que tem mais de 30 anos de experiência na área e é coordenador de uma das equipes de neurocirurgia da Rede D’or de Hospitais, os pacientes que já têm predisposições podem contrair infecções.

O especialista atende atualmente vários casos de pacientes neurológicos que foram diagnosticados com coronavírus e, desses pacientes, ele relata que alguns já se recuperaram completamente da COVID-19 e voltaram aos demais tratamentos das outras doenças de base.

“Se ainda tal paciente já sofre com diabetes, por exemplo, com hipertensão e tem as sequelas de AVC, e se caso ele seja acometido pelo novo coronavírus, vai exigir cuidados redobrados”, alerta o médico.

Com a capacidade imunológica mais baixa, se ele for acometido pelo coronavírus, poderá ter infecção bacteriana concomitantemente e nesse caso pode ter todo o quadro agravado. “São casos que requerem cuidados minuciosos. É um paciente que necessita de fisioterapia motora, respiratória e com atenção especial à nutrição e à hidratação. É preciso fazer com que ele se locomova dentro do possível, como andar no ambiente de casa, mesmo que restrito ao próprio quarto, que ele receba estímulos familiares cognitivos de interação. Tudo isso é fundamental para esse tipo de paciente”, recomenda o neurologista.

Outro grupo mais delicado de pessoas são aquelas acometidas pelo Alzheimer. Em alguns casos a pessoa não sabe reproduzir nem demonstrar o que está sentindo e pode não ter febre. Apenas a atenção de quem cuida do paciente pode ajudar como alerta importante para salvar a vida.

Estudos pelo mundo - Saiba mais:

Uma equipe de neurologistas de três hospitais da cidade de Wuhan, onde teve início a epidemia do coronavírus (Covid-19), reuniram informações de 214 pacientes. Desses, 78, ou seja, 36,4% dos pacientes analisados, tiveram algum sintoma neurológico.

Os neurologistas conseguiram classificar três grupos:

Sintomas do sistema nervoso central, encontrados em 53 pacientes dos 214, que tiveram dor de cabeça, tontura, sonolência ou diminuição do nível de consciência, ataxia, AVC ou isquemia cerebral e crise convulsiva. Em outro grupo, de 19 pacientes dentre os 214, encontraram sintomas do sistema nervoso que apresentaram alteração do paladar, alteração do olfato e diversas dores de origem neurológica. E, em um terceiro grupo, 23 desses pacientes apresentaram sintomas musculares esqueléticos com mialgia, ou seja, dor muscular.

A questão neurológica chama atenção dos especialistas pois, o número, por exemplo, de pessoas que sofrem com AVC, no Brasil, é alto. No ano passado, um estudo apontou que 400 mil brasileiros tiveram AVC e, desses, cem mil morreram em decorrência do problema, figurando como a segunda causa de mortes no país, sendo a primeira o infarto.

O coronavírus

O neurocirurgião Wanderley explica que “quando o vírus entra no organismo pode haver uma “viremia” (vírus no sangue). “O vírus pode acometer diversos órgãos e daí fazer com que o doente sofra várias manifestações. Por exemplo, se acometer o intestino pode provocar diarreias; se atacar os rins provoca insuficiência renal; se for nos músculos, dará dores musculares; se se instalar no líquor cerebral provocará as meningites virais; caso atinja o cérebro leva à encefalite viral, ou seja, é uma doença sistêmica que, dependendo do órgão que ele ataca, os órgãos estarão mais ou menos comprometidos”, diz o médico.

No caso do novo coronavírus, ele entra no organismo pelo nariz e garganta, portanto o acometimento será nos pulmões, atingindo (vias aéreas), onde ocorre há a troca de oxigênio, por isso que a pessoa terá falta de ar em menor ou maior intensidade.
Leia Mais ►

COVID-19: Plataforma oferece gratuidade
para médicos atenderem on-line



A plataforma Mymedi, que funciona como um prontuário eletrônico, com base audiovisual para telemedicina, está oferecendo gratuidade para médicos e instituições de saúde que necessitem atender seus pacientes remotamente.
 

Para o médico e um dos idealizadores do Mymedi, Dr. Paulo Lázaro, já é esperada uma saturação dos serviços de saúde em todo o país, em decorrência do coronavírus, principalmente para aqueles que oferecem atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS), que atendem 75% da população brasileira.  Mesmo consultórios e clínicas particulares precisam encontrar maneiras para dar apoio e orientação aos pacientes que não podem sair de casa.

 A consulta direta do paciente com seu médico de confiança ajuda não só a sanar dúvidas e eliminar angústias como conter informações incorretas que são amplamente disseminadas em períodos de propagação de novas doenças.

 “Hoje é imprescindível o isolamento, como orienta a Organização Mundial de Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde. Só assim poderemos garantir que o vírus Covid-19 não se propague em uma velocidade absurda. Um paciente idoso, que está no grupo de risco, por exemplo, pode ter um simples problema de saúde, que uma orientação online poderá resolver, sem a necessidade de locomoção até o consultório. Por conta disso, liberaremos gratuitamente o acesso a nossa plataforma, onde é possível consultar o prontuário e fazer o atendimento de pacientes de forma remota, priorizando consultas presenciais apenas para casos de maior gravidade”, explica o médico.

O conceito da telemedicina ganhou força nos Estados Unidos a partir dos anos 1950, enquanto no Brasil o debate sobre o tema só começou muitos anos depois. Hoje, em meio à pandemia é um conceito que se faz necessário. 

No prontuário eletrônico - que já funciona em algumas clínicas privadas - é possível ter uma sala de consultório virtual, onde o médico se conecta por um link.  Não é necessário baixar nenhum programa. O médico apenas faz sua inscrição e cria a sua sala de atendimento.  Depois, encaminha o endereço eletrônico para seu paciente, marca o horário e realiza a consulta remotamente.

 A vantagem do Mymedi, segundo Lázaro, é que, além de atender virtualmente o paciente, o médico poderá preencher o prontuário, armazenar exames,  preservando todo o histórico das consultas em um mesmo ambiente, o que não é possível fazer em outros ambientes como como aplicativos de mensagens e vídeo-chamada, e-mails e redes sociais. 

O sistema oferece ainda informações sobre a bula de medicamentos, o CID e atestado aos pacientes. Um fator importante é todos os dados do paciente são mantidos em segurança, respeitando a confidencialidade médico-paciente. 

 “Além de oferecer assistência virtual, por meio do Mymedi também é possível realizar prescrições e pedido de exames com assinatura digital, mantendo a segurança dos pacientes, principalmente aqueles que precisam passar por consultas de acompanhamento, garantindo que eles se exponham menos. É ainda maneira de não sobrecarregar os sistemas de saúde nesse momento tão delicado pela qual estamos passando” diz Dr. Paulo Lázaro.

Outro idealizador da plataforma, o médico Dr. Marcelo Santoni conta que foram realizadas experiências em algumas clínicas no interior de São Paulo e a resposta foi muito positiva.  “O que nos deixou satisfeitos é que o retorno foi altamente satisfatório para a teleconsulta, tanto por parte dos médicos, como por parte dos pacientes. Os testes mostraram que a nova modalidade tem tudo para ser uma excelente opção, ainda mais neste momento de crise”. 

Dr. Santoni esclarece, ainda, que o prontuário ficará armazenado para a consulta do médico solicitante, mesmo que o prazo de gratuidade do sistema tenha acabado.  Ele também salienta que o atendimento virtual não foi criado para substituir a consulta presencial e sim para agilizar e orientar condutas com maior rapidez e dar o diagnóstico prévio. Deste modo, aqueles que não podem comparecer a hospitais, consultórios e clínicas não ficam sem atendimento.

Pelo sistema do Mymedi também é possível montar uma sala de conferência, caso o profissional necessite da opinião de outros especialistas, por exemplo. “Há muito tempo vínhamos detectando a necessidade de aplicativos para a telemedicina e telesaúde. Hoje já nem é mais uma tendência. Passou a ser de extrema necessidade, em razão do perigo do risco de contágio do coronavírus”, finaliza.

 
Serviço:

Mymedi

Gratuidade de 60 dias. (poderá ser prorrogado dependendo do avanço da pandemia. A prorrogação ou não da gratuidade será avisada 10 dias antes do término do prazo inicial). Após o término da gratuidade, todos os prontuários feitos no período ficarão à disposição dos médicos solicitantes.
Leia Mais ►

Autistas x Confinamento


Por Carina Gonçalves 

O isolamento social é fundamental para desacelerar o número de pessoas contaminadas pelo Covid-19 (Coronavírus) e, como consequência, além das restrições de ir e vir, muitas famílias enfrentam dificuldades para lidarem com a rotina de crianças autistas, também conhecidas como portadoras de Transtorno do Espectro Autista (TEA). Isto porque, muitas, apresentam diferentes graus de interação social e padrões repetitivos, interesses exagerados por algum assunto ou comprometimento de comunicação, incluindo a fala. Portanto, para eles, a alteração na rotina diária pode ser estressante e comprometer a convivência com os demais que estão em “confinamento” conjunto.

Segundo Janaína Spolidorio, especialista em educação, o isolamento devido à pandemia que estamos vivendo requer mudanças na rotina familiar, especialmente para crianças com autismo. “É importante saber lidar com todas as questões que envolvem o universo do autista, pois eles percebem tudo o que acontece ao seu redor e, muitas vezes, não transparecem nada devido a sua condição ou limitação, falta de interesse e até mesmo por facilidade de se manterem isolados (no próprio universo) e não quererem interagir, o que não significa que desconhecem os fatos”.   

A rotina é comum para os autistas porque eles possuem um alto nível de pensamento, de abstração, que dificilmente são percebidos por outras pessoas. Deste modo, cabe à família notar as necessidades de permanência ou mudança de rotina ou dinâmica familiar de acordo com elas. “Quando a criança autista está em uma rotina, se dedica aos seus pensamentos e, portanto, com comportamento mais calmo. No caso de serem interrompidos, tendem a apresentar desequilíbrio emocional”, comenta Janaína.

Para evitar momentos difíceis, a conversa sobre o que está acontecendo é a melhor saída para lidar com o autista. “De início, a paciência na implementação da nova rotina, a de isolamento, é a melhor opção. Os autistas funcionam sim melhor com rotinas, porque são previsíveis e, desta forma, como será preciso alterar, muitos irão estranhar e ser até bem inflexíveis nesta mudança. Mas, com a paciência no começo, contudo, dos pais manterem a nova rotina durante dois ou três dias, mesmo com possíveis desequilíbrios da criança, em pouco tempo o autista irá se adequar e ficar mais tranquilo”, comenta Janaína.

Para que todos convivam em harmonia – com ou sem crianças autistas – durante as restrições sociais é necessário o uso do bom senso, do afeto e da solidariedade mútua. “Neste período, é bacana que os pais fiquem atentos para a higiene e cuidados pessoais de seus filhos, pois alguns deles possuem autonomia e outros não para atividades simples. Também, é importante a demonstração de afeto com gestos, palavras e ações sempre que possível, pois os autistas percebem os atos de carinho de seus familiares, mesmo que não gostem de ser tocados. Desta maneira, a convivência será melhor e pode ser fortalecida”, finaliza.

Entenda melhor:
O autismo ou Transtorno do Espectro Autista (TEA) é caracterizado como um distúrbio de desenvolvimento, cujo afeta a capacidade da pessoa se comunicar e interagir com outras. Faz parte de um espectro de condições que limitam as interações sociais, comunicação verbal (fala) e não verbal (gestos), habilidades e comportamentos, agindo como uma desordem no desenvolvimento cerebral.

Segundo o Manual de Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V), o diagnóstico de autismo é agrupado a síndrome de asperger, ao transtorno generalizado do desenvolvimento não-especificado (PDD-NOS) e ao transtorno desintegrativo da infância, em diferentes graus – leve, com alta funcionalidade, inteligência acima da média como, também, relacionados à casos de baixa funcionalidade (deficiência intelectual).

Os primeiros sintomas tendem a ser apresentados nos primeiros sintomas entre o primeiro e terceiro ano de vida da criança, cujo desenvolvimento físico ocorre normalmente. No entanto, os autistas vivem em um mundo isolado e particular, sem firmar relações sociais e afetivas, com diferentes níveis do distúrbio do qual vão precisar de tratamento e acompanhamento médico ao longo de suas vidas.

As causas do autismo ainda não são definidas segundos estudos científicos, porém, podem estar relacionadas à predisposição genética e problemas durante a gestação. Os sintomas são percebidos entre um e três anos de idade, mas muitos pais não percebem e só buscam ajuda de especialistas quando a criança apresenta alguma regressão no comportamento.  O diagnóstico poderá ser atestado por meio de avaliações de pediatras e neurologistas e, ainda, se necessário, a realização de testes criteriosos do Manual de Diagnóstico e Estatística de Transtornos Mentais, da Associação Americana de Psiquiatria. A análise final de autismo só será atestada se a criança apresentar pelo menos seis sintomas, dentre todos os clássicos do transtorno que estão entre:

- Ser retraído, não faz amizades e pode tratar as pessoas como se fossem objetos; ou
- É hiperativo, com acessos de raiva (moderado e intenso);
- Não consegue desenvolver e manter conversas sociais, podendo demonstrar falta de empatia, prefere fica só;
- Apresenta dificuldade de fala ou não a desenvolve; se comunica por meio de gestos no lugar de palavras;
- Repete palavras e ou trechos de frases ouvidas antes (em comerciais, músicas);
- Apresenta dificuldades de atenção, para brincar como, por exemplo, de faz de conta, jogos coletivos;
- Apresenta repetidos movimentos e ou comportamentos;
- Tem maior sensibilidade na visão, audição, tato, olfato e paladar;
- Pode ter apego anormal à alguns objetos;
- Apresenta alterações emocionais extremas quando ocorrem mudanças em sua rotina;
- Pode fazer uso de rimas sem coerência;
- Pode ter a visão, audição, tato, olfato ou paladar ampliados ou diminuídos; entre outros sintomas.

É importante os pais manterem as consultas de rotina para que os especialistas possam acompanhar o crescimento e desenvolvimento das crianças e se identificarem algo diferente do normal, possam recomendar outros profissionais para uma avaliação.

Sobre a entrevistada: Janaína Spolidorio  é formada em Letras, com pós-graduação em consciência fonológica e tecnologias aplicadas à educação e MBA em Marketing Digital. Atua no segmento educacional há mais de 20 anos e, atualmente, desenvolve materiais pedagógicos digitais que complementam o ensino dos professores em sala de aula e atua como influenciadora digital na formação dos profissionais ligados à área de educação.

Leia Mais ►



Autismo
images (17)

2 de abril – Dia Mundial de Conscientização do Autismo
 O autismo ou Transtorno do Espectro Autista (TEA) é um distúrbio de desenvolvimento que faz parte de um conjunto de condições que limitam as interações sociais, comunicação verbal (fala) e não verbal (gestos), habilidades e comportamentos, agindo como uma desordem no desenvolvimento cerebral.  Os primeiros sintomas aparecem nos primeiros três anos da criança e não interferem o desenvolvimento físico, mas vão precisar de tratamento e acompanhamento médico ao longo de suas vidas. Não há estudos científicos que atestem as causas possíveis do distúrbio, porém, há indícios que indicam pré-disposição genética e problemas durante a gestação.
O autismo pode-se apresentar em diferentes graus, sendo: baixa funcionalidade, quando a criança não interage, apresenta atraso mental e repetição de movimentos; média funcionalidade, quando repete comportamentos e tem dificuldade em se comunicar; alta funcionalidade, com sintomas leves e, em geral, consegue se relacionar, namorar e constituir famílias, além de estudar e trabalhar com algumas limitações; e a Categoria Savant, no qual a pessoa apresenta déficits psicológicos com uma memória fora do normal e talentos específicos em muitos segmentos.
Para que a criança seja atestada como autista, é necessário a avaliação de acompanhamento contínuo da pediatra e do neurologista em diferentes esferas, assim como a aplicação de testes criteriosos do Manual de Diagnóstico e Estatística de Transtornos Mentais, da Associação Americana de Psiquiatria, quando, somados aos resultados médicos, ainda serão considerados a apresentação de pelo menos seis sintomas clássicos do transtorno que estão entre alguns desses:
– tem dificuldades de fala ou não a desenvolve; usam gestos para se comunicar; repetem trechos de frases e palavras ouvidas em músicas e comerciais; -podem fazer uso de rimas sem coerência;
– possuem perfil retraído, não constroem amizades, demonstram acessos de raiva e hiperatividade que variam entre moderado e intenso;
– repetem movimentos e comportamentos, assim como apresentam maior sensibilidade na visão, audição, tato, olfato e paladar;
– não conseguem se concentrar para brincadeiras e jogos coletivos; mostram apego anormal para alguns objetos e demonstram alterações emocionais extremas quando ocorrem mudanças em sua rotina.
Texto: Dra. Gabriela Barboza Cunha
Pneumologia Infantil e Pediatria Geral – CRM SP 91435
Contatos: 11-3522- 5366 / 11-94555-8496
Facebook e Instagram: @dragabrielabarbozacunha
E-mail: dragabrielabarbozacunha@gmail.com
Rua Amaral Gama, 333, conj. 134, Santana – SP
Contribuição textual: jornalista Carina Gonçalves – MTB: 48326
JCG Comunicação e MKT
Leia Mais ►

Ronco

O que a maioria das pessoas não sabe é que o ronco, ruído emitido pelo indivíduo, causado pela vibração dos tecidos moles da garganta, enquanto dorme, é, apenas, um* dos sinais e sintomas de quem sofre de um distúrbio do sono  que traz consigo comorbidades, ou seja, uma série de doenças que pode ser fatal a curto, médio e longo prazo.

Outros sinais de quem sofre de apneia são engasgos frequentes, pesadelos repetitivos nos quais o indivíduo se encontra em situação aflitiva como assalto, enforcamento, afogamento, entre outros.

Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono trata-se de uma doença que tem alta incidência na população, tendo sido medida em diversos estudos pelo mundo, atingindo em torno de 30 a 40% dos candidatos avaliados, sendo, sempre, subdiagnosticada (principalmente entre as mulheres), mesmo sendo conhecido fato de que é uma doença crônica e progressiva que pode levar a consequências neurocognitivas e cardiovasculares graves.

A SAOS é caracterizada pelas paradas respiratórias, ou reduções de fluxo aéreo, que o indivíduo sofre durante o período de sono devido a obstruções totais ou parciais em alguma região da via aérea, podendo causar dessaturações de oxigênio e despertares que fragmentam, interrompem o ciclo natural do sono e levam a sintomas como:
- Cansaço extremo
- Alteração na capacidade de concentração
- Sonolência diurna
- Desânimo / mau humor / depressão / ansiedade
- Náuseas e cefaléias ao acordar
- Diminuição da libido / disfunção erétil
- Alteração da memória
- Vontade de urinar durante o sono

Dentre as comorbidades mais conhecidas e frequentes estão:
- Ganho de peso / Obesidade
- Hipertensão
- AVCs
- Infartos
- Síndrome metabólica
- Diabetes
- Problemas cardiovasculares

                                


Além disso, os portadores da síndrome são os mais propensos a sofrerem acidentes automobilísticos e, no trabalho, com máquinas (principalmente pelo aumento da hipersonolência diurna). E, também, os mais vulneráveis ao divórcio.... O ronco é tido como a terceira causa de divórcios.

O diagnóstico desta síndrome é feito através de uma exame de polissonografia, em laboratório, onde o paciente deverá dormir uma noite completa, tendo o sono monitorado. Muitos parâmetros são medidos e todos os distúrbios forem encontrados serão enviados -ao seu médico ou dentista.

Vale lembrar que o tratamento é multidisciplinar, o que significa dizer que engloba várias especialidades médicas, o dentista (especialista em sono), fonoaudiólogo, entre outros profissionais que estejam devidamente habilitados na área do sono.

Fonte: Assessoria de imprensa
Leia Mais ►

Saúde mental é parte fundamental para 
combater o Coronavírus
A mentora de mulheres e terapeuta Lu Ortiz aconselha que para conseguir 
suportar o confinamento e a quarentena é preciso dar "estímulos" ao cérebro

Solidão, angústia, ansiedade e até mesmo depressão podem ser alguns dos sintomas do confinamento social gerado pela pandemia de Coronavírus que atingiu o Brasil. A quarentena é o período de isolamento para evitar a propagação de vírus, e mesmo sendo um dos métodos eficazes para o controle de pandemias, ficar recluso em casa pode ser uma tarefa difícil. Controlar a vontade de ir para a rua e lidar com a ansiedade da "vida caseira" são passos importantes para garantir uma quarentena saudável, conforme aponta a mentora de mulheres e terapeuta, Lu Ortiz, lembrando que para poder cuidar da saúde pública é preciso que cada um cuide da sua saúde mental.

Segundo uma pesquisa da revista The Lancet, os efeitos psicológicos de uma quarentena podem se assemelhar ao de estresse pós-traumático. Além do medo de contrair a doença, outros motivos que podem gerar ansiedade durante o confinamento são frustração, tédio, suprimentos ou informações inadequados, possíveis perdas financeiras e que, ao sair, não consigam retornar para suas rotinas normais. Para Lu Ortiz, que também é Master Praticcioner em Programação Neurolinguística (PNL), o período mais complicado ainda está por vir. “A primeira semana de reclusão gera um sentimento de férias, de descanso. Na segunda, as rotinas se adaptam ao confinamento e as pessoas começam a encontrar maneiras de ficar em casa. A terceira semana é o ponto crítico, é quando a ficha cai que você não pode sair por motivos de força maior”.

Ela explica que existem técnicas essenciais que podem auxiliar. “É importante não lutarmos contra os sentimentos, certas coisas fogem do nosso controle e devemos focar naquilo que realmente podemos resolver. É preciso entender as emoções e trabalhá-las”, conta a terapeuta, que ainda acrescenta que o ócio pode ser produtivo, ainda que sem a pressão social da criatividade enquanto você está confinado. “O tédio é uma questão de escolha, todos temos coisas nas nossas residências que gostaríamos de fazer e que por algum motivo deixamos de lado. Agora é o período de retomarmos essas atividades”.

Uma das formas de buscar auxilio psicológico durante a quarentena são as redes sociais. Alguns profissionais da área da saúde, terapeutas e psicólogos fazem atendimentos e orientações de forma gratuita em suas redes para auxiliar o público. “A disseminação de informação também é importante. Faço no meu Instagram, por exemplo, vídeos com informações e também lives sobre como suportar esse período. Cuidar da saúde mental é parte fundamental para podermos combater o Coronavírus”, assegura Lu Ortiz.

Lu Ortiz
Fonte: assessoria de imprensa
Leia Mais ►

Como lidar com as emoções e o estresse
 durante o surto do Covid-19

Conheça as 10 estratégias para proteção psíquica

Por Rosalina Moura  

As mudanças de hábitos impostas pela pandemia do COVID-19 estão transformando a vida e as relações das pessoas. A rotina habitual deixou de existir, os planos foram interrompidos e o isolamento social se faz necessário. Muitos trabalham de casa por tempo indeterminado e precisam se adaptar a condições pouco favoráveis, conciliando as demandas profissionais, familiares e pessoais. Seja na solidão de quem mora sozinho ou no cenário em que famílias inteiras precisam descobrir formas de cuidado e convívio 24 horas por dia, temos o desafio de lidar com um turbilhão de emoções, manter a calma e encontrar soluções construtivas e equilibradas em um contexto indesejado e pouco favorável.

O estresse e seus impactos

Embora o estresse seja inevitável, quando excessivo diminui a imunidade e torna as pessoas mais vulneráveis e suscetíveis a doenças físicas, o que pode representar um risco aumentado para doenças infectocontagiosas. O estresse também pode abrir portas para a Depressão, Transtornos de Ansiedade, Síndrome do Pânico e outros distúrbios - ou agravar quadros já existentes.

O medo do contágio pessoal e de pessoas queridas, o isolamento social, as limitações e condições impostas pela quarentena e as inúmeras mudanças de hábitos e rotinas a que estamos sujeitos nesta fase podem levar a reações extremadas e gerar intenso estresse e sofrimento - para adultos e crianças.
Cada pessoa irá reagir de forma diferente, mas algumas reações são comuns:

-  sentimentos de raiva, tristeza e frustração
-  ansiedade elevada e pensamentos em torno do mesmo assunto
-  dificuldade para pensar com clareza e encontrar soluções para os problemas
-  dificuldades para se concentrar
-  alterações no sono e dificuldade para dormir
-  mudanças no apetite – comer mais ou menos do que o habitual
-  irritação extrema, impulsividade e descontrole emocional
-  tensão muscular e dores no corpo
-  abuso de substâncias como álcool, cigarro e outras drogas

Quem precisa trabalhar de casa pode ter muitas dificuldades para se concentrar e manter o foco, o que afeta o rendimento e entregas ao mesmo tempo em que é preciso lidar com as demandas e expectativas de empregadores ou clientes - o que gera mais estresse.


10 ESTRATÉGIAS PARA PROTEÇÃO PSÍQUICA

Diante deste cenário, além da proteção física para evitar a contaminação é fundamental criar formas de proteção psíquica para passarmos por esta fase com menos sofrimento e menos impactos significativos na saúde mental.
Em toda crise existem oportunidades de aprendizado e crescimento. E lidar com a ansiedade e o estresse nos tornará mais fortes. Experimente colocar em prática estas estratégias:


1.      EVITE O BOMBARDEIO DE INFORMAÇÕES
Pode parecer difícil, mas é muito importante controlar o ímpeto de se atualizar minuto a minuto, ler todas as mensagens e ouvir todas as notícias que chegam pelo WhatsApp e mídias, pois isso só aumentará mais a ansiedade. Filtre o que realmente vale a pena e fará diferença. Definir apenas dois ou três momentos do dia para se atualizar pode ajudar. E cuidado com a forma como as informações chegam às crianças.


2.      USE A CRIATIVIDADE E FOQUE NAS SOLUÇÕES
Esta é a hora de praticar focar nas soluções e não nos problemas. Olhe para cada situação e procure encará-las como desafios a serem superados com criatividade e, se possível, bom humor. Se mora com outras pessoas vocês podem se reunir e buscar soluções juntos para o convívio, rotina, atividades etc. E aproveitar para se ouvir e se conhecer melhor.


3.      SE ORGANIZE E CRIE ROTINAS
Organizar as suas atividades e das crianças ao longo da semana e definir espaços específicos para atender às demandas do trabalho, dos filhos e da casa facilita o foco e estrutura o dia. Seja flexível para fazer adaptações se precisar, especialmente para as crianças. Não se esqueça de dedicar tempo para cuidar de você, se exercitar e fazer coisas que goste.


4.      PARA O TRABALHO EM CASA, USE A TÉCNICA POMODORO!
Para cada 25 minutos de total foco em alguma atividade faça pequenas pausas. Estas podem ser utilizadas para tomar uma água, respirar ou ver como estão as atividades das crianças. Explicar e pedir a colaboração de todos para não ser interrompido nesses períodos é fundamental.


5.      SE DEDIQUE A PROJETOS
Podem ser pessoais ou profissionais: retomar ideias interessantes que ficaram esquecidas, recuperar contatos, aprender algo novo, iniciar o estudo de uma língua estrangeira, pensar como transformar o seu negócio para se adequar à fase atual...


6.      CRIE A “QUARENTENA DIVERTIDA”
Pense como pode fazer destes dias em casa um período mais leve incluindo atividades prazerosas e interessantes – pode ser uma oportunidade de brincar mais tempo com os filhos, aprender a jogar xadrez, tirar os jogos de tabuleiro do armário, desenhar, escrever, dançar, exercitar o seu lado cantor naquele karaokê que está encostado...


7.      NÃO SE ISOLE
Mesmo não sendo possível encontrar as pessoas em carne e osso, estamos na era da tecnologia! Você pode fazer chamadas de vídeos a dois ou em grupo e conversar com as pessoas queridas. Importante lembrar que tudo isto que estamos passando em breve fará parte do passado. Fale de outros assuntos, faça planos para quando tudo isso terminar, recordem histórias positivas.


8.      SEJA GENTIL COM VOCÊ MESMO E COM OS DEMAIS
A compaixão e a autocompaixão podem ser muito úteis aqui... não se exija demais, não se culpe pelas dificuldades e aceite que este é um momento difícil e inusitado com o qual todos estão aprendendo a lidar. Aproveita para oferecer ajuda para os vizinhos e peça ajuda se necessário.


9.      RESPIRE E MEDITE
Respirar profunda e lentamente acalma a mente e o corpo, diminui a ansiedade e ajuda a controlar o estresse.
De olhos fechados e focando a sua atenção no ar que entra e sai de você, inspire profunda e lentamente, solte o ar devagar pelo nariz... repita 10 vezes. Faça isso ao acordar, a cada pausa ou quando sentir necessidade de se concentrar ou acalmar. Pode ser uma boa oportunidade de fazer um curso de meditação online ou colocar em prática os conhecimentos que você já tem.


10.  BUSQUE AJUDA PROFISSIONAL
Lidar com o estresse e as emoções em tempos de crise pode ser difícil e requerer ajuda especializada. Fique atento aos sinais que podem indicar sofrimento psíquico - seu e das pessoas com quem você mora, inclusive crianças e adolescentes. O psicólogo é um profissional que oferece uma escuta qualificada, autorizado pelo conselho de classe a atuar ONLINE para realizar orientação psicológica pontual ou psicoterapia (individual, de casal ou familiar) por vídeo, áudio, e-mail ou chat com asseguramento da ética e sigilo profissionais.

Para lidar com questões mais práticas e objetivas, definir e alcançar metas relacionadas às mudanças e adaptação pessoal, familiar ou profissional existe a opção de programas de coaching, como o Coaching de Bem-Estar e Gestão do Estresse da Rumo.


Sobre: Rosalina Moura  - CRP 06 /41867-1 - Psicóloga especialista em Estresse, Terapia Familiar e de Casal; Diretora da Rumo Saudável / www.rumosaudavel.com.br / rosalina@rumosaudavel.com.br 
 WhatsApp - 11 99203 3209

Fonte: assessoria de imprensa
Leia Mais ►