Sarampo

saiba mais sobre esta doença que está de volta

Cada dia que passa aumenta o número de pessoas infectadas pelo vírus



Por Dra. Fernanda Bombarda – CRM: 95033
 Pneumologia Infantil

                                                                                                                                                    
O sarampo é uma doença altamente contagiosa e, infelizmente, está de volta com novos casos a cada dia. Para se ter uma ideia, só em São Paulo, os casos tiveram um amento de 143% em menos de um mês. Esse problema é tão alarmante que tem sido tema de discussão entre governos e comunidades de diferentes estados do Brasil como, por exemplo, em Roraima e no Amazonas. No texto de hoje vou falar um pouco mais sobre este tema.

Sarampo – o que é:  
O sarampo é transmitido pelo vírus Measles Morbillivirus e é potencialmente grave, chegando a contaminar nove entre 10 pessoas não imunizadas contra a doença por meio da vacina.


Transmissão e sintomas:
A transmissão ocorre por meio de pessoa para pessoa através de secreções respiratórias como tosse, espirro e saliva da pessoa infectada para a pessoa saudável. Após o contágio, o vírus fica incubado por cerca de oito a doze dias e pode ser transmitido antes mesmo do aparecimento dos sintomas que são: febre alta (acima de 40cº), corrimento nasal, olhos inflamados, tosse e manchas vermelhas pelo corpo – sua principal característica visual.

            Outros sintomas são percebidos como falta de disposição, conjuntivite, falta de apetite e erupções cutâneas avermelhadas na pele, também conhecidas como exantema. A doença tem início atrás da orelha, espalhando-se pelo rosto, pescoço, membro superiores, troncos e membros inferiores.

Faixa etária de risco:
O sarampo pode acometer qualquer idade, mas é potencialmente perigoso para as crianças menores de cinco anos, pois elas ainda não possuem o sistema imunológico completo. Nesta idade, podem apresentar sequelas como pneumonia, convulsão e até chegar ao óbito.

Outros grupos de riscos, no atual cenário, são crianças e adultos de até 39 anos (trabalhadores de hotéis, portos e aeroportos, profissionais de saúde e àqueles que atuam com pessoas oriundas de outros países como imigrantes e refugiados).



Proteção – Vacinação:
A única e maior proteção contra esta doença é a vacinação, que é incluída no calendário vacinal do Sistema Único de Saúde (SUS) e nas redes particulares. Existem três tipos de vacina que ajudam a combater o contágio em 90% dos casos, que são elas: vacina dupla viral que imuniza contra o sarampo e a rubéola; a tríplice viral combinada que imuniza contra rubéola, sarampo e caxumba; e a tetravalente, que imuniza contra sarampo, caxumba, rubéola e catapora.

A primeira dose da vacina é dada até um ano da criança. A segunda dose deve ser aplicada entre quatro e seis anos. Adolescentes e adultos que não têm certeza se já tomaram as doses na infância devem procurar um posto de saúde ou laboratório particular para melhores informações sobre a vacinação – tríplice viral ou dupla viral (sarampo e rubéola.

Tratamento:
Quando houver suspeita de casos de sarampo, a pessoa deve ser levada para o hospital, onde receberá atendimento médico e, se necessário, a realização de exames para o diagnóstico correto. Após, é isolada e mantida sobre observação para controle dos sintomas. Os cuidados, geralmente, são relacionados ao controle da temperatura, administração de medicamentos para outras patologias associadas como, por exemplo, pneumonia e, até, a reposição de vitamina A.

Recomendações finais:
Os pais devem ter em mente que todas as vacinas são importantes para o controle de doenças e a falta delas coloca em risco suas crianças e outras pessoas, além do seu círculo de convivência.

As vacinas não promovem a manifestação do vírus ao qual se propõe a combater. Pelo contrário, mesmo que a pessoa contraia a doença viral após a vacinação, a mesma se manifesta de maneira branda, sem grandes consequências ou sequelas.
                                                                                                                                   
Na dúvida, procure o seu médico de confiança e ou vá a um posto de saúde/laboratório para esclarecimentos e indicações de vacinas no calendário nacional.


Texto: dra. Fernanda Bombarda – CRM: 95033 – Pneumologia Infantil
Consultório: Av. Nova Cantareira, 291, sala 84 – 8ª andar – Tucuruvi – SP
Facebook: dra.fernanda.bombarda.pneumologia.infantil
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11-2631-6679 - drafernandabombardapneumo@gmail.com
Contribuição Textual: Jornalista Carina Gonçalves - MTB 48326
contato@jcgcomunicacao.com.br  - 11-4113-6820 / 11-98092-6021
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Mudança cultural em empresas requer revisão de processos e movimento de liderança

Diretor geral da People+Strategy, João Roncati fala da necessidade de análise de 
processos e de atitudes dentro da organização para transformação segura 
A revolução 4.0 tem motivado empresas a buscarem movimentos de transformação cultural, a fim de acompanhar as novas tecnologias e sua inserção, ou pelo menos sua capacidade competitiva, em diversos setores da economia mundial. 

Apesar da euforia que a transformação digital pode inspirar, especialistas da área apontam que a mudança precisa ser cuidadosa e levar em conta três elementos associados: cultura, liderança e sociedade. Essa é uma avaliação feita por Peter Schein, executivo de estratégia em empresas do Vale do Silício.

Ele explica ainda que essas preocupações (ou elementos, como ele chamou) são diferentes de acordo com os ambientes em que acontecem. Isto é, enquanto uma startup se preocupa em construir a cultura certa, as empresas de “meia-idade” estão em processo de integração de subculturas ocupacionais e sociais, e as mais antigas se concentram em como aplicar uma “cultura de inovação”.

A ideia de debater cultura num ambiente de transformação digital e inovação não deve estar baseada ou reduzida à proposta de fazer as coisas de forma diferente, como explica o diretor geral da People+Strategy, João Roncati. E muito menos circunscrita a comportamentos.

“Não estamos falando só de atitude, estamos falando de olhar novamente os processos de uma organização. A reorganização e conexão entre competências e processos vitais. É necessário, para que as competências novas ou reforçadas possam funcionar da forma que você imagina, estar atendo aos processos que as regem ou influenciam. Não adianta mudar atitude, se os processos não permitem com que as coisas mudem de fato”, pontua.

Para o Roncati, o líder, o empreendedor ou mesmo o profissional e a empresa que está reavaliando sua carreira precisa estar comprometido com seriedade e profundidade na mudança. Em geral a mudança requer esforços extras, seja qual for a motivação: como posicionamento frente à concorrência, se antecipar às tendências do mercado ou atender a novas exigências dos clientes.

Mudança cultural, indústria 4.0: estratégia
Passa por essa avaliação o reconhecimento de talentos que podem contribuir para a cultura organizacional. Uma pesquisa da Deloitte em que foram ouvidos 2.042 executivos, sendo 125 brasileiros (6% da amostra global), avaliou esse e outros fatores que definem as transformações digitais, uma das principais questões que interferem na mudança cultural recente das empresas.

Entre os brasileiros ouvidos no estudo, 54% afirmaram ter a dificuldade de atrair talentos com as competências necessárias como principal desafio para compor a força de trabalho em um mundo 4.0. Ao mesmo tempo, um dado já aponta um panorama positivo: 74% reconhecem quais são essas deficiências.

Roncati destaca que a mudança cultural é indissociável da estratégia organizacional. A cultura representa o jeito de ser, para uma estratégia, que representa o posicionamento no macroambiente. Assim, um jeito de ser desalinhado com o posicionamento seria, no mínimo, esquizofrênico”, na verdade um enorme incômodo para uma organização.

“Mudança cultural sempre ocorreu ao longo da história e ocorrerá. A questão é que estamos, ao que tudo indica, num período de mudanças profundas em várias perspectivas do macroambiente. Os ciclos de mudança estão mais curtos, consequentemente, a pressão sobre as organizações vem sendo maior e mais frequente.  Encará-la é olhar para mudanças que estão ao nosso redor, na sociedade, nos nossos clientes e concorrentes. Por isto, requer cuidado e profundidade”, finaliza.

Sobre a People+Strategy
A People+Strategy Consultoria Empresarial, ou P+S, é uma empresa brasileira de consultoria que integra a abordagem de Estratégia e Planejamento, com a implementação da Gestão por Competências e o Desenvolvimento Humano. Atua fortemente com business efficiency, mudança organizacional e cultura empresarial. Mais informações em: www.peoplestrategy.com.br

João Roncati, diretor geral da People+Strategy
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7 principais dúvidas que surgem na 
primeira consulta ao aginecologista
Especialista fala sobre menstruação, DSTs, sexo, métodos contraceptivos
 e outras questões que toda menina precisa saber
Uma pesquisa da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) apontou que a idade média das mulheres na primeira consulta ao ginecologista é 20 anos. No entanto, segundo orientações da própria Federação e da Dra. Karine Gavioli, ginecologista do Grupo São Cristóvão Saúde, o ideal é que a menina comece mais cedo. “O momento ideal para iniciar acompanhamento médico é quando a menina entra na puberdade e seu corpo começa a se transformar, culminando na primeira menstruação”, explica.

Nesse estágio, é comum a menina ter medo, vergonha ou constrangimento, então a primeira consulta funciona mais como uma conversa, na qual o profissional dará orientações sobre tudo o que envolve a saúde íntima. Por isso, a especialista recomenda que a paciente aproveite esse momento para tirar todas as suas dúvidas.

Para ajudar nesse momento, a Dra. Karine respondeu às sete perguntas mais comuns que as meninas podem fazer no consultório:
  1. Se eu nunca tive relação sexual, preciso ir ao ginecologista?
O ideal é começar a fazer o acompanhamento ginecológico antes de ter a primeira relação sexual, pois dessa forma a profissional dará toda a orientação necessária para que ela inicie com mais segurança.

A médica lembra que a falta de orientação pode expor a mulher à riscos de contrair DSTs, gravidez indesejada e outras complicações, por isso a conversa é tão importante.

  • O Papanicolau machuca?

  • Com o objetivo de detectar células alteradas no colo do útero que podem evolui para um câncer, esse exame é feito no consultório médico. Apesar dos temores envolvendo o Papanicolau, trata-se de um procedimento indolor e rápido. “Algumas meninas sentem um ligeiro desconforto no momento da raspagem do colo do útero, porém na medida em que conseguem relaxar, essa sensação diminui bastante”, conta a ginecologista do Grupo São Cristóvão Saúde.

    O Ministério da Saúde recomenda a realização desde exame a partir de 25 anos após a mulher começar a ter relações sexuais, e após dois exames normais com intervalo de um ano entre eles, este exame pode ser feito cada 3 anos. No entanto, o ginecologista irá examinar a paciente anualmente e individualizar cada caso.

  • Qual método contraceptivo é melhor para mim?

  • Existem diversos métodos, de acordo com as necessidades e o perfil de cada paciente. Por exemplo, métodos injetáveis, DIU,  implante ou adesivo são indicados para pessoas que não querem tomar pílula todos os dias ou têm dificuldade de lembrar de tomar. Existem também diferentes tipos de contraceptivos orais conforme a necessidade de cada paciente. “É importante que essa escolha seja feita em conjunto com o médico, pois ele ajudará a paciente a avaliar quais são as vantagens e desvantagens de cada método, definindo assim o ideal para ela”, explica Dra. Karine.

    1. Tenho histórico de câncer de mama na família, preciso fazer a mamografia?
    Não existe um consenso quanto à idade em que se deve começar a fazer o exame que ajuda a identificar o câncer de mama. Seguindo a orientação da Febrasgo e da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), recomenda-se seja a partir dos 40 anos. No entanto, cada caso é único.

    A ginecologista fala que o histórico de câncer de mama na família é um fator a ser considerado sim, mas outros elementos serão usados pelo médico durante a consulta para identificar a necessidade de fazer o exame antes dos 40. Importante frisar que, embora um pouco desconfortável, esse exame é bastante simples e extremamente importante.

    1. Que tipo de doenças eu posso pegar se não usar camisinha?
    Independentemente do método contraceptivo escolhido, é importante lembrar que a camisinha é sempre necessária, uma vez que ela protege contra Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs). Além de ser a única forma de proteção contra o HIV, a camisinha também deve ser usada para evitar problemas como sífilis, herpes, gonorreia, clamídia entre outras.

    1. Ciclo irregular e secreções, quando devo me preocupar?
    Toda mulher tem secreções vaginais e isso é normal quando sua cor é clara e a textura, fluída ou espessa, produz um cheiro leve. A ginecologista do Grupo São Critóvão Saúde explica que a secreção precisa ser investigada em caso de alteração em alguma dessas características.

    “Quando a mulher sente um cheiro forte, alteração da cor da secreção (esverdeada, acinzentada) ou sente prurido vaginal (coceira) importante, pode ser um sinal de infecção”, esclarece.

    No caso do ciclo menstrual, normalmente ele tem média de 28 dias, com a menstruação ocorrendo por três a sete dias. Segundo a médica, nos dois primeiros anos após a primeira menstruação, é comum ter alterações no tempo e no fluxo mensal. Caso o ciclo permaneça irregular, é necessário procurar um ginecologista, que irá verificar possíveis complicações.

    1. Sinto dor durante a penetração, é normal?
    Segundo a Dra. Karine, algumas mulheres podem sentir dor durante a relação sexual, sobretudo com a penetração. Esse é o tipo de dúvida que costuma gerar constrangimento e, por conta disso, sofrimentos desnecessários. A médica explica que, ao dividir essa questão com o ginecologista, ele poderá ajudar a descobrir a origem do problema, que muitas vezes podem ser simples.

    “Se as dores são profundas, a causa pode ser endometriose, presença de pólipos ou DSTs; se for superficial, pode ser uma alergia ou tensão, investigar a causa e orientações adequadas podem minimizar este desconforto”, comenta.

    Sigilo absoluto
    E para tornar a primeira ida ao ginecologista ainda mais tranquila, a especialista dá uma dica. “A menina pode ir à primeira consulta acompanhada pela mãe, por exemplo, o que ajuda a reduzir a ansiedade e o constrangimento diante do médico. Ou, se preferir, também pode conversar com o médico sozinha, o que se sentir mais confortável”, sugere.

    Além disso, é válido destacar que as consultas sempre acontecem sob sigilo. A paciente pode confiar suas dúvidas ao especialista sem medo de ter sua vida exposta a outras pessoas. “O consultório deve ser um lugar no qual a paciente se sinta à vontade para esclarecer suas dúvidas e não se sinta constrangida ou julgada ao expor sua vida pessoal”, afirma a ginecologista. Ela comenta que apenas casos de suspeita de abuso, doenças graves ou risco de vida são compartilhados com os pais ou responsáveis. 

    Fonte:assessoria de imprensa
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    Avanços no tratamento de mieloma múltiploe câncer de próstata são destaque no congresso da ASCO  (“American Society of Clinical Oncology)

    Os ensaios clínicos CASSIOPEIA, COLUMBA e TITAN
     melhoria no tratamento dos pacientes

    A Janssen, farmacêutica da Johnson & Johnson, apresentou avanços importantes no combate ao câncer durante a 55ª edição do congresso anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO). Entre os destaques estão dois estudos clínicos em mieloma múltiplo, CASSIOPEIA e COLUMBA, e um em câncer de próstata metastático hormônio-sensível (TITAN).

    O estudo de fase 3 CASSIOPEIA[1], realizado com 1.085 pacientes recém-diagnosticados com mieloma múltiplo elegíveis a transplante, mostrou aumento da taxa e profundidade de resposta   e aumento de sobrevida livre de progressão com a adição de daratumumabe ao esquema de tratamento convencional. Esses resultados embasaram recente aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para o uso de daratumumabe nessa indicação. Os pacientes brasileiros com mieloma múltiplo recém-diagnosticados e elegíveis ao transplante de medula óssea são os primeiros do mundo a se beneficiar deste esquema terapêutico.

    O ensaio comparou dois grupos que receberam terapias diferentes: no primeiro, a terapia padrão (bortezomibe, talidomida e dexametasona - VTD) foi combinada com daratumumabe e, no segundo, com placebo. Após essa etapa inicial de tratamento, todos os pacientes foram submetidos ao transplante de medula óssea e a mais dois ciclos de tratamento medicamentoso. Cem dias após o transplante, o número de pacientes que atingiu as taxas de respostas mais profundas avaliadas (resposta completa e resposta completa estrita) com o uso de daratumumabe foi significativamente superior ao do braço placebo – 39% versus 26%. Foi observada ainda uma redução de 53% no risco de progressão do câncer com a adição de daratumumabe ao esquema de tratamento. No estudo, os principais eventos adversos relatados foram reação alérgica como inchaço no local da aplicação , vermelhidão ou  coceira no corpo, ou dificuldade para engolir ou respirar. A ocorrência dessas reações é mais provável na primeira infusão.

    Outro ensaio apresentado no ASCO 2019 reforçou o potencial da nova via subcutânea para administração de daratumumabe, atualmente usado por infusão intravenosa. O estudo de fase 3 COLUMBA[2], realizado com 522 pacientes, analisou essa formulação para indivíduos  com mieloma múltiplo que receberam pelo menos três tratamentos anteriores. Os resultados mostraram que a nova apresentação de daratumumabe reduz o tempo de administração do medicamento, em média, para cinco minutos, enquanto que, por via intravenosa, a aplicação pode levar cerca de 7 horas na primeira infusão e, em média, 3 horas nas demais sessões. A sobrevida livre de progressão da doença foi comparável em ambas as formulações. O perfil de segurança foi comparável entre o braço subcutâneo e intravenoso, sendo que os eventos adversos mais comuns foram trombocitopenia, anemia e neutropenia.

    Câncer de próstata
    Para o tratamento de câncer de próstata, foram apresentados dados do estudo de fase 3 TITAN, com o medicamento apalutamida , realizado com 1.052 pacientes, em 23 países, e já publicados no New England Journal of Medicine[3]Os resultados demonstraram que a adição de apalutamida à terapia de deprivação androgênica (ADT) melhorou significativamente a sobrevida global e a sobrevida livre de progressão em pacientes com câncer de próstata sensível a castração, ou seja, quando não houve tratamento hormonal  prévio. A apalutamida, quando comparada com terapia padrão, aumentou significativamente a sobrevida livre de progressão radiográfica com uma redução da progressão radiográfica em 52% ). Além disso, Apalutamida aumentou significativamente a sobrevida global, com redução do risco de morte em 33 %.

    O uso combinado de apalutamida com ADT prolongou o tempo em que os pacientes ficaram sem receber quimioterapia. Houve também redução significativa do antígeno prostático específico (PSA) atingindo níveis indetectáveis em 68% dos pacientes.  Além de postergar o agravamento da doença, a apalutamida também demonstrou ter um perfil  aceitável de segurança e tolerabilidade. Durante a realização do estudo, os principais eventos adversos relatados foram fadiga, hipertensão, rash cutâneo, diarreia e náusea.

    Sobre a Janssen
    Na Janssen, estamos criando um futuro no qual as doenças são parte do passado. Somos a empresa farmacêutica da Johnson & Johnson, trabalhando incansavelmente para fazer com que esse futuro seja uma realidade para pacientes de todos os lugares, combatendo as doenças com ciência, melhorando o acesso com engenhosidade e curando a falta de esperança com paixão. Focamos nas áreas da medicina em que podemos fazer a maior diferença: Cardiovascular e Metabolismo, Imunologia, Doenças Infecciosas e Vacinas, Neurociência, Oncologia e Hipertensão Pulmonar. Para saber mais acesse: www.janssen.com. Siga a Janssen no Facebook e LinkedIn, e a J&J Carreiras no Facebook Janssen-Cilag Farmacêutica Ltda. é uma das Empresas Farmacêuticas da Johnson & Johnson.


    Fonte: assessoria de imprensa
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    Edição de Alto Inverno da FEIMI 
    vai até dia 30, em São Bernardo do Campo


    Após sucesso da Edição de Lançamento, Feira da Moda Inverno chega ao Pavilhão Vera Cruz


    Começou no dia 20 de junho, no Pavilhão Vera Cruz, em São Bernardo do Campo, a Edição de Alto Inverno da Feira da Moda Inverno, FEIMI. Em sua 16ª edição, o evento reúne, em um único lugar, os mais importantes produtores de moda Outono/Inverno do País, que vendem diretamente ao consumidor final. Os ingressos custam R$8 e podem ser adquiridos na bilheteria do local ou antecipadamente pelo site. Vale destacar que parte da verba das entradas é revertida ao GRAACC (Grupo de Apoio ao Adolescente e Criança com Câncer).

    A ocasião, que é aguardada todos os anos pelo público do Grande ABC, São Paulo e Baixada Santista, oferece ao público, além de muitas opções em roupas, calçados e acessórios, dois serviços exclusivos: a consultoria de imagem, onde o profissional auxilia o visitante a entender mais sobre o próprio estilo e como combinar peças, e o personal shopper, em que o cliente recebe orientações para a compra de novas roupas. Os serviços são oferecidos por R$50 e o valor é integralmente cedido ao GRAACC.

    “O evento é tradicional e aguardado pelo público. Há 16 anos, as famílias nos visitam e sabem que podem encontrar o melhor da moda Outono/Inverno em um único lugar, com preços bem acessíveis, uma vez que estão comprando diretamente dos fabricantes. Acredito que a fórmula do sucesso é justamente essa: reunir público e fabricantes”, conta a empresária Sônia Sodré, organizadora da FEIMI.

    Para esta temporada, são esperados cerca de 40 mil visitantes durante os 10 dias da Feira da Moda Inverno e a expectativa é vender aproximadamente R$15 milhões em peças. A Edição de Lançamento, que foi realizada no Centro de Eventos São Luís, na região da Avenida Paulista, fez tanto sucesso que recebeu prorrogação de uma semana, fator que aumentou em 30% a expectativa de faturamento.

    Os visitantes encontram produtos fabricados nas cidades de Monte Sião, Jacutinga, Águas de Lindóia, Serra Negra, Ouro Fino, Campos do Jordão e cidades do Sul do País. São oferecidas variedades de blusas, casacos, jaquetas, saias, calças, vestidos, trend coats, botas, luvas, meias, toucas, que podem ser até 50% mais baratos do que em lojas convencionais.

    Para Sônia, o evento também é importante por fortalecer toda a cadeia de serviços, como hotéis, bares, restaurantes, transportes e entretenimento. “São 16 anos promovendo o crescimento de fabricantes de moda e vendo novas empresas se formarem dentro da FEIMI, além dos empregos diretos e indiretos que são criados. Contribuir com o fortalecimento das famílias é o que nos motiva diariamente”, finaliza.

    Serviço
    Data: 20 a 30 de junho
    Horários: Segunda à Sexta das 14h às 21h/ Sábados, Domingos e Feriados das 12h às 21h.

    Local: Pavilhão Vera Cruz – Avenida Lucas Nogueira Garcez, 856, São Bernardo do Campo
    Ingresso: VIP – garantindo antecipado no site ou na bilheteria do evento por R$8 (com renda revertida ao GRAACC)
    Pagamento: Dinheiro, cartões e Rappi Pay
    A Feira conta com praça de alimentação

    Mais sobre a FEIMI
    O amor pela família e pela moda foi o início de uma história que já vem sendo escrita há 16 anos, fortalecendo fabricantes da moda outono/inverno e levando ao consumidor a oportunidade de encontrar, em um só lugar, os melhores produtos de malharia retilínea do Brasil.
    A Feira da Moda Inverno – FEIMI -  é feita por famílias e para famílias. Todos os anos, o público aguarda ansioso pelas novidades aconchegantes e cheias de estilo que aquecem a estação.
    A inspiração do negócio da nossa família sempre foi possibilitar empregos, movimentar sonhos e ver tantas outras famílias evoluírem ao longo dessa história que construímos juntos.
    ·         150 mil visitantes durante as três edições
    ·         2.5 milhões de pessoas já visitaram
    ·         90% de satisfação
    ·         80% dos expositores são experts em moda Outono/Inverno
    ·         70% dos expositores vendem 40% do seu faturamento anual na FEIMI
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    Bauducco traz sala instagramável 
    em o museu  mais doce do mundo
      


    Bauducco, marca referência em biscoitos no Brasil, apresenta espaço interativo em O Museu Mais Doce do Mundo. Depois do sucesso em Lisboa, a colorida e irreverente exposição do “The Sweet Art Museum” desembarca pela primeira vez no país inspirado no tema "Diga Sim à Felicidade!".

    A marca que é referência em biscoitos não poderia deixar de estar presente no museu. O espaço foi inspirado no meme “Biscoiteiro(a)”, um dos mais queridos da internet, e permite ao público visitar a cozinha da marca da forma mais interativa possível. São 3 ambientes instagramáveis que tem início na porta da Bauducco. Após abrir a porta, é possível fazer uma foto em família num grande sofá. Em seguida uma cozinha representa toda a parte de produção dos cookies, em que o público poderá se divertir numa cama elástica posicionada dentro de uma batedeira gigante para caprichar na foto para as redes sociais. A instalação também conta com um espaço que simula uma surpreendente chuva de cookies.

    Por fim, os visitantes ainda podem tirar uma foto em cima de uma lambreta italiana como se fossem os próprios entregadores dos cookies que acabaram de sair da cozinha. Para aumentar o tom de adrenalina, um ventilador dá movimento aos cabelos dos “entregadores” e o charme a parte fica por conta do capacete em formato de cookie. Além dos espaços dinâmicos, o público também poderá se candidatar ao prêmio “Biscoiteiro da Semana” e eleger qual a foto mais bacana dentro do espaço interativo da marca.
    “Estar presente em um projeto internacional tão querido pelo público, como o Museu Mais Doce do Mundo, faz parte do movimento que a marca vem trabalhando para se conectar com o público jovem e oferecer experiências únicas ao consumidor. Além disso, o conceito criativo inspirado no meme ‘Biscoiteiro’ é uma resposta à associação que o próprio público relaciona à marca, considerando a preferência e tradição de Bauducco no segmento de biscoitos”, comenta André Kieling, gerente de marketing da Bauducco.
    A versão brasileira do museu tem 15 ambientes-instalações no bairro Jardim América, em São Paulo, e acontece de 20 de junho a 18 de agosto. Em setembro, a atração segue para o Rio de Janeiro. As instalações foram criadas para despertar memórias afetivas por meio das cores, aromas, texturas e sabores. E claro, também será possível degustar algumas delícias da Bauducco.

    Os ingressos podem ser comprados antecipadamente com hora marcada pelo site 
    Eventim ou na bilheteria do local. A cada ingresso vendido, o museu doará R$ 0,50 para a instituição Renovatio. A instituição ajuda crianças e adolescentes a enxergar melhor o mundo, promovendo exames de vista e doação de óculos de grau. A proposta é que, com a doação do Museu Mais Doce do Mundo, sejam atendidas pelo menos 400 pessoas.

    Cookies Bauducco no Museu Mais Doce do Mundo
    Data: 20/06 a 18/08/2019
    Local: O Museu Mais Doce do Mundo
    Endereço: R. Colômbia, 157 - Jardim América - São Paulo/SP
    Classificação etária: 14 anos. Menores podem entrar acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais.
    Bilheteria Oficial: (a partir de 20/06) – sem cobrança de taxa de conveniência
    Horário: Terça-feira a domingo das 11h às 20h
    Sobre a Bauducco
    Uma das empresas alimentícias mais tradicionais do Brasil, a Bauducco foi fundada em 1952 e é hoje líder em diversas categorias como torradas, wafers, cookies, além disso, é a maior produtora de Panettones do mundo. Moderna e industrializada, possui sete centros de distribuição, atendendo a mais de 140 mil pontos de vendas no Brasil e exporta seus produtos para mais de 50 países. Informações para consumidores:  https://www.bauducco.com.br | SAC: 0800 701 1599.

    Fonte: assessoria de imprensa
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