Sociedade Brasileira de Dermatologia
 dá dicas de cuidados com a pele do idoso


Estudos e pesquisas apontam o crescimento da população idosa no Brasil. Segundo pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2018, o indicador da população idosa estava em 13%. Em 2030, as projeções do órgão apontam para 32%. Isso significa que em cerca de 20 anos, o Brasil terá mais idosos que crianças e adolescentes de 15 anos de idade.


Nessa perspectiva, a SBD entende que a sociedade precisa estar preparada para cuidar da pele envelhecida. “O envelhecimento é um processo natural, universal e a pele é um órgão que se modifica muito com o passar dos anos. Perda da hidratação, oleosidade e elasticidade e aumento de sua fragilidade, física e defesa imunológica são algumas consequências do envelhecimento. Portanto, cuidados diários envolvendo o uso de protetor solar, limpeza e hidratação são capazes de garantir o envelhecimento com uma pele saudável”, explica a Dra. Silvia Marcondes, coordenadora do Departamento de Geriatria da SBD.


Veja abaixo algumas dicas de cuidados com a pele do idoso:


- Beber no mínimo dois litros de água por dia (exceto quando existir contraindicação do seu médico geriatra ou clínico); 

- Evitar banhos quentes e muito demorados; evitar se ensaboar demais e usar buchas, que também contribuem para alterar a composição do manto hidrolipídico (hidratante natural produzido pelo organismo) que protege a pele;

- Usar hidratante logo após sair do box – ainda no banheiro – com aquele vaporzinho pós-banho, que ajuda na penetração do creme;

- Para pele oleosas e acneicas, evitar hidratante comum no rosto, usar oil free nas áreas de maior oleosidade (Rosto e Tórax);

-Os lábios também costumam ressecar muito no inverno. É importante usar hidratantes específicos para essa região e, assim evitar rachaduras;

- Usar filtro solar diariamente.


Sobre os hidratantes

Os hidratantes não precisam ter composto efetivo. O importante do hidratante é conter substâncias que tenham propriedades emoliente (aumenta a camada lipídica), umectante (capaz de levar água das camadas mais profundas da pele para a superfície e até retirar água do meio ambiente quando a umidade do ar for alta) e oclusiva (diminui a evaporação da água). Normalmente os hidratantes comerciais contêm ureia ou lactato de amônio, ácido hialurônico, glicerol, dimeticone, alantoina, ácidos graxos e outros compostos.

Fonte: assessoria de imprensa
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ACONTECE HOJE
Lançamento nacional do documentário de
 Juca Badaró

AS CORES DA SERPENTE



O desafiador processo artístico de jovens grafiteiros em Angola, com a preocupação de fazer um registro que traduzisse o significado de colorir os Murais da Leba, uma estrada histórica com cerca de 20 quilômetros, na sinuosa Serra da Leba, no país africano, é a essência do documentário As Cores da Serpente, do diretor brasileiro Juca Badaró, que será lançado em São Paulo, com a presença de diretores e artistas, no dia 21 de março. Veja o trailer aqui.

O filme também entrará em exibição na mesma data em Brasília (DF), Porto Alegre (RS), Curitiba (PR). Diretores e artistas também participarão das estreias no Rio de Janeiro (RJ), em 28 de março, e em Salvador (BA), em 4 de abril.

Não se trata de um documentário contemplativo, nem expositivo, porque não se propõe a defender uma linha de pensamento à empreitada, segundo o diretor, até a sua conclusão.

A pintura dos 6.000 m2 de paredões foi realizada entre agosto e novembro de 2015. O Coletivo Murais da Leba foi formado por 27 artistas angolanos, das províncias de Luanda, Namibe e Huíla. Em  2018, os grafiteiros baianos Annie Ganzala, Ananda Santana e Eder Muniz participaram de uma nova pintura no mural, por meio do  projeto África e a Diáspora – Novas Conexões.

“Trabalhei na área de comunicação em Angola, e quando conheci o projeto, em 2015, resolvi registrar porque percebi que o que move os jovens artistas angolanos é a busca da própria identidade e das tradições, num país que viveu mais de 30 anos em guerra”, conta Badaró, com carreira consolidada em produções de TV, documentários e filmes de ficção no Brasil e no exterior.

A estrada-cenário de As Cores da Serpente começou a ser construída pelos portugueses no final do século XIX e só foi concluída às vésperas da independência de Angola, em 1974. Tornou-se um dos mais conhecidos pontos turísticos do país, na Serra da Leba, uma deslumbrante formação montanhosa que separa as províncias da Huíla e do Namibe. A via era necessária para facilitar o transporte de mercadorias e pessoas entre as duas províncias. O simbolismo e a mística do lugar são indescritíveis, inspiração que levou Badaró a imaginar um registro afetivo do processo de criação dos jovens artistas do grafite com suas motivações e desejos de transformação, desafiados a transfigurar os murais curvilíneos.

“Se imaginarmos uma intervenção artística capaz de dialogar com a história e o meio ambiente, estamos a falar de um bom motivo para fazer um filme”, defende o diretor.

Maior grafite da África
A ideia de criar a maior intervenção de grafite na África é do jornalista Vladimir Prata, que completará 40 anos em 8 de março. Nascido na capital Luanda, é diretor Jornal de Angola (o matutino oficial do país), na província de Namibe . Prata também foi o articulador da iniciativa. “Lançado em 2015, por ocasião do 40º aniversário da Independência Nacional de Angola, o projeto teve o propósito de transformar as pinturas da Serra da Leba na maior obra de arte em África a céu aberto”, conta.

“O Mural da Serra da Leba foi concebido para ser contínuo. Ou seja, de forma periódica, realizarmos novos grafites,  substituição daqueles que vão se deteriorando, entendendo que é um mural a céu aberto, submetido a alterações climáticas. Dos 6 mil metros quadrados de parede previstos, faltam cerca de 2 mil a pintar”, acrescenta.


O documentário também passa pelas experiências de artistas locais que trocaram conhecimento com grafiteiros de outros países, convidados pelo Coletivo.

Seja por meio da formação ou do intercâmbio cultural, a participação de artistas estrangeiros exerce um papel imprescindível no sentido de transcender os limites da arte de rua em Angola.

O objetivo maior é compreender o que se passa na consciência de artistas como esses, acostumados a não ter voz, e se vêm como protagonistas da maior intervenção artística de Angola numa transformação simultânea, que acontece dentro deles e no ambiente ao redor. Nesse sentido a narrativa do filme se apropria de uma linguagem em que a estética dos planos e o discurso fragmentado dos personagens dizem muito mais do que uma construção argumentativa, uma proposta cinematográfica condizente com a grandeza e poesia da Serra da Leba.

Um dos artistas protagonistas de As Cores da Serpente é o angolano António “Thó” Simões, de 46 anos. Ele pinta, faz colagens, cria arte urbana e digital, performances, instalações, filmes e fotografias. Filho da primeira geração de artistas do pós-independência, considera fundamental a passagem de conhecimentos e técnicas para os jovens artistas que entram no mundo da arte, encarando todo tipo de dificuldade para se estabelecer.

Um dos grafiteiros mais jovens a participar do projeto é o também angolano Manuel André Pedro, “Rafa”. Ele faz arte desde tenra idade, afirmando que nasceu com esse dom, o qual foi aperfeiçoando. "A arte é meu escape; eu vivo pela arte, assim como ela em mim vive", diz.

O filme foi produzido com recursos próprios e apoios financeiros. A Distribuição, pela Salvador Filmes e produtora Domínio Público, recebeu verba de incentivo fiscal. do Fundo Setorial do Audiovisual, por meio do edital Prodecine 03, de Distribuição.
 
Fonte: assessoria de Imprensa

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The Women realiza o primeiro evento de 2019
 com o tema Espiritualidade
O encontro acontece no dia 27 de março a partir das 19h30 
na Casa Salamandra, em São Paulo (SP). Vagas limitadas.


O que é espiritualidade para você? Já pensou em como desenvolvê-la e como as terapias vibracionais podem te ajudar neste processo? Com este tema tão interessante e enriquecedor, o The Women fará o seu 1º encontro de 2019: Espiritualidade: conceito, conhecimento, prática, sua importância e a relação com a vida, que acontecerá no dia 27 de março, na Casa Salamandra, no Itaim, em São Paulo.


O evento faz parte de mais uma experiência de autoconhecimento, troca e descontração, proporcionada para mulheres dos mais diferentes perfis. O convite inclui um coquetel receptivo, um delicioso jantar harmonizado preparado pela chef Luciane Cataneodrinks, sorteios, presentes especiais, além da oportunidade de conhecer mulheres maravilhosas. “Nossos encontros reúnem de 20 a 30 mulheres, criando conexões reais e possibilitando a absorção de um conteúdo que promova o desenvolvimento pessoal e profissional para o universo feminino”, conta a idealizadora do projeto, Theka Moraes.
Para conversar sobre este conteúdo, o The Women convidou a psicóloga, ativista quântica, thetahealer e mestre em reiki, Ana Cassia Stamm. A ideia é mostrar que praticar a espiritualidade não implica, necessariamente, em acreditar em alguma religião ou ter algum credo. “Na verdade, nada mais é do que um estado de espírito onde a pessoa se conecta consigo mesma e com as forças da natureza que nos envolvem. Praticar o caminho espiritual é aprender a se despertar para o potencial de abundância infinita interna e, isso, é a verdadeira felicidade”, conta Ana Cassia.
Durante o encontro, ainda serão abordados tratamentos complementares como reiki, thetahealing®, acupuntura e ho’oponopono, que têm o poder de auxiliar neste processo. A convidada especial destaca: “Estes métodos nos ajudam a vibrar numa alta frequência e nos preparam para entender e praticar a espiritualidade. É incrível ver como eles têm o poder de nos livrar da ansiedade, de hábitos ruins e alinhar nosso corpo com o nosso espírito”.
Muitas vezes, pode parecer difícil harmonizar o mundo moderno, e tudo o que está acontecendo, com espiritualidade, mas, a verdade, é que não existe qualquer conflito. “Pelo contrário, saber encontrar esse estado de espírito é extremamente importante, sobretudo em momentos estressantes como estes. Começar o ano com esse encontro especial nos dá força para enfrentar os novos desafios que virão”, finaliza Theka.

Serviço
- O jantar acontecerá no dia 27 de março, das 19h30 às 22h30, na Casa Salamandra, na Rua Benedito Lapin, 100, Itaim Bibi, em São Paulo (SP).
- Para mais informações e reserva de vaga, as interessadas devem consultar o perfil no Instagram, @thewomenoficial ou acessar o link: https://goo.gl/forms/zwu9dxANxlCegATr2   
- A promoção dos eventos é feita com patrocínio e apoio de empresas, como: Amilla, Dress&Go, Estética Santa Beleza, Luciane Cataneo personal chef, Cris Lopes - marketing digital, Su Chapiro - consultoria de imagem e Marcos Mesquita. A organização é feita pela TKM Business Advisory.

Sobre a palestrante
Ana Cassia Stamm é Palestrante, Socióloga, Psicóloga e Psicoterapeuta Vibracional; Fundadora do Despertar do Ser Terapias Vibracionais e Fundadora/Coordenadora Voluntaria da Casinha de Luz em Perdizes, São Paulo. Realiza atendimentos individuais e em grupo e consultorias vibracionais, além de palestras e workshops por todo o Brasil.

Quem participa do 'The Women'
O conceito inovador do "The Women" atende a mulheres que buscam ter um momento diferenciado do seu hall social e profissional.

Sobre Theka Moraes
Formada em Gestão Comercial na Anhembi Morumbi, de São Paulo, Theka Moraes possui ampla experiência no mercado de negócios e relacionamentos conquistados ao longo dos últimos 15 anos, com passagem pela área de negócios da revista Cool Magazine, da plataforma de networking Experience Club, da AEG World Wide, entre outras.
Idealizadora do projeto, Theka Moraes.
Foto dos eventos realizados
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Brasil será representado por estudantes de Ensino Médio na 
Polônia, no Torneio Internacional de Jovens Físicos



Dois alunos da 3ª série do Ensino Médio do Colégio Objetivo Integrado comporão equipe – junto com outros estudantes – que irá representar o Brasil no Torneio Internacional de Jovens Físicos (IYPT, na sigla em Inglês). A IYPT será realizada em Varsóvia (Polônia), de 6 a 13 de julho. Os alunos do Objetivo são Guilhermo Cutrim Costa e Enzo Serrano Barbosa.



A classificação para a edição internacional veio pela conquista de medalhas de prata  na fase nacional, conhecida como IYPT Brasil, ocorrida na UNIP, campus Cidade Universitária / Marginal Pinheiros, em março.

Pela regra, ganhadores de ouro e prata das cinco melhores equipes classificam-se ao Torneio Internacional. Das cinco equipes classificadas, duas são do Objetivo: Guilhermo compôs a equipe chamada “Demônios de Maxwell”, enquanto Enzo compôs o time “Monociclo de Carnot”. Ainda seguindo a regra, cada um dos times vencedores escolhe um dos seus integrantes para compor um grupo único da equipe brasileira no torneio internacional.

O IYPT tem um formato totalmente diferente de outras olimpíadas científicas: ele é baseado em discussões e debates das resoluções de problemas em Física. As sessões são chamadas Physics Fights, isto é, debates que acontecem em rodadas de 50 minutos. A cada uma delas há revezamento das equipes como relatoras (apresenta a solução de um problema), oponentes (critica a relatora, apontando falhas e expondo aspectos positivos da apresentação) e avaliadoras (avalia as atuações das duas equipes). Todas as equipes terminam um Physic Fight sendo uma vez relatora. Por fim, uma banca de jurados dá as notas.

Acontecerá exatamente isso na Polônia, onde os Physics Fights acontecerão exclusivamente na língua inglesa, com os mesmos problemas oferecidos na fase nacional de cada país. Serão realizados cinco Physics Fights – classificatórios entre os países – finalizando com a disputa de um PF final com as três melhores anteriormente classificadas.

A fase nacional da IYPT

Para chegar à IYPT Brasil, as equipes primeiramente enviaram relatórios científicos, contendo a resolução de 5 de 17 problemas em Física. As soluções foram avaliadas por um júri, que levou em conta os conceitos físicos e as teorias utilizadas, a metodologia experimental e a análise dos resultados. Os melhores relatórios classificaram 21 equipes que, na UNIP, resolveram e debateram alguns dos problemas nos Physics Fights (PFs).

“O IYPT é realmente um torneio diferente. Foram horas e horas de laboratório, pesquisa em várias línguas, relatórios e mais relatórios preliminares; treinamentos da apresentação de cada problema. Somaram-se a isso horas de simulações dos Physics Fights para, enfim, encarar o torneio: um fim de semana inteiro discutindo Física e sendo sabatinado por mestres e doutores. O IYPT leva os participantes a extremos de dedicação e competência. Participar desse torneio traz uma sensação muito semelhante à de estar em uma montanha-russa gigantesca: você tem medo, encara, se angustia, estressa, cansa, sofre e, quando acaba, quer começar tudo de novo. Para mim, fica uma certeza: a educação realmente transforma”, explica Ronaldo Fogo, professor responsável pelas aulas especiais de Física do Objetivo e líder das duas equipes classificadas.

Fonte: assessoria de imprensa
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"A arte muda da fuga"

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A Editora Positivo tem a honra em convidá-lo para o lançamento do livro 
"A arte muda da fuga", de Carlos Dala Stella, em São Paulo. 
O evento conta com uma exposição inédita de um dos cadernos do autor, 
onde os poemas foram escritos.



Sinopse: 
A arte muda da fuga é um livro inédito do poeta e artista plástico curitibano Carlos Dala Stella - uma seleção criteriosa de 108 poemas feita por Marta Morais da Costa, doutora em literatura pela USP, a partir de um conjunto com aproximadamente duas mil páginas de textos, desenhos, recortes e colagens. As imagens do livro são pistas sobre o processo criativo do autor, que escreve e desenha cotidianamente em seus cadernos ilustrados há 40 anos.

Nos vazados e nas aberturas das imagens, o artista revela uma multiplicação de planos: camadas sucessivas em que continente e conteúdo se alternam e se contrapõem. Os desenhos a nanquim do ateliê, que aparecem na abertura e no encerramento, também são de autoria de Dala Stella e foram feitos especialmente para este livro.

A presença da natureza é representada na obra por uma pluralidade de elementos simples – aves, árvores, chuva, sol, estrelas, grão de areia. O poeta constata com espanto as manifestações da natureza: voejam pararus, urubus, sabiás, pintassilgos; a lesma se arrasta sobre o mármore, a libélula esplende em vitral e a aranha tece, como o tempo. "São pequenos animais a significar enigmas da vida e da arte", define Marta.

O silêncio, presente em diversos versos do poeta, é também o título da poesia que encerra a obra. Para Dala Stella, “A arte muda da fuga” chama a atenção pela polifonia de percepções e materialidades verbais de que é feito cada poema. "Um poema não é uma linha reta entre o que o poeta sente, ou pensa, e a expressão desse sentimento ou dessa ideia. É no percurso da escrita que o sentimento de mundo se dá, num espelhamento interno e externo sem o qual a vida resultaria num simples artefato de palavra, desprovido da animação que lhe é tão cara. Um poema é um pequeno percurso de linguagem onde a vida, misteriosa e engenhosamente, se dá. A linha reta, em poesia, é sempre curva”, diz o poeta.


Sobre Carlos Dala Stella -  nasceu em 1961, no bairro de Santa Felicidade, em Curitiba. É poeta, artista plástico e também contista. Formado em Letras pela Universidade Federal do Paraná, dedica-se ao desenho desde a década de 80, quando expôs na Itália. Publicou os livros “O caçador de vaga-lumes” (poemas, 1998), “Riachuelo, 266” (contos e crônicas, 2000), “Bicicletas de Montreal” (fotografia e outras artes visuais, 2002) e “Ogatosemnome” (poemas, 2007). Foi finalista do Prêmio Jabuti em 2012 na categoria Ilustração com o livro “Quer Jogar?” (livro ilustrado, 2011). Nas artes, o autor transita por murais de cimento e vidro, telas, retratos a lápis, nanquim e esculturas em papel, mas é nos cadernos de ateliê que cotidianamente escreve e desenha.


Sobre Marta Morais da Costa - é crítica literária, escritora e professora. É doutora em literatura pela USP. Nasceu em Ouro - Santa Catarina, em 1945. É graduada em Letras pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e tem Mestrado e Doutorado em Literatura Brasileira pela Universidade de São Paulo. Professora desde 1965, lecionou no Colégio Estadual do Paraná, entre outras escolas. É professora da UFPR e da Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Sempre considerou o estudo uma forma prazerosa de viver, o que veio a se estender ao ensino, em sua atividade no magistério. O interesse pelo teatro e pela literatura, principalmente vistos pelo olhar crítico, a fez produzir textos por encomenda ou por interesse pessoal.

Serviço: 


Lançamento: LIVRO "A ARTE MUDA DA FUGA"
Data: 23 de março de 2019
Horário: 15h30
Local: Livraria Zaccara - R. Cardoso de Almeida, 1356 - Perdizes
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Alquimia de vozes e ritmos fazem a conexão da 
cultura  afro-americana no sarau de abril no  
projeto “Música no CIC Norte

Projeto “Musica no CIC Norte” irá realizar no dia 6 abril das 15h às 18h
, na rua Ari da Rocha Miranda, n°36,  bairro Jova Rural 
o 7º Sarau da temporada dentro do projeto VAI, 
com a ilustre presença dos artista Tammy “Flame” Reed & Wesley Julien,
 grupo Quilombolas de Luz Capoeira, grupo Bando do Jaçanã e do grupo BRL Beats.




O Sarau Musical do mês de abril estará repleto de atrações multiculturais, cada uma delas com seus legados, histórias e costumes de suas ancestralidades que até hoje são preservadas e promovidas por esses artistas que estarão ali presente. Através do projeto “Música no CIC Norte”, tendo como proponente o Wellington que realiza aulas de música de forma gratuita, e do apoio do CIC Norte tendo como coordenadora Denise Alvarez, hoje é possível fazer esse encontro de culturas distintas e internacionais.

Tammy “Flame” Reed, mais conhecida com Flame é fundadora do “Teranga Drum Circle” que atualmente fica na Teranga House of Africa localizada no estado de Illinois, Estados Unidos. O intuito desse trabalho é oferecer aos interessados da comunidade, seja ele da origem que for, a oportunidade de conhecer e participar da roda de percussão que são conhecidas como “Drum Talk” que leva o nome de “Teranga” que na língua Wolof (idioma do Senegal) significa Hospitalidade! O projeto já existe desde 2010 até o momento 9 pessoas estão integradas no desempenho do projeto, sendo eles 4 dançarinos e 5 percussionistas e vem ganhando notoriedade até hoje por prestar serviços socioculturais em eventos comunitários multiculturais e educativos. Os desenvolvedores Flame e Wesley Julien dizem estar muito entusiasmados para participarem do Sarau Musical, eles também ressaltaram a importância da união da comunidade em prol do aprendizado de uma cultura que dificilmente chega ao nosso conhecimento nos dias de hoje.

Outro convidado que estará no Sarau do “Música no CIC Norte” será o grupo “Quilombolas de luz Capoeira”! O grupo já existe á 23 anos e foi fundado pelo mestre Paulo Cesar Candido Barbosa, mais conhecido como Paulão, o projeto atua no CIC Norte deste 2002 com o contramestre Jefferson que presta serviços sociais de forma voluntária, desenvolvendo a cultura e manifestando a importância de manter as raízes culturais dos quilombolas viva, principalmente na região em que vivemos hoje na região do Jaçanã/Tremembé. Atualmente o projeto gira em torno de 350 alunos, pois as aulas acontecem em outros espaços além do CIC Norte.

Vale a pena também fazer menção aos grupos “Bando do Jaçanã” e “Subliminar Rap” que ao longo dos Saraus já realizados conseguimos formar uma bela parceria, e que nos prestigiarão mais uma vez com uma de suas apresentações. “Bando do Jaçanã” foi fundado em 2015 com apoio da Fábrica de Cultura do Jaçanã, porém, hoje o coletivo atua de forma independente trazendo a mais nova peça chamada ONIRI UBUNTU – Tempo de Sonho. Já o grupo “BRL Beats” tem como uma de suas principais propostas abordar a realidade das periferias que existem em nossa sociedade em forma de Rap (Rhythm and Poetry), que significa Ritmo e Poesia.


Conheça o projeto Música no CIC Norte:

O Música no CIC Norte oferece oficinas e saraus gratuitos e tem o objetivo de resgatar a cidadania dos moradores da periferia de São Paulo por meio da música.

Idealizado pelo coletivo de Um Jeito casual, tem como preponente Wellington Palmieri, 21, violinista e estudante de psicologia, o projeto conta também com o apoio de Felipe Ferreira, 23, guitarrista estudante de jornalismo, Thiago Araújo 31 professor de Percussão  e Doralice Otaviano, Mirna Domingues - canto e apoio administrativo. e Bruno Ataíde, 26, assistente geral no projeto. 
O projeto é contemplado pelo programa VAII (Valorização de Iniciativas Culturais), portanto, conta com apoio financeiro e integral da secretaria da cultura para um bom desempenho. O coletivo realiza este projeto  de música no CIC Norte desde 2011.

Serviço
Sarau do Música no CIC Norte

Data: 6 de Abril

Horário: Sábado, às 15h

Endereço: Rua Ari da Rocha Miranda, 36, Jova Rural, São Paulo.

Autor do Release: Felipe Oliveira Ferreira

Fonte: assessoria de imprensa 

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Pediatra fala sobre os perigos da internet e as
 “aparições” da boneca Momo em vídeos infantis


É preciso impor limites e vigilância sobre os conteúdos vistos pelas crianças na web

Por Dra. Kelly C. O. Fardin
 Pediatra e Puericultura - CRM:113845

          Insônia, ansiedade, medo e agressividade são sintomas que não combinam com as crianças. No entanto, estas são algumas características da atualidade e, infelizmente, atinge também nossos filhos. Recentemente surgiram novos relatos de uma personagem assustadora, conhecida como “Momo”, que aparece no meio de vídeos infantis e tem provocado pavor e, até mesmo, pânico entre os pais, pois, segundo alguns relatos, ela incita as crianças a cometerem atos agressivos, suicídio e a matar outras pessoas. Realmente é algo para se preocupar e muito!

          De acordo com reportagens, a Momo aparece no meio de vídeos infantis na plataforma do Youtube Kids incitando os pequenos a cometerem atos de automutilação, suicídio e os ensina a encontrar objetos cortantes e potencialmente perigosos para ferir outras pessoas, incluindo os pais. Com tanta repercussão é natural que os pais e mães redobrarem suas atenções quanto aos conteúdos disponibilizados na ferramenta, assim como falem entre si sobre o que está ocorrendo. No entanto, especialistas no assunto, incluindo peritos do próprio Youtube, fizeram “varreduras” e buscas minuciosas na plataforma para rastrear possíveis aparições e nada foi encontrado. O Google, empresa que mantem e representa o Youtube e Youtube Kids, se pronunciou afirmando não conter nada na plataforma infantil e os supostos vídeos podem ter sido visualizados na rede “adulta”.

          Se é verdade ou não, neste momento atual, não sabemos. Fato é que esses assuntos de internet que viralizam na rede deixam nossos filhos (e nós também) amedrontados, pois assuntos como suicídio, assassinato e conteúdos impróprios vem à tona e causam furor mesmo. As crianças não possuem maturidade para discernir o que é certo ou errado. Mas o que fazer? Vejam as minhas dicas para minimizar o problema, garantir mais segurança digital e afastar nossos filhos de perigos pela web e no mundo real:

·         Não compartilhem vídeos com os personagens em questão (baleia azul, momo e outros).
·         Ensine as crianças e os jovens sobre navegação segura. Para os menores, existem aplicativos que restringem conteúdos de acordo com a faixa etária.
·         Estimulem seus filhos a relatarem quando, por exemplo, se sentirem inseguros, com medo de algo ou de alguém, especialmente quando um estranho quer conversar (pessoalmente e pela web) com ele, sem seu consentimento.
·         Entre os relatos, pais e mães dizem que seus filhos foram convidados para participar de desafios e receberam ameaças se não cumprissem as metas. Fale com as crianças sobre a importância de procurarem os pais caso isso ocorra de verdade.
·         Oriente-os para não ceder informações da família, rotina, local que frequenta, estuda ou gosta de ir com os amigos e familiares, seja pelas redes sociais ou pessoalmente.
·         Para as crianças que supostamente já viram a “Momo”, explique que não é real, trata-se de uma escultura, sem vida e não pode prejudicar ninguém. Acalme-as dizendo que o papai, a mamãe e os irmãos (se tiverem), assim como ela, estão seguros.
·         Não permitam que as crianças fiquem horas expostas ao uso de celulares, tabletes e computadores. Insira rotina e limite o uso destas ferramentas.
·         Por fim, fiquem atentos ao conteúdo ofertado para as crianças. Usufrua de atividades reais, em família e ou coletivas como jogar bola, jogos de tabuleiro e outras que possam tornar os dias mais alegres e divertidos, longe das telas de celular e computadores.


Entenda o que é a Momo:
          Criada pelo artista plástico japonês Keisuke Aiso, a Momo é uma escultura de uma cabeça e busto de mulher humana com pés de pássaro – Mother Bird (mãe-pássaro, em inglês), com um metro de altura, exposta em 2016 em uma galeria de arte em Tóquio. Segundo seu criador, foi inspirada em uma lenda japonesa de uma mulher que morreu no parto e retornou para “assombrar” as pessoas.

          Hackers e pessoas mal-intencionadas usaram a imagem da Momo (que é muito feia mesmo) para criar desafios e ameaças por meio das redes sociais, aliciando as vítimas para ligarem em um número de WhatsApp supostamente japonês e aguardar mensagens de ordens, ameaças e dicas de como se suicidar, mutilar, machucar e matar outras pessoas, incluindo os pais. Nos vídeos, a personagem mostra objetos cortantes e indica onde encontra-las em casa como, as facas, por exemplo. Até o ano passado a figura dessa personagem de filme de horror circulou entre boatos e Fakes News mundo afora promovendo medo e pânico.




Sobre a dra. Kelly C. O. Fardin: é pediatra e puericultura, com pós-graduação em Nutrição Materno Infantil, Consultora do Sono Infantil e Instrutora de Shantala. Atuou como médica pediatra e de emergência nos principais e mais renomados hospitais de São Paulo. Atualmente atende em consultório particular na Rua Voluntários da Pátria, 2128 – Sala 11 – Santana – SP – Fones: 11-2283-3865 / 11-2959-3554 / 11-98303-5786.  

Serviço:
Dra. Kelly C. O. Fardin
 Pediatra e Puericultura - CRM:113845
Facebook: @levepediatria
Instagram: Dra.Kelly_levepediatria
Consultórios:
Rua Voluntários da Pátria, 2128 – Sala 11 –Santana – SP
Fones: 11-2283-3865 / 11-2959-3554
Contribuição Textual: Jornalista Carina Gonçalves – MTB 48326 



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As Cores da Serpente 
Documentário de Juca Badaró 



O desafiador processo artístico de jovens grafiteiros em Angola, com a preocupação de fazer um registro que traduzisse o significado de colorir os Murais da Leba, uma estrada histórica com cerca de 20 quilômetros, na sinuosa Serra da Leba, no país africano, é a essência do documentário As Cores da Serpente, do diretor brasileiro Juca Badaró, que será lançado em São Paulo, com a presença de diretores e artistas, no dia 21 de março. Veja o trailer aqui.

O filme também entrará em exibição na mesma data em Brasília (DF), Porto Alegre (RS), Curitiba (PR). Diretores e artistas também participarão das estreias no Rio de Janeiro (RJ), em 28 de março, e em Salvador (BA), em 4 de abril.

Não se trata de um documentário contemplativo, nem expositivo, porque não se propõe a defender uma linha de pensamento à empreitada, segundo o diretor, até a sua conclusão.

A pintura dos 6.000 m2 de paredões foi realizada entre agosto e novembro de 2015. O Coletivo Murais da Leba foi formado por 27 artistas angolanos, das províncias de Luanda, Namibe e Huíla. Em  2018, os grafiteiros baianos Annie Ganzala, Ananda Santana e Eder Muniz participaram de uma nova pintura no mural, por meio do  projeto África e a Diáspora – Novas Conexões.

“Trabalhei na área de comunicação em Angola, e quando conheci o projeto, em 2015, resolvi registrar porque percebi que o que move os jovens artistas angolanos é a busca da própria identidade e das tradições, num país que viveu mais de 30 anos em guerra”, conta Badaró, com carreira consolidada em produções de TV, documentários e filmes de ficção no Brasil e no exterior.

A estrada-cenário de As Cores da Serpente começou a ser construída pelos portugueses no final do século XIX e só foi concluída às vésperas da independência de Angola, em 1974. Tornou-se um dos mais conhecidos pontos turísticos do país, na Serra da Leba, uma deslumbrante formação montanhosa que separa as províncias da Huíla e do Namibe. A via era necessária para facilitar o transporte de mercadorias e pessoas entre as duas províncias. O simbolismo e a mística do lugar são indescritíveis, inspiração que levou Badaró a imaginar um registro afetivo do processo de criação dos jovens artistas do grafite com suas motivações e desejos de transformação, desafiados a transfigurar os murais curvilíneos.

“Se imaginarmos uma intervenção artística capaz de dialogar com a história e o meio ambiente, estamos a falar de um bom motivo para fazer um filme”, defende o diretor.

Maior grafite da África
A ideia de criar a maior intervenção de grafite na África é do jornalista Vladimir Prata, que completará 40 anos em 8 de março. Nascido na capital Luanda, é diretor Jornal de Angola (o matutino oficial do país), na província de Namibe . Prata também foi o articulador da iniciativa. “Lançado em 2015, por ocasião do 40º aniversário da Independência Nacional de Angola, o projeto teve o propósito de transformar as pinturas da Serra da Leba na maior obra de arte em África a céu aberto”, conta.

“O Mural da Serra da Leba foi concebido para ser contínuo. Ou seja, de forma periódica, realizarmos novos grafites,  substituição daqueles que vão se deteriorando, entendendo que é um mural a céu aberto, submetido a alterações climáticas. Dos 6 mil metros quadrados de parede previstos, faltam cerca de 2 mil a pintar”, acrescenta.


O documentário também passa pelas experiências de artistas locais que trocaram conhecimento com grafiteiros de outros países, convidados pelo Coletivo.

Seja por meio da formação ou do intercâmbio cultural, a participação de artistas estrangeiros exerce um papel imprescindível no sentido de transcender os limites da arte de rua em Angola.

O objetivo maior é compreender o que se passa na consciência de artistas como esses, acostumados a não ter voz, e se vêm como protagonistas da maior intervenção artística de Angola numa transformação simultânea, que acontece dentro deles e no ambiente ao redor. Nesse sentido a narrativa do filme se apropria de uma linguagem em que a estética dos planos e o discurso fragmentado dos personagens dizem muito mais do que uma construção argumentativa, uma proposta cinematográfica condizente com a grandeza e poesia da Serra da Leba.

Um dos artistas protagonistas de As Cores da Serpente é o angolano António “Thó” Simões, de 46 anos. Ele pinta, faz colagens, cria arte urbana e digital, performances, instalações, filmes e fotografias. Filho da primeira geração de artistas do pós-independência, considera fundamental a passagem de conhecimentos e técnicas para os jovens artistas que entram no mundo da arte, encarando todo tipo de dificuldade para se estabelecer.

Um dos grafiteiros mais jovens a participar do projeto é o também angolano Manuel André Pedro, “Rafa”. Ele faz arte desde tenra idade, afirmando que nasceu com esse dom, o qual foi aperfeiçoando. "A arte é meu escape; eu vivo pela arte, assim como ela em mim vive", diz.

O filme foi produzido com recursos próprios e apoios financeiros. A Distribuição, pela Salvador Filmes e produtora Domínio Público, recebeu verba de incentivo fiscal. do Fundo Setorial do Audiovisual, por meio do edital Prodecine 03, de Distribuição.
 


Fonte: assessoria de Imprensa
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