Saúde - Hemofilia

Hemofilia: É possível viver bem!

Hematologistas explicam que, com tratamento individualizado, pessoas 
com hemofilia podem levar uma vida ativa, autônoma e livre



No Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde, há aproximadamente 11.500 pessoas com o diagnóstico de hemofilia. Uma doença hereditária que afeta principalmente os homens (99,9% das pessoas acometidas), mas, curiosamente, é transmitida pelas mulheres (a alteração genética afeta o cromossomo X).

Quem nasce com esta doença tem algumas proteínas necessárias para coagular o sangue (chamadas fatores de coagulação) em menor quantidade de que o normal. “Temos treze fatores de coagulação no sangue em nosso organismo, e quando há algum hematoma/machucado, é necessário que um vá ativando o outro para que se forme o coágulo. Se um estiver deficiente, diminuído ou ausente, esse ciclo não se fecha e o indivíduo continua sangrando”, explica Claudia Lorenzato, hematologista e hemoterapeuta, responsável pelo tratamento de coagulopatias no Paraná.

A médica ressalta que existem dois tipos de hemofilia, e que podem ser classificados entre leve, moderada e grave. Ahemofilia A ocorre por deficiência do fator VIII de coagulação do sangue e a hemofilia B, por deficiência do fator IX.

 Nos quadros graves há menos de 1% de atividade do fator de coagulação, moderado há entre 1 e 5% e os leves acontecem quando há entre 5 e 40% de fator no sangue da pessoa.

Ana Clara Kneese, hematologista da Santa Casa de São Paulo, afirma que os episódios de sangramento podem ocorrer logo no primeiro ano de vida do paciente. Nos quadros graves e moderados, os sangramentos repetem-se espontaneamente. Em geral, são hemorragias intramusculares e intra-articulares que desgastam primeiro as cartilagens e depois provocam lesões ósseas. As articulações mais comprometidas costumam ser joelho, tornozelo e cotovelo.
Apesar de ser uma doença sem cura, as especialistas destacam os importantes passos que contribuem para uma melhora na qualidade de vida de quem tem hemofilia.

1.     Diagnóstico precoce
“Diagnosticar precocemente e corretamente a doença é fundamental para evitar complicações decorrentes”, ressalta Ana Kneese. O diagnóstico de hemofilia ocorre a partir do histórico de hemofilia em parentes masculinos ou a partir da investigação de sangramentos espontâneos ou após pequenos traumas, podendo ser hematomas subcutâneos nosprimeiros meses de vida (após vacinas), sangramento muscular ou articular, majoritariamente, em meninos que começam a engatinhar ou andar, sangramento intracraniano após quedas, ou mesmo sangramento prolongado após procedimentos cirúrgicos ou extração dentária.

2.     Tratamento individualizado e prevenção
O tratamento consiste, basicamente, na reposição do fator de coagulação deficiente. Ou seja, pessoas que vivem com a doença dependem da reposição do fator deficiente por via endovenosa, também conhecida como terapia de substituição de fator VIII ou IX, que fornece ao corpo a proteína em falta.

A frequência e a dosagem das infusões de fator, por exemplo, vão depender da gravidade da hemofilia, dos hábitos do paciente, de seu peso, como ele tem respondido aos fatores infundidos. A hematologista de São Paulo explica que o ideal é evitar que exista uma primeira lesão/sangramento antes de se iniciar o tratamento. “Uma vez que a criança teve esse primeiro sangramento na junta, isso já inicia uma série de reações inflamatórias que após muitas repetições acaba por lesar. O que levará ao comprometimento ortopédico principal que os hemofílicos adultos e jovens apresentam”, explica.

Por isso, o tratamento preventivo, chamado de profilaxia, é o mais recomendado. E consiste na reposição regular do fator deficiente a fim de manter seus níveis suficientemente elevados, mesmo na ausência de hemorragias, para prevenir os episódios de sangramentos. Esta é uma prática mundial, em que o incômodo das infusões rotineiras é recompensado com a diminuição dos sangramentos.

Ou seja, com um tratamento adequado, a hemofilia não precisa trazer limitações à vida das pessoas e muitas conseguem levar uma vida normal, exercendo uma profissão, frequentando escolas e universidades, inclusive praticando esportes. “Os exercícios atuam no condicionamento físico e no fortalecimento da musculatura, ajudando a diminuir a dor e os sangramentos nas articulações”, completa Claudia Lorenzato. A médica reforça que, apesar de todas as atividades serem potencialmente possíveis, aquelas de menor impacto são as mais indicadas.

Federação Brasileira de Hemofilia
O mês de abril é marcado pelo Dia Mundial da Hemofilia (17) e ações em todo país reforçam a busca, em todo o mundo, pela melhoria da qualidade de vida dos portadores desta doença. 

Para conscientizar a população, sobre os seus direitos que vão desde o acesso ao diagnóstico, acompanhamento médico e tratamento com medicamentos pró-coagulantes pelo SUS, a Federação Brasileira de Hemofilia (FBH) está apoiando as Associações Estaduais e Hemocentros de todo o País na realização de ações alusivas à data.

Promovidas desde o dia 6 de abril, as ações ocorrem em Minas Gerais, Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe, Tocantins. O calendário das ações está disponível no site: www.hemofiliabrasil.com.br.


Fonte: Assessoria de imprensa
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Gastronomia - Mexcla

Você acha que já viu de tudo na praça de alimentação?
Venha conhecer o Mexcla

Em pouco mais de um ano, já são oito lojas em São Paulo e Campinas



A inspiração é mexicana, mas o Mexcla é uma rede de fast-casual, lançada há pouco mais de um ano na capital paulista.  Ao contrário do que é esperado para uma praça de alimentação, a proposta do Mexcla é trabalhar apenas com ingredientes frescos, preparar a comida todos os dias e ter receitas artesanais com temperos especiais.

“Historicamente, a realidade da praça de alimentação é comida servida rapidamente, com custo acessível e, de modo geral, muito industrializada ou pré-pronta. O Mexcla veio para mudar isso. Preparar comida em praça de alimentação todos os dias não é para qualquer um. Não temos micro-ondas e nossa equipe utiliza facas de chef para preparar os alimentos que servimos. Nossa cozinha aberta permite a visualização de tudo o que cozinhamos aqui diariamente, para que nossos clientes tenham o melhor sabor aliado à qualidade”, explica Ryan Trierweiler, presidente do Mexcla.

As refeições do Mexcla se apresentam em cinco formatos: burrito, taco, bowl, salada ou sopa, com mais de 20 possibilidades de complementos. Entre eles estão itens como arroz, feijão e carnes, porém apresentados de forma inovadora e com sabores marcantes. A marca combina receitas inovadoras com técnicas tradicionais de cozinhar e o cardápio se completa com chá orgânico ou suco natural e um brownie com especiarias.

Com oito lojas abertas, sendo sete na cidade de São Paulo e uma em Campinas, o Mexcla se destaca também pelo seu visual clean e decoração contemporânea. Ao longo deste pouco mais de um ano, a empresa tem mudado o que se pode esperar de uma praça de alimentação. Para saber mais sobre a marca, acesse o site www.mexcla.com.br ou os canais sociais da rede Facebook.com/mexclabrasil e Instagram.com/mexclabrasil.


Fonte: Talquimy Comunicação
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Mercado e Carreira - Empresa Familiar

Empresa Familiar – Problemas e Soluções


O empresário e a empresa não são a mesma coisa e muito menos a mesma pessoa!

Por Rafael Nunes / Facilitare Coaching

 Ao falar sobre empresas familiares é comum idealizarmos a imagem de parentes atuando profissionalmente dentro de uma instituição, sempre, de maneira harmônica e convivendo como se estivessem em reuniões de aniversário, por exemplo. No entanto, vale ressaltar que na prática não é bem assim que funciona.

Depois de visitar diversas empresas familiares, pude constatar alguns problemas comuns à todas elas e, com a bagagem e experiência profissional que possuo, posso sugerir soluções possíveis e aplicáveis em cada uma delas. Mas antes disso, ressalto que é extremamente necessário entender que o empresário e a empresa não são a mesma coisa, muito menos, a mesma pessoa. As responsabilidades de um e de outro são muito diferentes, assim como o dinheiro, o patrimônio, os direitos e deveres!

E é, também, verdade que o empresário é responsável por fazer com que a empresa evolua, lucre e cumpra com suas obrigações, no entanto, a empresa e empresário são duas entidades diferentes e separadas, o que promove muita confusão e conflitos de interesses entre as partes. Outro ponto necessário a destacar é que o empresário não tem obrigatoriedade de empregar toda a família em sua empresa! Antes de tudo, é preciso entender as necessidades dos familiares e também as necessidades da empresa!

Agora que comentei sobre algumas das principais razões para os problemas em empresas familiares, vou esclarecer de maneira sucinta alguns tópicos considerados mitos e verdades.


1 – Definição de Pró-labore

Normalmente o empresário familiar não possui um pró-labore definido, pois falha em mensurar quanto vale o seu trabalho. O que acontece, em geral, é que o seu salário é igual ao que sobra no caixa da empresa no final do mês e, ou ainda pior, o salário é igual à soma de todas as suas contas pessoais! Um erro comumente complicador para as finanças empresariais e pessoais. Para evitar problemas, o ideal é que todos os familiares que trabalham na empresa tenham seus salários/pró-labores definidos e o recebam na mesma data aos de todos os outros funcionários.

2 – Misturar Contas Pessoais e Empresariais

Lembra que a empresa e empresário não são a mesma pessoa? Logo, as contas bancárias também não podem ser as mesmas! Utilizar a conta bancária da empresa para efetuar pagamentos pessoais complica o controle do que é gasto institucional ao que é gasto do empresário. Decorrente desta ação, o cálculo preciso da lucratividade da empresa pode não ser viabilizado ou até mensurado. Como solucionar? A saída para este problema é óbvia: cada sócio deve ter uma conta bancária separada e a empresa realiza a transferência mensal do pró-labore do empresário e, quando combinado, o repasse da participação nos lucros. Não pode haver fluxo constante de dinheiro indo e vindo entre essas contas.

3 – A Profissionalização
Há uma ideia geral de que o empreendedor é aquele cara que faz tudo dentro da sua empresa: faz as vendas, atende o cliente, é o diretor de marketing e diretor financeiro. Enfim, é o responsável por tudo que acontece. Sinceramente, não sei de onde surgiu tal ideia. Na verdade, é absolutamente impossível ser bom em tudo o que tange a administração de uma empresa e isso é sentido depois de dolorosas perdas, quando o empresário ou dono de uma empresa familiar se conscientiza disso. O próximo problema a ser tratado é saber quem o empresário deve contratar.  Aquele familiar desempregado que não faz a menor ideia de como realizar as atribuições do cargo que lhe é dado ou alguém qualificado para exercer a função corretamente? Reflita e convenhamos, não é porque a pessoa é um parente seu que você pode contratá-lo para exercer qualquer função em sua empresa.

4  – A Hierarquia
  Em empresas familiares, ainda, existe falta de hierarquia. Enquanto familiares, as pessoas se sentem mal por serem contrariadas por alguém da própria família e em determinados momentos, não se atentam ao fato de que quem está “mandando” ou corrigindo sua conduta ou o trabalho executado é o seu chefe e não um familiar. Solução: estabelecer claramente as regras de relacionamento na empresa indicando que são diferentes daquelas exercidas dentro da família. A regra vale tanto para o subordinado, quanto para quem detém o cargo de chefia, afinal, a postura do chefe deve ser de liderança, porém, igualmente adequada ao ambiente empresarial e às relações de trabalho.


5 – Correr atrás dos problemas
       Em empresas familiares, em geral, as pessoas correm o tempo todo atrás de soluções de problemas que surgem um atrás do outro e não há “folga” para que o empreendedor e ou empresário consiga realizar possíveis estratégias. Solução: o empresário deve parar por um tempo e olhar de fora o problema, sem interferir na execução. Assim será possível criar metas e procedimentos para aplicação de conduta de forma eficaz, sem perda de tempo.


6 – Transição
Este é um dos tópicos mais polêmicos, pois muitos pais acreditam que podem sair de cena na empresa a qualquer momento, só porque os filhos trabalham nela e, muitas vezes, não se planejam para deixá-los tomar conta e ou ao menos prepará-los para assumir tamanha responsabilidade. Há ainda o fator de não saberem também se os filhos almejam ou não tais cargos. Solução: criar diálogos francos entre as partes, abordar interesses, vontades e estabelecer um calendário sobre como e quando as coisas podem acontecer. Criar um planejamento possível de ser aplicado ao longo de um período antes da substituição de administradores.

7 – Conclusão:
Para o bom funcionamento de empresas familiares é interessante criar regras e colocá-las em prática como em qualquer outra instituição. É necessário estabelecer metas e considerar fatores primordiais sobre o talento de cada familiar e como podem contribuir efetivamente para o crescimento da empresa como um todo.

Saiba mais sobre Rafael Nunes:
Rafael Nunes Graduado em Direito pela PUC-SP e Pós-Graduado em Administração de Empresas pela FGV.  Rafael Nunes é empresário e decidiu seguir o caminho do empreendedorismo. Seu currículo é ainda composto por certificados de Personal & Professional Coach e Executive & Alpha Coaching pela SBC - Sociedade Brasileira de Coaching, tendo participado também dos Fóruns Internacionais de Negócios e Coaching de 2016 e 2017. Atualmente, é facilitador de cursos de empreendedorismo direcionados ao desenvolvimento e capacitação empresarial, inclusive o curso EMPRETEC, ministrado pelo SEBRAE e possui experiência como Coach em diversos segmentos, voltados para quem sonha em ter seu próprio negócio, empresários com suas empresas já constituídas, colaboradores cuja meta é ser promovido ou mudar de empresa, jovens que buscam entrar no mercado de trabalho, atletas que buscam melhor desempenho, atletas profissionais, entre outros casos mais específicos. Todo esse estudo e experiência são transferidos à Facilitare, fazendo com que a empresa seja capacitada a oferecer soluções ideais para seus clientes. Para saber mais, entre em contato: 11-4564-3761 /  contato@facilitarecoaching.com.br / www.facilitarecoaching.com.br

Sobre a Facilitare Soluções:
Empresa que atua com processos de Coaching para todos os níveis de colaboradores, inclusive para sócios ou proprietários do negócio. Preza acima de tudo pela ética, transparência, honestidade e respeito, não apenas para seus clientes, mas, também, por seus fornecedores, colaboradores, concorrentes e pela sociedade como um todo. Tem como proposta principal contribuir de maneira positiva para um mundo melhor e mais próspero a partir de seus produtos e serviços focados para empresas e profissionais de diversos segmentos. Para Rafael Nunes, sócio-diretor da Facilitare Soluções, “uma das formas disso acontecer é quando pequenas e médias empresas obtêm sucesso e seus colaboradores, mesmo aqueles de grandes empresas, conseguem se desenvolver e atingir seus objetivos”.

Informações para a Imprensa:
Agência Informação Escrita / Agência JCG Comunicação e MKT
Jornalista Carina Gonçalves – MTB 48326
11-4113-6820 / 11-98092-6021


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Saúde infantil

Esqueça o que dizem as pesquisas: 
converse com o seu filho sobre  peso!


A obesidade e os distúrbios alimentares são prevalentes em adolescentes. Há preocupações que os esforços de prevenção da obesidade podem levar ao desenvolvimento de um distúrbio alimentar


Ultimamente, uma série de estudos recomenda um conselho aos pais: deixe o peso fora das conversas com seu filho relacionadas à saúde. “Concordo com isso, até certo ponto. É benéfico não abordar o problema da criança a todo instante e evitar comentários desagradáveis sobre o peso em geral”, afirma o pediatra e homeopata Moises Chencinski (CRM-SP 36.349). Em outras palavras, os pesquisadores recomendam que os pais não se envolvam em “conversas sobre  peso”. Em vez disso, eles devem se concentrar na abordagem de hábitos saudáveis ​​e da importância de cuidar do próprio corpo.

Um relatório de 2016 da Academia Americana de Pediatria (AAP) coloca o tema desta forma:

“Vários estudos descobriram que a ‘conversa sobre peso’ dos pais limita-se a encorajar seus filhos a fazer dieta ou a falar sobre sua própria dieta, estando relacionada ao excesso de peso... E quando o foco da conversa são os comportamentos alimentares saudáveis, os adolescentes com sobrepeso tendem a não seguir a dieta e adotar práticas de controle de peso insalubres...”.

De nenhuma conversa a um assunto tabu

De alguma forma, as conversas sobre peso se transformaram em um tabu para as famílias. Isso porque, quer gostemos ou não, as crianças estão crescendo em um mundo com atitudes anti-gordura e com uma mídia que idealiza ser magro. Assim, mesmo se um pai evita essa conversa, a criança pode ver, ler e vivenciar algo diferente. “De acordo com o relatório da AAP, metade das adolescentes e um quarto dos meninos estão insatisfeitos com seus corpos, o que aumenta o risco de práticas de controle insalubres, como dietas malucas, algo que metade das adolescentes e um terço dos meninos já fez”, destaca o pediatra, que é membro do Departamento de Pediatria Ambulatorial e Cuidados Primários da Sociedade de Pediatria de São Paulo.

Os pesquisadores também descobriram que uma boa parte dos adolescentes que faz dieta não apresenta nem mesmo sobrepeso, de acordo com os padrões de IMC. Em um estudo, as meninas adolescentes com peso normal que se percebiam com sobrepeso eram 30% mais propensas a se tornarem obesas doze anos mais tarde e os meninos 89% mais propensos na idade adulta. Por que os adolescentes que se sentem gordos têm maior probabilidade de engordar? Porque, segundo os pesquisadores, eles fazem dietas para tentar perder peso.

Os maus hábitos alimentares são responsáveis ​​pela epidemia de obesidade, mas a dieta é um fator de risco real, embora sub-representado. Definido pela Associação Americana de Pediatria (AAP) como "restrição calórica com o objetivo de perda de peso", a dieta aumenta o risco de obesidade e de distúrbios alimentares. O relatório da AAP afirma que: "essas descobertas e outras sugerem que a dieta é contraproducente para os esforços de controle de peso. Dieta também pode predispor a transtornos alimentares".

Por que a dieta tem esse efeito?

“A dieta pode ser prejudicial por uma série de razões. Em primeiro lugar, a restrição alimentar - a tentativa de eliminar alimentos saborosos - encoraja o cérebro a concentrar-se ainda mais em alimentos saborosos. Em segundo lugar, a perda de peso reduz a taxa metabólica não apenas durante esse período, mas posteriormente também. Quando as pessoas retornam aos níveis alimentares de antes da dieta, uma menor taxa metabólica pode aumentar o risco de ganho de peso futuro. E por último, existe ainda algo que os pesquisadores chamam de ‘excesso de gordura. Quando o peso é recuperado após a perda, mais gordura é acumulada, mesmo quando a pessoa pesa o mesmo que antes de emagrecer. O ‘excesso de gordura’  é mais problemático em indivíduos mais magros”, diz o pediatra.

E não podemos esquecer o fato de que as crianças e adolescentes estão em crescimento, o que potencialmente piora esses efeitos. Por exemplo, pular refeições, durante a puberdade, pode resultar em fome implacável que provoca um comer fora de controle.

Estigma do peso

Mesmo que uma criança tenha a sorte de não sentir insatisfação corporal e fazer dieta, ainda há o problema do estigma de peso. 90% dos adolescentes dizem ter testemunhado um par sendo intimidado devido ao seu peso. O peso corporal é a razão mais comum para bullying, superando raça, religião ou orientação sexual. “De acordo com um relatório do Centro Rudd de Política Alimentar e Obesidade da Universidade de Yale, o estigma do peso aumenta o risco de depressão, má imagem corporal, pensamentos suicidas e hábitos pouco saudáveis, como dietas malucas e comportamentos sedentários. E aqui está o motivo: o estigma do peso aumenta a probabilidade de alguém ficar obeso ou ganhar peso ao longo do tempo”, informa Chencinski.

Dada esta realidade, como não conversar sobre o peso com os filhos para ajudá-los, apoiá-los e orientá-los? Como podemos ter certeza que eles estão no caminho certo só porque não falamos de peso?

Iniciar um diálogo

Para Chencinski, todos os pais precisam ter conversas abertas e honestas com seus filhos sobre como eles se sentem sobre o seu peso, tamanho e forma.  “Os pais podem incentivar os filhos a apreciar seus corpos, a evitar julgar os outros e a aprender o que é uma boa alimentação. Eles podem ir além e corajosamente compartilhar seus próprios desafios, já que quase todos são afetados pela sociedade obsessiva pelo peso. Varrer o peso para debaixo do tapete, tornando o  assunto um tabu só irá reforçar a sua fortaleza sobre os jovens”, defende o médico.


CONTATO:


Fonte: MW-Consultoria de Comunicação & Marketing em Saúde
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Maior Arraiá de São Paulo e 100% Vegano!

Maior Arraiá de São Paulo e 100% Vegano!



A VegNice, pensando na preservação dos bens gastronômicos brasileiros em harmonia com todos os seres, promove a Grande Festa Junina Vegana, que em sua 4º edição de sucesso em SP apresenta novidades sendo uma delas a variedade de datas e local.

A maior Festa Junina de SP  e Vegana acontecerá em todos finais de semana de junho(sextas,sábados e domingos) e será no local onde posteriormente será inaugurado o Vegan Park(1° galeria vegana do mundo).

Confirme presença no link oficial do eventohttps://goo.gl/d5pBU6

Nos fartos festejos juninos sempre encontraremos diversos tipos de doces e salgados típicos e na versão vegana, essa alegria e delicias se estende a todos os seres vivos, pois a tradição culinária, cultural  e festiva está sendo de alguma forma mantida e sem causar sofrimento e morte aos animais . 

Entre os pratos típicos teremos: bolo de milho, de aipim, de batata, de massa puba, chá de amendoim,  pé de moleque, pamonha, aluá, cuscuz, paçoca moída na hora no pilão de madeira, café da roça feito diretamente no fogão à lenha e vários pratos típicos juninos adaptados como: Buraco quente com Jaca louca, canjica e arroz doce sem lactose feito com leite de amêndoas, bolinho caipira recheado de linguiça vegetal, bolos sem glúten etc. 

É garantido que na Festa Junina Vegana o sabor e benefícios superam todas as expectativas.

Haverão também expositores com artesanatos e produtos industrializados, todos produtos são sustentáveis. A feira também ajudará ONGs de proteção animal e promoverá dentro do evento um espaço para adoção de pets resgatados. 




O ambiente será animado com musica ao vivo, quadrilha junina, área kids e pets são muito bem vindos! 

Quanto?
Entrada gratuita! Se o coração permitir leve doação de pacote de ração para os pets resgatados que estarão na feirinha de adoção, esse gesto faz enorme diferença na vida deles!

Quando?
Todas sextas, sábados e domingos de junho.
Horários: Sexta das 18h as 22h / Sábado  das 13h as 22h / Domingo 13h as 20h


Local: 
Onde posteriormente será inaugurado o Vegan Park(1° galeria vegana do mundo)
Av. Conselheiro Rodrigues Alves, 83 , Vila Mariana - ao lado do metrô Ana Rosa

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Gastronomia - Pizza sem lactose

Pizza sem lactose mas com mesmo sabor 
agrada todos os tipos de paladares



Pensando nas pessoas que são intolerantes à lactose e evitam deliciar uma boa pizza, a Pizzaria Todo Sabor lança mais uma novidade no âmbito gastronômico: massa sem lactose, rica em nutrientes benéficos à saúde.

Mas não para por aí, a massa sem lactose também é ideal para quem não possui restrições alimentares mas quer evitar ganho de peso, afinal é possível mesclar muitos sabores com legumes e verduras.
“Por termos uma massa finíssima, já garantimos que a pizza seja leve e com os grãos integrais a tornamos ainda mais nutritiva”, explica o proprietário, João Roberto.

Localizada na Lapa, Zona Oeste de São Paulo, a pizzaria com ambiente muito aconchegante, conta com mais de 80 sabores de pizza em seu cardápio, entre eles: Vegetariana, que acompanha escarola, palmito, brócolis, rodelas de tomate e champignon, e os Cornecciones, uma massa de pizza integral em formato aperitivo servida nos sabores Aglio e Olio.


Sobre a Pizzaria Todo Sabor: 
A Pizzaria Todo Sabor surgiu depois que o proprietário João Roberto com experiência de mais de 20 anos, decidiu se tornar empreendedor e abrir a própria pizzaria. Junto com a filha o empresário e pizzaiolo dirige a pizzaria há quatro anos.
Pizzaria Todo Sabor
Endereço: R. Caio Graco, 410 - Vila Romana, zona Oeste - São Paulo  SP
Telefone: (11) 3676-1945
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Vacina da gripe

Vacina da gripe – saiba tudo sobre o combate a H1N1

Neste ano a vacina sofreu alterações para imunizar ainda mais os pacientes




Por Dra. Priscila Zanotti Stagliorio

A vacinação contra a gripe já está à disposição da população na rede pública e particular. O governo brasileiro estima vacinar cerca de 54 milhões de pessoas que estão no grupo prioritário, incluindo bebês, crianças até 5 anos, gestantes, mães que tiveram filhos nos últimos 45 dias, maiores de 60 anos, pacientes de doenças crônicas e professores que foram integrados a listagem
Neste ano a vacina sofreu algumas alterações em sua imunização, reforçando ainda mais o efeito benéfico para manter a saúde, evitar gripes e complicações decorrentes. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) a cada ano são realizados estudos que definem a composição da vacina, tanto para o Hemisfério Sul como Hemisfério Norte, e, neste ano de 2017, foi alterado um componente com base no vírus influenza que circulou em anos anteriores. Abaixo vou explicar um pouco mais sobre a vacina e quais as suas recomendações.

Sobre a gripe:
A gripe é uma doença viral que acomete as vias respiratórias, inflamando-as e, em sua maioria de casos, não decorre para complicações sérias. No entanto, uma pequena porcentagem de pessoas infectadas tende a apresentar complicações que requerem cuidados imediatos e até internações. O índice de mortalidade é inferior a 1%, e acontecem em pacientes com doenças crônicas. O maior problema da gripe é o fato de ser altamente contagiosa e atingir milhões de pessoas a cada novo ano e, ainda, a vacina não é eficaz no ano seguinte devido as mutações frequentes do vírus. Por isso é importante manter o calendário de vacinação correto e atualizado, em cada faixa etária. 

Contágio:
O contágio ocorre de pessoa para pessoa por meio de gotículas emitidas em espirros e tosses. Quando outra pessoa inala (pela garganta ou nariz) essas gotículas invisíveis aos olhos, contrai o vírus. Também, pode contrair a partir do contato direto em objetos e locais contaminados como, por exemplo, a criança leva a boca um brinquedo do qual outra criança “lambeu” e deixou-o contaminado. O vírus permanece vivo por até 72 horas nos ambientes e até 10 horas em superfícies como corrimão de escada, maçanetas e torneiras.

Sobre a Vacina da Gripe:
No Brasil, a vacina da gripe é composta por vírus morto, da qual contém apenas algumas proteínas do vírus influenza, também conhecidos como antígenos, que estimulam o nosso corpo a criar anticorpos contra os vírus que sofrem mutações constantes e podem ficar mais resistentes a cada novo ano. Desde 2010, a vacina não tinha sofrido alterações, mas, neste ano de 2017, a vacina terá uma nova cepa do vírus Influenza A/H1N1 com o objetivo de evitar uma epidemia como similar como ocorreu no ano passado.
Atualmente existem três tipos de vacinas: fracionadas; de subunidades; e de vírus inteiros. Nos laboratórios e postos de vacinação brasileiros estão disponíveis apenas as vacinas de vírus fracionado e de subunidades. A vacina trivalente deste ano (2017) é composta pelos vírus Influenza A (H1N1), subtipo Michigan/45/2015; Influenza A (H3N2), subtipo Hong Kong/4801/2014; Influenza B, subtipo Brisbane/60/2008. Para a vacina Influenza tetravalente, além dessas três cepas, também terá o vírus Influenza B, subtipo Phuket/3073/2013.

Quem pode se vacinar:
Na rede pública a vacina contra a gripe está disponível para mulheres gestantes, que tiveram filhos nos últimos 45 dias, para crianças entre 6 meses e 5 anos, maiores de 60 anos e para portadores de doenças crônicas (diabetes, asma, bronquite, entre outras). Na rede particular é possível vacinar outros públicos, mas sempre é importante ter a recomendação do pediatra e ou médico da família.


Sintomas da gripe:
Os principais sintomas da gripe, especialmente em crianças, são:  febre alta (acima de 38,5º), calafrios, mal-estar, tosse seca, dor abdominal, náusea e vômitos, dor muscular, otite, dificuldade de andar, conjuntivite e mialgia. Os sintomas aparecem começam a dar sinal entre 2 e 4 dias após a incubação do vírus e pode ser transmitida até uma semana depois.

Diagnóstico e Tratamento:
O diagnóstico só é possível com o parecer médico, do qual realiza exames físicos e, quando indicado, exames laboratoriais. Após a avaliação do profissional médico será possível determinar quais serão os tratamentos mais indicados – podendo, inclusive, manter o paciente sob observação clínica em casos mais crônicos.

Dicas:
- Com os dias mais frios é comum fecharmos janelas e evitar correntes de ar (vento) dentro de casa, em escolas e locais de grande concentração de pessoas. Deve-se, por recomendação, sempre arejar esses locais para renovação do ar e assim, dissipar o vírus e possível contágio.
- Manter as mãos sempre higienizadas e lavadas com água e sabão. Ou usar álcool gel 70º, sendo o único capaz de matar o vírus.
- Higienizar brinquedos e objetos compartilhados por crianças e adultos.
- Nos primeiros sinais de doença, gripes ou resfriados, evite expor a criança em ambientes coletivos e ou fechados como escolas, cinema, shoppings, entre outros. O mais importante é, antes de tudo, leva-la ao médico para uma avaliação precisa e receber o diagnóstico correto.
- Manter a hidratação é importante, assim como uma alimentação balanceada e adaptada para cada faixa etária.
- Na dúvida, entre em contato com o/a pediatra e marque uma consulta presencial. Recorra ao pronto socorro infantil em casos de emergência, pois nestes locais há grandes concentrações de bactérias e vírus, e se a criança estiver com a imunidade baixa pode “ganhar” outras doenças.


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Sobre Dra. Priscila Zanotti Stagliorio
É médica pediatra há mais de dez anos, atua na zona norte de São Paulo, em consultório particular, no Pronto Socorro do Hospital São Camilo – unidade Santana, e na rede Dr. Consulta – unidades Tucuruvi e Santana. Em seu currículo possui diversas participações em congressos, cursos de especialização e atuações em prontos socorros, clinicas e ambulatórios médicos da grande São Paulo – Capital. Oferece curso personalizado para gestantes e mamães com recém-nascidos, com o objetivo de ajudá-las na mais importante missão de suas vidas: ser mãe. Para solicitar informações sobre os cursos escreva para:  priscilazs@yahoo.com.br / dicasdepediatraemae@gmail.com / contato@jcgcomunicacao.com - coloque no assunto a informação que deseja saber e ou solicitar. O consultório está localizado na Av. Leôncio de Magalhães, 395, Santana- SP / 11- 2977-8697.



Colaboração textual:
Agência Informação Escrita / Agência JCG Comunicação e MKT
Jornalista Carina Gonçalves – MTB 48326

11-4113-6820 / contato@jcgcomunicacao.com
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