Cultura

Museu do Butantan promove
 oficina de autorretrato em relevo

A iniciativa faz parte da grande mostra “Mais que Humanos, Arte no Juquery” que está em cartaz no Museu de Saúde Pública em parceria com o Complexo Hospitalar do Juquery


O Museu de Saúde Pública Emílio Ribas, pertencente ao Instituto Butantan, em parceria com o Museu Osório César do Complexo Hospitalar do Juquery, promovem neste mês de setembro a oficina Toque. A iniciativa faz parte da grande mostra “Mais que Humanos, Arte no Juquery” que ficará em cartaz até fevereiro de 2017.

A oficina de autorretrato facial em relevo será realizada em dois módulos, sendo que em uma delas os visitantes produzirão autorretratos feitos de papel machê. O trabalho será orientado por Hélio Schonmann, artista visual e coordenador do projeto TOQUE. A atividade integra o projeto da curadoria educativa, concebida pela artista visual e pesquisadora Lilian Amaral.

As peças serão incorporadas à instalação Toque, que tem o objetivo incentivar a criação do observador, incluindo as pessoas com deficiência visual. A instalação de parede é conjunto modular de autorretratos em relevo. Um trabalho que discute vínculos e tensões entre identidade individual e identidade coletiva, na sociedade contemporânea.

Além desta oficina programada para o mês de setembro, a programação da mostra “Mais que Humanos, Arte no Juquery” conta com mesas redondas, conversas literárias, cine-debates, oficinas, mostras e intervenções artísticas. Estão expostas mais de 100 obras de pacientes que estiveram em condição manicomial e frequentaram o Ateliê Livre criado pelo psiquiatra Dr. Osório César, na década de 1950: esculturas em argila, pinturas e também algumas peças do mobiliário histórico da instituição.

Para o público espontâneo (população em geral a partir dos 12 anos de idade) a visita é livre, podendo ser feita com ou sem o acompanhamento dos educadores. Também é possível agendar uma visita mediada na recepção do museu.

Para grupos escolares (ensino fundamental II em diante), a partir de 15 pessoas, é necessário agendamento, sendo oferecidas atividades educativas específicas para os grupos.

O Museu de Saúde Pública Emílio Ribas do Instituto Butantan fica localizado na Rua Tenente Pena, 100, no bom Retiro na Capital. Mais informações e a programação completa estão disponíveis no site www.butantan.gov.br

Serviço:
Museu de Saúde Pública Emílio Ribas
Oficina Toque
Data: 1 e 2 de setembro
Horário: 13h30
Inscrições: museuer.ib@butantan.gov.br
Mostra “Mais que Humanos, Arte no Juquery”
Data: de agosto a fevereiro de 2017

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Cultura

Quarta edição do MIRADA} Festival Ibero-Americano de Artes Cênicas de Santos conjuga inovação estética e pensamento crítico

Mais de 40 espetáculos compõem a programação dessa nova edição do evento. Desses, 28 são internacionais. A Espanha é o país homenageado e traz produções inéditas no Brasil.

Figura 1- Espetáculo 4, com direção de Rodrigo García, 
do coletivo espanhol La Carnicería Teatro, abre o Mirada no dia 8 de setembro no Sesc Santos

Trabalhos que correlacionam o pensamento crítico à busca permanente por inovação em temas, técnicas e formas de abordar a arte constituem a tônica da quarta edição do MIRADA} Festival Ibero-Americano de Artes Cênicas de Santos, evento bienal realizado pelo Sesc que acontece de 8 a 18 de setembro de 2016 em Santos e mais cinco cidades do litoral paulista (Praia Grande, Guarujá, Bertioga, Cubatão e São Vicente).

Essa nova edição do Mirada tem em sua programação 43 espetáculos originários de 10 países da América Latina, Portugal e Espanha. Ou seja, 12 nacionalidades representadas por meio de peças, performances, intervenções urbanas e uma instalação. Trata-se de um panorama que potencializa a capacidade de o teatro e a dança reagir diante das singularidades histórica, social, política e econômica, evidenciando a força da arte politicamente engajada sem perder de vista a ambição poética e a pluralidade estética.

As quatro edições do festival tiveram curadoria do conselho diretivo do Festival composto pelo diretor do Departamento Regional do Sesc São Paulo, Danilo Santos de Miranda; pela pesquisadora e educadora Isabel Ortega, brasileira radicada na Espanha; pelo diretor do Teatro Mayor de Bogotá, Ramiro Osório; e pelo diretor artístico do Festival Ibero-Americano de Teatro de Cádiz, Pepe Bablé.

Para Danilo Santos de Miranda “chegamos à quarta edição do Festival com representantes de 12 países, tendo a Espanha como país homenageado, o que permite reafirmar o caráter de integração entre os povos e culturas desse extenso território afetivo, como objetivo central da proposta. Além disso, mantém-se o lugar privilegiado para trocas de saberes e diálogos multilaterais, notadamente com a incorporação de demandas supranacionais nas pautas discutidas em comum”.

Prestigiada no circuito internacional devido à consistência de sua produção contemporânea, Espanha é o país homenageado em 2016 e traz oito montagens, sendo a maior parte de espetáculos inéditos no Brasil. produção brasileiravem representada por 15 obras convidadas, provenientes de diferentes regiões do país. Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Cuba, Equador, México, Peru, Portugal e Uruguai trazem trabalhos significativos da cena contemporânea.

O público é estimulado a uma viagem de 11 dias por uma programação que contempla assuntos urgentes de nossa época, como família, gênero, racismo, identidade, cidadania, espaço público, ditadura, justiça, terrorismo e refugiados. Essa variedade de temas vai atingir espectadores adultos e infantojuvenis durante a temporada que ocupa, para além dos espaços do Sesc Santos, outros edifícios históricos de relevância cultural e espaços não convencionais da cidade, como a sala Princesa Isabel, no Palácio José Bonifácio, a Fortaleza da Barra - fortificação construída no Guarujá em 1584 - e as catraias do bairro do Paquetá, na zona portuária de Santos.

Espanha presenteia o Mirada com montagens significativas. De Madri, a catalã Angélica Liddell traz ¿Qué Haré yo con esta Espada?, cuja estreia mundial recente ocorreu em julho no Festival de Avignon, na França. Notabilizada pelo radicalismo no campo da performance, a artista contrapõe o racionalismo de atos canibais ou terroristas ao sagrado. Ainda de Madri, o argentino Rodrigo García, do coletivo La Carnicería Teatro, critica o triunfo do consumismo nas sociedades, em 4. De Barcelona, os diretores Roger Bernat e Yan Duyvendak levam o príncipe shakespeariano ao banco dos réus em Please Continue, Hamlet. A experiência delega ao espectador o papel de protagonista e converte a sessão em audiência de tribunal. Na intervenção urbana Fugit, a Compañía Kamchàtka, da Catalunha, propõe um percurso itinerante por ruínas, terrenos abertos e ambientes fechados para questionar a situação dos refugiados pelo mundo.

A noção de repertório é outro eixo do Festival. Vencedora do Leão de Prata na Bienal de Veneza de 2015, pelo caráter inovador de suas montagens, a também espanhola Agrupación Señor Serrano comparece com duas:Birdie, que discute o fenômeno da miragem, e Brickman Brando Bubble Boom, uma reflexão a partir da especulação imobiliária no país e disseminada a outras artérias do capitalismo global. Andante mostra a pesquisa estética na trajetória da companhia Markeliñe, fundada em 1987 em Bilbao, País Basco, e Libertino, de Marcos Vargas & Chloé Brûlé, espetáculo de flamenco sintetizado em música e dança de raízes ciganas da Andaluzia, acompanhado por palmas, sapateado e violão.

Portugal comparece com três trabalhos. A dupla Ana Borralho e João Galante apresenta duas de suas obras: Untitled, still lifeuma exposição das artificialidades ou ilusões de como as imagens alavancam histórias através do tempo, e World of interiors, em que o espectador é convidado a atentar à escuta e seus múltiplos sentidos. Zululuzu, do Teatro Praga, relê a historiografia de Fernando Pessoa e faz uma homenagem ao escritor e à África do Sul.

Mesclando dimensões nativas e urgentes, a Trilogía Boliviana, do coletivo Kiknteatr e do diretor e dramaturgo Diego Aramburo, delineia três peças independentes com o intento de transmitir uma percepção crua, atual e menos romântica daBolívia, onde cerca de 70% da população é de origem indígena e com a qual o Brasil compõe o maior trecho de fronteira.

Ainda para circunscrever a Cordilheira dos Andes na América do Sul, figuram mais dois países cujas teatralidades são pouco conhecidas no Brasil: o Equador (Barrio Caleidoscopio, do Teatro de la Vuelta) e o Peru (Cruzar la Calle, de Daniel Amaru Silva). Outra emblemática presença vem da região do Mar do Caribe, a ilha de Cuba, com Antigonón, un Contingente Épico, uma profunda reflexão sobre o país e sua gente na perspectiva do Teatro El Publico, que reúne artistas de diferentes gerações em seus 24 anos de estrada.

Presenças mais frequentes, ChileArgentina e Uruguai enviam criadores de ponta. Entre eles, a cultuada Compañía Teatrocinema, de Santiago, com La Contadora de Películas, cuja narrativa ambientada no deserto de Atacama funde ator e imagem audiovisual. De Montevidéu, a Compañía de Artes Escénicas Contemporáneas Complot, das mais profícuas, representa La Ira de Narciso, texto e direção do franco-uruguaio Sergio Blanco, que maneja autoficção interpondo conteúdos vividos e inventados. E de Buenos Aires, a companhia Timbre 4, a mesma do fenômeno La Omisión de la Familia Coleman (2005), apresenta Dínamo, espetáculo no qual três mulheres compartilham um trailer perdido em alguma estrada qualquer, expondo como tanta solidão e estranhamento podem gerar novas energias à vida.

Do México vem Psico/Embutidos, Carnicería Escénica, da Compañía Titular de Teatro de la Universidad Veracruzana. Oespetáculo vai ocupar a área de convivência da unidade Sesc Santos, funcionando não só no horário das sessões, mas também como uma instalação aberta à visitação do público: um esqueleto cenográfico de grandes dimensões que simula o funcionamento do aparelho digestivo humano em uma autêntica experiência sensorial. Do mesmo país vem Cuando todos Pensaban que habíamos Desaparecido - Gastronomiaescénica, do Vaca 35 Teatro en Grupo. O subtítulo indica o trabalho não convencional e inusitado do grupo ao colocar em cena a tradição mexicana de homenagem aos mortos, expressa nascasas enfeitadas e no preparo dos pratos favoritos daqueles que já não se encontram fisicamente entre eles.

Já a seleção de 15 espetáculos brasileiros envolve oito unidades federativas e inclui duas aguardadas estreias deste semestre: Leite Derramado, adaptação cênica do premiado romance homônimo de Chico Buarque, feita pelo diretor e dramaturgo Roberto Alvim, da Cia. Club Noir (SP), que propõe uma visão panorâmica sobre séculos da história do Brasil através do narrador-personagem de cem anos, ora arruinado, e A Comédia Latino-Americana, segunda parte do díptico idealizado e dirigido por Felipe Hirsch junto ao coletivo Ultralíricos (SP-RJ) – assim como A Tragédia Latino-Americana, o novo trabalho é estruturado por trechos de obras da literatura da região.

Dentre as demais peças ou coreografias do eclético recorte de linguagens e conteúdos nacionais, estão Blanche, transposição que o diretor Antunes Filho, mais de 60 anos de ofício, define como “uma viagem em fonemol” a partir do drama Um Bonde chamado Desejo, do norte-americano Tennessee Williams, em referência à língua inventada e improvisada emitida pelos atores do Centro de Pesquisa Teatral, o CPT Sesc, e Grupo de Teatro Macunaíma.

E coletivos longevos ou recém-consolidados no cenário brasileiro pela investigação continuada: Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveis (RS), com a intervenção Viúvas – Performance sobre a Ausência; Coletivo Irmãos Guimarães (DF), com a peçaHamlet, Processo de Revelação; Grupo Clowns de Shakespeare em parceria com o diretor Gabriela Villela, com o espetáculo de rua Sua Incelência, Ricardo III; Grupo Cena 11 Cia. de Dança (SC), com Monotonia de Aproximação e Fuga para 7 Corpos; Aquela Cia. de Teatro (RJ), com Caranguejo Overdrive; e Grupo Magiluth (PE), com O Ano em que Sonhamos Perigosamente.

Seis performances permeiam a programação desse Mirada, com apresentações na Cadeia Velha de Santos e Área de Convivência do Sesc: Cadeia Velha (BRA), de Juliana França & Alejandro Ahmed, A Situação DA Brasileira (BRA), de Grasiele Sousa, F2M2M2F (BRA/POR), de Tales Frey, FLOU! (ESP/BRA), de Ieltxu Ortueta, Descrição de Imagem / Estudo de Paisagem (BRA), de Márcia Nemer-Jentzsch, e Não Alimente os Animais (BRA), de Jaqueline Vasconcellos.

Transversalidade e Reflexão
Como nas edições anteriores, o MIRADA oferece ao público mais de 20 atividades formativas ou reflexivas transversais e inerentes aos assuntos e linguagens em foco nas obras.

Enquanto princípio norteador das atividades formativas realizadas nessa edição, o conceito alteridade do olhar mostra-se significativo para um festival que prima em oferecer um rico extrato da produção cênica de países que, em sua grande maioria, trazem como elementos essenciais de suas culturas a diversidade, a mistura e as diferenças.

A América Latina que hoje conhecemos é um continente regido pelo encontro, muitas vezes tenso e sempre dinâmico, das diferenças. Desse modo, o exercício da alteridade é o meio sensível e complexo nesse processo de aprendizagem e, por esse caminho, a reflexão sobre o pós-colonialismo.

Serão realizadas conferências, laboratórios de criação, mesas de debate, leituras, compartilhamento de processos criativos, oficinas e workshops com objetivo de oferecer ao público participante, e também aos artistas, curadores e programadores, um lugar e um tempo dedicados aos encontros e à troca de experiências.

Nas atividades formativas, com a colaboração de Marcelo Lazzaratto, estarão importantes artistas, acadêmicos e intelectuais como Vladmir Safatle, Verônica Fabrini, Cassio Pires, Michele Ferreira, Chico Carvalho, Emanuel Aragão, Maria Thais, Santiago Kao, Javiera Peón, Tania Farias, Pedro Haddad, Eduardo Pérez-Rasilla Bayo, Gilberto Gawronski, Hugo Rodas, Fernando Yamamoto, Cibele Forjaz, Beatriz Sayad, Luciana Romagnolli, Alex Serrano, Felipe Hirsch, João Galante, Marcio Abreu, Maria Thais e
Santiago Cao, dentre outros.

Instalado na Área de Convivência do Sesc Santos, o Ponto de Encontro é um espaço onde o público poderá encontrar amigos, artistas e convidados do festival. Instalações interativas, performances e shows musicais noturnos vão estender o horário de funcionamento da unidade do Sesc em Santos com apresentação das bandas Ninfas (ARG), Jaloo (BRA), Oquadro (BRA) e Cuban Beats All Stars (CUB).

Em parceria com a Prefeitura de Santos, e com esse conjunto de ações na interface das cenas e das ideias, a quarta edição do MIRADA reafirma sua vigorosa plataforma de interseção das artes cênicas do Brasil, da América Latina e da Península Ibérica.

O evento incorpora serviços de acessibilidade às peças com tradução em libras e audiodescrição.

INGRESSOS

Venda
Ingressos à venda a partir de 12/8, às 15h, no Portal sescsp.org.br, e às 17h, nas bilheterias das unidades do Sesc.

Em Santos
No Sesc Santos, a compra de ingressos pode ser feita de terça a sexta, das 9h às 21h30. Sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h30.

Nos dias das atividades nos espaços Cadeia Velha, C.A.I.S. Vila Mathias, Casa da Frontaria Azulejada, Sala Princesa Isabel, Teatro Brás Cubas, Teatro Coliseu e Teatro Guarany, os ingressos estarão à venda nos locais, com uma hora de antecedência.

Valores
R$ 40 - inteira.
R$ 20 - meia-entrada (aposentado, pessoa com mais de 60 anos, estudante, pessoa com deficiência e servidor de escola pública e usuário inscrito no Sesc e dependentes).
R$ 10 – credencial plena (trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes).


COMPROVANTE PARA INGRESSOS COM DESCONTO

Credencial Plena do Sesc válida; carteirinha de estudante (Umes, Ubes); carteirinha escolar do ano ou semestre vigente ou comprovante de matrícula ou pagamento da mensalidade; identificação funcional ou holerite para servidores de escola pública; comprovante de aposentadoria; documento de identidade para pessoas maiores de 60 anos.

FORMAS DE PAGAMENTO

Dinheiro, cartões Visa, Visa Eléctron, Mastercard, Maestro, Redeshop, Diners Club International e Vale Cultura (Ticket Cultura, Sodexo e Alelo).

RECOMENDAÇÃO ETÁRIA

Confira antecipadamente a classificação Indicativa de cada atividade.

Nas apresentações que sejam classificadas como não recomendadas para menores de 18 anos, não será admitido o ingresso de menores de 18 anos, mesmo que acompanhados de pais ou responsáveis.

VARIAÇÕES CLIMÁTICAS

Atividades apresentadas ao ar livre poderão ser alteradas ou canceladas em caso de variações climáticas que prejudiquem sua execução. Informe-se em sescsp.org.br/mirada ou no Sesc Santos.

LEGENDAGEM
Os espetáculos internacionais serão apresentados com legendas em português.

MAIS INFORMAÇÕES





Fonte: Canal Aberto Assessoria de Imprensa
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Oficina

Museu do Butantan promove 
oficina de autorretrato em relevo
 A iniciativa faz parte da grande mostra “Mais que Humanos, Arte no Juquery” que está em cartaz no Museu de Saúde Pública em parceria com o Complexo Hospitalar do Juquery

O Museu de Saúde Pública Emílio Ribas, pertencente ao Instituto Butantan, em parceria com o Museu Osório César do Complexo Hospitalar do Juquery, promovem neste mês de setembro a oficina Toque. A iniciativa faz parte da grande mostra “Mais que Humanos, Arte no Juquery” que ficará em cartaz até fevereiro de 2017.
A oficina de autorretrato facial em relevo será realizada em dois módulos, sendo que em uma delas os visitantes produzirão autorretratos feitos de papel machê. O trabalho será orientado por Hélio Schonmann, artista visual e coordenador do projeto TOQUE. A atividade integra o projeto da curadoria educativa, concebida pela artista visual e pesquisadora Lilian Amaral.
As peças serão incorporadas à instalação Toque, que tem o objetivo incentivar a criação do observador, incluindo as pessoas com deficiência visual. A instalação de parede é conjunto modular de autorretratos em relevo. Um trabalho que discute vínculos e tensões entre identidade individual e identidade coletiva, na sociedade contemporânea.
Além desta oficina programada para o mês de setembro, a programação da mostra “Mais que Humanos, Arte no Juquery” conta com mesas redondas, conversas literárias, cine-debates, oficinas, mostras e intervenções artísticas. Estão expostas mais de 100 obras de pacientes que estiveram em condição manicomial e frequentaram o Ateliê Livre criado pelo psiquiatra Dr. Osório César, na década de 1950: esculturas em argila, pinturas e também algumas peças do mobiliário histórico da instituição.
Para o público espontâneo (população em geral a partir dos 12 anos de idade) a visita é livre, podendo ser feita com ou sem o acompanhamento dos educadores. Também é possível agendar uma visita mediada na recepção do museu.
Para grupos escolares (ensino fundamental II em diante), a partir de 15 pessoas, é necessário agendamento, sendo oferecidas atividades educativas específicas para os grupos.
O Museu de Saúde Pública Emílio Ribas do Instituto Butantan fica localizado na Rua Tenente Pena, 100, no Bom Retiro na Capital. Mais informações e a programação completa estão disponíveis no sitewww.butantan.gov.br

Serviço:
Museu de Saúde Pública Emílio Ribas
Oficina Toque
Data: 1 e 2 de setembro
Horário: 13h30
Mostra “Mais que Humanos, Arte no Juquery”
Data: de agosto a fevereiro de 2017

Fonte: Instituto Butantan – Assessoria de Imprensa
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Cultura

“Simba, O Rei Leão” é tema de teatro infantil 
no Tietê Plaza Shopping



No próximo domingo (4), as crianças vão se divertir na emocionante apresentação sobre a história de “Simba, O Rei Leão”, que acontece no projeto cultural Tietêatrinho do Tietê Plaza Shopping que exibe semanalmente peças infantis com entrada gratuita.

Simba é um pequeno leãozinho filho de Mufasa e da rainha Sarabi, que é abençoado pelo sábio Rafiki para ter uma vida próspera. Ao crescer, Simba é envolvido nas maldades de seu tio Scar, um leão invejoso e maldoso que faz de tudo para assumir o trono. Será que ele vai conseguir roubar o trono do herdeiro Simba?

A apresentação tem duração de 40 minutos com início às 14 horas, no Tietê Plaza Cultural, que fica no 2º Piso. O espaço tem capacidade para 240 pessoas, e as senhas são entregues meia hora antes do início do espetáculo.


Serviço
Tietêatrinho – Simba, O Rei Leão
Data: 4 de setembro
Horário: às 14 horas
Local: Tietê Plaza Cultural – 2 º Piso
Endereço: Marginal Tietê, entre as pontes Piqueri e Anhanguera
Mais informações: 11 3201 9000

Fonte: assessoria de imprensa 
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Cultura

Espetáculo infantil "Livro de Ouro" reflete sobre a importância da leitura

Com direção de Geraldo Rodrigues, peça infantil  estreia dia 3, no Teatro Municipal João Caetano


Magia, mistério e diversão fazem parte do cotidiano de uma cidade onde todos os habitantes dedicam seu tempo a ler, escrever, desenhar, pintar e tocar instrumentos. Esse mundo encantado tem suas portas abertas ao público no espetáculo “Livro de Ouro”, que estreia dia 3, no Teatro Municipal João Caetano.

Na trama, o inspirador Livro de Ouro, fonte de criatividade e imaginação, desaparece da cidade de Livrópolis e todas as suspeitas recaem sobre Sofia. Para conseguir escapar do problema, a garota foge com seu cachorro Millôr e, a partir de então, os dois amigos vivem uma grande aventura, recheada de personagens mágicos que lhes ensinam valiosas lições de vida.

“É uma peça bem-humorada que segue a linha da brincadeira”, afirma o diretor Geraldo Rodrigues, que também assina ao texto junto com Luciana Espósito. Ao som de músicas originalmente compostas para a montagem, cada personagem e elemento do cenário ganham significado conforme a história se desenvolve. É nesse ambiente descontraído que seres encantados ajudam Sofia a amadurecer, ao mesmo tempo em que propõem ao público pequenas reflexões.

Rodrigues conta que a ideia inicial surgiu como homenagem aos escritores que fizeram parte de sua vida, como Clarice Lispector. Baseado nessa concepção, o pensamento evoluiu e se transformou no espetáculo, que propõe uma reflexão sobre o papel dos livros e da tecnologia em nossas vidas. “Trata-se de uma ponderação do equilíbrio entre a vida virtual, com a presença constante da tecnologia no dia a dia, e a vida real, de carne e osso”, explica.

O diretor acredita que as crianças absorvem muito mais as coisas novas. Dessa forma, os livros e a leitura têm enorme importância para elas, “abrindo suas cabeças e ampliando seus horizontes”. “Isso as aproxima do olhar dos escritores, que têm sensibilidade e grandeza”. Nesse sentido, o espetáculo promove uma viagem pela imaginação a partir da literatura. “O público pode esperar muita risada”, conclui.

Serviço:| Teatro Municipal João Caetano. Zona Sul. De 3 a 25. Sáb. e dom., 16h. R$ 10

Fonte: assessoria de imprensa 
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Saúde

30/08 – Dia Nacional de Conscientização sobre a Esclerose Múltipla

Esclerose múltipla – tratamento e hábitos contribuem para melhorar a qualidade de vida do paciente

Doença crônica, ainda sem cura, atinge 2,5 milhões
de indivíduos no mundo, cerca de 30 mil são brasileiros


Ainda pouco conhecida pela população, a esclerose múltipla (EM) é uma doença neurológica que afeta 2,5 milhões de pessoas, das quais 30 mil são brasileiras, de acordo com a Associação Brasileira de Esclerose Múltipla. Quando não tratada da forma correta, a doença – crônica e ainda sem cura –, afeta significativamente a qualidade de vida dos pacientes e de suas famílias. 

Mas, de fato, quais são os principais sintomas da EM? Alguns dos sinais mais comuns são: fadiga, falta de energia, fraqueza, sensação de adormecimento de partes do corpo, formigamento, falta de equilíbrio e coordenação ao caminhar, tontura, visão embaçada, fala arrastada, complicações na bexiga, problemas intestinais, depressão, perda de memória e dificuldade de concentração e/ou dificuldade para resolver problemas.

“Cada paciente vivencia os sintomas de maneira diferente e a doença pode progredir com mais velocidade em uns do que em outros. Por isso é importante a avaliação médica para a indicação do tratamento mais adequado ao paciente. O mais importante é entender que é possível ter uma vida normal, desde que sejam tomadas as devidas providências de prevenção dos surtos e controle da doença”, informa o Dra. Yara Fragoso (CRM 41313)especialista no assunto.

Os cientistas ainda desconhecem a causa da EM, mas é consenso na classe médica que atualmente o portador pode controlar ou amenizar os sintomas e manter uma boa qualidade de vida¹. Uma das atitudes importantes para isso é reduzir o estresse e priorizar um tempo para descansar, já que a fadiga é uma queixa muito frequente dos pacientes de EM. Cerca de 75% dos portadores da doença sentem falta de energia na maior parte do tempo e quase todos os pacientes vão sentir esse cansaço em algum momento2.

Entendendo a EMO tipo mais comum de esclerose múltipla é a recidivante-remissiva, quando ocorrem surtos seguidos por períodos de remissão com a recuperação parcial ou completa do funcionamento neurológico. Porém há também formas progressivas de EM, em que a doença provoca impacto contínuo na vida do paciente, não apenas surtos ocasionais, resultando em uma piora progressiva dos sintomas.

Durante a doença, a camada protetora (bainha de mielina) das células responsáveis por enviar os impulsos de um neurônio para outro e comandar todas as atividades conscientes e inconscientes do organismo é vista como um invasor, sendo atacada pelo sistema imunológico. Os motivos dos ataques à bainha de mielina ainda são desconhecidos pelos médicos especialistas.  

Quando a bainha de mielina está danificada, o funcionamento dos neurônios é afetado, causando uma perda nas funções do corpo e sua incapacitação. A mielina está presente em todo o sistema nervoso, assim qualquer região do corpo pode ser atingida”, esclarece a médica Dra. Yara Fragoso.

Apesar de não ter cura, os surtos observados durante o desenvolvimento da EM podem ser controlados e alguns sintomas amenizados em prol da qualidade de vida do paciente. Quanto mais cedo o paciente iniciar o tratamento com medicamentos, mais significativos serão os seus efeitos e mais se adiará o progresso da doença. O tratamento precoce também poderá evitar sequelas deixadas pelos surtos.

Para cada caso será indicado um tipo de medicação com o objetivo de evitar inflamações no sistema nervoso central e auxiliar no alívio de sintomas. O acetato de glatirâmer, por exemplo, não tem seu mecanismo de ação completamente compreendido, porém sabe-se que reage de forma a “enganar” o sistema imune e inibir o ataque à bainha de mielina, com importante papel no sistema imune e autoimune do organismo³.

Algumas dicas para seguir, a fim de melhorar a qualidade de vida do portador de EM:

-  evitar banhos quentes, sauna, locais quentes e abafados – quando a temperatura do corpo aumenta, há uma piora nas falhas na mielina, podendo ocorrer uma interrupção do impulso nervoso, logo desencadeando os sintomas característicos da doença4.

- conversar com a família – é importante a abordagem da família do paciente, explicando o papel da fadiga na vida do portador de EM e suas implicações nas atividades pessoais e profissionais, com o objetivo de obter maior compreensão, apoio e tolerância por parte daqueles que o cercam.

- praticar exercícios físicos – realizar uma atividade leve pode ser muito benéfico ao paciente para aliviar o estresse, aumentar o relaxamento e auxiliar o equilíbrio e a flexibilidade. Um médico poderá indicar o melhor tipo de exercício para cada paciente.

- manter uma dieta equilibrada – uma alimentação equilibrada é importante para qualquer pessoa manter um corpo saudável. Para um paciente de EM, é importante consumir alimentos ricos em nutrientes e, consequentemente, manter um sistema imunológico forte, livre de outras doenças.

Referências
¹Silva, D. F.; Nascimento, V. M. S. ESCLEROSE MÚLTIPLA: IMUNOPATOLOGIA, DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO – ARTIGO DE REVISÃO. Interfaces Científicas - Saúde e Ambiente. Aracaju. V.2. N.3. p. 81 – 90. Jun. 2014.
2 ENTREVISTA FADIGA NA ESCLEROSE MÚLTIPLA. Revista Brasileira de Medicina, Nov 12, V 69, Especial Neuropsiquiatria 9, p. 25-27.
3 Bula do produto Copaxone®
4Tsolaki F, et al. Uthoff phenomenon – a rare manifestation of a rare disease.  J Paediatr Child Health. 2011 Jun;47(6):396.



Sobre o Copaxone (acetato de glatirâmer)
O Copaxone, princípio ativo acetato de glatirâmer, é um medicamento indicado para o tratamento de esclerose múltipla remissiva recidivante (EMRR). Também é indicado para o tratamento de pacientes que apresentam o primeiro sintoma clínico da doença bem definido e demostram alto risco de desenvolver esclerose múltipla, reconhecida como síndrome clínica isolada de alto risco.

Sobre a Teva  
A Teva Farmacêutica é líder global no setor farmacêutico e oferece soluções com alta qualidade voltadas para a melhora da qualidade de vida. Com sede em Israel, a Teva é o maior produtor de medicamentos genéricos do mundo, aproveitando um portfólio com mais de 1.000 moléculas para produzir uma ampla gama de produtos genéricos para quase todas as áreas terapêuticas. Além disso, a Teva tem uma posição de liderança mundial em tratamentos inovadores para doenças do sistema nervoso central, incluindo a dor, bem como um forte portfólio de produtos para a área respiratória. A divisão de pesquisa e desenvolvimento da Teva integra medicamentos genéricos e de marca, criando novas formas de abordagem para as diferentes necessidades dos pacientes combinando o desenvolvimento de novas drogas com dispositivos, serviços e tecnologias. No Brasil desde 2006, oferece produtos para Saúde Feminina, Oncologia, Área Respiratória, Neurologia, Hematologia e Infectologia. A receita líquida global da Teva totalizou US$ 6,17 bilhões em 2015.

Fonte: Little George
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Palestras

Geração Mãe promove palestras on-line gratuitas

Temas pertinentes à maternidade e aos filhos, como sexualidade na gravidez e mitos e verdades sobre o parto em casa, serão abordados por profissionais renomados de todo o país entre 27 de setembro e 4 de outubro



Formar uma família e ter filhos pode ser uma das decisões mais importantes e bonitas na vida de alguém. Mas é também, sem dúvida, a mais difícil e a que exige maior responsabilidade. Ajudar nessa incrível jornada sempre foi o principal objetivo do Geração Mãe, rede de apoio mútuo na internet, de colaboração e troca de experiências entre mães de todo o país. E foi justamente pensando nesse apoio que o grupo organizou o primeiro Encontro On-line, entre 27 de setembro e 4 de outubro, com palestras totalmente gratuitas sobre temas pertinentes à maternidade e à criação dos filhos. Para participar é preciso se inscrever no site www.encontroonlinegeracaomae.com.br.

O objetivo, segundo a ginecologista e obstetra Flávia Maciel de Aguiar F. Mendonça, idealizadora do projeto Geração Mãe, é a divulgação de informações de qualidade que permitam que as mulheres possam se preparar para fazer escolhas sobre a gestação, o parto e todos os aspectos da maternidade de forma consciente, visando à inclusão de todos os níveis socioculturais. “Nós já realizamos rodas de gestantes, rodas de amamentação e bate-papos sobre criação de forma presencial nas cidades onde temos representantes de nossa equipe. Mas, como nosso grupo é nacional e temos mulheres de todas as regiões do Brasil participando ativamente das discussões nos grupos na internet, estamos organizando o encontro on-line”, explica.

As palestras on-line, que irão oferecer passos, dicas, práticas e técnicas em todas as áreas, da gestação ao pós-parto, serão ministradas por uma equipe de profissionais que atuam na assistência humanizada às gestantes, parturientes e puérperas.

Entre as palestrantes confirmadas estão as ginecologistas e obstetras Melania Amorim, que falará sobre como evitar uma cesárea desnecessária; Bernadette Bousada, que abordará o parto pélvico; e Flávia Junqueira, que vai dará uma palestra sobre sexualidade na gestação. Haverá ainda um bate-papo com doulas sobre as fases do trabalho de parto, os mitos e verdades sobre parto domiciliar e a rede de apoio no pós-parto; além de um debate envolvendo profissionais de saúde sobre atividade física durante a gravidez e ganho de peso nesta fase, além de dicas sobre como organizar o quarto do bebê e de como otimizar o guarda-roupa da mãe durante a gestação. A programação completa das palestras, com dia e horário de cada uma, está disponível no site www.geracaomae.com.br.



Sobre o Geração Mãe

Idealizado em 2011 pela ginecologista e obstetra Flávia Maciel de Aguiar F. Mendonça e por 16 amigas, todas grávidas na época, o Geração Mãe nasceu batizado como “Gravidinhas e Mãezinhas”, uma rede de apoio mútuo na qual elas poderiam se conectar umas às outras para falar sobre maternidade. Hoje rebatizado e reformulado, o Geração Mãe possui uma página no Facebook, aberta para todas as pessoas que queiram curtir e compartilhar informações referentes ao mundo da maternidade e dos filhos; um grupo fechado na mesma rede, no qual apenas mulheres podem participar e falar abertamente sobre assuntos ligados ao seu universo; e ainda um site, o www.geracaomae.com.br, considerado o mais completo portal de maternidade da web.

O endereço conta com 25 colunistas que escrevem sobre os mais diferentes temas e disponibiliza informações sobre parto, amamentação, criação e educação dos filhos, saúde da mulher e das crianças, paternidade, entre outros importantes assuntos.

Atualmente, o grupo Geração Mãe, em todos os seus canais, é um dos principais veículos brasileiros de informação sobre temas como parto, amamentação e maternidade.

As redes sociais e o site Geração Mãe são acessados por milhares de pessoas de todo o Brasil e dos quatro cantos do mundo. É possível conferir a página no Facebook pelo endereço www.facebook.com/geracaomae e solicitar a autorização para entrar no grupo de mulheres do Geração Mães pelo link www.facebook.com/groups/geracaomae/.

Fonte: Assessoria de Imprensa 
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Saúde - Choro Excessivo em Bebês


Choro excessivo em bebês e seus motivos

Muitos pais quase enlouquecem nos primeiros meses de vida de seus filhos por conta do choro excessivo e ficam sem saber o que fazer para amenizar os possíveis problemas


Por Dra. Priscila Zanotti Stagliorio


Geralmente quando os pais levam seus filhos nas consultas com a (o) pediatra chegam lá com muitas dúvidas. Uma delas, considerada como recorrente e que desperta a ansiedade deles, está relacionada ao choro dos bebês e os seus motivos não identificados. Também, é comum observarmos a exaustão e sofrimento tanto da criança como de quem cuida dela quando esse choro é excessivo e provoca verdadeiros dramas familiares. Muitas pessoas que estão lendo este texto, certamente, vão se identificar, pois não é fácil lidar com situações que testam o nosso limite e nos provocam sensações de fracasso como, por exemplo, não poder fazer nada de imediato para sessar o choro, a dor e ou a angústia de um bebê. Vou tentar explicar de maneira simples um pouco mais sobre este tema para acalmar o coração de pais e familiares aflitos. 

Sobre o choro: 
O choro é uma maneira de comunicação entre a criança e seus cuidadores. Ele indica quando o bebê está com fome, frio, calor, cólica ou algo lhe incomoda, por exemplo. É comum nos três primeiros meses de vida do lactante e podem durar até três horas seguidas. Mas, quando se apresenta de maneira excessiva, com quadros recorrentes durante o dia e ou a noite, por dias seguidos, é bom investigar quais são os reais motivos da aflição. 

Podemos classificar os motivos do choro em três categorias: a primeira considerada normal/fisiológico; a segunda como excessivo, secundário a um desconforto ou doença; e por último, a terceira como sem uma causa aparente, podendo ser classificadas como cólicas. Em todas as situações, sempre é importante a avaliação do pediatra para indicar o melhor tratamento.

As causas mais comuns de choro excessivo podem ser:

- Cólicas: acontece sem motivo aparente e em bebês saudáveis, com ganho de peso normal;
- Infecções: otite média, infecção urinária e meningite; 
- Gastrointestinais: refluxo, constipação, intolerância a lactose ou alergia ao leite de vaca; 
- Comportamental/ Interacional: estimulação excessiva, falta de rotina, distúrbio do vínculo afetivo;
- Reações a drogas: reações a vacinas, as drogas que foram usadas na gestação (narcóticos); 
- Violência/ abuso: fraturas de ossos longos, hemorragia ocular e hemorragia intracraniana; 
- Hematológico: crise hemolítica – anemia falciforme;
- Cardiovascular: taquiarritmia, insuficiência cardíaca congestiva. 

Sobre o atendimento:
Você sabia que cerca de 20% das consultas pediátricas, durante os três primeiros meses de vida do bebê, estão relacionadas ao choro excessivo. Alguns desses atendimentos acontecem no pronto socorro pediátrico e ou no consultório com a (o) pediatra de confiança. O mais importante, antes de levar o bebê para uma observação, é verificar se o que provoca o choro está relacionado aos estímulos externos, fome, sono ou dor. A partir de uma possibilidade entre em contato (o mais rápido possível) com a sua médica para receber orientações de cuidados imediatos. Após, caso seja necessário, leve a criança ao pronto socorro e lembre-se que lá, além de bactérias, seu filho estará exposto a outras doencinhas e por isso a primeira ação deve ser (sempre) de falar com a (o) pediatra. 

Como lidar:
Sem saber como lidar com a situação do choro excessivo e não conseguir identificar se é de cólica, fome ou qualquer outro motivo, alguns pais e cuidadores optam por automedicar seus bebês com analgésicos, sedativos e antigases. Isso não é recomendado e pode ser até perigoso.

Na literatura médica já existem estudos que revelam a quantidade de choro por hora e idade do bebê. Por exemplo, a média de choro em lactantes de duas semanas chega a ser de 1h e 45 minutos. Com seis semanas pode chegar a 2h e 45 minutos e com 12 semanas já pode diminuir para até uma hora. Em todas, as crises de choro são comuns no fim da tarde e à noite e são mais frequentes entre 3 e 6 semanas de idade. 

Dicas: 
Antes de sair correndo de casa pedindo ajuda, tente identificar os motivos iniciais do choro do seu bebê. Se, ainda, após a verificação de todos os motivos possíveis (fome, sono, cansaço e ou desconforto com roupa e fraldas) ele continuar chorando, vale a pena ligar ou mandar mensagem para a pediatra de confiança e pedir auxílio. No caso de outros sintomas mais agravantes como febre, vomito e ou estado apático (quando a criança não está em suas condições normais de atividades e de alimentação), por exemplo, procure um pronto socorro. 

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Sobre Dra. Priscila Zanotti Stagliorio
É médica pediatra há mais de dez anos, atua na zona norte de São Paulo, em consultório particular, no Pronto Socorro do Hospital São Camilo – unidade Santana, e na rede Dr. Consulta – unidades Tucuruvi e Santana. Em seu currículo possui diversas participações em congressos, cursos de especialização e atuações em prontos socorros, clinicas e ambulatórios médicos da grande São Paulo – Capital. Oferece curso personalizado para gestantes, com o objetivo de ajuda-las na mais importante missão de suas vidas: ser mãe. Para solicitar informações sobre o curso de gestante:  priscilazs@yahoo.com.br / pediatraonlinetirasuaduvida@gmail.com / contato@jcgcomunicacao.com - coloque no assunto a informação que deseja saber e ou solicitar. Consultório: Av. Leôncio de Magalhães, 395, Santana- SP / 11- 2977-8697. 
http://pediatraonlinetirasuasduvidas.blogspot.com.br/2016/08/quando-e-preciso-ir-para-o-pronto.html 

Colaboração textual: 
Agência Informação Escrita / Agência JCG Comunicação e MKT
Jornalista Carina Gonçalves
11-4113-6820 / contato@jcgcomunicacao.com
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Atendimento gratuito para pacientes com câncer

Escritório de advocacia promove ação voluntária
para pacientes com câncer
 
Pessoas que lutam para iniciar um tratamento poderão ser 
atendidas gratuitamente entre os dias 5 e 9 de setembro
 


No Brasil cada vez mais pessoas com câncer sofrem com a espera pelo tratamento adequado. Tanto na saúde pública quanto na privada, milhares de brasileiros enfrentam dificuldades e negativas todos os dias. Pensando nisso, o escritório Jubran, Galluzzi & Gonçalves, especializado em direito à saúde, abre suas portas para este público durante o início do mês de setembro com o objetivo de auxiliar nestas demandas de forma gratuita.
 
“Muito se questiona sobre a judicialização da saúde, porém, diante de uma negativa ou demora abusiva, não é possível aguardar inerte uma resposta do SUS ou de operadoras de plano de saúde. Isto pode custar a própria vida”, comenta o advogado Alexandre Jubran, sócio do escritório.
 
Por meio dessa ação, o advogado espera promover maior conscientização das pessoas com relação aos direitos e deveres na área da saúde e buscar uma reação positiva de quem enfrenta dificuldades para iniciar um tratamento.
 
“A demora e recusa para a cobertura de tratamentos, tanto na rede pública, quanto na privada é o mesmo que condenar pacientes acometidos por câncer e outras patologias graves à morte”, diz o advogado.
 
 
Sobre o escritório
Fundado em 2010, Jubran, Galluzzi & Gonçalves Advogados (www.jggadvogados.com.br) é um escritório especializado em litígios envolvendo o direito à saúde, em especial na defesa dos interesses dos consumidores. A equipe atua de forma incisiva para combater as inúmeras condutas abusivas perpetradas, principalmente, por empresas que operam ou administram planos de saúde. No rol de processos há, também, situações de negativas advindas do poder público (Estado), especialmente para o fornecimento de medicamentos e/ou tratamentos de alto custo por parte do SUS – Sistema Único de Saúde.
 
Fonte: Porta-Voz Comunicação Estratégica
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Educação e Tecnologia

{reprograma} abre inscrições para curso gratuito de programação para mulheres

25 vagas serão disponibilizadas para imersão de 6 semanas que capacita as alunas em programação front-end e estimula a entrada feminina no mercado de desenvolvimento de software



A partir de 25 de agosto estarão abertas as inscrições para a 2ª turma do curso da {reprograma}, iniciativa que ensina linguagens de programação e desenvolve habilidades de liderança e empreendedorismo para jovens mulheres. 

O curso, com duração de seis semanas e carga horária de 240 horas, tem como único custo uma taxa de matrícula de R$60,00. As aulas vão de três de outubro a 11 de novembro e acontecem em São Paulo, capital.

A grade curricular é estruturada em três principais pilares: programação (HTML, CCS e Javascript), empreendedorismo e mentoria com profissionais renomados do mercado de tecnologia, como a Flávia Verginelli, diretora de Produto e Inovação, e Alberto Menoni, diretor de Parcerias Estratégicas para a América Latina, ambos do Google.

Os professores são voluntários com múltiplas formações e experiências, como a empreendedora Carla de Bona, especialista em design de interfaces (UX/UI design); Paulo Silveira, diretor na Caelum e gerente de produtos na Alura Cursos Online; e Mateus Chagas, desenvolvedor no GuiaBolso.

De acordo com o estudo The Network Skills in Latin America, encomendado pela Cisco à IDC, até 2019 haverá mais de 449 mil ofertas profissionais na área de TIC (Tecnologia da Informação e Telecomunicações) para a América Latina. E o Brasil é o país com maior lacuna de mão de obra especializada no setor: somente em 2015 teve deficit de 195 mil profissionais. 

Além do gap de mão de obra especializada em tecnologia no Brasil, existe ainda um número muito pequeno de mulheres que atuam no setor. “Neste contexto, a {reprograma} visa sensibilizar, empoderar e educar mulheres brasileiras em programação. Mostrando que esse é um mercado possível e muito próspero também para elas, que podem - e devem - contribuir no desenvolvimento de novas tecnologias”, explica Mariel Reyes Milk, fundadora e diretora da {reprograma}.

Após preencher um formulário de inscrição online, as candidatas passarão por processo seletivo que consiste em entrevista presencial e exame simples. Para inscrever-se, é preciso ser do sexo feminino, ter mais de 16 anos, ter finalizado o ensino médio, não estar trabalhando ou  estudando, pois o curso exige dedicação em período integral de segunda à sexta-feira. As inscrições são gratuitas por meio de preenchimento do formulário no link: www.reprograma.com.br/inscricao. O prazo termina em 6 de setembro. 

Sobre a {reprograma}: 
Por que há tão poucas mulheres atuando no mercado tecnológico? A partir deste questionamento da empreendedora Mariel Reyes Milk nasce a {reprograma}. Mas é com a vontade de agir na construção de um mundo diferente que essa história está sendo construída. E Mariel não está sozinha, conta com o apoio das sócias-fundadoras Carla de Bona e Fernanda Faria, além da colaboração voluntária de professores, mentores e parceiros, para cumprir a missão da {reprograma}: inspirar, empoderar e educar mulheres, por meio de conhecimentos de computação e ferramentas de capacitação profissional. 

Mais informações: 
http://reprograma.com.br/
https://www.facebook.com/ReprogramaBrasil
https://www.instagram.com/reprograma_brasil/
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