Especial Bienal do Livro - SP

Educação a Distância compõe um dos lançamentos 
da Metodista na Bienal do Livro

São quatro títulos levados este ano à exposição.
 Professores autografam obras neste 27 de agosto, das 16h às 18h


Uso da tecnologia digital em sala de aula, 10 anos da Educação Metodista a Distância, cidadania na sociedade capitalista e futebol na cultura brasileira são temas dos quatro títulos que a Editora Metodista lançará na Bienal Internacional do Livro em São Paulo, programada para 26 de agosto a 4 de setembro próximos no Pavilhão de Exposições do Anhembi, na Capital. O selo Metodista fará os lançamentos no próximo sábado, 27 de agosto, com três professores da Universidade Metodista de São Paulo (IMS) e um da Universidade Metodista de Piracicaba (Unimep).

Os autores vão autografar as obras das 16h às 18h. Como é tradição, a Metodista vai expor seus títulos no espaço literário da ABEU (Associação Brasileira das Editoras Universitárias) - estande L 049. Confira abaixo os lançamentos, com destaque para o livro comemorativo dos 10 anos da EAD completados neste 2016.

“O futebol no contexto cultural brasileiro” (Unimep, 16h), autores Ítalo Matheus M. de Souza e Cinthia Lopes da Silva. A obra traça relação entre o dia a dia do brasileiro com um campo de futebol: presença do jogo de cintura, o jeitinho tipicamente brasileiro, o improviso e a malandragem.

“Narrativas das experiências docentes com uso de tecnologias na educação” (Instituto Metodista de Ensino Superior, 16h). Organização de Adriana Barroso de Azevedo. O livro aborda e reflete sobre experiências diversas com o uso de Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDIC) na prática pedagógica.

“Caminhos da Educação a Distância: Uma década de democracia, aprendizagem e experiências” (Instituto Metodista de Ensino Superior, 17h). Organização de Adriana Barroso de Azevedo. O livro é comemorativo dos 10 Anos da EAD Metodista, completados em 2016. Os 11 artigos mostram relatos, reflexões, atividades pedagógicas e resultados de pesquisas que envolvem estudantes, professores, técnico-administrativos, gestores e parceiros.

“Cidadania e classes sociais: teoria e história” (Instituto Metodista de Ensino Superior, 17h30), autor Décio Azevedo Marques de Saes. A obra tem como tema geral a configuração específica da cidadania como fenômeno ideológico e político na sociedade capitalista. Há dois tipos de textos sobre a cidadania. Em alguns, a abordagem é dominantemente teórica: examina causas, funções e limites. Em outros, a abordagem é dominantemente histórica: procura analisar a instauração e a evolução da cidadania em diferentes dimensões no Brasil republicano.

Confira os lançamentos e versões digitais gratuitas em www.editora.metodista.br

Lançamentos Editora Metodista
Onde: 24ª Bienal Internacional do Livro
Quando: 27 de agosto de 2016, das 16h às 18h
Onde: Pavilhão de Exposições do Anhembi, Av. Olavo Fontoura, 1.209, São Paulo, estande da ABEU (Associação Brasileira das Editoras Universitárias) L 049.

Fonte: Assessoria de Imprensa 
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Educação

Tutores consolida a primeira etapa do 
Plano de Melhorias Continuadas (PMC) 

Franquia de educação cria ações coletivas para que os empreendedores da rede cresçam ainda mais

A franquia Tutores, primeira franquia voltada à Educação Multidisciplinar no Brasil, cria programa direcionado para a melhoria e capacitação individualizada de cada franquia existente. O referido programa, visa praticar aspectos necessários para o crescimento de cada unidade, tratando a individualidade de cada franqueado, bem como, atua nas peculiaridades de cada região.

Dando ênfase no pedagógico, marketing, administrativo, gestão de RH, e todas as questões necessárias para o sucesso da franquia Tutores. A equipe de suporte da Tutores, avalia as práticas que cada franqueado exerce, e após o estudo e reflexão dos estudos, acaba dando o retorno efetivo de como melhorar os aspectos necessários, para que o crescimento seja contínuo, visando o sucesso crescente da franquia.

“Estamos observando e visitando unidade por unidade já foram mais de 70 mil km percorridos até agora e 95% da rede visitada, nossa meta é fechar 2016 com 100% das unidades visitadas. Desta forma, conseguimos organizar singularmente cada um sempre observando cada particularidade de cada região, nossa experiência em franquias mostrou que as estratégias devem ser traçadas para cada região individualmente com propostas segmentadas para atingir o público alvo sempre respeitando questões importantes como cultura e tradição daquela unidade em especial”, esclarece o gerente de franquias André Luiz da Silva.

Para o executivo o modelo econômico atual pede prevenção e muita capacitação por essa razão criamos conselhos e comitês consultivos internos a fim de melhorar as diversas áreas que são necessárias para que a franquia funcione bem e continue tendo o sucesso esperado. Os comitês criados atuam em áreas como: marketing e comercial -  finanças, RH e administrativo e por último Pedagógico com o intuito de manter a rede unida e firme no propósito do crescimento coletivo, queremos acima de tudo valorizar nossos empreendedores que trabalham todos os dias para manter nossa franquia como referência na área educacional”

Sobre: A Tutores foi criada com o objetivo de ajudar pais que têm filhos com dificuldades na aprendizagem e não encontravam profissionais capazes de dar o suporte de complementação escolar necessário sem confundir e sobrecarregá-los. Desta forma, a empresa cresceu e virou uma franquia de sucesso, em 2015, pelo terceiro ano consecutivo foi premiada pela ABF como a maior microfranquia de educação multidisciplinar da América Latina. Além disso, no Anuário da PEGN a marca está entre as melhores franquias para se investir.

Fonte: RBML – Comunicação Integrada
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Saúde

Benefícios da meditação é tema de palestra realizada pela Baobá Mais

Marcia De Luca fala sobre equilíbrio do corpo e da mente em encontro na próxima quinta-feira (25/08), às 19h30, em São Paulo


Nesta quinta-feira, 25, às 19h30, a especialista em yoga, meditação e ayurveda, Marcia De Luca, apresenta a palestra "Meditar é preciso", promovida pela Baobá Mais, empresa de curadoria de conteúdo e de experiências voltado ao público 50+. Marcia falará sobre os benefícios da meditação, considerada uma das ferramentas mais importantes para o autoconhecimento, o autodesenvolvimento e a evolução do ser na busca do desenvolvimento pessoal e de mais qualidade de vida.

A palavra meditação, que vem do latim “meditare” e significa voltar-se para o centro ou estar no centro, é comprovada cientificamente como prática eficaz para o fortalecimento e o equilíbrio das várias partes do cérebro, desenvolvendo dessa maneira o poder de foco, a concentração, a criatividade e a inteligência.

“Os resultados da meditação são especialmente benéficos no mundo de hoje, com o ritmo frenético do dia-a-dia: a mente se aquieta e entramos em contato com a nossa essência, aprendendo a vivenciar o momento e ficando mais centrados e capazes de amenizar emoções e lidar com problemas”, explica Marcia De Luca.

Marcia estuda yoga, meditação e Ayurveda há mais de 35 anos e tornou-se referência no assunto dedicando-se àquela que escolheu como sua missão: inspirar as pessoas a encontrar a totalidade, ensinando-lhes os caminhos para integrar corpo, mente e espírito.

Para assistir a palestra é necessário fazer inscrição até o dia 24 de agosto pelo site da Baobá Mais - http://baobamais.com.br/programacao_detalhe/meditar-e-preciso.

Serviço:
Palestra “Meditar É Preciso”, com Marcia De Luca
Data: 25/08 (quinta-feira)
Horário: das 19h30 às 21h
Local: Rua Urussuí, 125, Piso Térreo, Itaim Bibi - São Paulo/SP
Valor: R$ 180,00
Inscrições até 24/08/2016
Estacionamento no local

Fonte: Assessoria de imprensa
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Social - Cultura


Crianças – do instituto de cegos padre chico e escola de dança de sp – fazem parte do projeto “A Poética dos Encontros”, que lança exposição virtual e faz performance no MIS-SP



O grupo Lagartixa na Janela, dirigido por Uxa Xavier, apresenta o projeto A Poética dos Encontros no MIS-SP no dia 3 de setembro. Nesse dia será lançada aexposição virtual e realizada a performance de dança Varal nas Nuvens

“(...) [as crianças] criavam referências e sinalizavam o espaço. É tudo criança, é tudo igual, mas experimentar isso com aquela delicadeza, naquele espaço expandido, foi muito forte e nos colocou no mundo de um jeito diferente”. Uxa Xavier, diretora do grupo.


Um encontro marcado para o dia 3 de setembro de 2016, no Museu da Imagem e do Som de São Paulo (MIS-SP), promete deixar claro o que a artista da dança Uxa Xavier aprendeu muito bem em seus mais de 30 anos de trabalho com o universo infantil: não importa o contexto e as particularidades de cada uma, crianças são todas iguais - sempre crianças. A constatação ficou ainda mais forte com o projeto "A Poética dos Encontros", que ela vai apresentar na forma de uma exposição virtual que ficará permanentemente no site do Museu da Dança. Lá ficarão expostos fotos, textos, ilustrações e vídeos produzidos durante a realização do projeto com as crianças daEscola de Dança de São Paulo e as do Instituto de Cegos Padre Chico. Nesse mesmo dia, será realizada a performance "Varal de Nuvens”, na área externa do MIS-SP. A apresentação acontece às 15h e a abertura da exposição às 16h.

Desenvolvida pelo Lagartixa na Janela, dirigido por Uxa, com recursos oriundos da 19ª edição do Programa de Fomento à Dança da Secretaria Municipal de Cultura da cidade de São Paulo, a iniciativa buscou descobrir novos sentidos no imaginário artístico a partir de dois potentes encontros das performers do grupo com turmas distintas de crianças: as do curso livre da Escola de Dança de São Paulo e as do Instituto de Cegos Padre Chico, deficientes visuais em sua grande maioria.

As crianças foram motivadas a partir da mesma referência poética:  a criação de movimentos improvisados, a partir de elementos e objetos relacionais que integram a performance "Varal de Nuvens” – vento, tecidos, gravetos e sinos, e da relação das crianças com asperformers – o que fez, a partir daí, expandir novas percepções do próprio corpo e da dança.


O embrião do projeto surgiu em duas apresentações de "Varal de Nuvens" (2014) no parque Ibirapuera, promovidas pelo Museu da Dança (MUD) em parceria com Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM), em maio e junho de 2015, dentro da ação "Em movimento - dança e acessibilidade", voltada à inclusão de pessoas com deficiência na cena cultural.

O mais recente trabalho do grupo, "Varal de Nuvens" utiliza elementos como tecidos, sinos e gravetos para dialogar com o movimento do vento e das nuvens em meio a espaços públicos, como praças e parques. Essa foi a primeira vez que a obra teve acompanhamento de audiodescrição, responsável por criar imagens das cenas para deficientes visuais a partir de informações sonoras do que se desenha à sua frente.

"Eu já tinha assistido a um trabalho de dança com esse recurso. Quando fomos convidados para esse projeto, me perguntei como seria conosco, porque nós não fazemos uma coreografia fechada, não estamos em um palco.... Nosso trabalho tem algumas características que deixaram um ponto de interrogação na gente", explica Uxa.

Parte dessas dúvidas foram respondidas pela reação de um jovem cego, o estudante de artes cênicas Edgard Jacques, à obra. "Assisti ao número num grande parque da cidade de São Paulo, um lugar que, na perspectiva de um cego, dado o seu tamanho, sua imponência, pode parecer opressivo. Contudo, ao me deparar com a dança do grupo, tal hostilidade se perdeu. A sensação que carreguei para casa aquele dia foi a de que o lugar também a mim pertence, eu que não enxergo", escreveu ele.

O depoimento chamou a atenção de Uxa, que ficou curiosa para entender como é o treinamento de corpo de alguém que não vê, mas consegue se virar sozinho. "Existe toda uma educação para esse corpo ler a cidade, ouvir os sinais e perceber muitas coisas, mas como seria isso com um trabalho que vai um pouco além, que tem a ver com sentidos e percepções?", questiona a artista.

Em busca de compreender as frestas e intercessões existentes entre o corpo que enxerga e o que percebe o mundo sem a visão, nasceu o projeto “A Poética dos Encontros”, que teve sua base conceitual calcada na ideia de antiestrutura proposta pelo antropólogo britânico Victor Turner (1920-1983), para quem “as antiestruturas surgem quando acontece a liberação das capacidades humanas de cognição, afeto, volição, criatividade...”


A escolha das duas instituições para receber o projeto foi motivada justamente pelos contrastes socioculturais entre elas, apesar de abrangerem a mesma faixa etária entre 7 e 12 anos. A turma do curso livre da Escola de Dança de São Paulo é formada por meninos e meninas que ainda não ingressaram no curso regular da escola, mas demonstram interesse em ter uma educação formal em dança. Já a turma do Instituto de Cegos Padre Chico é composta, em sua maioria, por meninos com diferentes graus de deficiência visual e sem qualquer experiência corporal artística prévia.

Na primeira, foram realizados quatro encontros de três horas cada. Na segunda, oito encontros de duas horas. O planejamento foi o mesmo nos dois ambientes que propunha para as crianças a criação de movimentos articulados com as partituras da performance "Varal de Nuvens”, gerando novas percepções em suas corporalidades.

Na Escola de Dança, o Lagartixa na Janela pode ampliar a percepção que o estudo da dança também pode ser um espaço de invenção e imaginação. “O nível de atenção e de presença deles era inacreditável. Foi legal proporcionar a descoberta de como uma obra de arte também pode se transformar em um material de estudo”, afirma Uxa.

Já a chegada do grupo no Instituto de Cegos Padre Chico proporcionou descobertas para as crianças participantes - em sua maioria meninos-, que puderam acessar a sala de dança da escola, até então exclusiva somente às meninas.

Para se preparar para as peculiaridades da atividade, as artistas visitaram a exposição “Diálogo no Escuro”, em cartaz no Unibes Cultural, que simula a realidade de um deficiente visual ao colocar o visitante para passear em ambientes completamente sem luz. Depois em um laboratório do grupo, as performers guiaram umas às outras em um passeio às cegas por espaços públicos, como ruas e supermercados, e também dançaram "Varal de Nuvens” de olhos vendados. “Foi uma experiência intensa e muito reveladora para todas nós. Experimentar a relação com o espaço e tentar ler o entorno pela sonoridade, olfato e tato ampliou nosso repertorio corporal, pois as percepções de profundidade como alturas e distâncias foi bem difícil de perceber. Quando a gente constrói esse conhecimento no corpo como parte integrante de nosso repertório, aí sim conseguimos ter a percepção dessas noções, porque elas não vem de fora, mas de dentro”, lembra Uxa.  A experiência enriqueceu o que viria a seguir com as crianças do Instituto de Cegos Padre Chico.

“Tudo o que envolve a subjetividade do corpo - como aquele corpo responde a contatos e sonoridades - foi uma descoberta para aquelas crianças. Conseguimos acessar um lugar da imaginação que era quase inacessível para elas e descobrimos o quanto isso é potente no corpo”, atesta a diretora do grupo.

Esse ponto de convergência entre as duas experiências, apesar das particularidades de cada uma, marcou profundamente os artistas envolvidos no projeto, das performers Aline Bonamin, Barbara Schil, Suzana Bayona, Tatiana Cotrim e Thais Ushirobira, à fotógrafa Silvia Machado, ao ilustrador Pablo Romart e ao videomaker Osmar Zampieri.

“A gente já tinha algumas experiências dando aulas, e isso está se aprofundando agora. Não dá para fazer de conta de que você não vê, mas o que a gente construiu ali se dava no corpo, a partir do respeito, do carinho, do afeto e da curiosidade. Nesse momento, não faz diferença se a criança é cega ou não. Claro que tínhamos cuidado, mas elas mesmas se orientavam rápido, criavam referências e sinalizavam o espaço. É tudo criança mas experimentar isso com aquela delicadeza, naquele espaço expandido, foi muito forte e nos colocou no mundo de um jeito diferente”, emociona-se Uxa.

O registro desses encontros tão especiais fica agora à disposição do público por meio da exposição virtual “A Poética dos Encontros”, que vai ao ar justamente durante a apresentação que acontece no MIS e poderá ser acessado pelo endereçohttp://museudadanca.com.br/


São fotos, textos, ilustrações e vídeos produzidos durante a realização do projeto, que, de forma interativa, levam os diálogos estabelecidos para um espectro mais abrangente. A escolha da plataforma digital do Museu da Dança (MUD), em vez de um livro ou DVD, partiu justamente do desejo de partilhar essas experiências com o máximo possível de pessoas interessadas no tema.

Ficha Técnica – Varal de Nuvens
Direção Artística: Uxa Xavier I Intérpretes-criadoras: Aline Bonamin, Barbara Schil, Suzana Bayona, Tatiana Cotrim e Thais Ushirobira I Figurinista: Tânia Marcondes I Produção: Ação Cênica Produções Artísticas I Assistente de Produção: Rick Nagash

Ficha Técnica – Exposição Virtual
Idealização: MUD – Museu da Dança e Uxa Xavier | Coordenação geral e artístico-pedagógico: Uxa Xavier | Orientadoras das oficinas e textos: Aline Bonamin, Barbara Schil, Suzana Bayona, Tatiana Cotrim, Thais Ushirobira e Uxa Xavier | Fotos: Silvia Machado | Vídeos: Osmar Zampieri | Ilustrações e design: Pablo Romart | Audiodescrição: Ver com Palavras – Livia Motta | Inteligência do site: Dracco Publicidade | Produção: Ação Cênica Produções Artísticas | Assistentes de produção: Rick Nagash

Serviço:
Dia 03 de setembro de 2016

Varal de Nuvens, às 15h
Museu da Imagem e do Som de São Paulo (MIS - SP)
Av. Europa, 158 – Jd Europa
Grátis | Duração: 40 minutos I Classificação: livre

Exposição Virtual – A Poética dos Encontros, às 16h
Museu da Dança

Fonte: Canal Aberto Assessoria de Imprensa
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Cultura - Teatro

Sescoop/SP leva crianças e adolescentes ao teatro em São Paulo

O Circuito Sescoop/SP de Cultura democratiza o acesso à cultura e promove a importância da cooperação em toda a sociedade




 Com o intuito de promover o cooperativismo e levar acesso à cultura à população, o Sescoop/SP tem organizado em todo o Estado de São Paulo apresentações de teatro voltadas a crianças e adolescentes entre 3 e 18 anos. Ação integrante do Circuito Sescoop/SP de Cultura e conta com um público que, em sua maioria, nunca teve ou tem pouco acesso a espetáculos culturais.

Na capital paulista, por exemplo, a apresentação da peça “2 Por 4”, do Grupo Esparrama, acontecerá ao longo de todo o ano na Casa do Cooperativismo Paulista. O espaço foi aberto para apresentações culturais em benefício da população. São crianças e adolescentes, alunos de escolas públicas, Centros para Crianças e Adolescentes (CCAs) e Centro para a Juventude (CJ) de diferentes regiões da capital paulista, que foram cuidadosamente escolhidos pelas Secretarias Municipais de Educação e Assistência e Desenvolvimento Social.  

Segundo a analista da área de Promoção Social do Sescoop/SP, Fernanda Vieira, a iniciativa promove o conceito cooperativista por meio de um espetáculo no qual se traduz a importância da cooperação e sua contribuição para a sociedade.

Na prática, as apresentações das peças trazem um enorme impacto social, pois leva para as crianças uma nova linguagem, na qual a maioria nunca teve a oportunidade de acompanhar, trazendo emoção e tornando-se uma ferramenta transformadora para a educação e cultura, com a formação de indivíduos mais conscientes e cooperativos.

O projeto
Além de democratizar o acesso a atrações culturais de qualidade em todo o Estado de São Paulo, o Sescoop/SP também promove a cultura da cooperação por meio de espetáculos lúdicos, voltados a crianças e adolescentes em idade escolar. Por meio do Circuito Sescoop/SP de Cultura, a instituição prepara os jovens espectadores para apreciarem as diversas expressões e linguagens culturais, tendo como pano de fundo a prática da cooperação e o cooperativismo.

Para a analista do Núcleo de Projetos Culturais, Fernanda Vieira, ao abrir as portas da Casa do Cooperativismo Paulista para essa ação, o Sescoop/SP permite que mais pessoas conheçam sobre o cooperativismo e sobre o trabalho da instituição. A expectativa é de que o espaço possa receber num futuro próximo outras atividades de promoção social, além do teatro.

Sobre o Circuito
O Circuito Sescoop/SP de Cultura é uma iniciativa do Serviço de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/SP) em parceria com as cooperativas paulistas. É resultado da profissionalização e da experiência adquiridas em mais de 15 anos de iniciativas desenvolvidas nos programas que o antecederam: Mosaico Teatral, Mosaico na Estrada e Mosaico Jovem, entre outros. Ao longo desse tempo, mais de 650 ações culturais foram realizadas, beneficiando 576 mil pessoas em 110 cidades paulistas.

O programa nasce com a proposta de diversificar a programação e agradar os públicos mais variados, com opções de teatro, música, dança e cinema, entre outras atrações. A programação também aborda o cooperativismo e a cooperação de forma lúdica e didática e contribui para a formação de novos públicos. O Circuito estimula, ainda, o exercício da solidariedade, com campanhas sociais em apoio a instituições beneficentes.

Sobre o espetáculo 2Por4 – Grupo Esparrama
Um Quarteto de Cordas que chega para realizar mais uma de suas apresentações e é surpreendido por dois palhaços que estão disputando para decidir quem será o grande regente do dia. Durante esta competição os palhaços/maestros demonstram suas “habilidades” musicais e acabam por apresentar de forma divertida os instrumentos de um quarteto e as propriedades do som. Por fim, descobrem que só estando em harmonia e cooperando um com o outro é que o espetáculo acontecerá de forma plena.


Serviço:
Espetáculo: 2 Por 4
Companhia: Grupo Esparrama
Direção Cênica: Kleber Brianez | Assistente de Direção: Iarlei Rangel | Direção Musical: Ester Freire | Elenco: Kleber Brianez e Rani Guerra | Músicos: Quarteto 2 POR 4 | Fotos: Sissy Eiko | Produção: Iarlei Rangel
Classificação: Livre
Datas: AGOSTO: dias 23, 24 e 25. SETEMBRO: dias 13, 14 e 15. OUTUBRO: dias 4, 5, 18, 19 e 20.
Horário: Sempre às 10 e às 14h30
Local: A Casa do Cooperativismo Paulista
Endereço: Rua Treze de Maio, 1376 - Bela Vista - São Paulo - SP
Realização: Sescoop/SP com apoio das Secretarias Municipais de Educação e Assistência e Desenvolvimento Social
Agenda Circuito: http://www.sescoopsp.org.br/circuitosescoopsp/

Fonte: assessoria de imprensa
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Saúde Infantil


Quando é preciso ir para o Pronto Socorro Infantil?!

Essa dúvida é recorrente e muitos pais não sabem identificar quando, de fato, devem levar as crianças no atendimento de emergência  



Por Dra. Priscila Zanotti Stagliorio

Sabemos que, no Brasil, os atendimentos em pronto socorro infantil crescem significativamente, principalmente em períodos de doenças sazonais e epidemias, deixando a espera longa e agonizante para pais e filhos. Vale dizer, também, que muitos casos poderiam ser tratados dentro dos consultórios ou clínicas médicas evitando a exposição da criança em ambientes com risco de contágio de outras enfermidades.

Mas, afinal, como e quando saber a hora certa de levar a criança para o atendimento de emergência? Calma. Neste texto, abordarei alguns tópicos interessantes para que os pais possam identificar o momento mais adequado de levar a criança ao pronto socorro.

Lembre-se que neste local o atendimento é direcionado para emergências e não é destinado para visitas recorrentes com o objetivo de acompanhamento de tratamentos prolongados. Isso vale para quando o médico plantonista prescreve, por exemplo, o uso de antibióticos por 14 dias e ou quando os pais não aceitam o diagnóstico indicado por ele. O ideal é levar a criança em seu médico de costume (que já o conhece) para uma nova avaliação no meio e ou no final do tratamento.  Não existe uma regra para se seguir, o bom senso dos pais e dos profissionais é determinante para evitar longas horas de espera no pronto socorro para um diagnóstico simples de resfriado ou sinusite.

Dicas:
  • ·         É importante que você já tenha acompanhamento ambulatorial (consultas) com um pediatra de confiança. Se ainda não tem, procure um na rede pública ou particular (convênios ou rede privada).
  • ·         Antes de qualquer atitude, ao ver que seu filho não está bem, é muito importante que você entre em contato com o pediatra e informe sobre as condições da criança como ânimo, disposição, apetite e hidratação, assim como sobre o seu estado geral.
  • ·         Após o contato com o médico, que já conhece o histórico da criança, ele poderá orientá-lo sobre qual será a melhor solução para o momento.
  • ·         Nunca automedique seu filho com base em receituário antigo ou por palpite de outras pessoas. Isso pode agravar e colocar em risco a saúde e vida do enfermo.
  • ·         É indicado levar a criança ao pronto socorro infantil quando você observar que ela não está bem e não conseguiu falar com o seu médico.
  • ·         Ou, também, nos casos de falta de ar, febre muito alta – acima de 38º, vômitos contínuos, diarreia e convulsão, por exemplo.
  • ·         E por último, não menos importante, evite praticar a cultura do PSI, no qual os pais imediatamente, sem avaliar e levar em conta a gravidade do problema, já se encaminham para as unidades de atendimento de emergência e enfrentam longas esperas, expondo suas crianças à novos contágios e infecções.
  • ·         Criar laços com o profissional é uma dica que pode fazer toda a diferença na qualidade de vida da criança e de seus familiares.

Definição:
De acordo com a definição do Ministério da Saúde, pronto-socorro é o estabelecimento de saúde destinado a prestar assistência a doentes, com ou sem risco de vida, cujos agravos à saúde necessitam de atendimento imediato, sendo que seu funcionamento deve permanecer ininterrupto durante as 24 horas do dia e dispõe apenas leitos de observação.

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Sobre Dra. Priscila Zanotti Stagliorio
É médica pediatra há mais de dez anos, atua na zona norte de São Paulo, em consultório particular, no Pronto Socorro do Hospital São Camilo – unidade Santana, e na rede Dr. Consulta – unidades Tucuruvi e Santana. Em seu currículo possui diversas participações em congressos, cursos de especialização e atuações em prontos socorros, clinicas e ambulatórios médicos da grande São Paulo – Capital. Oferece curso personalizado para gestantes, com o objetivo de ajuda-las na mais importante missão de suas vidas: ser mãe. Para solicitar informações sobre o curso de gestante:  priscilazs@yahoo.com.br / pediatraonlinetirasuaduvida@gmail.com / contato@jcgcomunicacao.com - coloque no assunto a informação que deseja saber e ou solicitar.


Colaboração textual:
Agência Informação Escrita / Agência JCG Comunicação e MKT
Jornalista Carina Gonçalves

11-4113-6820 / contato@jcgcomunicacao.com
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Premiação HQMIX

Os melhores de 2015 – 28º Troféu HQMIX


A cerimônia do “Oscar” dos quadrinhos brasileiros acontecerá no dia 3 de setembro, às 19 horas, no teatro do Sesc Pompeia

Evento contará com a apresentação do jornalista Serginho Groisman, intervenções do Quarteto do Programa do Jô e MZK na discotecagem





Artista plástico Olintho Tahara esculpiu a personagem Super-Mãe, de Ziraldo


Artistas e publicações que se destacaram em 2015 serão premiados durante a 28ª edição do Troféu HQMIX – evento considerado o “Oscar” dos quadrinhos brasileiros. A entrega dos prêmios será realizada no dia 3 de setembro (sábado), a partir das 19 horas, no teatro do Sesc Pompeia. Será uma festa destinada aos apreciadores da arte, que contarão, durante o evento, com a apresentação do jornalista Serginho Groisman, intervenções do Quarteto do Programa do Jô e a performance do DJ MZK na discotecagem.

Os ganhadores do prêmio foram escolhidos entre os mais de 2.000 lançamentos da área dos quadrinhos, em 2015, votados por desenhistas, professores, pesquisadores e jornalistas brasileiros, por meio da Associação dos Cartunistas do Brasil (ACB) e do Instituto Memorial de Artes Gráficas do Brasil (IMAG).

A cada ano, a estatueta do troféu é modificada, para homenagear um grande personagem dos quadrinhos e do Humor Gráfico brasileiro. Neste ano, o artista plástico Olintho Tahara esculpiu a personagem Super-Mãe, de Ziraldo.

Na entrega do troféu, Alice Takeda será homenageada como diretora de arte de um estúdio de quadrinhos - a profissional trabalha há mais de 40 anos no Estúdio Mauricio de Sousa, em que comanda mais de 100 desenhistas e roteiristas para a produção de cerca de uma revista por dia.

Também será homenageada, como Grande Mestre dos Quadrinhos, a desenhista Eva Furnari (veja biografia resumida abaixo).

Como Grande Contribuição para a imagem dos quadrinhos no Brasil, o cartunista MAXX e seu grupo “Super-Heróis da Alegria”, que visitam hospitais vestidos de super-heróis para alegrar, principalmente, as crianças doentes, terá seu reconhecimento com o troféu. MAXX perdeu uma perna e a mobilidade de sua mão direita em um acidente de moto, e saiu da depressão com esse projeto.

A Comissão Organizadora do 28º Troféu HQMIX é composta pelos profissionais Gualberto Costa e JAL (presidentes), Benedito Nicolau, Cristina Merlo, Daniela Baptista, Edson Diogo, Nobu Chinen, Silvio Alexandre, Sonia M. Bibe Luyten, Waldomiro Vergueiro e Will.

Categoria Teses Acadêmicas          

O Troféu HQMIX foi o primeiro no mundo a premiar teses acadêmicas — TCCs,  trabalhos de Mestrado e teses de Doutorado — provenientes de diferentes universidades; a maioria de universidades federais de vários estados brasileiros. Mais uma vez, esses trabalhos caracterizaram-se pelo alto nível de pesquisa. A comissão tem um critério de avaliação  que se resume nos seguintes itens: Ineditismo do Tema, Estrutura do Trabalho, Metodologia, Contribuição para a Área, Redação e Apresentação Visual (diagramação, iconografia etc.). Os temas vencedores refletem atualidade e ousadia e contribuem para o enriquecimento da bibliografia brasileira de Histórias em Quadrinhos e Humor Gráfico. Essa categoria terá divulgação dos vencedores até o dia 3 de setembro.

Os trabalhos são analisados pela seguinte comissão: Profa. Dra. Sonia M. Bibe Luyten (presidente da comissão), Prof. Dr. Waldomiro Vergueiro, Profa. Dra. Andrea Nogueira, Prof. Dr. Nobu Chinen e Mestre Maria Cristina Merlo.

Sobre Eva Furnari           
Escritora e ilustradora desde 1980, Eva Furnari tem 60 livros publicados. Nasceu em Roma, Itália, em 1948, e veio para o Brasil aos dois anos de idade. Formou-se em Arquitetura, foi professora de artes, trabalhou como desenhista em revistas e publicou histórias da Bruxinha na Folhinha de São Paulo por muitos anos. Tem livros adaptados para o teatro e publicados em diversos países. Muito premiada em sua carreira, com destaque para sete Prêmios Jabuti, pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), e oito premiações pela FNLIJ. Também recebeu o Prêmio APCA pelo conjunto da obra.

Sobre o Troféu HQMIX
O Troféu HQMIX foi criado em 1988, pela dupla JAL e Gualberto Costa, no programa TV MIX, da TV Gazeta. O prêmio logo foi apadrinhado pelo então apresentador do programa, Serginho Groisman. A votação nacional é feita pela categoria dos desenhistas de HQs e Humor Gráfico, por meio da Associação dos Cartunistas do Brasil (ACB) e do Instituto Memorial das Artes Gráficas do Brasil (IMAG).


Lista de Premiados

Desenhista Nacional
Rogério Coelho (Graphic MSP Louco – Fuga e O Barco dos Sonhos) - Panini e Positivo

Roteirista Nacional
Lillo Parra (Descobrindo o Novo Mundo e La Dansarina) – Nemo  e Quadro a Quadro

Novo Talento Desenhista
Camila Torrano (Fábulas e Spam) - Zarabatana

Novo Talento Roteirista
Zé Wellington (Steampunk Ladies – Vingança a Vapor) - Draco

Colorista/Arte-Finalista
Cris Peter (Casanova - Avaritia VOL 3, Pétalas e Projeto Manhattan – Volume 1) - Panini, Marsupial/Jupati e Devir Publicação

Infantil
Chico Bento 2ª Série - # 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 - Panini

Publicação Juvenil
Graphic MSP Turma da Mônica - Lições - Panini

Publicação de Clássico
Zodiako Premium - Opera Graphica

Publicação de Humor
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Grande Contribuição
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Grande Homenagem
Alice Takeda – diretora de arte dos Estúdios Mauricio de Sousa


Serviço:  
Entrega do 28º Troféu HQMIX
Data: 3 de setembro de 2016
Horário: 19 horas
Local: Teatro do Sesc Pompeia
Endereço: Rua Clélia 93 – São Paulo - SP
Evento gratuito: Retirada de ingressos no dia do evento, na bilheteria do Sesc Pompeia

Fonte: Way Comunicações
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Saúde Infantil

Meu filho está gaguejando! O que fazer?



Se perceber que seu filho apresenta dificuldade para falar e costuma hesitar ou repetir certas sílabas ou palavras, ele pode ter disfluência ou gagueira.

Mas não se preocupe, na maioria das vezes pode apenas estar atravessando um período de disfluência normal, também chamada de disfluência infantil. Essa situação ocorre em muitas crianças quando estão aprendendo a falar, aparecendo principalmente entre 18 meses e 5 anos com tendência a melhora espontânea.

Quanto mais jovem, mais suscetível é o indivíduo a ter suas reações influenciadas pela esfera emocional. O ato de falar, em crianças pequenas, traz maior probabilidade de desorganização da atividade articulatória podendo favorecer o surgimento de bloqueios, repetições, hesitações, prolongamentos e em situações mais tensas, pode levar à impossibilidade de falar.

A disfluência normal das crianças ocorre quando, ocasionalmente, repete uma ou duas vezes sílabas ou palavras, por exemplo: pa-pa-pato. As disfluências também podem incluir as hesitações e as interjeições como: “ha”, “hum”. Normalmente, são sinais de que a criança está aprendendo a usar a linguagem de maneira nova, podendo ir e vir de forma intermitente, melhorando com o tempo.

A gagueira se desenvolve na infância e em geral melhora com a idade mas até 1% da população pode apresentá-la. Normalmente, o principal fator predisponente é o familiar mas os atrasos do desenvolvimento da linguagem e o bilinguismo podem favorecê-la. Alguns fatores podem precipitar o  seu aparecimento como o estresse ou o medo. As pressões por fluência também podem colaborar. Sendo assim, é inegável que o estímulo feito pelos pais é benéfico, mas sempre com bom senso. Não cobre do seu filho excessivamente.

A gagueira acomete principalmente o sexo masculino, na proporção de 4 meninos para 1 menina, com tendência de recuperação mais favorável nas meninas.

Em algumas situações raras, principalmente em adultos, a gagueira pode aparecer em uma pessoa que antes não gaguejava, ou seja, ser adquirida. Nesses casos, devemos considerar a possibilidade de um transtorno neurológico, psiquiátrico ou relacionado ao uso de certos medicamentos.

A partir do momento que a gagueira está instalada, a postura da família e da escola poderão exacerbá-la. O preconceito e o bullying, além de tentativas de querer corrigir a criança podem agravar o problema. Daí a importância do seguimento adequado, com orientações a todas as pessoas que convivem com a criança.

A gagueira leve ocorre quando a criança repete sons mais de duas vezes, pa-pa-pa-pa-pato por exemplo. Nota-se tensão dos músculos faciais, especialmente ao redor da boca.  Pode ocorrer aumento da intensidade da voz durante o gaguejar ou apresentar bloqueios e pausas. A família deve adotar atitudes que colaborem para a reversão da gagueira, falando mais lentamente quando conversar com a criança.  Fale relaxadamente, dedique um tempo maior à criança, sem a presença dos outros filhos para não gerar competição. Assim, a criança poderá seguir no seu ritmo. Não fique nervosa se seu filho gaguejar, tenha paciência e transmita segurança a ele. Evite situações que você sabe que irão favorecer a gagueira. Tudo isso auxiliará na superação desta fase.

A criança com gagueira severa gagueja mais de 10% da seu fala, apresenta esforço e tensão evidente para falar, evita ou muda  as palavras usando vários sons antes de iniciar a fala.  Nesses casos, com certeza  a criança precisará de terapia.

O profissional habilitado no tratamento da gagueira é o fonoaudiólogo. Existem várias terapias que podem ser usadas, além das sugestões já apresentadas, que servem para a gagueira de qualquer intensidade. Então sempre lembre-se, fale lenta e relaxadamente sem perder a naturalidade para que não pareça uma fala artificial, mostre atenção quando a criança fala, sempre se prendendo ao conteúdo, mantendo contato visual com a criança o tempo todo e mostrando com gestos que você está atenta. Não apresse a criança a falar ou termine as palavras por ela, não discuta o assunto com outras pessoas na presença da criança ou a compare com irmãos e jamais deixe que critiquem seu filho.

Encoraje seu filho a conversar sobre a gagueira. Mostre bastante paciência e aceitação sobre o assunto. Superar a gagueira é mais uma questão de perder o medo de gaguejar do que esforçar-se para falar melhor. Não ignore o assunto, achando que vai passar. Uma orientação adequada poderá ajudar a resolver o problema ou ao menos evitar que o agrave.

Dr. NUK – Dr. Marco Aurélio Safadi
CRM: 54792
Professor de Pediatria da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.
Coordenador da Equipe de Infectologia Pediátrica do Hospital Sabará.

Fonte: VisarPlan Assessoria de Imprensa 
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Música - repertório de David Bowie


André Frateschi e banda Heroes apresentam
tributo a David Bowie no Teatro MorumbiShopping

Banda pinça clássicos da carreira de Bowie entre mais de 80 canções ensaiadas por eles há 10 anos. Lazarus, do último disco de Bowie, é a faixa mais recente que já consta no repertório do show


 

Ator e músico, André Frateschi decidiu, há 10 anos, criar um show com repertório de David Bowie (1947 – 2016), artista que por décadas reinventou sua arte e a expressou das mais diversas formas, seja na música, no cinema, nas artes plásticas ou nas performances excêntricas em palco. O show apresentado por André e pela banda Heroes em tributo ao artista britânico acontece dias 12 e 13 de agosto, sexta e sábado, às 21h, no Teatro MorumbiShopping.

Segundo André, os diversos personagens que David Bowie assumiu durante a carreira, que inclusive lhe deram o apelido de Camaleão do Rock, inspiraram o artista a desenvolver uma caracterização que homenageasse David sem copiá-lo em nenhum aspecto. A maquiagem, o cenário e as luzes estão sempre em diálogo com a obra de Bowie propondo releituras dos seus momentos mais icônicos.

Especializados no repertório do artista britânico, André conta que mais de 80 músicas de Bowie estão no repertório da banda, que seleciona uma série delas para cada show a depender do local, duração e público previsto.

No Teatro MorumbiShopping, André promete um show com músicas para piano e os clássicos Ziggy Stardust, Let’s Dance, Space Oddity, China Girl e Starman. Integra também no repertório o último single lançado em vida por Bowie, Lazarus, do CD Blackstar. A faixa ganhou um videoclipe onde Bowie canta na maior parte do tempo deitado sobre uma cama de hospital. O cantor faleceu pouco tempo depois do lançamento desse single.

André conheceu o trabalho de David Bowie aos sete anos com o LP Alladin Sane e a partir de então se tornou fã inveterado do artista. A ideia de criar uma banda que tocasse apenas o repertório de Bowie existia há anos, mas aconteceu de fato em 2005, quando André chamou amigos músicos da cena do rock paulistano, também aficcionados pelo “Camaleão”, para fechar o time. Os artistas vieram de bandas como o Numismata, Seychelles, Banda Paralela e Chimpanzé Clube Trio.

O Heroes toca desde 2005 nas principais casas de São Paulo, com destaque para a temporada de sete anos ininterruptos no Studio SP (Atual Anexo B, localizado na rua Augusta). Segundo André, a banda foi precursora na geração de covers que surgiram em seguida. O ator e cantor ressalta que a crítica especializada se mostrou atenta a esse movimento, publicando reportagens sobre o grupo em veículos como a Folha de São Paulo, Veja, Jornal da Tarde, MTV e Época, entre outros.
  

Sobre André Frateschi 
André Frateschi (São Paulo, 29 de março de 1975) é um ator e músico brasileiro. Filho dos atores Denise del Vecchio e Celso Frateschi. O vocalista tem uma sólida carreira em trabalhos de covers e versões, especialmente de David Bowie e Amy Winehouse, alguns deles ao lado da esposa, Miranda Kassin, que também participa do tributo. Em 2014, lançou o primeiro disco autoral, Maximalista. Em 2015, se tornou integrante da banda Legião Urbana.

Sobre David Bowie 
David Bowie, nome artístico de David Robert Jones, (Brixton, Londres, 8 de janeiro de 1947 — Manhattan, Nova Iorque, 10 de janeiro de 2016) foi um cantor, compositor, ator e produtor musical inglês. Por vezes referido como "Camaleão do Rock" pela capacidade de sempre renovar sua imagem, é uma importante figura na música popular há cinco décadas e é considerado um dos músicos populares mais inovadores e ainda influentes de todos os tempos, sobretudo por seu trabalho nas décadas de 1970 e 1980, além de ser distinguido por um vocal característico e pela profundidade intelectual de sua obra.

Embora desde cedo tenha realizado o álbum David Bowie e diversas canções, Bowie só chamou a atenção do público em 1969, quando a canção "Space Oddity" alcançou o quinto lugar no UK Singles Chart. Após um período de três anos de experimentação, que incluem a realização de dois significativos e influentes álbuns, The Man Who Sold the World (1970) e Hunky Dory (1971), ele retorna em 1972 durante a era glam rock com um alter ego extravagante e andrógino chamado Ziggy Stardust, sustentado pelo sucesso de "Starman" e do aclamado álbum The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars. Seu impacto na época foi um dos maiores cultos já criados na cultura popular.[1] Em 1973, o disco Aladdin Sane levou Ziggy aos EUA. A vida curta da persona revelaria apenas uma das muitas facetas de uma carreira marcada pela reinvenção contínua, pela inovação musical e pela apresentação visual.

Para roteiro
André Frateschi & Heroes - Tributo a David Bowie. Dias 12 e 13 de agosto, sexta e sábado, às 21h, no Teatro MorumbiShopping. Ingressos: R$ 50,00 (inteira) e R$ 25 (meia). Classificação: 16 anos. Duração: 80 minutos. Capacidade: 250 lugares.

Horário de funcionamento da bilheteria: de terça a quinta, das 13h às 20h. Sexta e sábado, das 13h às 21h e domingo, das 13h às 19h. Telefone: 5183-2800. Estacionamento Comum: até 2 horas – R$ 15,00. Demais horas: R$ 3,00. Estacionamento Valet: até 1 hora – R$ 18,00. Demais horas ou fração adicional – R$ 8. Estacionamento Motos: a cada 4 horas – R$ 10. Teatro MorumbiShopping. Endereço: Av. Roque Petroni Junior, 1089, Estacionamento do Piso G1, Jardim das Acácias, São Paulo.

Fonte: assessoria de imprensa Arteplural Comunicação
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