Martins Fontes - Selo Martins
 completa 10 anos em 2015



Para comemorar a primeira década do Selo Martins, da Martins Fontes, a editora oferecerá ao publico leitor diversos títulos, todos mantendo a qualidade textual e sua impecável apresentação, ao longo dos próximos meses. Iniciando este ciclo, têm em seu catálogo, em março, três obras de renomados autores estrangeiros, reconhecidos mundialmente por suas notáveis biografias e experiências.
  

Dalai Lama é um dos nomes trabalhados em 2015. Em “Uma Ponte Entre As Religiões – Por uma Verdadeira Comunhão da Fé”, o autor estabelece um diálogo entre as principais religiões do mundo a partir de seus dogmas. Ele evoca temas como a necessidade de controlar a mente indisciplinada, que resulta no egoísmo e em outros sentimentos nocivos. Cada religião, a seu modo, pretende ensinar um caminho que conduza a um estado espiritual pacífico, disciplinado, ético e sábio, ajudando os seres vivos a se livrarem do sofrimento e obter a desejada felicidade. Considerado o maior representante do budismo tibetano e um dos mais notáveis líderes espirituais da atualidade, dedica-se, nestas páginas, a abrir os olhos dos leitores para o fato de que a compaixão, e apenas ela, é capaz de promover uma unidade de mentes e garantir união e paz a toda a humanidade, em uma época de crise, na qual, às vezes, conflitos sangrentos se impõem em defesa das crenças.


T. Berry Brazeltonmédico norte-americano considerado o pediatra de maior confiança da nação segundo o jornal New York Times, depois de meio século ouvindo, cuidando, compreendendo e defendendo crianças e pais, conta agora a sua história empolgante e de amor à vida na obra“Aprendendo a Ouvir – Uma Vida Dedicada às Crianças”. O leitor é convidado a conhecer sua trajetória desde a infância em Waco, no Texas, passando por Princeton, pela formação em medicina e em psicanálise, até as brilhantes observações do comportamento dos recém-nascidos que levaram os bebês a serem vistos sob uma ótica totalmente nova. Sua vida foi marcada por inovação e assistência, o que o tornou conhecido internacionalmente pela teoria dos Pontos de Contato (Touchpoints) – regressão e crescimento de bebês e crianças pequenas –, considera-se também que ele trouxe os insights do desenvolvimento infantil para a pediatria e para a sua vigorosa atuação no Congresso Norte-Americano em Defesa das Crianças e das Famílias. Nesta obra, os fãs e os profissionais de sua área podem seguir as raízes de uma carreira brilhante e a evolução da criação de filhos desde a segunda metade do século passado até hoje.

Merlin Coverley apresenta em sua obra “A Arte de Caminhar – O Escritor Como Caminhante”, uma reflexão acerca da atividade de caminhar e sua relação com a criação e a escrita. Para isso, vale-se de dados biográficos e das obras de autores de diversas regiões e épocas que tinham a atividade incorporada em sua rotina, sejam como simples caminhantes, como peregrinos, pedestres ou flanêurs (termo francês que denomina vagantes, distraídos, vagabundos). Em comum, a maioria desses autores tem na caminhada uma fonte inesgotável de inspiração e questionamento, fortemente incorporada em suas criações. Como exemplos, o filósofo Jean-Jacques Rousseau, o poeta William Wordsworth e o próprio Aristóteles, que zanzava para lá e para cá enquanto filosofava. Como a caminhada adquiriu esse status? Por que algo tão óbvio – como colocar um pé diante do outro – adquiriu um valor tão elevado? O autor apresenta e analisa algumas respostas possíveis nesta obra.


Fichas Técnicas das obras:

Livro: Uma Ponte Entre as Religiões - Por Uma Verdadeira Comunhão da Fé
Autor: Dalai Lama - Tradução: Cecilia Bartalotti
Editora: Martins Fontes – Selo Martins
Páginas: 240 - Publicação: 2015 / Edição: 1ª
Valor sugerido: R$ 39,00 / Site:  http://emartinsfontes.com.br/catalogo_det.php?id=1112
Sobre o Autor: Tenzin Gyatso, o Décimo Quarto Dalai Lama, é o líder espiritual e temporal do povo tibetano. Seus esforços inesgotáveis na defesa dos direitos humanos e da paz mundial valeram-lhe o reconhecimento internacional. Recebeu o Prêmio Wallenberg (conferido pela U. S. Congressional Human Rights Foundation – Fundação dos Direitos Humanos do Congresso dos Estados Unidos), o Prêmio Albert Schweitzer e o Prêmio Nobel da Paz.



Livro: Aprendendo a Ouvir - Uma Vida Dedicada às Crianças
Autor: T. Berry Brazelton - Tradução: Cristina Cupertino
Editora: Martins Fontes – Selo Martins
Páginas: 240 - Publicação: 2015 / Edição: 1ª
Valor sugerido: R$ 40,00 / Site:  http://emartinsfontes.com.br/catalogo_det.php?id=1111
Sobre o Autor: T. Berry Brazelton é professor emérito de clinica pediátrico na Escola de Medicina de Harvard e professor de pediatria e desenvolvimento humano na Brown University. Atendendo em sua clínica de pediatria por mais de 45 anos, ele introduziu na formação pediátrica o conceito de orientação antecipatória para pais. Autor de mais de duzentos artigos especializados, escreveu trinta livros para profissionais e leigos, inclusive Touchpoints (traduzido para dezoito idiomas), To Listen to a Child e a clássica trilogia Infants and Mothers, Toddlers and Parents e On Becoming a Family. Para dar continuidade à sua importante pesquisa, criou dois programas no Boston Children’s Hospital: o Brazelton Institute e o Brazelton Touchpoints Center. Entre os muitos prêmios que ele recebeu destacam-se o C. Anderson Aldrich Award for Distinguished Contributions to the Field of Child Development, concedido pela Academia Americana de Pediatria. Em 1988, o dr. Brazelton foi designado pelo Congresso norte-americano para atuar na Comissão Nacional da Infância e, em 2013, recebeu a Presidential Citizens Medal de 2012, concedida “aos que realizaram feitos exemplares ao seu país e aos seus concidadãos”.


Livro: A Arte de Caminhar – O Escritor como Caminhante
Autor: Merlin Coverley / Tradução: Cristina Cupertino
Editora: Martins Fontes – Selo Martins / Páginas: 224 / Publicação: 2015 / Edição: 1ª
Valor sugerido: R$ 40,00 - Site: http://emartinsfontes.com.br/catalogo_det.php?id=1105
Sobre o autor: Merlin Coverley é escritor e livreiro britânico, também, autor do best-seller Psychogeography, Occult London e Utopia. “The Art of Wandering”. A obra “A arte de caminhar” é o primeiro livro do autor lançado no Brasil e possui em sua bibliografia embasamentos científicos e empíricos sobre como a caminhada influência no cognitivo das pessoas, no qual as paisagens são capazes de transformar e fornecer modelos para novas formas de mapeamento, documentação e envolvimento com o meio ambiente
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Fonte: 
JCG Comunicação – Excelência na Arte de Comunicar
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Aprenda o inglês do dia a dia

Inglês de Rua – American Slang reúne expressões mais utilizadas pelos americanos


As gírias, frases ou expressões coloquiais fazem parte da comunicação de qualquer idioma. Muitas delas, frequentemente utilizadas, passaram a ser empregadas no vocabulário dos falantes e, com isso, se tornaram fixas ao idioma inerente.

Para facilitar o aprendizado dessas gírias e expressões linguísticas americanas, chega ao mercado o livro Inglês de Rua – American Slang, de José Roberto A. Igreja e Robert C. Young, publicado pela Disal Editora.

Pensando em tornar os estudantes aptos à comunicação em inglês em diversas situações, o livro apresenta palavras e expressões recentemente incorporadas ao idioma americano, que nem sempre são ensinadas nas escolas.

O livro traz ainda definições com os equivalentes coloquiais empregados no Brasil, bem como a versão em português de todos os exemplos citados na obra.

Sobre os autores
José Roberto A. Igreja - Graduado em língua e literatura inglesa pela PUC (SP), possui os certificados de proficiência em inglês das universidades americanas BYU - Brigham Young University (Salt Lake City, Utah) e Michigan. Atua no segmento de cursos de inglês in-company sendo responsável pelo site www.dialectoenglish.com.br e pelo blog www.faletudoemingles.com.br
É autor de vários livros sobre o idioma inglês, entre os quais Fale Tudo em Inglês!, Inglês Fluente em 30 lições e How do you say ... in English?. É também coautor, com Robert C. Young, dos livros Fluent Business English, Fale inglês como um Americano e English for Job Interviews!, com Joe Bailey Noble III, dos livros American Idioms! e Essential American Idioms, e com Jonathan T. Hogan, dos livros Phrasal Verbs e Essential Phrasal Verbs, publicados pela Disal Editora.

Robert C. Young - Americano do Tennessee, é professor há 15 anos, tendo residido e ensinado inglês em São Francisco (Califórnia), Japão e atualmente no Brasil. Especialista em inglês comercial, é graduado em Comunicações pela Universidade do Tennessee, tem mestrado em Global Leadership pela universidade de Duquesne em Pittsburgh e certificado de professor de inglês como língua estrangeira. É sócio proprietário da Ceola & Young Global Language Consultants - www.cyglobal.com.br - e coautor, com José Roberto A. Igreja, dos livros English for Job Interviews!, Fale Inglês como um Americano e Fluent Business English.


Fonte: Ecco Press Comunicação
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Livro reúne os 600 Phrasal Verbs 
mais utilizados pelos americanos

Explicações claras, exemplos de uso e exercícios práticos de Phrasal Verbs auxiliam estudantes de Inglês


Os Phrasal Verbs são uma das maiores dificuldades para o aprendiz de inglês. A combinação de um verbo principal com mais uma ou duas palavras, que podem ser preposições e/ou advérbios gera, muitas vezes, confusões e dúvidas nos estudantes da língua inglesa. Para facilitar o aprendizado deles, chega ao mercado o livro 600 Phrasal Verbs – Como falar inglês como um americano, de Jonathan T. Hogan e José Roberto A. Igreja, publicado pela Disal Editora.

A to Z é um guia completo e indispensável para aqueles que querem aprender com clareza a utilização de cada expressão e ter fluência no inglês, trazendo os 600 Phrasal Verbs mais usados pelos americanos na conversação cotidiana, com explicações claras e exemplos de uso. Além da definição em inglês, também há a tradução em português de cada expressão.

O livro traz a seção “Como expressar 130 ideias essenciais com Phrasal Verbs”, que ensina ao leitor como aplicar um Phrasal Verbs a partir da ideia que ele quer expressar. Ao final, exercícios práticos com as respectivas respostas ajudam a consolidar o aprendizado e a reforçar a compreensão de maneira dinâmica e interativa.

Sobre os autores
Jonathan T. Hogan
Americano de Nova York, é graduado em Comunicações e Filosofia pela Boston College (Massachussets, USA). Após uma temporada lecionando inglês para executivos em São Paulo, cursou o mestrado sobre TOEFL – Teaching of English as a Foreign Language (Ensino de Inglês como Língua Estrangeira) na Columbia University (Nova York). É interessado em línguas e culturas de outros países, fala português e espanhol e trabalha como professor de inglês para alunos estrangeiros no sistema público de Nova York.


José Roberto A. Igreja

Graduado em língua e literatura inglesa pela PUC (SP), possui os certificados de proficiência em inglês das universidades americanas BYU – Brigham Young University (Salt Lake City, Utah) e Michigan. Atua no segmento de cursos de inglês in-company sendo responsável pelo site www.dialectoenglish.com.br e pelo blog www.faletudoemingles.com.br. É autor de vários livros sobre o idioma inglês, como Fale Tudo em Inglês!, Inglês Fluente em 30 lições e How do you say... in English?, entre outros. É também coautor, com Robert C. Young, dos livros Inglês de Rua – American Slang; Fluent Business English, Fale inglês como um Americano e English for Job Interviews! e com Joe Bailey Noble III, dos livros American Idioms! e Essential American Idioms, publicados pela Disal Editora.
Título: 600 Phrasal Verbs – Como falar inglês como um americano
Autor: Jonathan T. Hogan/ José Roberto A. Igreja

Disal Editora.

295 páginas.
Preço: R$59,00

Fonte: Ecco Press Comunicação
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Planeta DeAgostini apresenta coleção 
“Canetas-tinteiro”

Os fascículos trazem 50 canetas-tinteiro que homenageiam grandes personagens que marcaram a história



A Editora Planeta DeAgostini acaba de lançar a coleção “Canetas de Coleção: Canetas-tinteiro”, que reúne o universo das canetas-tinteiro com personagens que marcaram a história do Brasil e do mundo. São 50 edições que apresentam uma caneta-tinteiro e um fascículo, em cada uma, homenageando um personagem emblemático da cultura e da história da humanidade.

As canetas-tinteiro chegam às bancas com materiais, formas, cores e detalhes ricos e diferenciados, representando a marca de cada homenageado, desenvolvidos exclusivamente para essa coleção. Cada caneta foi criada como forma de prestigiar o personagem, como por exemplo, a caneta de Van Gogh, que homenageia uma icônica pintura feita por ele; a caneta de Bethoveen, com notas musicais e a caneta de Napoleão Bonaparte, com a sua inicial envolta e uma efígie da sua moeda.

O fascículo é ricamente informativo e conta com três seções. São elas: “o personagem e a caneta”, que contam a história do homenageado e sua relação com a caneta criada; “o mundo da caneta-tinteiro”, com informações sobre o universo das canetas-tinteiro (composição, penas, anatomia); “a publicidade”, com propagandas históricas das canetas-tinteiro de diversas marcas.

Primeira Edição

A primeira publicação apresenta a caneta-tinteiro e prestigia o compositor Ludwig van Beethoven (1770-1827), que abriu caminho para uma nova fase musical, o Romantismo. O objeto traz gravado no anel da tampa as primeiras notas do “Hino à alegria”, poema escrito por Friedrich Schiller em 1785 e introduzido no quatro movimento da Nona Sinfonia de Beethoven, considerada uma das mais extraordinárias composições musicais. Na parte superior do clipe, apresenta-se gravado o símbolo da clave de Fá. A pena é de aço com 22 mm de comprimento e orifício de respiro.

Próximas edições

As próximas edições contam com magníficas canetas e bem elaborados fascículos. O colecionador pode encontrar a caneta-tinteiro do Santos Dumont com tons cinzentos, negros e prateados, que criam uma sucessão de claros e escuros evocando um efeito dinâmico de sombras sobre a fuselagem de uma aeronave em movimento; outra edição terá Otto von Bismarck, o chanceler de ferro, autor do lema “a união faz a força”, que reflete suas reminiscências prussianas; também, a coleção traz a caneta de Napoleão Bonaparte, sendo azul da abóboda celeste, pois era o único limite dele, um personagem irreverente.

Os 50 fascículos apresentam singularidades nas canetas e nas seções. Uma obra imprescindível para quem quer iniciar no colecionismo de canetas-tinteiro ou se aprofundar em sua história. As canetas reúnem a sofisticação, história, usabilidade e um traço fino único.

Bancas
O primeiro fascículo estará disponível nas bancas a partir do dia 24 de fevereiro com preço especial de lançamento de R$ 19,99. A segunda edição também terá um valor promocional de R$ 39,99. A partir do terceiro fascículo o valor será de R$ 59,99.

Promoção Colecionar é 10
A Editora Planeta DeAgostini está com uma promoção imperdível. Colecionar é 10! irá sortear 10 tablets iPad entre seus leitores. A promoção será divulgada em encartes das edições 1 e 2 de todos os lançamentos de fevereiro a junho de 2015 e para participar basta se cadastrar no site https://www.planetadeagostini.com.br/microsites/colecionare10/ até o dia 21/06/15, às 10h. Cada CPF poderá se cadastrar uma única vez e os sorteios serão realizados no dia 07/07/15, às 15h.

Ficha Técnica
Edição 1: Coleção Caneta-tinteiro Beethoven;
Materiais: metal e acrílico;
Cores: preto ébano e cromado;
Forma: cilíndrica com arremates arredondados no centro do corpo e da tampa;
Tamanho: 150 mm de altura; 10 mm de diâmetro;
Fecho: rosca.
Sobre a Coleção Canetas-tinteiro
Periodicidade em banca: Quinzenal
Número de edições: 50
Elementos extras: Móvel Expositor: R$ 499,99
3 Arquivadores: R$ 29,99 (cada)

Sobre a Editora Planeta DeAgostini do Brasil
Empresa líder do mercado de colecionáveis, a Editora Planeta DeAgostini do Brasil está presente no Brasil desde 1995 comercializando coleções culturais e hobby e lazer nas bancas de jornal de todo o País e disponibilizando as assinaturas diretamente através do seu site www.planetadeagostini.com.br.

Suas coleções exclusivas e de elevada qualidade se concentram nos segmentos infantil, hobbie masculino, colecionismo feminino, figuras e modelismo. Planeta DeAgostini é licenciada de grandes marcas como Disney, Warner, Lucasfilm, Faber-Castell e Harley Davidson, tendo lançado no Brasil ao longo destes anos, coleções de grande êxito, como Perfumes de Coleção, Xadrez do Harry Potter, Princesas Disney, A Arte do Desenho, Harley Davidson Fat Boy, Veículos Star Wars, entre muitas outras.

Fonte: CR. Comunicação
 
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Momento Entrevista:

A mente brilhante do criador e suas histórias


Todo mundo já pensou um dia em ter um filho, plantar uma árvore e, quem sabe, até escrever um livro com suas memórias ou tema de preferência. Os dois primeiros itens a grande maioria das pessoas, que conhecemos, já realizou, faltou mesmo só publicar uma obra. Mas será que é simples assim escrever um texto bacana para que outras pessoas possam ler? Será que é preciso ter coragem para isso?

Para o menino Eraldo Miranda, um sonhador de Alumínio, interior de São Paulo, isso nunca foi um problema ou pesadelo. Acostumado a lidar com textos e histórias em seu dia a dia, pois adorava ler e criar personagens em sua mente, decidiu unir o útil ao agradável. Tornou-se escritor e hoje é referência na literatura infanto-juvenil. Conheça um pouco mais sobre ele no bate-papo prazeroso que tivemos sobre sua vida, projetos e sonhos. 

JCG Comunicação - Quando começou a escrever de fato (como escritor anônimo e ou profissional)?

Eraldo Miranda: Antes de escrever, vivia a narrar histórias para crianças da educação infantil, o que me auxiliou muito para escrever, primeiros anônimos, textos meus de gaveta. Contudo profissionalmente escrevi o primeiro livro a partir de pesquisas da tradição oral em 2002. Neste mesmo período, comecei a escrever meu primeiro original que viria ser publicado em 2003.

JCG Comunicação - Qual foi o primeiro livro escrito (publicado ou não)?

Eraldo Miranda: O primeiro livro foi “As Aventuras de Pedro Malasartes”, mas no mesmo ano também nasceu o “Dia do Rio”, curiosamente eles foram lançados praticamente juntos em 2003.

JCG Comunicação - Qual foi a primeira Editora que publicou sua obra?

Eraldo Miranda: Foi a Editora Elementar de São Paulo, mas também no mesmo ano, meses depois, a Franco Editora também publicou outra obra.

JCG Comunicação - Qual foi a sensação de ver um filho (livro) seu impresso e a venda?

Eraldo Miranda: Encurtando a história, quando a Editora Elementar me ligou para dizer que o livro Malasartes, ainda em boneco sem entrar na gráfica, havia sido no vendido para a Prefeitura de São Paulo, com cinco mil exemplares, fiquei atônito. Eu, que já morava numa pensão em Guarulhos, que tinha mais baratas e ratos do que gente, me sentei na escada e chorei como criança, de soluçar e tudo. Era meu primeiro livro, um filho nascendo, e seria publicado com uma tiragem alta! Imagina a minha alegria... sem palavras mesmo.

JCG Comunicação – Quantos livros você já tem publicado e quais são as editoras que são suas parceiras?

Eraldo Miranda: Tenho mais de 15 livros já publicados e previsão para o dobro deste número que vão chegar entre 2015 e 2016. Em breve apresentarei muitas novidades para os meus leitores. Entre os livros e as editoras estão:


Editora Elementar
·         As aventuras de Pedro Malasartes
·         O dia em que Ananse espalhou sabedoria pelo mundo
·         Ludens, a cidade dos bonecos
·         Histórias boas de contar dos Irmãos Grimm


Mundo Mirim
·         O nascimento dos Andes e outras lendas pré-colombianas


Cortez Editora
·         O menino que levou o mar para o avô
·         O pescador de histórias


Franco Editora
·         O dia do rio
·         Os três porquinhos
·         Um ovo para a paz



Trilha das Letras
·         Caiu no chão, virou bichão


Espaço IDEA
·         A centopéia sem pés
·         Mitos do fogo


Editora Napoleão
·         O reino da Caixa tonta


CRIA Editora
·         Guerra e Paz




JCG Comunicação – Quais são os livros de destaque em sua carreira?

Eraldo Miranda: Considero todos os livros, mas três deles, hoje, tem maior destaque, que são: “Guerra e Paz”, ilustrado com as imagens dos Painéis Guerra e Paz de Candido Portinari e prefácio de Milton Nascimento, pela Cria Editora; “O Menino que levou o mar para o avô, pela Cortez Editora; e “As aventuras de Pedro Malasartes”, pela Editora Elementar.

JCG Comunicação – O que você espera para a literatura nacional?

Eraldo Miranda: Sempre espero (pelo que necessitamos crescer) muito trabalho, muitas ações efetivas acerca do livro literário. Este é um universo aberto e ainda pouco explorado. Apesar das compras governamentais alimentarem uma grande parte das publicações nacionais, precisamos de muito mais. Carecemos de mais bibliotecas, mas não somente do prédio, mas lá no espaço físico de muitos livros e, acima de tudo, bibliotecários reais, não de faz de conta como acontece em muitos estabelecimentos. É preciso valorizar está classe tão necessária para a coisa funcionar e bem. Precisamos de mais livrarias descentralizadas, uma vez que os números são ínfimos diante do tamanho do país. Os dados apresentam que as livrarias estão alocadas nos grandes centros. Precisamos, também, de mais feiras e salões literários, não somente bienais. É importante desenvolver políticas públicas mais rígidas para aquisição municipal de livros, uma vez que na maioria esmagadora dos municípios brasileiros, talvez haja bibliotecas e salas de leitura nas escolas, mas não há livros e, quando se compram algo, são obras muitas vezes com qualidade literária questionáveis, já que os critérios de avaliação são falhos e vemos que compram qualquer livro para fazerem números nas prateleiras. Há muita coisa boa acontecendo, muita mesmo, tenho presenciado ações de estimulo a leitura que nem sonhava na minha infância. Mas o Brasil precisa, ainda, fazer muito, mas muito mesmo para ficar mais ou menos dentro deste cenário. Agora para ficar bom e ótimo, as gerações lá na frente terão que ter a competência e habilidade para continuar aquele sonho de Lobato, “um país de homens e livros”.

JCG Comunicação – Como você enxerga o universo literário no Brasil hoje?

Eraldo Miranda: Podemos afirmar e confirmar que somos um país que possui escritores de renome atemporais como, por exemplo, Lobato, Machado, Amado, Vinícius, Ana Maria Machado e tantos e tantos outros que foram surgindo numa literatura que não perde para nenhuma no mundo. E, hoje, em específico a literatura infantojuvenil nacional é riquíssima, sempre surgem novos autores e ilustradores. Tudo isto me deixa, verdadeiramente, esperançoso para o futuro próximo.

JCG Comunicação – Qual mensagem você deixa para o público infanto-juvenil?

Eraldo Miranda: Eu diria assim:
Sonhem... Construam e Reconstruam, a partir de suas leituras, coisas boas para suas famílias, cidades, país e mundo. Todos sabem da importância da leitura, então leiam. A leitura tem que ser como chocolate e seus diversos paladares. Tem que ser prazerosa, livre, espontânea, construtiva. Temos que esquecer a palavra obrigação para a leitura, o ato de obrigação na leitura está na importância e validade que cada indivíduo delega ao livro. Leitura é extensão, é ação e experimentação do universo que nos cerca, seja qual for seu campo de visão. É pão e café com leite pela manhã, é no almoço arroz, feijão, bife e salada. É a noite um suculento prato de sopa. Ao se alimentar assim, você vai constituir um individuo pleno e sabedor de seus direitos e deveres e os reflexos de suas ações sobre a sociedade. A poética está aí, aqui, ali e todos os dias ela é experimentada, mesmo que não você não a perceba. A consciência sobre isso só será concreta por meio do exercício de leitura não só de livros, mas do eu, do outro e do mundo. Crianças leiam para contar suas histórias, pois elas são importantes para todos. Vão em frente e leve suas palavras, revoadas de pássaros aos sedentos por saber e aprender. Porque contar histórias é uma maneira de se ser percebido e perceber o outro. Eu só existo se eu sou percebido e narrar uma história é uma das mais belas maneiras de se deixar ser percebido. É um jeito de você marcar a sua passagem aqui com palavras, pontos e vírgulas. Desse modo você marca a sua passagem, sagrada passagem. Leiam para rir e chorar. Leiam para sonhar, para acordar Leiam para construir e para desconstruir. Leiam em nome da liberdade, em nome de um mundo melhor e justo. E só podemos cobrar melhorias para nossas vidas se somos sábios e sensíveis para cobrar isto. O ato de ler nos torna poderosos como voz que é ouvida e respeitada.

JCG Comunicação – Qual mensagem você deixa para os empresários e afins que podem contribuir para mudar o cenário da pouca leitura no Brasil?

Eraldo Miranda: Em um país ao qual temos pessoas conscientes e críticas de suas funções sociais, seguramente, na hora de escolher um produto ou marca, elas irão buscar aquela que lhes tragam benefícios positivos. O mesmo se aplica aos livros. A leitura deve começar a ser uma prática nos meios familiares, em escolas e centros sociais, pois contribui para perspectivas de formação de cidadãos atuantes e conscientes. E são estes sujeitos que contribuem para o crescimento, social, cultural e econômico do país. Quando as empresas criam iniciativas em projetos que estimulam a leitura, ganham com isso, pois o resultado é a divulgação de sua marca e sua ação em prol de melhorias para o coletivo. Contribui para o Brasil tornar-se um país não somente de livros, mas acima de tudo de leitores. É contribuir para uma nação fortalecida, onde empresas e sociedade se beneficiem mutuamente.





Carina Gonçalves
Jornalista responsável
JCG Comunicação – Excelência na Arte de Comunicar

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Aprendendo a Ouvir
Uma Vida Dedicada às Crianças



Depois de meio século ouvindo, cuidando, compreendendo e defendendo crianças e pais, o médico norte-americano T. Berry Brazelton, considerado como o pediatra de maior confiança da nação segundo o jornal New York Times, conta agora a sua história empolgante e de amor à vida na obra “Aprendendo a Ouvir – Uma Vida Dedicada às Crianças”, com publicação no Brasil pela Martins Fontes – Selo Martins.

Desde a infância em Waco, no Texas – ele narra como cuidou competentemente de nove primos pequenos enquanto os adultos apreciavam o almoço de domingo –, passando por Princeton – onde teve uma proposta para ser ator na Broadway –, pela formação em medicina e em psicanálise, até as brilhantes observações do comportamento dos recém-nascidos que levaram os bebês a serem vistos sob uma ótica totalmente nova.

Sua vida foi marcada por inovação e assistência. Conhecido internacionalmente pela teoria dos Pontos de Contato (Touchpoints) – regressão e crescimento de bebês e crianças pequenas –, considera-se também que ele trouxe os insights do desenvolvimento infantil para a pediatria e para a sua vigorosa atuação no Congresso Norte-Americano em Defesa das Crianças e das Famílias. Nesta obra, os fãs e os profissionais de sua área podem seguir as raízes de uma carreira brilhante e a evolução da criação de filhos desde a segunda metade do século passado até hoje.



Sobre o Autor: T. Berry Brazelton é professor emérito de clinica pediátrico na Escola de Medicina de Harvard e professor de pediatria e desenvolvimento humano na Brown University. Atendendo em sua clínica de pediatria por mais de 45 anos, ele introduziu na formação pediátrica o conceito de orientação antecipatória para pais. Autor de mais de duzentos artigos especializados, escreveu trinta livros para profissionais e leigos, inclusive Touchpoints (traduzido para dezoito idiomas), To Listen to a Child e a clássica trilogia Infants and Mothers, Toddlers and Parents e On Becoming a Family. Para dar continuidade à sua importante pesquisa, criou dois programas no Boston Children’s Hospital: o Brazelton Institute e o Brazelton Touchpoints Center. Entre os muitos prêmios que ele recebeu destacam-se o C. Anderson Aldrich Award for Distinguished Contributions to the Field of Child Development, concedido pela Academia Americana de Pediatria. Em 1988, o dr. Brazelton foi designado pelo Congresso norte-americano para atuar na Comissão Nacional da Infância e, em 2013, recebeu a Presidential Citizens Medal de 2012, concedida “aos que realizaram feitos exemplares ao seu país e aos seus concidadãos”.



Ficha Técnica:
Título: Aprendendo a Ouvir - Uma Vida Dedicada às Crianças
Autor: T. Berry Brazelton - Tradução: Cristina Cupertino
Editora: Martins Fontes – Selo Martins
Páginas: 240 - Publicação: 2015 / Edição: 1ª


Fonte: JCG Comunicação – Excelência na Arte de Comunicar
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A Arte de Caminhar
O Escritor como Caminhante




Que caminhar faz bem para a saúde e tranquiliza a mente, isso não é novidade. No entanto, se vista sob a ótica de que esta prática contribui, também, para o desenvolvimento da escrita e da criatividade, ai sim pode ser considerada uma notícia. Esse é o argumento de Merlin Coverley, escritor e livreiro britânico, que apresenta em sua obra “A Arte de Caminhar”, publicada no Brasil pela Martins Fontes – Selo Martins, uma reflexão acerca da atividade de caminhar e sua relação com a criação e a escrita.

Para isso, vale-se de dados biográficos e das obras de autores de diversas regiões e épocas que tinham a atividade incorporada em sua rotina, sejam como simples caminhantes, como peregrinos, pedestres ou flanêurs (termo francês que denomina vagantes, distraídos, vagabundos). Em comum, a maioria desses autores tem na caminhada uma fonte inesgotável de inspiração e questionamento, fortemente incorporada em suas criações. Como exemplos, o filósofo Jean-Jacques Rousseau, o poeta William Wordsworth e o próprio Aristóteles, que zanzava para lá e para cá enquanto filosofava.

Como a caminhada adquiriu esse status? Por que algo tão óbvio – como colocar um pé diante do outro – adquiriu um valor tão elevado? O autor apresenta e analisa algumas respostas possíveis nesta obra.

Merlin Coverley é escritor e livreiro britânico. Também é autor de Psychogeography, Occult London e Utopia. “The Art of Wandering”. A obra “A arte de caminhar” é o primeiro livro do autor lançado no Brasil.


Ficha Técnica:
Título: A Arte de Caminhar – O Escritor como Caminhante
Autor: Merlin Coverley / Tradução: Cristina Cupertino
Editora: Martins Fontes – Selo Martins
Páginas: 224
Publicação: 2015 / Edição: 1ª






Fonte: JCG Comunicação – Excelência na Arte de Comunicar
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