Kia Ora celebra o pop rock com Marquesaria, Babu Baía e Zassa nesta quinta-feira no Itaim Bibi

O bar Kia Ora, conhecido por ser um dos principais pontos de música ao vivo no Itaim Bibi, promove nesta quinta-feira (11) uma noite especial com muito pop rock e nostalgia. A programação começa com o cantor Marquês, da banda Marquesaria, que traz ao palco um show com grandes sucessos do rock internacional. Com passagem marcante pelo programa Canta Comigo, onde foi indicado ao Emmy 2020, o artista promete envolver o público com sua performance enérgica.

Na sequência, a pista ganha clima de festa com a discotecagem do DJ Babu Baía, da Kiss FM, que prepara uma seleção de clássicos dos anos 80. Com mais de 25 anos de carreira no rádio, o comunicador já passou por emissoras como Brasil 2000 e Cultura. Para encerrar a noite, a banda Zassa assume o palco com um repertório dançante de pop rock, garantindo animação até a madrugada.

A festa integra a programação especial de aniversário de 21 anos do Kia Ora, que celebra o mês de abril com atrações musicais variadas e noites temáticas. O happy hour da casa rola das 18h às 20h, com promoções em comidas e bebidas. O bar conta com acessibilidade, estacionamento em frente e área para fumantes.


Fonte: assessoria de imprensa

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Exposição imersiva “Hello Kitty - Um Universo de Encanto e Magia” chega a Porto Alegre


Experiência para toda a família estreia em 22 de fevereiro na 

Multiverso Experience do Cais Embarcadero

 


Créditos: Divulgação

 

Após uma temporada de enorme sucesso em São Paulo que levou um público de mais de 35 mil pessoas a reviverem as melhores lembranças da infância e criarem novas memórias em família, a Multiverso Experience presenteia o público gaúcho com uma experiência imersiva de uma das personagens mais amadas e conhecidas do mundo, a Hello Kitty, em parceria com a Sanrio, empresa criadora e detentora dos direitos da personagem.

 

A partir de 22 de fevereiro, estreia no Cais Embarcadero, em Porto Alegre, a exposição “Hello Kitty - Um Universo de Encanto e Magia”, com muita interação e curiosidades dessa menininha e sua turma que fascina e cativa fãs de muitas gerações.

 

“Essa é uma experiência única, repleta de emoção, nostalgia e descobertas fascinantes dos cenários, elementos, aromas, sons e texturas do universo Hello Kitty. Vamos proporcionar momentos para toda a família, contando também com muita interatividade e atividades para as crianças”, conta Mohamad Rabah, CEO da Multiverso Experience.

 

Para a Sanrio, chegar ao Rio Grande do Sul também é motivo de comemoração: "É uma alegria imensa ver a magia da Hello Kitty brilhar novamente nessa exposição com a Multiverso. Nossa parceria reforça a importância de levarmos experiências imersivas e encantadoras ao público, conectando ainda mais as gerações e fortalecendo a presença das nossas marcas na vida dos fãs e consumidores”, comenta Caroline Manha, gerente Comercial e Marketing da Sanrio no Brasil.

 

O evento traz muita tecnologia com projetores encarregados de fazer a ambientação de mais de 1 mil m² de espaço, além de atividades tecnológicas, que oferecem interação aos visitantes e uma chance única de explorar os diversos e encantadores universos da Hello Kitty.

 

Serviço:

"Hello Kitty - Um Universo de Encanto e Magia”

Local: Multiverso Experience - Cais Embarcadero

Endereço: Av. Mauá, 1050 - Armazém 7 - Centro Histórico, Porto Alegre - RS

Data: a partir de 22 de fevereiro 

Horário: de terça a domingo, das 10h às 21hh

Ingressos: https://www.ticketmaster.com.br/event/hello-kitty-um-universo-de-encanto-e-magia

 

Sobre a Multiverso

A Multiverso Experience está há 19 anos desenvolvendo experiências tecnológicas, aliando engenharia e design com criatividade e sensibilidade para transcender o real e o virtual. Desde 2016 passou a se dedicar em criar projetos imersivos e foi responsável pela primeira exposição do gênero no Brasil, no Palácio dos Festivais, em Gramado (RS).  Entre os trabalhos estão as mostras “Pincelando a História”, “MasterChef - Imersão & Sentidos”, “As Farpas do Renascimento”, "O Impressionismo de Monet e Van Gogh", além de outros universos particulares em Miami, Porto Alegre e Florianópolis.

www.multiversoexperience.com.br | @multiverso.poa

 

Sobre a Sanrio

Sanrio®️ é uma marca life style global mais conhecida pela personagem Hello Kitty®️, que foi criada em 1974, e detentora de muitas outras marcas de personagens amadas, como My Melody™️, Kuromi™️, LittleTwinStars™️, Cinnamoroll™️, Pompompurin™️, gudetama™️, Aggretsuko™️, Chococat™️, Badtz-Maru™️ e Keroppi™️. A Sanrio®️ foi fundada com base na filosofia de que um pequeno presente pode trazer felicidade e amizade às pessoas de todas as idades. Desde 1960, esta filosofia tem servido de inspiração para oferecer produtos, serviços e atividades que promovam a comunicação e inspirem experiências únicas aos consumidores em todo o mundo. Hoje, os negócios da Sanrio®️ se estendem à indústria do entretenimento com várias séries de conteúdos, games e parques temáticos. A Sanrio®️ possui uma extensa linha de produtos que está disponível em mais de 130 países. Com a ideia de “One World, Connecting Smiles”, a Sanrio pretende levar sorrisos a todos as pessoas. Para saber mais sobre a Sanrio®️, visite www.sanrio.com.br e siga nossos conteúdos nas plataformas YouTube, TikTok, Instagram e Facebook @HelloKittyBrasil e @SanrioBrasil.

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 Causos de uma cidade amaldiçoada no sertão

Em "Manairama", o escritor Raimundo Sales conta histórias de personagens que batalham contra violências, desigualdades e preconceitos com certo humor, arte e fé


Diz a crença popular que, na época da fundação de Manairama, um padre amaldiçoou o lugar durante uma missa. Essa condenação parece mesmo ter trazido consequências, porque não é difícil esbarrar em situações naturalizadas de violências, negligências, preconceitos sociais, desigualdades econômicas e corrupção política. Até mesmo o clima se assemelha a um castigo dos céus, por sujeitar os moradores e os animais à fome. Porém, a região, de vez em quando, mostra-se mais como uma benção repleta de gente que se recusa a desistir apesar de todos os problemas.

É com esse cenário que Raimundo Sales lança um livro sobre as pessoas de uma cidade de interior no semiárido nordestino. Com capítulos curtos, as trajetórias desses moradores são contadas por meio de uma linguagem coloquial, parecida com as conversas de um grupo de idosos na calçada ou de uma roda de amigos que se diverte na praça após ir à igreja no domingo.

Os protagonistas formam uma teia de relações complexas representativas das experiências vividas em Manairama: há o bêbado, sempre pedindo cachaça ao povo; a família de pequenos agricultores que sofre para colocar comida na mesa; o jovem que se muda para o Sudeste em busca de ascensão socioeconômica; a “doida” e cuidadora dos animais abandonados; o comerciante que enriqueceu; entre muitos outros. Todos eles desafiam os limites de onde nasceram à medida que também flexibilizam as fronteiras entre o urbano e o rural.

Seu Chico Morais adquiriu um Ford 1929. O povo só andava na região a pé, de jumento ou a cavalo. Se quem tinha um cavalo já era considerado rico, imagine quem tinha carro. As pessoas que andavam por tais caminhos, ao avistá-lo fazendo barulho, soltando fumaça e levantando poeira – no meio de juremas, catingueiras, pereiros, favelas e imburanas completamente sem folhas -, elas corriam, e muitas se feriam nos espinhos e nas pedras no chão. (Manairama, p. 60)

Com apoio das ilustrações de Marcos Aurelio, o autor destrincha as adversidades de uma população do Seridó Potiguar, mas que reverbera em qualquer outra cidade do país. Mesmo ao abordar contextos difíceis, Raimundo Sales reforça a capacidade do brasileiro de ser feliz. Se nasceram numa cidade “amaldiçoada” - cujo termo é uma crítica à visão sobre o Nordeste -, os moradores encontraram motivos para usufruir da vida por meio de arte, humor, relações de afeto e fé.

FICHA TÉCNICA

Título: Manairama
Subtítulo: Maldição e Vida
Autor: Raimundo Sales
ISBN: 978-8536664378
Editora: Scortecci
Páginas: 292
Preço: R$ 56,52 (físico) | R$ 20 (e-book)
Onde comprar: Amazon

Sobre o autor: Raimundo Sales é analista judiciário do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, com bacharelado em Direito pela Universidade Federal da Paraíba e especialização em Direito Processual Civil e do Trabalho pela Universidade Potiguar). Em paralelo, trabalha com literatura e publicou o primeiro livro aos 47 anos. Desde então, foi finalista do Prêmio Selo Off Flip 2024, nas categorias Contos e Crônica. Agora, lança o romance Manairama: Maldição e Vida.

Redes sociais do autor:

Instagram: @raimundo.sales.710667
Facebook: /raimundo.sales.710667
LinkedIn: Raimundo Sales


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 𝐂𝐅𝐌 - 𝐍𝐨𝐭í𝐜𝐢𝐚𝐬

Conselho Federal de Medicina (CFM) alerta com preocupação sobre a tentativa de flexibilização do aborto legal no Brasil, permitindo sua realização por profissionais não médicos, sem a qualificação técnica necessária.
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O Código Penal e a decisão do STF na ADPF 54 estabelecem critérios claros para a interrupção da gravidez em casos específicos, sempre com a devida assistência médica.
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A exclusão do médico desse processo coloca em risco a saúde da mulher e desrespeita normativas legais e científicas.
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O CFM acompanha o caso e reforça a necessidade de um debate responsável e baseado em critérios técnicos e jurídicos.
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𝐌𝐚𝐭é𝐫𝐢𝐚 𝐧𝐚 í𝐧𝐭𝐞𝐠𝐫𝐚:
https://portal.cfm.org.br/noticias/cfm-manifesta-preocupacao-com-tentativa-de-alterar-regras-sobre-aborto-legal

𝐏𝐚𝐫𝐚 𝐬𝐞𝐠𝐮𝐢𝐫 𝐞 𝐢𝐧𝐝𝐢𝐜𝐚𝐫 𝐧𝐨𝐬𝐬𝐨 𝐜𝐚𝐧𝐚𝐥 𝐧𝐨 𝐖𝐡𝐚𝐭𝐬, 𝐚𝐜𝐞𝐬𝐬𝐞:
𝐡𝐭𝐭𝐩𝐬://𝐰𝐡𝐚𝐭𝐬𝐚𝐩𝐩.𝐜𝐨𝐦/𝐜𝐡𝐚𝐧𝐧𝐞𝐥/𝟎𝟎𝟐𝟗𝐕𝐛𝟏𝐧𝐟𝟎𝟑𝟕𝐝𝐦𝐞𝐖𝐱𝐐𝐭𝐂𝟕𝐍𝟎𝐍
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𝐨𝐮 𝐩𝐫𝐨𝐜𝐮𝐫𝐞 𝐜𝐨𝐦𝐨 𝐍𝐨𝐭í𝐜𝐢𝐚 𝐌𝐞𝐝 - 𝐃𝐢𝐜𝐚𝐬 𝐝𝐞 𝐒𝐚ú𝐝𝐞 𝐞 𝐚𝐟𝐢𝐧𝐬
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Para mais informações e contratações:
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 Decisão inédita em São Paulo

 garante direito a contribuinte de cosméticos

Justiça Federal determina exclusão de PIS/Cofins da própria base de cálculo


Foto: divulgação / Felipe Mano Monteiro do Paço

Em uma decisão inédita no Estado de São Paulo, a Justiça Federal garantiu a um grande contribuinte do setor de cosméticos o direito de excluir o PIS e a Cofins da base de cálculo das próprias contribuições sociais. 

O caso surge no contexto das discussões provocadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) na chamada "tese do século", que determinou a inconstitucionalidade da inclusão do ICMS na base de cálculo dessas contribuições.

 A sentença, proferida pela Juíza Federal Adriana Freisleben de Zanetti, obriga a União a restituir, por meio de compensação tributária, os valores pagos nos cinco anos anteriores ao ajuizamento da ação.

 O contribuinte, representado pelo advogado Felipe Mano Monteiro do Paço, sustentou que o entendimento fixado pelo STF na "tese do século" deveria ser aplicado ao caso, argumentando que as contribuições sociais, como o ICMS, não se enquadram nos conceitos de receita ou faturamento – base de cálculo do PIS e da Cofins.

Na sentença, a juíza concordou com a argumentação do contribuinte, afirmando que os valores relativos ao PIS e à Cofins não se inserem no conceito de faturamento ou receita bruta, e portanto, sua inclusão na base de cálculo das próprias contribuições seria inconstitucional.

A decisão representa um precedente significativo para outros contribuintes que buscam a exclusão desses tributos da base de cálculo, prometendo um impacto relevante no cenário tributário nacional.

 

Sobre o advogado Felipe Mano: 

Felipe Mano, sócio da área Tributária no Colonhese Advogados, é graduado em Direito pela PUC-SP, pós-graduado pela FGV e mestrando em Direito Fiscal pela Universidade de Lisboa. Com mais de dez anos de experiência, Felipe oferece uma sólida trajetória em consultoria e planejamento tributário, além de atuação em disputas fiscais. Sua participação no escritório de advocacia fortalece o compromisso em oferecer soluções jurídicas de excelência.

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 As múltiplas vidas de uma bruxa

"A Fênix Escarlate: Blanca de Lagash" narra as reencarnações de uma feiticeira que luta pelos direitos das mulheres em diferentes momentos históricos


A Fênix Escarlate é a história de uma mulher com muitas vidas. No século XXI, ela é uma escritora renomada que decide explorar seu lado como feiticeira depois de já ter sido uma bruxa na Suméria, em Jerusalém, em Sevilha e em Paris. Apesar de diferentes tempos históricos e regiões, a protagonista sempre teve um propósito bem estabelecido: o de lutar pela autonomia e pelos direitos femininos.


Obra inaugural de uma saga, Angela Cruz apresenta a trajetória da personagem na antiga Mesopotâmia e na contemporânea cidade de São Paulo. Com arcos narrativos entrelaçados, as duas trajetórias de Blanca convergem em experiências recorrentes entre mulheres de qualquer época, como preconceito, violência e desigualdades.


Na primeira parte do enredo, a narradora da atualidade reconta sua vida do fim para o começo e ecoa inúmeros conflitos sociais. Entre encontros, diálogos e reflexões, percebe o silenciamento das vozes femininas, os impactos dos papéis de gênero e as consequências da objetificação dos corpos. Já o segundo momento retorna para mais de 2 mil anos a.C, quando a protagonista foi perseguida pelo próprio pai, que a considerava marcada por Lilith.


Em todas essas vidas bruxescas, fui maltratada, desrespeitada, humilhada, destituída de direitos, violentada e condenada. Na maior parte dessas vidas, morri sem o direito de defesa. Mas em todas elas lutei por mim, por minhas irmãs mulheres, companheiras e iguais. Ao longo dos tempos, encontrei aliadas e aliados para essa luta. Descobri maneiras e desenvolvi estratégias para me desviar de maldades e conseguir alcançar alguns benefícios, privilégios ou vitórias sobre malfeitores, dominadores ou contra quem pudesse nos causar males. (A Fênix Escarlate, pg. 11)


Entre ficção e realidade, Angela Cruz introduz detalhes sobre bruxaria e as diferentes perspectivas que adquiriu com os anos. “A obra é permeada pela prática da bruxaria, uma filosofia de vida que está entranhada na sociedade, na alma humana, em todos os cantos do mundo. Ela existe desde sempre e se transmutou por séculos, ora sendo aclamada como única salvação, ora execrada como algo odioso”, explica.


O livro desconstrói a imagem das feiticeiras e as aproxima do cotidiano. Entre as páginas, os leitores percebem como esses costumes místicos estão presentes de forma recorrente: no desejo de que uma situação aconteça na vida de alguém ou no poder do amor para transformar o mundo. A partir dessa conexão, a saga reforça que o trabalho em prol das mudanças sociais pode até ser guiado pelas feiticeiras, mas é ecoado em todas as pessoas que tornam a equidade e a justiça um compromisso diário.


FICHA TÉCNICA

Título: A Fênix Escarlate
Subtítulo: Blanca de Lagash
Autora: Angela Cruz
ISBN: 978.65-5872-991-4
Páginas: 372
Preço: R$ 72,84 (físico) | R$ 24,90 (e-book)
Onde comprar: Amazon | Uiclap


Sobre a autora: Angela Cruz é advogada e professora universitária aposentada. Doutora em Direito, mestre em Educação Escolar e bacharel em Ciências Sociais e Ciências Jurídicas, sempre sonhou em escrever. Publicou coletivamente obras como “Os Gomes Regateiro no Brasil: histórias da imigração portuguesa” (2016) e “Depois da Festa: histórias e memórias dos egressos do Curso de Direito” (2021). Hoje, dedica-se integralmente à literatura e estreia na ficção com a saga épica A Fênix Escarlate. Nascida em Itajobi/SP, é mãe de três filhos e avó de quatro netos.


Redes sociais da autora:

Instagram: @aacduran64
Facebook: Angela Cruz Duran

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 Empreendedorismo como oportunidade: Programa abre portas para mulheres investirem em seu negócio

Curso de seis meses oferece incentivo financeiro, além de mentorias individuais desde a idealização de negócios até estratégias de comercialização

As mulheres já são maioria entre os brasileiros que pretendem empreender nos próximos anos. De acordo com o Monitor Global de Empreendedorismo 2023, entre as 47,7 milhões de pessoas com intenção de se tornarem empreendedoras até 2026, as mulheres representam 54,6%. Elas ultrapassaram os homens, que eram maioria na pesquisa realizada em 2022. O relatório técnico do Sebrae sobre o empreendedorismo feminino divulgado em 2024 mostra que mais de 10 milhões de mulheres estão hoje à frente do próprio negócio. E um projeto no interior do Paraná vem buscando acelerar esses números e reunindo histórias como a da nova empreendedora Fernanda Brasil, moradora de Toledo, no Oeste do estado.  


“A Fer que entrou aqui não é a mesma que está saindo. Os últimos meses foram transformadores”, conta emocionada a jovem de 36 anos que foi uma das participantes da terceira edição do programa Empreende Mulher, realizado pelo Biopark Educação. “Hoje sou uma empreendedora e tenho consolidado meu posicionamento como impulsionadora de talentos de crianças e jovens”, destaca.


Formada em pedagogia e arquitetura, Fernanda sempre trabalhou em escolas de Toledo (PR), onde reside. No início de 2024, soube do programa Empreende Mulher e, movida pela curiosidade, decidiu se inscrever. “Nunca me achei uma empreendedora, mas aqui me descobri. Foi um caminho árduo, um processo difícil, com muito choro, mas também de muita transformação. Descobri traumas que, de certa forma, me paralisavam no ato de empreender, mas eles viram em mim uma empreendedora, e hoje saio daqui com meu negócio consolidado”, afirma. 


Outra participante, a artesã e agora empreendedora, Dirce Galvão, começou a mudar a sua trajetória durante a pandemia. Na época, ela decidiu deixar o artesanato de lado e se dedicar à produção de bolachas e outras guloseimas afetivas. Moradora de Palotina, a 60 km de Toledo (PR), ela enfrentou  a estrada para participar do programa e impulsionar seu negócio. “Me sinto realizada na cozinha, mas sabia que podia melhorar minhas vendas e meu negócio. E ele se transformou aqui. Hoje, só faço alimentos sem glúten, porque percebi que era uma necessidade do mercado e tem dado muito certo. Não consigo mais aceitar encomendas para o Natal, e tenho certeza de que as coisas irão melhorar cada vez mais”, relata entusiasmada. “Consigo surpreender meu cliente com o sabor, textura e o afeto que estão presentes nos meus biscoitos”, conclui. 


Incentivo para continuar

Promovido pelo Biopark Educação, localizado no Biopark — Parque Tecnológico do Oeste do Paraná, o curso Empreende Mulher é apenas o início de um projeto muito maior. Com duração de seis meses, o programa reúne 30 participantes, cada uma recebendo um incentivo mensal de R$ 400 durante o processo de formação. Ao final do curso, os três projetos com melhor desempenho são premiados com valores de: R$ 15 mil para o primeiro lugar, R$ 8 mil para o segundo e R$ 5 mil para a terceira colocada. Os projetos são avaliados ao longo das etapas e no pitch final. 


“As interessadas passam por um processo seletivo composto por duas etapas. A primeira é a avaliação da empresa ou proposta de negócio, e a segunda é uma entrevista para análise do perfil empreendedor”, explica o coordenador do projeto, Hermes Inácio. “Uma coisa é certa: as mulheres e os projetos que começam aqui saem transformados. Iniciamos com a fase de ideação e seguimos até a introdução do produto no mercado. Durante esse processo, realizamos mentorias individualizadas”, ressalta Hermes. 


História de Sucesso

A nutricionista Adriana Cunha é um dos cases de sucesso do Empreende Mulher e já está faturando com sua empresa. Participante da segunda edição do programa, Adriana ingressou com uma ideia e saiu com uma empresa estruturada, emitindo notas fiscais. “Morava em Mato Grosso do Sul e me mudei para Toledo cinco dias antes do início do curso. Cheguei sem conhecer ninguém, apenas com uma ideia na cabeça. Saí com uma empresa, a Greenbox, que é uma fazenda urbana. Agora, estou com minha empresa dentro do Biopark, trabalhando no desenvolvimento de produtos não perecíveis que possam ser comercializados em outras regiões do país”, explica Adriana. 


Sobre o aprendizado obtido no Empreende Mulher, Adriana destaca que retornar à sala de aula, após anos de formação, foi desafiador, mas essencial para seu desenvolvimento profissional. “As mentorias individualizadas foram fundamentais durante todo o programa. É muito bom contar com alguém olhando, de forma específica, para sua empresa”, finaliza.


A próxima edição do Empreende Mulher está prevista para o segundo semestre de 2025, com inscrições abertas no Dia da Mulher.


Sobre o Biopark

O Biopark está localizado em Toledo, região Oeste do Paraná, em uma área de mais 5 milhões de m². Com o foco no desenvolvimento regional por meio da educação, da pesquisa e da geração de negócios, o Biopark já conta com mais de duas mil pessoas circulando diariamente em seu território. Atualmente, mais de 180 empresas já atuam no local, gerando empregos e progresso. Três instituições federais de ensino estão instaladas no Biopark, a Universidade Federal do Paraná (UFPR), a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) e o Instituto Federal do Paraná (IFPR). Em 30 anos, o Biopark deve receber mais de 500 empresas, ofertar 30 mil postos de trabalho e ter população de 75 mil moradores.



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 Artigo: O recuo que não apaga o abuso


Por Dra. Juliana Bueno - advogada  e consultora tributarista na JBueno Consultores e Advogados e Lucro Real Consultoria empresarial

A tentativa da Receita Federal de monitorar movimentações financeiras via Pix acima de R$ 5 mil para pessoas físicas e R$ 15 mil para jurídicas expõe o autoritarismo silencioso que se instaurou sob o pretexto de controle fiscal. Em um país onde o Pix se consolidou como ferramenta essencial para pequenos comerciantes, trabalhadores informais e milhões de brasileiros excluídos do sistema bancário tradicional, a medida proposta pelo Governo Federal é um ataque direto à privacidade e à sobrevivência econômica dessas pessoas.

Além disso, revelou uma incapacidade crônica de dialogar com a realidade do povo brasileiro. Entretanto, ao recuar diante da pressão popular, escancarou sua fragilidade estratégica e a falta de convicção nas decisões que toma.

Embora a Receita Federal tenha alegado que o monitoramento de cartões e depósitos já existia, o avanço sobre as transações via Pix eleva a vigilância estatal a níveis inéditos. Ao forçar fintechs e operadores de maquininhas a reportarem informações, o governo se arma contra o cidadão comum como se ele fosse um grande sonegador. A mensagem é clara: desconfiar do trabalhador honesto enquanto grandes esquemas de corrupção continuam a drenar bilhões dos cofres públicos sem solução aparente.

A reação popular a essa invasão foi emblemática. O vídeo do deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), criticando a medida, viralizou com números que ultrapassaram a própria população brasileira. As mais de 275 milhões de visualizações no Instagram representaram uma pancada tão forte que forçou o governo a recuar. Lula teve que jogar a toalha para não ir à nocaute.

É revelador que a administração federal, incapaz de comunicar seus atos e refutar a avalanche de críticas, tenha cedido à pressão das redes sociais. Um governo que precisa ser confrontado pela internet para entender os anseios do povo mostra o quão desconectado está da realidade. O Pix uniu o povo.

Infelizmente, esse episódio não é um caso isolado. Ele reflete uma mentalidade governamental que age primeiro e pensa depois, sem considerar os impactos econômicos, sociais e, sobretudo, políticos de suas iniciativas. A Receita Federal, ao propor uma fiscalização desse tipo, demonstrou uma visão míope: atacar pequenos valores enquanto grandes esquemas de evasão fiscal, lavagem de dinheiro e corrupção seguem sem a devida atenção. A quem realmente interessava essa medida?

Como o deputado pontuou no vídeo viral, o verdadeiro “vilão” não é quem movimenta R$ 5 mil para pagar contas ou sustentar uma família, mas sim o sistema que perpetua desigualdades e tributa desproporcionalmente os mais pobres. A desconfiança gerada por essa tentativa autoritária poderia ter levado milhões de brasileiros a abandonar o Pix e recorrer a métodos informais de transação, prejudicando a economia e fomentando práticas menos transparentes.

Esse episódio também expôs um governo que patina entre a vontade de ampliar a arrecadação e o medo de desagradar sua base de apoio. Essa ambiguidade é perigosa, pois reforça a percepção de que o Estado não tem controle sobre sua agenda e age de maneira reativa, sempre sob pressão.

Mesmo com a revogação da norma, o estrago está feito. A confiança no sistema financeiro foi abalada, e a narrativa de que o governo planeja "vigiar o pobre" foi alimentada pela incompetência também na comunicação oficial. Lula não entendeu que o Brasil não é mais o de 2003, não é mais analógico, mas sim digital.

A recente Medida Provisória que reforça a gratuidade e o sigilo do Pix soa mais como um esforço desesperado para apagar o incêndio do que como um compromisso genuíno com a privacidade e a liberdade dos cidadãos.

Por ora, o recuo do governo é uma vitória parcial, mas o alerta está dado. A sociedade precisa permanecer vigilante. Quando o Estado decide avançar sobre os direitos individuais sob qualquer justificativa, ele ameaça a liberdade de todos. Não é o Pix que precisa de monitoramento; é o governo que precisa de limites.

Fonte: assessoria de imprensa
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 Superdotados ou Impostores? 

A Verdade Sobre Testes de QI




Na era digital, onde a informação está ao alcance de um clique, a avaliação da inteligência humana tem se tornado um campo minado de falsas promessas. Testes de QI online, testes básicos como o Raven, e aqueles para a admissão em sociedades de alto QI, que exigem percentis de 98, frequentemente são questionados quanto à sua precisão.

Especialistas de várias partes do mundo concordam: para uma avaliação verdadeira da inteligência, é imprescindível a realização de testes supervisionados, que muitas vezes se estendem por mais de um dia e são embasados em métodos científicos comprovados. "Um teste de QI sem supervisão é como uma corrida sem fiscalização; os resultados podem ser, e muitas vezes são, manipulados", afirma Dr. François Baroin, psicólogo especializado em avaliação cognitiva.

O debate se intensifica quando se toca no tema das sociedades que afirmam agrupar indivíduos de alto QI. Algumas dessas organizações têm sido criticadas por utilizar testes desenvolvidos por supostos psicometristas, cuja credibilidade e métodos são duvidosos. "O verdadeiro teste de inteligência não é apenas sobre acertar questões, mas também sobre a integridade do processo de avaliação", adiciona Dr. Baroin.

Entre os superdotados, a justiça é uma qualidade frequentemente destacada. No entanto, há uma contradição quando alguém se autodenomina superdotado sem ter passado por uma avaliação padronizada e respeitada, como a Escala Wechsler. "Se você se recusa a fazer um teste reconhecido, isso levanta suspeitas sobre suas verdadeiras capacidades", comenta Dr. Baroin.

Além disso, a discussão sobre a adequação dos testes de QI é recorrente. A inteligência verdadeira, argumentam os especialistas, deve ser demonstrada em múltiplos contextos e não em um único formato de teste. "Se você é realmente inteligente, você se adapta e supera em qualquer cenário de avaliação", diz Baroin.

Na busca por autenticidade e justiça, a IIS Society, uma das antigas no cenário das sociedades de alto QI, decidiu tomar uma posição firme. A partir de agora, testes não supervisionados não serão mais aceitos para a admissão. "Queremos que o QI dos nossos membros seja um verdadeiro motivo de orgulho, não uma ilusão criada por testes sem credibilidade", declara um porta voz da sociedade, Dr. François Baroin.

Este movimento da IIS Society pode ser um sinal de uma nova era na avaliação de inteligência, onde a integridade e a ciência são os verdadeiros mediadores da genialidade.

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 O que mudou em 40 anos? 

Autor analisa costumes brasileiros em romance policial


Na entrevista abaixo, o escritor Délio Galvão comenta sobre a importância de refletir acerca das transformações sociais através da literatura


Autor de Selva de PedraDélio Galvão cresceu em um país bem diferente do que é hoje: na década de 1980, os brasileiros ainda viviam na ditadura militar, e muitos jovens tinham uma liberdade restrita. Assuntos sobre sexualidade eram tabus no lar, e as desigualdades raciais e de gênero eram naturalizadas no dia a dia. Esses contextos mudaram em vários sentidos, mas o autor decidiu utilizar a literatura para analisar as transformações ocorridas na sociedade e para refletir sobre tudo aquilo que permanece o mesmo.


Além de narrar as investigações sobre um crime que atravessa 20 anos no tempo, a obra endossada por Raphael Montes faz um retrato fidedigno do Leblon. As três décadas em que viveu no bairro foram cenários importantes na vida do autor, que comenta: “saí do Leblon, mas o Leblon nunca saiu de mim. Praia, ruas, bares e restaurantes formam o cenário do livro, não por acaso. Eu conheço cores, cheiros e sabores do bairro com muita propriedade. Sei que consegui passar um pouco de tudo isso para este caldeirão, que é o Selva de Pedra”.


Confira mais detalhes da entrevista abaixo:

1. Você já tem contos, crônicas e obras infantojuvenis publicadas e “Selva de Pedra” é o primeiro romance policial da sua carreira literária. O que o motivou a explorar esse novo gênero? Quais foram as diferenças que você sentiu durante o processo de escrita?

Délio Galvão: Suspense e mistério sempre estiveram presentes em todas as minhas obras. Adoro criar clima de suspense e tensão em tudo que escrevo. Por exemplo, a coleção infantojuvenil O diário das fantásticas viagens de Giovana contém um mistério por trás da localização de 5 cristais mágicos que estavam desparecidos em algum lugar do Brasil. Além disso, criei um personagem com a habilidade de viajar no tempo, que só tem a identidade revelada ao final do 4º volume.


Sempre adorei os romances policiais. Li diversos livros de Raymond Chandler, George Simenon, Leonardo Padura, Rubem Fonseca e Luis Alfredo Garcia-Roza. Este último eternizou o detetive Espinosa, que investigava crimes em Copacabana, e me motivou a criar o detetive Pessanha, que investiga crimes no Leblon.


As diferenças entre os dois segmentos, juvenil e de adultos, são enormes. A adaptação do meu processo de escrita envolveu muito estudo, leitura e cursos com grandes escritores e profissionais da área. Dentre os quais eu destaco o curso que fiz com o Raphael Montes (“Escreva o seu Romance”). Cabe destacar que o Raphael Mondes endossou o Selva de Pedra, ao enviar uma frase que está publicada na contracapa do livro. O outro curso que destaco foi com o do diretor Jorge Furtado (“Roteiro: do início ao fim, passando pelo meio”). Foi um curso que me ajudou a montar narrativas rápidas e diretas, com cenas de ação e diálogos curtos.


2. A obra é ambientada no Leblon, um dos cartões postais do Rio de Janeiro. Qual sua relação com o bairro?

D.G.: Eu nasci em Copacabana e me mudei para o Leblon quando tinha 4 anos. Vivi intensamente o bairro até os 24 anos. Ali nasceram meus 3 irmãos. Eu morava em um apartamento na Ataulfo de Paiva e estudava em Botafogo. Pegava um ônibus circular todos os dias para chegar à escola. Neste mesmo apartamento, assisti à separação de meus pais. Dez anos depois, eu me formei em Engenharia e me casei. Foi então que eu tive que me mudar. Saí do Leblon, mas o Leblon nunca saiu de mim. Praia, ruas, bares e restaurantes formam o cenário do livro, não por acaso. Eu conheço cores, cheiros e sabores do bairro com muita propriedade. Sei que consegui passar um pouco de tudo isso para este caldeirão que é o Selva de Pedra.


3. Além de ter uma investigação sobre uma morte, o enredo também atravessa algumas complexidades das diferenças sociais do Brasil. De que maneira você inseriu esses temas na obra e as utilizou para dar mais profundidade à trama?

D.G.: O romance é contado em dois tempos em um bairro de classe média alta, o Leblon. A primeira parte se passa no início da década de 1980, quando ainda vivíamos a ditadura militar. Acredito que a grande maioria dos jovens da época, assim como eu, foi criada com rígidos padrões de respeito e de restrita liberdade. 


O machismo, o racismo e o sexismo, entre outras desigualdades vindas de uma sociedade patriarcal, eram muito presentes dentro de casa e no dia a dia. Além de assuntos como sexo, drogas, orientação sexual serem vistos como tabus e pouco falados. Apesar disso, os jovens se mantinham em uma busca incessante por novidades e pelo desconhecido. A ambientação do livro retrata este momento, bem como a forma como estes assuntos são tratados nos dias de hoje.


4. O livro tem linhas do tempo distintas, com 20 anos de diferença. Que características os leitores notam entre o RJ de 1980 e o de 2000 a partir da obra? E como você pensou nas diferenças entre os próprios personagens?

D.G.: As diferenças na geografia do bairro e na criação dos filhos, de 1980 para hoje, são muito grandes. Aliás, me assusta lembrar a forma como fomos criados. A sandália virada de bruços, em cima do colo da mãe, para aprendermos a tabuada ou para comermos as verduras do prato e tomarmos o remédio amargo. Azul para o quarto dos meninos e rosa para o das meninas. A forma como criamos nossos filhos hoje em dia é muito diferente.


Principalmente as filhas, que venceram tabus e cada vez mais se apresentam em igualdade de condições com os homens. Deixaram para trás aquela mulher submissa que se apresentava como “do lar” ao ser perguntada sobre sua profissão para censo do IBGE. Estes aspectos são bem caracterizados na mudança de tempo por qual o livro passa, antes de ser desvendado o mistério por trás da morte de um jovem.


5. O que os leitores podem esperar durante a leitura do livro? E quais lições espera que eles extraiam?

D.G.: Ganância, ciúmes, traição, crime e castigo, está tudo junto e misturado em Selva de Pedra. O leitor vai passear com os investigadores por ruas, bares e restaurantes do Leblon enquanto investigam a morte de um jovem. Responder as perguntas “quem morreu, quem matou e por que matou?” formam a linha condutora deste romance que irá surpreender o leitor com inúmeras reviravoltas, algumas mortes e muitas traições. Espero que gostem, que observem as diferenças de cultura e hábitos pelos quais passamos, o quanto melhoramos e de quanto ainda precisamos evoluir.


Sobre o autor: Délio Galvão começou a carreira literária aos 56 anos com a publicação da coleção de livros infantojuvenis O diário das fantásticas viagens de Giovana, publicada pela Editora Bambolê. Recebeu o prêmio Ases da Literatura de 2023 por Crônicas para Casais quase modernos, sua primeira obra para público adulto. Possui diversas crônicas e contos publicados em antologias de diferentes editoras. Já havia publicado narrativas curtas de suspense e tramas policiais, mas Selva de Pedra é seu primeiro romance do gênero.


Instagram do autor: @deliogalvao.escritor

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