CONECTADOS o Musical mostra a
paixão pela música e os conflitos juvenis


Montagem dirigida por Hudson Glauber tem direção musical de Thiago Gimenes, texto de Alexandra Garnier e elenco formado por Luckas Moura, Gabriel Moura, Vicky Valentim, Giulia Ayumi, Carol Amaral, Dorgival Júnior e Madu Araújo.

Estreia no dia 6 de julho, sábado, o espetáculo CONECTADOS o Musical no Teatro das Artes, às 18 horas, em São Paulo. Sete jovens atores – Luckas Moura,Gabriel MouraVicky ValentimGiulia AyumiCarol AmaralDorgival Júnior e Madu Araújo – protagonizam uma eletrizante, divertida e também dramática aventura musical em busca do sucesso, na qual a conexão entre eles precisa ir bem além da tecnologia.

A dramaturgia foi criada por Alexandra Garnier, a partir de ideias do próprio elenco. Hudson Glauber assina a direção geral e Thiago Gimenes é responsável pela direção musical, assinando também as canções do espetáculo, que são interpretadas ao vivo nessa ‘pop broadway’. Na ficha técnica tem ainda André Capuano na direção de movimento e Chico Spinoza na cenografia. A idealização é do próprio elenco que resolveu levar à diante um projeto de gente grande, que os artistas tinham em comum.

No enredo, sete jovens apaixonados pela música participam das audições de um grande concurso de talentos. Eles são Bia, July Mie, Angel, Tuco, Duda, Helena e JP, adolescentes de realidades e características muito diferentes, que se veem conectados pela música, em busca de um mesmo sonho.

Os ingredientes dessa trajetória passam pelo cotidiano das personagens e suas particularidades: diferenças sócio-culturais, relações familiares, romances, intrigas, amizade e dúvidas sobre o futuro. No decorrer da trama, os artistas descobrem que precisam transpor os obstáculos, enfrentar os percalços, tirar as máscaras e efetivar uma conexão real humana, fora do aplicativo do celular, para potencializar a possibilidade de sucesso pessoal e profissional.

O diretor Hudson Glauber comenta que há uma boa carga dramática na encenação que, somada à irreverência juvenil, explora também a intensidade das questões familiares, o distanciamento dos pais, a carência, a busca desses jovens por um lugar no mundo. “CONECTADOS o Musical reflete sobre as consequências da falta de tempo na sociedade contemporânea para cultivar os laços. A encenação passa pelas fragilidades de cada personagem com suas diferentes atitudes, personalidades e individualidades”, afirma o diretor.

A música assume também um papel dramatúrgico no espetáculo. O texto de CONECTADOS o Musical está nas letras das canções e, segundo o diretor musical Thiago Gimenes, traz fundos morais que aprofundam os conflitos desses jovens. “A trilha sonora acompanha a identidade de cada personagem e conta cada história em linguagem ‘broadway’, misturando ritmos como pop, rock, rap, reaggae e balada”, revela Gimenes .

CONECTADOS o Musical promete divertir e emocionar, não só pela aventura dos jovens em busca da realização, mas também pela descoberta de suas próprias identidades”, finaliza Hudson Glauber.

As personagens

Bia (Carol Amaral) - Bia tem 16 anos, é estudiosa e aplicada em tudo que faz. Sua mãe é costureira e seu pai, contador, perde o emprego ao longo da trama, deixando Bia na iminência de ter que abandonar o concurso. Parece passiva, mas sua paciência termina diante do desrespeito. Sensível e romântica, ela logo se apaixona por um dos garotos.

July Mie (Giulia Ayumi) - July tem 16 anos, filha de pai brasileiro e mãe japonesa. Descolada, simpática e alegre, vive rodeada de amigos com seu estilo ‘skatista’. Tem déficit de atenção e odeia estudar, mas é muito focada quando assunto é cantar e dançar. É alvo da implicância dos colegas por ser a última a entender os fatos, a rir das piadas; é meio ‘perdidinha’. Tem pavio curto e sai em defesa dos mais fracos. Se sente pressionada em casa por ter um irmão nerd e suas notas serem baixas na escola. Sente que precisa provar para os pais do que é capaz.

Angel (Vicky Valentim) – Angel, 16 anos, é bonita e antenada. O pai é profissional bem sucedido que tem aversão à carreira artística. A mãe os abandonou quando ela era pequena e foi em busca do sonho de ser cantora. Como lembrança, tem um retrato e uma carta. Mimada pelo pai, que atende todos os seus desejos, é impaciente com as fraquezas alheias; usa a arrogância como uma forma de proteção. Ela ainda tem dúvidas sobre sua orientação sexual.

Helena (Madu Araújo) – Helena, 15 anos, é a irmã mais nova do personagem Duda. Não tem intenção de ser cantora profissional, mas é louca por famosos. É dona de mais de 70 fã-clubes no Instagram; aficionada por atores, youtubers e cantores; viciada em fanfics, novelinhas e webseries. Não tem a menor ideia de que profissão seguir. Com a separação dos pais, entrou ainda mais no mundo de amigos virtuais. Seu estilo de se vestir traz a identidade de seu ídolo. Ela é engraçada e acha que é ‘dupla’ musical do Tuco, seu vizinho.

Duda (Dorgival Júnior) – Duda, 17 anos, é o irmão mais velho de Helena. Com os hormônios em ebulição, só pensa em namorar. É conquistador, mas ainda está aprendendo a lidar com as garotas. Não gosta de ser visto ao lado da irmã. O pai, divorciado da mãe, mulherengo e machista, exerce grande influência sobre Duda. Nunca pensou em ser cantor e desconhecia seu talento. Inscreveu-se no concurso para ficar perto de Angel, por quem se apaixonou.

Tuco (Gabriel Moura) – Tuco, 17 anos, vem de família de músicos de classe média. Seus pais são ‘alternativos’, veganos, adeptos de fitoterápica e reciclagem. Sempre vê o lado positivo de tudo e odeia brigas. Tranquilão, meio alienadão e sempre atrasado, parece estar sob o efeito de maconha. É a favor da liberdade sexual e da legalização da maconha, usa roupas alternativas e em seus bolsos sempre tem coisas como uma banana ou uma pequena imagem de Buda.

JP (Luckas Moura) - JP tem 17 anos, é sensato e inteligente. É calado, tem um ar de mistério: guarda um segredo. Seus pais são milionários e sempre conseguiram tudo para os filhos usando a influência. JP resolve, pela primeira vez, conquistar algo pelo seu próprio mérito. Todos pensam que ele é um rapaz humilde, que vive com a avó na periferia. Apesar da diferença social, JP tem conexão imediata com Bia.

Ficha técnica

Dramaturgia: Alexandra Garnier. Direção: Hudson Glauber. Direção musical, composições e preparação vocal: Thiago Gimenes. Direção de movimento: André Capuano. Elenco: Luckas Moura, Gabriel Moura, Dorgival Júnior, Giulia Ayumi, Vicky Valentim, Carolina Amaral e Madu Araújo. Cenografia: Chico Spinoza. Desenho de luz: Rodrigo Alves ‘Salsicha’. Trilha sonora: Tomé Souza. Figurino: Liliane Ávilla. Assistência de cenografia: Kimiko Kobayashi. Assistência de direção: Rodrigo Trevisan e Felipe Caiafa. Cenotecnia e adereços: Marcos Santos. Operação de som: Felipe Moraes. Operação de luz: Jarbas Sardinha. Contraregras: Thiago Nunese Martins Silva. Microfonista: Rodrigo Papa. Técnica de palco e camarins: Luana Pessi. Idealização: DGM Produções Artísticas. Produção e realização: Nosso Cultural, DGM Produções Artísticas e Ministério da Cidadania. Direção de produção: Ricardo Grasson. Produção executiva: Heitor Garcia e Felipe Aidar. Gestão de projeto: Lumus Entretenimento. Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação. Comunicação visual e redes sociais: Teto Cultura. Book de apresentação: Felipe Barros. Fotos design cenário: Woodstock Produtora. Fotos: Caio de Biasi.

Serviço

Espetáculo: CONECTADOS o Musical
Estreia: 6 de julho, sábado, às 18 horas
Temporada: 6 de julho a 31 de agosto. Sábados, às 18h
Gênero: Musical. Duração: 60 min. Indicação de idade: 12 anos.
Ingressos: R$ 60,00 (inteira) e R$ 30,00 (meia).

Teatro das Artes - Shopping Eldorado

Av. Rebouças, 3970 – 3º Piso – Pinheiros. São Paulo/SP
Telefone: (11) 3034-0075. Capacidade: 769 lugares.

Fonte: assessoria de imprensa

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O Show da Luna - Ao Vivo 
em curta temporada Teatro Porto Seguro




A cientista mais querida das crianças está de volta com o musical infantil O Show da Luna - Ao Vivode 13 a 21 de julho, no Teatro Porto Segurocom sessões aos sábados e domingos, às 15h.

Do que é feito o arco-íris? Será que tem alguém vivendo em Marte? Por que as bolhas são redondas? Luna, Júpiter e Cláudio vão tentar descobrir as respostas para estas e outras perguntas em um espetáculo repleto de canções, dança e fantasia.  

Criada por Célia Catunda, que também assina a direção ao lado de Jonatan Pikolé, dançarino especialista em danças urbanas, a peça é uma produção do núcleo teatral da TVPinGuim. As canções, de autoria de André Abujamra e Márcio Nigro, foram especialmente coreografadas para o show. O espetáculo foi criado a partir da série de TV O Show da Luna!, de Célia Catunda e Kiko Mistrorigo e conta com um grande elenco de bailarinos e atores que vão contracenar com a cientista preferida das crianças, a Luna.

O SHOW DA LUNA – Ao Vivo
De 13 a 21 de julho – Sábados e domingos, às 15h.
Ingressos: R$ 80,00 plateia / R$ 70,00 balcão e frisas.
Classificação: Livre.
Duração: 60 minutos.

TEATRO PORTO SEGURO
Al. Barão de Piracicaba, 740 – Campos Elíseos – São Paulo.
Telefone (11) 3226.7300.
Bilheteria: De terça a sábado, das 13h às 21h e domingos, das 12h às 19h.
Capacidade: 496 lugares.
Formas de pagamento: Cartão de crédito e débito (Visa, Mastercard, Elo e Diners).
Acessibilidade: 10 lugares para cadeirantes e 5 cadeiras para obesos.
Estacionamento no local: Estapar R$ 20,00 (self parking) - Clientes Porto Seguro têm 50% de desconto.
Serviço de Vans: TRANSPORTE GRATUITO ESTAÇÃO LUZ – TEATRO PORTO SEGURO – ESTAÇÃO LUZ. O Teatro Porto Seguro oferece vans gratuitas da Estação Luz até as dependências do Teatro. COMO PEGAR: Na Estação Luz, na saída Rua José Paulino/Praça da Luz/Pinacoteca, vans personalizadas passam em frente ao local indicado para pegar os espectadores. Para mais informações, contate a equipe do Teatro Porto Seguro.
Bicicletário – grátis.

Gemma Restaurante: Terças a sextas-feiras das 11h às 17h; sábados das 11h às 18h e domingos das 11h às 16h. Happy hour quartas, quintas e sextas-feiras das 17h às 21h.

Instagram: @teatroporto

Fonte: assessoria de imprensa
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Comédia ao Vivo desta sexta-feira (28) recebe os comediantes Luiz França, Dihh Lopes, Thiago Ventura e Diogo Portugal


Grupo comanda o espetáculo que acontece no Teatro Renaissance


O Comédia ao Vivo, espetáculo de Stand up Comedy que acontece toda sexta-feira no Teatro Renaissance, às 23h59, receberá nesta semana os comediantes Luiz França, Dihh Lopes, Thiago Ventura e Diogo Portugal.
Com um elenco rotativo e participações de convidados muito especiais de ‘peso’ do cenário stand up nacional, o grupo de humor é um dos mais antigos em atividade do cenário nacional. Atualmente, o elenco é formado por Luiz França e Fabio Rabin, que estão desde a formação original, Thiago Ventura, Murilo Couto, Dih Lopes, Nando Viana e o experiente Diogo Portugal.
Já fizeram parte do elenco do Comédia Ao Vivo, nomes como Marcelo Adnet, Danilo Gentili, Márcio Ribeiro, Dani Calabresa, entre outros. Stand up Comedy é um gênero teatral conhecido também como ‘humor de cara limpa’, apresentado por apenas um comediante, geralmente em pé, com um microfone e um feixe de luz, sem o auxílio de outros elementos cênicos. O comediante não conta piadas convencionais, mas trabalha com textos originais autorais, feitos a partir de situações do cotidiano.

SERVIÇO
Comédia Ao Vivo no Teatro Renaissance
Temporada: Até 21 de Dezembro de 2019 (todas as sextas)
Horário: 23:59
Local: Teatro Renaissance
Valores: R$ 60 (inteira) R$ 30 (meia)
Ingresso online: www.compreingressos.com
Ingresso por telefone: (11) 2626-8038 (de segunda a domingo das 9h às 21h)
Bilheteria: Terça a quinta, das 14h às 20h. Sexta a domingo, das 14h até o início do espetáculo.
Telefone Bilheteria: (11) 3069-2286
Capacidade: 440 pessoas
Duração: 90 minutos
Classificação: 18 anos
Acessibilidade: Sim
Ar Condicionado: Sim
Formas de Pagamento: Dinheiro, débito ou cartão de crédito (Visa, Mastercard, Diners, American Express)
Valet: R$ 30,00


Fonte: assessoria de imprensa
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Sociedade Brasileira de Dermatologia adere ao
 Dia Mundial do Vitiligo para conscientizar 
a população sobre a doença

Preconceito causa impactos psíquicos na vida dos pacientes



Dia 25 de junho é comemorado o Dia Mundial do Vitiligo, criado para conscientizar e minimizar o preconceito sobre a doença que afeta 1% da população mundial e 0,5% da brasileira. A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) aproveita a data para discutir os impactos da discriminação acerca da doença e a importância da informação.

O vitiligo é uma doença não contagiosa caracterizada por perda da coloração da pele, em virtude da destruição dos melanócitos, células que formam a melanina, pigmento que dá cor à pele. Os principais sintomas são manchas brancas pelo corpo e transtornos psicológicos, como baixa autoestima, pouca qualidade de vida e retração social.

“Os pacientes com vitiligo não costumam se queixar de sintomas físicos, além das manchas. É uma doença onde os sintomas psíquicos provocados pelo preconceito são os que mais preocupam. O paciente precisa ter um acompanhamento médico e psicológico para não deixar as manchas virarem o centro da sua vida, prevenir novas lesões e garantir efeitos positivos nos resultados do tratamento. A família também é muito importante na superação da doença, principalmente na infância”, explica Caio Castro, médico dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

As causas da doença ainda não são totalmente conhecidas, mas a genética, exposição solar ou química, alterações autoimunes, condições emocionais de estresse e traumas psicológicos podem desencadear o surgimento ou agravamento do vitiligo.

Além de tentar controlar o estresse, o paciente deve evitar fatores que possam precipitar o aparecimento de novas lesões ou acentuar as já existentes, como usar roupas apertadas, que provoquem atrito ou pressão sobre a pele, e se proteger da exposição solar usando medidas fotoprotetoras (Chapéus de aba larga, roupas que cubram áreas do corpo que ficam expostas ao sol, óculos com proteção UVA e UVB e protetor solar).

Ao surgir as primeiras manchas na pele é necessário procurar um dermatologista associado à SBD (www.sbd.org.br/associados/), profissional apto para diagnosticar e realizar o tratamento individualizado da doença.  A SBD alerta que quanto antes começar o tratamento, maior é a chance de controlar/interromper a propagação das manchas e repigmentar a pele. A fototerapia com radiação ultravioleta B banda estreita (UVB-nb), fototerapia com ultravioleta A (PUVA), laser, bem como técnicas cirúrgicas de transplante de melanócitos são alguns dos tratamentos disponíveis. Também existem medicamentos em fase de pesquisas que devem surgir em médio prazo.

Saiba como identificar os tipos de Vitiligo

1) Focal: Poucas lesões pequenas em uma área específica.
2) Mucosal: Somente nas mucosas, como lábios e região genital.
3) Segmentar: Lesões que se distribuem unilateralmente, ou seja, em apenas uma parte do corpo.
4) Acrofacial: Nos dedos e em volta da boca, dos olhos, do ânus e dos genitais.
5) Comum: No tórax, abdômen, pernas, nádegas, braços, pescoço, axilas, além das áreas acometidas pela acrofacial.
6) Universal: Manchas por quase todo o corpo.

Confira o depoimento da Eliane Medeiros, modelo que têm vitiligo, superou o preconceito e vive normalmente: www.youtube.com/watch?v=6PT9Gu3_Qfw.
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Mega Artesanal 2019 terá uma tarde a mais 
para quem gosta ou faz artes manuais e artesanato


Para atender a demanda, o primeiro dia da maior feira do setor na América Latina, que antes era exclusivo para lojistas e convidados, abrirá às 14h para o público ter ainda mais tempo para ver as atrações de mais de 400 expositores, fazer alguns dos milhares de cursos grátis, admirar exposições,
e curtir outras surpresas que a Mega 2019 está reservando,
como um inédito boulevard

Uma tarde a mais para aproveitar a maior feira de produtos e técnicas de artes manuais e artesanato da América Latina. Essa é uma das novidades da edição 2019 da Mega Artesanal, que acontece de 2 a 7 de agosto, no São Paulo Expo, em São Paulo.  “O primeiro dia da Mega sempre foi exclusivo para lojistas, imprensa e convidados, mas nos últimos anos temos recebido inúmeros pedidos de visitantes e de expositores para estender o tempo aberto ao público. Resolvemos atendê-los e, este ano, serão 46 horas para comprar, aprender, tricotar, bordar, pintar, recortar, bricolar, enfim, para curtir tudo o que a Mega tem e oferece”, diz Rita Mazzotti, diretora da WR São Paulo, organizadora da feira. No dia 2, a Mega Artesanal abre para o público às 14h e vai até 20h. De 3 a 7 de agosto, o horário é das 10h às 18h.

Outra novidade deste ano será o Boulevard das Artes, espaço cênico de 560 m² com 15 ateliês montados pelos mais renomados artesãos do país, cujos detalhes serão revelados em breve.  “Temos um público cativo e apaixonado e a cada edição nos dedicamos a surpreendê-los. Em 2018, por exemplo retomamos a Casa da Mega. Este ano, além do Boulevard das Artes, que será um ambiente de ideias inesquecível e inédito no Brasil, estamos preparando outra surpresa para deixar os corredores da feira ainda mais instagramável”, brinca Rita.

Com mais de 400 expositores, de grandes nomes da indústria e do comércio, até confeiteiros, ateliês e artesãos de todas as técnicas, a Mega Artesanal é o ponto de encontro anual do setor de artes manuais, oferecendo uma experiência completa de consumo, conteúdo e relacionamento. Em uma área de mais de 38 mil m²,  os visitantes encontram tudo o que precisam para criar, exposições para  se inspirar,  cursos para aprender alguma técnica ou para se reciclar, e ainda ficam frente a frente com os grandes nomes do setor que fazem sucesso na TV e na internet.

Os ingressos já podem ser adquiridos em algumas lojas parceiras ou  pelo  site Alô IngressosTambém estarão à venda nas bilheterias do evento.

Serviço: Mega Artesanal 2019

Quando: de 2 a 7 de agosto
Hora: dia 2 de agosto, das 9 às 14h apenas para lojistas, imprensa e convidados, e das 14h às 20h, para o público. De 3 a 7, das 10h às 18h
Local:    São Paulo Expo
Endereço: Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5
Ingressos: R$ 20,00 inteira e R$ 10,00 meia entrada para compras até 28 de junho pelo site Alô Ingressos
R$ 24,00 inteira e R$ 12,00 meia entrada na bilheteria da feira
Proibida a entrada de menores de 12 anos
Organização: WR São Paulo Feiras e Congressos

Sobre a WR São Paulo - Especializada na promoção e organização de feiras e congressos, nacionais e internacionais, iniciou suas atividades em 1992, com a realização de eventos para o setor florestal. Em 2003, entrou no setor de arte, artesanato e artes manuais e, desde então, responde pela realização das principais feiras do setor, com ênfase na oferta de cursos, oficinas e workshops para capacitação e reciclagem de técnicas e de espaços de inspiração, com exposições, simulações de ambientes, instalações etc.  Em 2019, o calendário de feiras da WR inclui a 2ª Artesanal Nordeste, em Olinda – PE, de 3 a 7/4, a 8ª Artesanal Porto Alegre, em Porto Alegre – RS, de 16 a 19/10 e outras três feiras na capital paulista: a 15ª Brazil Scrapbooking Show & 12ª Brazil Patchwork Show, de 15 a 18/5, a Mega Artesanal, de 2 a 7/8, e a  Patch & Arte, de 6 a 9/11. Mais informações em https://www.wrsaopaulo.com.br/

Fonte: assessoria de imprensa
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Bichectomia – estética facial

Saiba mais sobre este procedimento que promete afinar o rosto
  


Por Prof. Dr. Marcelo Fardin - CRO: 49423
Mestre em Cirurgia de Cabeça e Pescoço;
Cirurgião e Traumatologista Buco Maxilo Facial;
e Estomatologista.

Assimetria facial e rosto mais harmonioso são alguns dos motivos que levam homens e mulheres em busca da Bichectomia, um procedimento estético que retira a gordura das bochechas entre o maxilar e a mandíbula, conhecidas como “bolas de Bichat”, e deixa a área com maior curvatura e até aparência mais jovial.

Este procedimento, como já dito, tem a finalidade puramente estética e tem como finalidade afinar o rosto. Pode ser feito pelo Buco Maxilo Facial, especialista que cuida de várias patologias da região da cabeça, pescoço e rosto. Porém, esta cirurgia não é indicada para todo mundo, pois a bola de gordura de Bichat é importante para a musculatura do rosto e, também, para a mastigação. Portanto, é importante que o procedimento seja feito por especialistas que avaliam casa a caso e prescrevam o procedimento com segurança para seus pacientes.



Quem pode fazer:
Como qualquer outro procedimento cirúrgico, o paciente deve estar com a saúde em bom estado, não possuir patologias anteriores que impeçam a sua realização como, por exemplo, infecções, doenças pré-existentes, problemas cardíacos, hipertensão, diabetes, entre outras. A avaliação do especialista é necessária e importante para garantir a segurança e resultado satisfatório.

Como é realizada:
A realização da bichectomia é feita intraoral, com um corte dentro da boca, ao qual permite melhor cicatrização nas mucosas bucais e não deixa marcas aparentes, e é usado anestesia geral, local ou sedação. Após, são retiradas parcialmente as bolsas de gordura, pois a remoção total não é recomendada, para a harmonização e contorno facial. Tem duração em médica de uma hora a uma hora e meia. Veja ilustração abaixo:


A importância de fazer com um especialista:
O especialista, após a avaliação clínica do paciente, pode solicitar exames pré-operatórios para complementar e, após, indicar ou não o procedimento. Outro dado importante refere-se ao fato das bolas de Bichat ficarem próximas de duas ramificações do nervo do trigêmeo, que controla as sensações que se expandem na face e abrangem o ramo maxilar (maxilar superior) e o ramo mandibular (maxilar inferior). Por isso, se não for feita com segurança, por especialistas, pode causar paralisia facial e até possíveis infecções.

Recomendações finais:
Para qualquer procedimento, seja estético ou funcional, é importante que o paciente procure profissionais qualificados e experientes nos procedimentos, o que lhe garantirá resultados satisfatórios, dentro da realidade, e ainda segurança antes, durante e após as cirurgias. Se você quiser saber mais, receber uma avaliação correta e ou mesmo tirar dúvidas, agende uma consulta na Clínica Fardin, com nossos especialistas.


Sobre Marcelo Fardin: é Mestre em Cirurgia de Cabeça e Pescoço; Cirurgião e Traumatologista Buco Maxilo Facial; e Estomatologista. Opera nos mais renomados hospitais de São Paulo e do Brasil. Atende no seu consultório particular em dois endereços: Rua Voluntários da Pátria, 2128, sala 11, Santana – SP - 11-2283-3865 / 11-2959-3554 / e Rua Dr. Alceu de Campos Rodrigues, 229 - Conj. 508, Itaim – SP - 11-3459-4135 / 11-3459-4136.  



         Texto:  Prof. Dr. Marcelo Fardin - CRO: 49423
Mestre em Cirurgia de Cabeça e Pescoço; Cirurgião e Traumatologista Buco Maxilo Facial; e Estomatologista.
Contribuição Textual: Jornalista Carina Gonçalves – MTB 48326
 Facebook e Instagram: @doutormarcelofardin

Clínica Fardin – www.clinicafardin.com.br
Rua Voluntários da Pátria, 2128 – Sala 11 – Santana – SP
 Fones: 11-2283-3865 / 11-2959-3554
Rua Dr. Alceu de Campos Rodrigues, 229 - Conj. 508 - Itaim – SP –
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Contribuição Textual: Jornalista Carina Gonçalves - MTB 48326
11-4113-6820 / 11-98092-6021
carinacgoncalves@gmail.com


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Em espetáculo gratuito, palhaça Carmela da
Cia. Teatral Circo Delas discute a potência do erro
 

“Dia de Praia” é o novo trabalho solo da palhaça e atriz Melina Marchetti, da Cia. Teatral Circo Delas, com direção de Glaucy Fragoso. No espetáculo de palhaçaria, a fisicalidade, o equilibrismo e a interação com objetos criam imagens e relações tecendo uma divertida e poética narrativa.

O show circense gratuito, com 60 minutos de duração e classificação livre, já percorreu todas zonas da cidade de São Paulo, estreou no Centro Cultural da Penha durante a Virada Cultural e seguiu para os CEUs Heliópolis e Butantã, depois para a Casa de Cultura da Freguesia do Ó, o Circo-Escola Enturmando, o Tendal da Lapa e o Centro de Memória do Circo. Finalizando a circulação, que contou com 11 apresentações de estreia, no Circo Teatro Palombar do Instituto Pombas Urbanas.
 
Em cenas quase sem falas, a palhaça Carmela decide ir à praia para se divertir e relaxar, mas além da dificuldade em encontrar um local em meio a uma praia lotada, ainda precisa lidar com o sol escaldante e sua inabilidade de manejo para montar seu cantinho de relaxamento.
"Carmela se dá liberdades e não finge costume. Faz o que quer, dança no meio da praia sozinha, por exemplo. Tem toda uma liberdade inspiradora em seu dia a dia. Minha pesquisa de comicidade é também sobre criar esses respiros para nossas ternuras, enxergar e amolecer a casca feita da dureza do mundo. Acredito na possibilidade da construção de uma doçura cotidiana para nos conectarmos entre nós e com a potência do riso e do existir. Por isso, o espetáculo é para todas as idades, é para qualquer pessoa que queira redescobrir diversão naquelas coisas pequeninas e potentes do nosso dia a dia, que sabe que estamos juntas nessa vida e precisamos compartilhar nosso lugar ao sol. Só assim todo mundo pode brilhar.”, comemora Melina.
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“Dia de Praia” estreou na Virada Cultural 2019,
no Centro Cultural da Penha, zona leste da cidade de São Paulo


Para o espetáculo circense nascer, a palhaça também contou com o impulso, o apoio e o amor de sua mãe, Naede de Moura. Lembra aquele dito popular quando dizem que “a mãe é sempre culpada”? Neste caso, foi mesmo. “Ela foi minha primeira influência, me incentivou e me deu todas as capacitações físicas e de conexão com a arte, me colocando em contato com o teatro e a dança. Minha comicidade física é de um corpo que na infância começou no balé. O teatro veio junto, na mesma época, permeado também por esse interesse pela fisicalidade. Nesse processo, foi crescendo uma palhaça. ‘Dia de Praia’ é para minha mãe e em sua memória. É um espetáculo que ela nunca viu pronto, mas foi por causa dela que aconteceu.”, relata emocionada.

Das influências e inspirações para sua carreira são parte também nomes como da palhaça Siriema, da palhaça Rosa, da Thais Ferrara, Letícia Goulart, Gardi Hutter, Tereza Gontijo, ‎Lucille Ball‎, da palhaça Xamego e de tantas outras. Para Melina, “as palhaças de todo o mundo cavaram e cavam um lugar imenso para eu poder estar aqui hoje, nesse lugar da mulher que quer e pode representar o riso. Devo isso a todas as palhaças. E ainda é preciso mais e mais espaço para nossa comicidade. Por isso também esse edital é tão importante, pois proporcionou que o número crescesse, fosse inteiro e completo, com equipamento, cenário e figurino adequados”.

A comicidade e a arte da palhaçaria criadas pelas mulheres
são os eixos principais de pesquisa da Cia. Teatral Circo Delas


Melina já ganhou o “Prêmio troféu destaque pela pesquisa na linguagem palhaçaria” na Mostra de Teatro de Sarapuí e este projeto de “Aperfeiçoamento, finalização e circulação do número 'Dia de Praia' foi contemplado pelo “Edital Nº 021/2018/SMC/CFOC – Edital de apoio à criação artística – Linguagem circo – 3ª Edição – Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo”.

“Dia de Praia” já existe há 1 ano e meio, de outras formas e tamanhos, já foi um número circense curto, de 20 minutos, ganhou tempo, o triplicou e chegou a 1 hora de duração, assim como o roteiro, chamou por mais objetos, um novo figurino e uma equipe. Nessa caminhada, com uma pesquisa autônoma em palhaçaria, a atriz se colocou disponível e flexível para seu público e foi se reinventando.

Assim, a palhaça Carmela transformou em areia de praia o chão de concreto de ruas, praças e parques e se infiltrou nas construções de centros culturais e teatros nos estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Em breve, planeja seguir a linha do mar da América Latina e também atravessar o oceano e levar seu show circense para outros países, independente do idioma, já que a comicidade universal de seu espetáculo quase sem falas permite o riso sem precisar de intérprete. “Espero incentivar uma reconexão consigo e com o mundo e impulsionar uma imaginação cotidiana. E que também possamos rir de nós mesmas, juntas.”, aponta a palhaça.  

A palhaça Melina Marchetti e a diretora Glaucy Fragoso
em comemoração logo após a estreia do espetáculo


Serviço
"Dia de Praia”
60 minutos. Classificação: Livre. Entrada gratuita.
22/6 (sábado) – 19h, Circo Teatro Palombar do Instituto Pombas Urbanas, Avenida dos Metalúrgicos, 2.100, Cidade Tiradentes

Ficha técnica
Atuação e concepção: Melina Marchetti
Direção: Glaucy Fragoso
Figurino: Nagila Sanches
Cenário: Bira Nogueira
Design gráfico: Lucas Sancho
Fotos de divulgação: Arô Ribeiro
Produção: Cia. Teatral Circo Delas
Administração de projeto: Raul Figueiredo

Sobre a artista
Melina Marchetti é palhaça e atriz bacharel em Artes Cênicas pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) e formada pela Escola Livre de Palhaços (ESLIPA), é fundadora da Cia. Teatral Circo Delas e integra as equipes do Palhaços Sem Fronteiras Brasil, da Cia. Navega Jangada de Teatro e da Cia. Lona de Retalhos. Se apresentou com o número circense “O Bombom” e/ ou espetáculo “Dia de Praia” no II e III Festival Internacional de Mulheres Palhaças de São Paulo, na Mostra de Teatro de Sarapuí, quando recebeu o Prêmio troféu destaque pela pesquisa na linguagem palhaçaria, nos Encontros de Estudos de Palhaçaria, no Cabaré As Sacerdotisas do Riso, no Cabaré Cia. Tarmp, no Circo de Quebra e no Festival de Palhaçaria Sul Mineiro. Atuou em espetáculos dirigidos por Eliana Monteiro (Teatro da Vertigem – “O Filho”), Marcelo Lazzaratto, Matteo Bonfitto, Marcio Tadeu, Heraldo Firmino, Verônica Fabrine, Maurício Perussi (Cia. do Escombro - “Olfato”) e Glaucy Fragoso (Cia. Teatral Circo Delas – “Dia de Praia”). Participou também de cursos e oficinas ministrados por Tiche Vianna e Ésio Magalhães (Barracão Teatro), Fernando Sampaio (La Mínima), Sue Morrison, Bete Dorgan, Heraldo Firmino (Doutores da Alegria), Luciana Viacava (Piccolo Circo de Variedades), Pepe Nuñez, Aziz Gual, Ricardo Puccetti (Lume Teatro), Palhaço Biribinha, Angel Vianna, Lilian Morais e Richard Riguetti (Grupo Off-Sina), Andrea Simma (Théâtre du Solei e Ecolé Jacques Lecoq), entre outros.

Sobre a Cia. Teatral Circo Delas
A Cia. Teatral Circo Delas é uma companhia de teatro-circo ou circo-teatro que apresenta a arte da palhaçaria e a comicidade feminina como principais eixos de suas pesquisas. A companhia se apresenta em teatros, parques, escolas, praças e ruas da cidade de São Paulo, tendo seu repertório composto pelos espetáculos: "O Baú", "As Clássicas" e "Roda Delas" (projeto de pesquisa permanente a partir de entradas clássicas da palhaçaria) e o número circense "O Bombom", intervenções e oficinas. Também atua como parceira de outros grupos: em 2017, integrou o cortejo cênico-musical do III Encontro Internacional de Mulheres Palhaças, em São Paulo, e em 2018 integrou um dos cabarés do IV Encontro com "O Bombom". Também integra a equipe permanente de artistas convidadas pela organização Palhaços Sem Fronteiras Brasil, participou do cabaré de palhaças As Sacerdotisas do Riso, promovido pelo Instituto Cultural ESLIPA, se apresentou no Festival de Palhaçaria Sul Mineiro, entre outros.

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