Sesc Santana apresenta intervenção e espetáculos circenses



Serão dois espetáculos e uma intervenção de circo com mágica

Sesc Santana realizará nos dias 24 de abril e 1° de maio, os espetáculos "Pra onde vai tudo isso, Tachinha?""Trick-Nic" e a intervenção "Mágica Close-up", respectivamente. As apresentações são gratuitas e livres para todos os públicos.

Confira a programação abaixo:

Espetáculo: Pra onde vai tudo isso, Tachinha? | 24/04, domingo, às 14h
O mágico-palhaço Tachinha entra em cena plagiando um famoso personagem de filme. No desenrolar da apresentação, o público é convidado a fazer parte do show em que o artista realiza truques clássicos envolvendo escapismo, manipulação de cordas e objetos, entre outros. Com Márcio Parma.

Intervenção - Mágica Close-up | 24/04, domingo, às 16h
Após a apresentação do espetáculo "Para onde vai tudo isso, Tachinha?", o mágico Márcio Parma circula pelo ambiente realizando pequenos números de mágica.


Espetáculo: Trick-Nic | 01/05, domingo, às 15h30
Vestido como se fosse uma mesa de cantina vermelha e branca, o personagem enfrenta uma dualidade psicológica: de um lado, sua índole hiperativa e excêntrica que quer mostrar truques e habilidades, de outro, sua insegurança e sensibilidade. A batalha interior será resolvida com amor e empatia, em um piquenique de truques misturando clown, mímica, malabarismo, equilíbrio, magia, improviso e brincadeiras com o público. Criação e atuação do italiano Andrea Farnetani, premiado artista cômico que faz pesquisa sobre clown contemporâneo.

Serviço: Programação circense no Sesc Santana
Pra onde vai tudo isso, Tachinha?
24/04, domingo, às 14h. Duração: 45 minutos. Deck do Jardim. Livre. Grátis.

Intervenção - Mágica Close-up
24/04, domingo, às 16h. Duração: 50 minutos. Área de convivência. Livre. Grátis.

Trick-Nic
01/05, domingo, às 15h30. Duração: 40 minutos. Deck do jardim. Livre. Grátis.
                                  
Av. Luiz Dumont Villares, 579 - Jd. São Paulo
Estacionamento - R$5,50 a R$11 período do espetáculo.
Telefone para informações: (11) 2971-8700
Para informações sobre outras programações ligue 0800-118220 ou acesse o portalsescsp.org.br/santana
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Espetáculo Entre Vãos acontece, simultaneamente, 
em três endereços da cidade



Montagem do coletivo teatral A Digna em parceria com o grupo Um Cafofo propõe uma experiência cênica pulverizada que transita entre fronteiras de linguagens, oferecendo ao espectador um encontro vivo com histórias reais, ficcionais e paisagens paulistanas. Entre Vãosestreia dia 23 de abril, sábado, às 15 horas. As sessões acontecem sempre aos sábados e segundas-feiras.

Durante o processo, A Digna mergulhou na realidade do Edifício São Vito, um prédio de arquitetura modernista, popularmente conhecido por Treme-Treme, que foi concebido como opção de moradia popular na baixada do Glicério e acabou demolido em 2011.

Para dar coesão à história de quatro personagens que acontece em três endereços diferentes, ao mesmo tempo, o grupo convidou o diretorLuiz Fernando Marques, experiente em montagens em lugares não convencionais como nas peças do seu Grupo XIX de Teatro e na recenteOrgia ou de Como os Corpos Podem Substituir as Ideias, da Cia Teatro Kunyn.

A experiência começa antes mesmo da cena. Pelo site do espetáculo www.adigna.com/entrevaos o público escolhe o local e a personagem que deseja acompanhar: uma balconista que trabalha numa loja de paletas mexicanas na Santa Cecília; um livreiro de um sebo no Anhangabaú; ou uma mulher, conhecida como Anjo de Corredor (pessoa que guiava os moradores nas dependências do edifício, normalmente sem luz elétrica, até seus apartamentos), que mora próxima ao metrô Marechal Deodoro.

A quarta personagem é Walkyria Ferraz, uma espécie de empreendedora comercial que passa pelas outras histórias e se desloca de um ponto ao outro enquanto a peça se desenrola.

No site do espetáculo, as personagens fazem um convite ao espectador por meio de vídeos. As cenas, imagens e textos funcionam como prólogo da peça e dão pistas sobre as histórias. Após finalizar a compra do ingresso, o espectador recebe um e-mail com orientações e o endereço para o ponto de encontro próximo a cada história.

No ponto de encontro marcado, cada grupo, formado por até 15 pessoas, caminha para os locais onde se desenrola cada história individual. Após o término dessa cena, os espectadores são convidados a acompanhar sua personagem em um percurso a pé e por meio de transporte coletivo até outro ponto da cidade. No trajeto, o público é guiado por um áudio composto de músicas e textos que sugerem colagens entre sons, a história contada e as paisagens do caminho. Ao fim do percurso, as quatro personagens e os três grupos de espectadores se encontram para a cena final.

Para sincronizar as ações, o uso da tecnologia é determinante, por isso a parceria com o coletivo Um Cafofo – Núcleo de criação artística que mescla variadas vertentes das artes e das tecnologias em suas obras – que propõe novas camadas de fruição, além de estabelecer os elos entres as cenas.

O desafio do diretor foi potencializar essa dinâmica. “A proposta dialoga com a linguagem que eu costumo trabalhar, por ser num espaço não convencional, pelo envolvimento do público e a ideia do seu deslocamento. Durante o processo fiz provocações no sentido de trabalhar a relação com a plateia, transformando esse texto pronto numa conversa e deixando que o espaço também conte a história”, explica Marques.

Desde 2010, A Digna aborda em seus trabalhos os lugares, as pessoas e os modos de vida de São Paulo, além das constantes tentativas de superação dos obstáculos impostos pela cidade. Em 2014, a peça Condomínio Nova Era tratava da questão do despejo e da desocupação violenta. Agora, Entre Vãos aprofunda o olhar sobre a metrópole e as maneiras individuais em que o espaço urbano é vivido por diferentes cidadãos.

A proposta do espetáculo, contemplado pelo 2º Prêmio Zé Renato da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, é refletir sobre as dinâmicas da cidade partindo do extremo da vida privada para o extremo do espaço público.

“Por afetar a vida particular de centenas de cidadãos, a demolição do Edifício São Vito serve de ponto de partida para a reflexão sobre o despejo físico e simbólico de inúmeras pessoas. A cidade se transforma e obriga os cidadãos a refazerem suas histórias, ao mesmo tempo em que essas novas histórias colaboram para a contínua transformação da cidade. A intimidade mais profunda de cada um e a sua relação com o que é público permeia todos os meus textos”, explica o autor Victor Nóvoa.

Para o diretor Luiz Fernando Marques, o espetáculo trata sobre a especulação imobiliária por meio da dinâmica econômica e social, porém, de um ponto de vista pessoal. “A peça é um convite para que a plateia perceba o indivíduo no meio do todo. É um estímulo para reflexão sobre a cidade a partir da individualidade. Um arranha-céu importante para o crescimento econômico desaparece e o sentimento de expulsão fica em cada um de nós. E isso é a nossa responsabilidade como cidadãos.”

Sobre A Digna
Formada em 2010 por Ana Vitória Bella, Helena Cardoso e Victor Nóvoa. Desenvolve criações que perpassam os lugares, as pessoas e os modos de vida da cidade. Suas pesquisas são baseadas na constante tentativa de superação dos obstáculos impostos pela cidade e as maneiras particulares em que o espaço urbano é vivido por diferentes cidadãos.  Na tentativa de compreender como a poesia pode brotar do cotidiano paulistano, o grupo focaliza as atenções para os traçados e memórias pessoais de moradores da cidade.

Principais trabalhos:
Desencontro (2010) - intervenção urbana a partir do poema homônimo de Affonso Romano de Sant’Anna.
Quase-Memória (2012) – o espetáculo teatral com texto de Victor Nóvoa entrelaça quatro histórias de sujeitos trespassados por situações-limite em suas vidas. Recebeu a indicação ao Prêmio 2012 da Cooperativa Paulista de Teatro, na categoria “Trabalho apresentado em espaços não convencionais”. Bolo de Lobo (2012) – espetáculo para crianças dirigido e escrito por Victor Nóvoa a partir da obra Chapeuzinho Amarelo, de Chico Buarque, premiado como o 2º melhor espetáculo infantil do 9º Festival de Teatro de Limeira.
Denise Desenha nas Paredes (2014) – espetáculo para crianças dirigido por Vinícius Torres Machado, contemplado pelo 18º Cultura Inglesa Festival e pelo Proac 12/2014.
Condomínio Nova Era (2014) – espetáculo teatral dirigido por Rogério Tarifa, contemplado pelo Proac 11/2013.

Sobre Um Cafofo
Dupla de criadores, composta por André Grynwask e Priscila Argoud, que mescla vertentes das artes e das tecnologias no desenvolvimento de projetos de arte. Nas Artes Cênicas destacam-se: Splash - A História da Gota que Sonhava ser Rio, espetáculo infantil contemplado com o Prêmio Zé Renato, onde desenvolve o conteúdo audiovisual interativo em forma de game jogado em tempo real pelos atores; Denise Desenha nas Paredes, d’A Digna Companhia, realizado no 18º Cultura Inglesa Festival, responsável pelo videomapping; Rain Man, dirigido por José Wilker, também respondendo pelo videomapping; Quem Apagou a Luz?, espetáculo infantil para o qual criou o conteúdo audiovisual interativo; Medida por Medida, do Galpão Folias D’Arte, do qual assinam a trilha sonora e o projeto audiovisual de edição ao vivo da gravação do espetáculo que foi selecionado para participar do Sound Kitchen da 12ª Prague Quadrennial of Performance Design and Space, na capital da República Tcheca. Também desenvolveu as Instalações de Arte & Tecnologia M.O.V.E., Volpi#25Totó#PebolimGame de Roda e Viva Cazuza, em diversas unidades do SESC, Museu da Língua Portuguesa e Oficina Culturais do Estado.

Ficha técnica:
Direção: Luiz Fernando Marques Diretor assistente: Paulo Arcuri Dramaturgia: Victor Nóvoa Elenco: Ana Vitória Bella, Helena Cardoso, Laís Marques e Plinio Soares Videografismo e Tecnologias: Um Cafofo (André Grynwask e Priscila Argoud) Cenografia e iluminação: Marisa Bentivegna Assistente de cenografia e iluminação: Amanda Vieira Trilha sonora: Carlos Zimbher Figurinos: Eliseu Weide Cinegrafista e Edição de vídeo: Bruno Araújo Atriz convidada (vídeo Anjo de Corredor): Therezinha Nogueira Equipe de Apoio: Arce Correia, Catarina Milani e Rodrigo Bertucci Transporte: Ocimar Costa Fotos: Alécio Cezar Programação visual: Vertente Design Produção: Ariane Cuminale Concepção: A Digna e Um Cafofo

Serviço:
ENTRE VÃOS – Estreia dia 23 de abril, sábado, às 15 horas.
Temporada: Sábados e segundas-feiras, às 15h, até 20 de junho.
Ingressos: R$10,00.
Duração: 110 minutos (incluindo os deslocamentos).
Classificação indicativa: 16 anos.
Capacidade: 15 lugares.
Endereço de cada ponto de encontro - A peça acontece nas imediações das estações Marechal Deodoro, Santa Cecília e Anhangabaú. As reservas, assim como as informações de logística de encontros só serão passadas via site da obra - www.adigna.com/entrevaos
Telefone para informações: 11 98846-6080

Fonte: assessoria de imprensa
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FUNK COMO LE GUSTA APRESENTA NOVO ÁLBUM 
“A NAVE MÃE SEGUE VIAGEM”

Na estrada desde 1998, grupo se apresenta no 
Teatro Municipal Zanoni Ferrite, no dia 23 de abril

Depois de oito meses de trabalho intenso, a banda instrumental paulistana Funk Como Le Gusta conseguiu experimentar novos sopros aos seus trompetes, trombones e saxofones, além dos sons do baixo, guitarra, bateria, percussão e teclado. A partir dessas novas inspirações, surgiram as composições inéditas do novo álbum “A nave mãe segue viagem”, lançado no ano passado, que será apresentado dia 23 de abril no Teatro Municipal Zanoni Ferrite.
Esse álbum marca um novo período para a big band que vinha de uma sequência de três discos lançados, sendo o último em 2011. “Nesses quatro anos sem gravar aconteceu muita coisa, algumas boas e outras nem tanto. O bom de tudo foi o clima entre nós, que permitiu nos unirmos mais do que nunca e, assim, firmarmos a intenção de lançar um novo trabalho”, afirma o sax tenor Hugo Hori.
Com 18 anos de trajetória, as influências vindas do samba, soul e música latina continuam presentes em suas composições. “As pessoas ainda vão identificar as referências da música black no novo trabalho. Está tudo lá, com direito às músicas que parecem trilha de filme”, diz.
Segundo Hori, o diferencial de “A nave mãe segue viagem” foi o processo colaborativo entre o grupo. “Acredito que foi o disco mais democrático da história da banda, com composições de todo o tipo, tudo bem ao nosso velho estilo, ‘mistureba’ total, que fica com a nossa cara”, completa.
Serviço: | Teatro Municipal Zanoni Ferrite.Av. Renata, 163, Vila Formosa. Zona Leste. | tel. 2216-1520.Dia 23, 20h. 90 min. Livre.  Grátis (retirar ingresso uma hora antes).

Fonte:assessoria de imprensa 
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Flyworld Viagens Unidade Vitória Praia do Canto 
fecha parceria com a Wizard

A Flyworld, primeira microfranquia de turismo do Brasil, fechou no inicio de abril uma parceria com seis escolas da rede Wizard no Espírito Santo sendo elas: na Serra unidades Jacaraípe e Laranjeiras, em Vila Velha unidade Praia de Itaparica e em Vitória nas unidades Bento Ferreira, Camburi e Mata da Praia.

O objetivo da parceria é oferecer para os alunos da Wizard descontos especiais em programa de intercâmbios e pacotes. Além disso, a Flyworld irá promover junto à escola um serviço especializado de grupos para que vivenciem experiências do idioma estudado em viagens acompanhadas com professores ou funcionários da instituição.

A parceria também irá oferecer para todos os clientes da Flyworld a possibilidade de fazer cursos de idiomas na Wizard com descontos especiais. Segundo as franqueadas da Flyworld Bruna Ventura e Paola Altoé Amorim essa parceria é promissora para as duas marcas porque agrega benefícios para todos os clientes, alunos, funcionários e professores.

Para o sócio diretor da Flyworld, Paulo Atencia, parcerias assim fazem a marca se tornar ainda mais consolidada no mercado de turismo nacional. Além disso, aumenta nosso networking sempre priorizando pela qualidade e comodidade de todos os nossos serviços.
Sobre
Flyworld Unidade Vitória Praia do Canto
(27) 99894-2230 / (27) 99653-9711
Skype: vitoriapraiadocanto.flyworld
Fonte: RBML – Comunicação Integrada
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Projeto TRAVESSIAS traz Cartas Libanesas, um concerto de música árabe
e uma roda de conversa com refugiados sírios

Foto do espetáculo Cartas Libanesas, indicado aos Prêmios Shell, APCA e Aplauso Brasil de Melhor Autor de 2015, volta em duas únicas apresentações no Sesc Santo Amaro

O projeto Travessias apresenta o espetáculo Cartas Libanesas, um concerto de música árabe e faz bate-papo com dois refugiados sírios, com mediação do professor Paulo Farah, da USP (Universidade de São Paulo)

Veja trechos da peça Cartas Libanesas AQUI

Em abril, no Travessias, projeto em que a diversidade cultural é pensada a partir das experiências de travessias - geográficas, simbólicas, identitárias e políticas - o Sesc Santo Amaro apresenta um concerto, um bate-papo e um espetáculo, todos voltados ao tema.

Dia 10 de abril, às 17h, o Quarteto Mediterrâneo faz um concerto em que  resgata a raiz árabe da música brasileira e a influência dela na música árabe atual. O repertório é composto por música tradicional árabe, canções populares brasileiras e composições autorais baseadas na origem árabe de alguns integrantes e em extensa pesquisa do grupo. Com músicos árabes e brasileiros, o Quarteto Mediterrâneo é composto por Sami Bordokan (alaúde – canto), William Bordokan (derbaki – canto), Claudio Kairouz (qanoum) e Maurício Mouzaiek (daff).

Travessias Árabes – Roda de Convivência é uma roda de conversa que acontece dia 13 de abril às 19h, e vai contar a história e as especificidades das situações de refúgio dos povos árabes, com a presença de convidados que partilham experiências-saberes-fazeres, trazidas na bagagem cultural que cada um dos convidados trouxe em sua travessia. Nessa interlocução, estarão presentes dois refugiados sírios: Ammanuel Ouba, 21 anos, cursou Biologia na Universidade de Damasco e lecionou inglês na cidade e Salim Alkhrezati, 33 anos, formado  em Tecnologia da Informação. Esse bate-papo terá mediação de Paulo Farah, professor doutor no programa de graduação e de pós-graduação na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo (USP).

Também faz parte do projeto Travessias o espetáculo Cartas Libanesas, que volta em cartaz para duas únicas apresentações no Sesc Santo Amaro, dias 14 e 15 de abril de 2016. Nesse espetáculo, a dramaturgia foi inteiramente apoiada em histórias reais de imigrantes libaneses no Brasil e põe em cena a travessia feita por Miguel, um jovem libanês que vem para o Brasil com o intuito de prosperar financeiramente e logo voltar ao Líbano, onde deixou sua esposa grávida. Após anos de sofrimento e trabalho, se descobre apaixonado pela nova terra e decide convencer a mulher a vir morar com ele no novo país.

Segundo o ator Eduardo Mossri, "a peça é a história de um mascate, contada por um ator mascate que resgata suas próprias histórias para refletir sobre a imigração. É uma ode de amor e gratidão a todos aqueles que imigraram e enriqueceram nossa identidade cultural.” Pois foi o mesmo Eduardo que, em 2009, encontrou as cartas que sua avó recebia do seu avô, imigrante libanês, que tentava ganhar a vida no Brasil no início do século XX.  Quando o ator levou essas cartas para José Eduardo Vendramini - que também tem ascendência libanesa – o dramaturgo imediatamente se interessou pelo tema, pesquisou relatos verídicos de imigrantes libaneses no Brasil, e construiu esse requintado monólogo.

Sinopse
Miguel é um jovem libanês que vem para o Brasil com o intuito de prosperar financeiramente e logo voltar ao Líbano, onde deixou sua esposa grávida. Após anos de sofrimento e trabalho, se descobre apaixonado pela nova terra e decide convencer a mulher a vir morar com ele no novo país. “A peça é a história de um mascate, contada por um ator mascate que resgata suas próprias histórias para refletir sobre a imigração. É uma ode de amor e gratidão a todos aqueles que imigraram e enriqueceram nossa identidade cultural.”, comenta o ator. 

A encenação
O diretor Marcelo Lazzaratto optou por priorizar a voz do ator e os sons da trilha para encenar este texto. Enquanto o ator Eduardo Mossri interpreta as angústias, as conquistas e aventuras de Miguel com sua mala de mascate e um microfone antigo a tira colo, a trilha composta por Gregory Slivar invade o palco. “Quero que a voz do Eduardo exista na mesma intensidade que a trilha, nesta encenação a música e os sons terão o mesmo volume e importância que a voz falada, uma história contada principalmente pelo som.”, explica o diretor que também é responsável pela luz do monólogo. O figurino criado pelo estilista Fause Haten traz cores claras desenhando a elegância masculina do início do século XX. O cenário assinado por Renato Bolleli tem como objetivo evidenciar o ator usando poucos elementos, como ribaltas margeadas por galhos de cedro que formam um semicírculo atrás de Eduardo, torres de luz e um pedestal. 

Ficha Técnica
Texto: José Eduardo Vendramini. Direção e iluminação: Marcelo Lazzaratto. Ator: Eduardo Mossri. Cenário: Renato Bolleli.Trilha Sonora: Gregory Slivar. Figurinos: Fause Haten. Assistente de direção: Wallyson Motta. Preparação vocal: Rodrigo Mercadante. Visagismo: Nael Kassees. Fotógrafo: Felipe Stucchi. Produção: Eduardo Mossri.

Serviço
Concerto - QUARTETO MEDITERRÂNEO
Dia 10 de abril, às 17h
Local: Praça (Capacidade 300) Duração: 80 minutos.

Classificação:

Ingressos: Grátis

Teatro - CARTAS LIBANESAS 

Dias: 14 e 15 de abril de 2016. Quinta e Sexta, às 21h.
Local: Teatro (Capacidade 297)Duração: 80 minutos.
Classificação: 12 anos.
Ingressos: R$ 20,00 (inteira). R$ 10,00 (meia: estudante, servidor de escola pública, + 60 anos, aposentados e pessoas com deficiência). R$ 6,00 (credencial plena: trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes). Ingressos à venda pelo Portal www.sescsp.org.br a partir de 05/04 (terça-feira), às 18h, e nas bilheterias do SescSP a partir de 06/04 (quarta-feira), às 17h30. Venda limitada a quatro ingressos por pessoa. Não é permitida a entrada após o início do espetáculo.


Bate-papo - TRAVESSIAS ÁRABES – Roda de Convivência
Dia 13 de abril, as 19h
Ingressos: Grátis

Convidados
Ammanuel Ouba, 21 anos, é refugiado sírio. Cursou Biologia na Universidade de Damasco e lecionou inglês na cidade até ter precisado deixar a Síria, onde parte de sua familia permanece.
Salim Alkhrezati, 33 anos, é refugiado sírio, formado  em Tecnologia da Informação. Quando teve de sair da Síria, separou-se de seus quatro irmãos e da mãe. Atualmente,  dois irmãos estão na Turquia, um irmão está na Alemanha, e sua mãe permanece na Síria com uma irmã.
Mediação -  Paulo Farah
Professor doutor no programa de graduação e de pós-graduação na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo (USP). Orienta pesquisas em estudos migratórios, refúgio, literatura, linguística, história e cultura árabe, africana e islâmica no Mestrado e no Doutorado na USP. Autor de doze livros (além de vários capítulos de obras) também traduziu diversas obras do árabe ao português e do português ao árabe. É Diretor da BibliASPA - Biblioteca e Centro de Pesquisa e Cultura dedicado a temas árabes, africanos e sul-americanos do qual participam acadêmicos e artistas de mais de 40 países que estudam história, literatura, linguística, antropologia e arqueologia, entre outras temáticas.

Após o debate, haverá apresentação do grupo de música árabe BibliASPA Musical.



SESC SANTO AMARO
Rua Amador Bueno, 505 – Santo Amaro. Telefone: (11) 5541-4000.
Horário de atendimento bilheteria: Terça a sexta-feira, das 10 às 21 horas e sábado, domingo e feriado, das 10 às 18h30. Obs: O Estacionamento e a bilheteria permanecem abertos de acordo com o horário das programações.

Estacionamento – Subsolo – 180 veículos, 34 vagas para motos (preço especial para shows: R$5,50 p/ comerciários e R$11 p/ não comerciários e 35 vagas no bicicletário (grátis). Observação: as motos pagam taxa equivalente aos veículos.

Fonte: Canal Aberto 
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Cuidados que você precisa saber sobre 
a gripe H1N1



Todos os dias acompanhamos, no noticiário, o aumento de casos de pessoas infectadas pelo vírus da gripe H1N1, que é um subtipo da gripe A ou Influenza. Só neste ano, já tivemos mais de 50 mortes provocas por ela. O problema maior, deste tipo de gripe, está nas complicações que a doença provoca no organismo de algumas pessoas, debilitando sua saúde, colocando-as em risco. Segundo dados da Secretaria de Saúde, 99% dos casos de pessoas portadoras do vírus, tem total cura da doença por meio de medicamentos e tratamentos adequados.

Infelizmente ninguém está livre de ser a próxima vitima, mas, com alguns cuidados básicos, podemos evitar que o contágio chegue ao nosso lar, nas escolas e entre as pessoas que conhecemos e amamos. Vejam as nossas dicas:

Contágio:
A doença é transmitida de pessoa para pessoa, por meio de secreções da saliva ou espirro, por exemplo. Habitualmente demora cerca de 3 a 7 dias para a doença se manifestar e tem duração de até 15 dias para a cura total. DICA: é importante, ao tossir e ou espirrar, colocar um pano ou o antebraço na frente para evitar a distribuição das bactérias pelo ar. O vírus sobrevive até duas (2) horas sobre superfícies.

Sintomas:
Os sintomas são similares ao de uma gripe comum, porém, acontecem com mais intensidade e progridem subitamente, provocando dores no corpo e na cabeça, dificuldades respiratórias, febre alta (acima de 38º.), dor de garganta, coriza e mal-estar. DICA: aos primeiros sinais, que sejam diferentes da gripe comum, procure um pronto-atendimento com seu médico e ou unidade hospitalar. Use máscara e se possível, evite o contato direto com outras pessoas em situação saudável.

Cuidados:
A higiene é sempre o melhor caminho para evitar qualquer tipo de doença ou bactéria. Por isso, manter as mãos limpas (lavando-as com freqüência e ou usar álcool em gel) é o primeiro passo para evitar o contágio e transmissão da gripe H1N1. DICA: evite compartilhar objetos de uso pessoal com outras pessoas, tocar no nariz, olhos e boca, transitar entre locais aglomerados e ou sem ventilação. Evite os prontos socorros – só no caso de emergência mesmo, pois você pode chegar lá sem a doença e retornar infectado. Lembrem-se: estamos falando de epidemia e esses locais abrigam pessoas com diversas doenças, inclusive a da Gripe H1N1.

Tipos de vacina:
Atualmente, existem dois tipos de vacina que ajudam a imunizar as pessoas contra o vírus, que são:
- a Trivalente – distribuída na rede pública de saúde e combate os vírus tipo A H1N1, tipo A H3N2 e o vírus do tipo B.
- a Tetravalente – aplicada apenas em clínicas particulares de saúde e imuniza contra dois tipos de vírus da gripe A e dois da gripe B.

Quem pode tomar:
Na rede pública, a vacina trivalente, é distribuída para um grupo distinto de pessoas, que abrange crianças entre seis meses até 5 anos completos, pessoas com doenças crônicas, idosos, índios, trabalhadores da saúde e mulheres que tiveram filho nos últimos 45 dias. Segundo o Ministério da Saúde, a gripe A é superada por pessoas saudáveis após poucos dias de tratamento sem grandes riscos. DICA: procure orientação médica antes de qualquer atitude. Se automedicar pode provocar riscos para a saúde e para a vida.

Quanto custa na rede particular:
A vacina tetravalente, oferecida na rede de clínicas particulares de saúde, pode variar entre R$ 100,00 a R$ 300,00. Muitas já estão com o estoque limitado e ou esgotado devido a grande procura - consulte antes de sair de casa.


Desejamos boa sorte e se todos cuidarmos da higiene, ao tossir ou espirrar, poderemos superar mais um ano da gripe A.

Texto: Informação Escrita / JCG Comunicação e MKT
Jornalista responsável: Carina Gonçalves
11-4113-6820 / 11-98092-6021 (Oi e Whats)



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