Flyworld Viagens Unidade Florianópolis Trindade participa da
 Feira de Oportunidades da ESAG

A Flyworld, primeira microfranquia de turismo do Brasil, marca presença nos dias 30 e 31 de março na Feira de Oportunidades promovida pelo Diretório Acadêmico (DAAG) da ESAG/UDESC (Centro de Ciência da Administração e Socioeconômicas da Universidade do Estado de Santa Catarina) e visa apresentar aos universitários as melhores opções em estágios, intercâmbios e conversas com profissionais inovadores na área de administração e empreendedorismo.  O evento acontece na ESAG/UDESC localizada na Av. Madre Benvenuta, nº 2007.

Focada em oferecer destinos e pacotes de viagens personalizados, a feira é uma parceria da unidade Florianópolis Trindade com o DAAG da ESAG/UDESC para apresentar aos acadêmicos as opções de intercâmbio, curso de línguas, work experience e viagens de turismo.

Para as franqueadas da Flyworld Amanda e Beatriz estar presente com a unidade em um evento que tem como principal objetivo apresentar as vantagens que os estudantes podem ter em conhecer outras culturas é a realização de um negócio de sucesso.

Segundo o sócio-fundador da Flyworld, Paulo Atencia, sempre incentivamos os nossos franqueados a participarem de eventos locais porque mais que visibilidade para a unidade esses eventos sempre trazem excelentes relacionamentos que são primordiais para que o negócio siga para o sucesso. 

Serviço
Flyworld Unidade Florianópolis Trindade
Endereço: Rua Servidão Eloi Gertrudes da Silva, nº 32
(48) 9604-6404 / (48) 9186-0322

Sobre 
Flyworld nasceu em 1997 e virou franquia em 2012 sua sede está localizada em Campinas-SP, foi fundada por Paulo Atencia que possui mais de 30 anos de experiência na área de turismo. A marca foi fundada com o objetivo de criar oportunidades de negócios em microfranquias baratas a partir de um modelo empresarial desafiador e de alta lucratividade.

Mais informações pelo site: www.flyworld.com.br no link abra sua franquia.

Fonte:  RBML – Comunicação Integrada

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Como você vê a vida e seus dilemas?

Pensamentos Soltos, obra de Elielson Costa, provoca reflexões sobre temas cotidianos
 e importantes para viver melhor e feliz




O ponto de vista é algo pessoal, imensurável e intransferível. Quando alguém passa a concordar com o que outra pessoa vê, ouve ou sente, ainda sim continua sendo único. A interpretação é solitária, no máximo semelhante, mas nunca igual. Na obra “Pensamentos Soltos”, de Elielson Costa, o leitor encontra explicações para entender como podemos lidar com situações cotidianas, sem medo ou autocensura para expressar o que acreditamos ser correto, ético ou não.

Por meio de crônicas, algumas autobiográficas, o autor aborda temas singulares sobre a vida, ritos religiosos, pontos de vista e até poéticos que afetam direta e indiretamente a consciência humana. Com formação acadêmica em engenharia e mestrado em administração, Elielson Costa evidência em seus textos o que aprendeu com “a vida” e como entende que a matemática não é exata, além de compreender que existem diversas possibilidades de seguir adiante em busca do novo, da motivação e da realização, seja ela qual for.

O livro oferece, ao leitor de mente aberta ou àquele que busca algo novo, uma proposta inovadora sobre como compreender a si mesmo e seus desafios. “Alguns textos são longos outros curtos, pois pensamentos soltos não possuem dimensão. Na realidade, têm a dimensão das emoções. Como exemplo, gosto de citar que da mesma forma ao qual o homem não necessita da visão para chorar, ele também não necessita dos óculos para ver o que é melhor. Precisa, na verdade, ter um coração perceptível do mundo ao seu redor”, comenta Elielson Costa.

Conheça os principais tópicos abordados nas crônicas do livro
 “Pensamentos Soltos”, de Elielson Costa


Andar
Óculos
O medo
A Páscoa
A verdade
O Beija-Flor
Just in time
Bola na Trave
A informação   
O que é o Amor
O conhecimento
A cegueira da luz
Olhar para o lado
Só sei que não sei
Fazer a coisa certa
Partidas dobradas
Pontos de gargalos
Fechar versus Abrir
O Natal e a evolução
Onde está a verdade?
Tempo versus Dinheiro
A sobrevivência do Bom
Onde está a Felicidade?
Além da curva de Pareto
Uma viagem pelo tempo
A padronização e a simetria
Riscos versus Rentabilidade
A existência além da existência
Alguns dos melhores momentos de um ano
Algo que não precisa ser feito, mas deve ser feito
Uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa
Uma coisa é outra coisa e outra coisa é uma coisa
A não presença muitas vezes é mais presente que a presença



Sobre o autor: Quando Elielson Costa ainda era criança a professora de português pediu aos alunos para fazerem uma redação com o tema “Eu”. Imaginativo, escreveu sobre os “Eus”, pois para ele não existia só uma pessoa, mas várias dentro de uma. Depois do curso de Engenharia foi para o mestrado em Administração onde se envolveu em várias áreas como: Administração da Produção, Estatística, Economia, Matemática Financeira e Contabilidade. O resultado desta mistura inspirou a composição de Pensamentos Soltos.


Ficha Técnica:
Título: Pensamentos Soltos
Autor: Elielson da S. Costa
Páginas: 209 /Ano: 2016
Editora: Baraúna
ISBN: 9788543705064
Para comprar acesse:



Fonte: Agência Informação Escrita / JCG Comunicação e MKT
Carina Gonçalves  - jornalista responsável

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Alergia Alimentar: 
Médico dá orientações para evitar reações na Páscoa




Em tempo de Páscoa, chocolates e guloseimas estão em alta no comércio e nos restaurantes. Nessa época, o consumo de peixes e frutos do mar também aumenta, em decorrência da Semana Santa. Resistir aos alimentos pode parecer uma missão impossível. Para quem sofre de algum tipo de alergia alimentar, o período pode ser bem complicado, mas é preciso observar o alérgeno causador das reações, conforme alerta o médico alergista Diener Frozi.

“Nem sempre o chocolate é o responsável pela alergia, pode ser alguma outra substância na composição do ovo ou da barra, como castanhas, amendoim ou trigo. Se for o caso, é só escolher outro doce sem o componente”, orienta o especialista, que é responsável pelo projeto “Viva Sem Alergia”, em Duque de Caxias, cidade da Baixada Fluminense.

Ele alerta para a importância do diagnóstico preciso para que o paciente leve uma vida saudável. “Alergias alimentares são reações do sistema imunológico, que podem ocorrer minutos após a ingestão do alimento”, explica.

Para identificar a doença, são avaliados os principais sintomas e o histórico do paciente. Em geral, as manifestações envolvem coceira, inchaço nos lábios, desconforto respiratório e dores abdominais. “No consultório, realizamos testes cutâneos imediatos, assim como solicitamos a dosagem de imunoglobulina no sangue para o tipo de alimento suspeito”, detalha o Doutor Frozi.

As alergias alimentares ocorrem, na maioria dos casos, por um grupo limitado de alimentos: frutos do mar, leite, ovo, trigo, amendoim e soja são os principais.  A duração da alergia varia de acordo com a resposta imunológica de cada paciente, ou seja, muda de acordo com o alimento ingerido.  Alergias a leite, ovo e trigo, mais comumente iniciadas na infância, tem a probabilidade de sumirem até a adolescência. No caso de outros alimentos, como frutos do mar e castanhas, a tendência é que a alergia seja mais persistente.

De acordo com a Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (Asbai), a alergia alimentar merece atenção: o problema atinge cerca de 5 milhões de crianças e 4 milhões de adultos apenas no Brasil e a tendência é que o número de casos cresça. Até o momento, não existe cura para a doença, apenas mecanismos de prevenção para evitar a reação alérgica. “O tratamento consiste em uma dieta de exclusão, diante da suspeita de que determinado ingrediente é o causador da alergia. O alimento deve ser substituído por outro adequado nutricionalmente e o paciente passa por um processo de reeducação. 

Sobre o Viva Sem Alergia: O projeto social Viva Sem Alergia atende pacientes da Baixada Fluminense, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro, com objetivo de tratamento, controle e prevenção de alergias e doenças imunológicas. Na unidade de saúde localizada em Duque de Caxias, os pacientes realizam exames gratuitamente, como o teste cutâneo para detectar os alérgenos aos quais são mais suscetíveis. Em caso de diagnóstico confirmado de asma, o tratamento é iniciado com kits alérgicos com broncodilatadores em forma de sprays inalatórios, as conhecidas “bombinhas”, distribuídas sem custo. A oferta é possível graças a parcerias com instituições como a Cruz Vermelha de São Gonçalo. 

Serviço:
Viva Sem Alergia
Rua Conde de Porto Alegre, nº 119, Edifício Uba - 8º andar
Jardim Vinte e Cinco de Agosto - Duque de Caxias (RJ)
Funcionamento: segunda a sexta, das 8h30 às 17h; sábados, das 8h às 12h.
Agendamento de consultas: 21-3848-5389  

Fonte: assessoria de imprensa
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ARTE – Substantivo Feminino traz o mito da negra Anastácia em Oju Orum, 
espetáculo infanto juvenil, com o Coletivo Quizumba, no Sesc Belenzinho

Figura 1 Cena do espetáculo Oju Orum - Foto de Alicia Peres

Em cena, elementos da cultura africana e afro-brasileira - a capoeira angola, o samba, o funk e as narrativas orais – como base da pesquisa do espetáculo.

Quatro mulheres (Anastácia, Alice, Alzira e Anita) em períodos históricos distintos. Em comum, o fato de serem pessoas que, em algum momento das trajetórias, sofreram algum tipo de violência, seja ela simbólica ou não. Com esse mote e direção de Johana Albuquerque, o Coletivo Quizumba faz OJU ORUM, que se apresenta no projeto ARTE – Substantivo Feminino, no Sesc Belenzinho de 24 a 27 de março de 2016. O espetáculo é resultado do projeto Santas de Casa Também Fazem Milagres, contemplado com a Lei de Fomento da Cidade de São Paulo, em sua 25ª edição.

Tendo como elemento disparador o mito da negra Anastácia, o espetáculo Oju Orum apresenta a história de quatro mulheres, em espaços e tempos distintos e simultâneos. Suas narrativas expõem, simbolicamente, os discursos de poder que estão por trás da construção de gêneros. Caladas nas falas e corpos, essas quatro jovens procuram construir uma voz que lhes permita questionar e ressignificar suas vidas.

A direção de Johana Albuquerque é focada no público jovem e tem como base de pesquisa elementos da cultura africana e afro-brasileira, tais como a capoeira angola, o samba, o funk e as narrativas orais. A pesquisa para a dramaturgia desse espetáculo surgiu das muitas versões da história da negra Anastácia (Oju Orum, originalmente), trazida ao Brasil como escrava.

A peça não pretende trazer uma versão da mulher somente como vítima, e sim como ser histórico, sujeito e objeto dessas situações, trazendo à tona histórias de mulheres comuns, as vivências, experiências e lutas.

Uma busca por contar outras narrativas que vão para além da história hegemônica que impõe, em geral, a perspectiva masculina, heteronormativa, adulta, branca, urbana. É pela força do questionamento que acreditam também no poder de um teatro voltado para juventude e na cultura afro como disparadores éticos e estéticos.


Histórico – Coletivo Quizumba

Fundado em 2008, o Coletivo Quizumba sempre teve as pesquisas pautadas pela cultura afro-brasileira. Os experimentos narrativos iniciaram-se em 2009 e, em 2010, com a estreia do primeiro espetáculo: Quizumba!, contemplado com o Edital ProAC de Montagem de Espetáculo Inédito, da Secretaria do Estado da Cultura de São Paulo.

Em 2012, a partir do estudo sobre a figura do Griot e dos narradores da cultura popular, o grupo estreou Cantos de Aiyê, baseado em contos oriundos de diversos povos do continente africano. Na sequência, em 2013, nasceu o projeto Toguna: narrativas afro-brasileiras.

Contemplado com o Edital ProAC Ocupação de Bibliotecas, ainda em 2013, o coletivo realizou, na Biblioteca Municipal Paulo Duarte, espaço temático especializado em cultura afro-brasileira, um projeto que envolveu apresentações teatrais, shows musicais, mesas de debate, oficinas artísticas, exposições e um sarau. Todas as ações envolveram a comunidade da região do Jabaquara (Zona Sul de São Paulo).

O repertório do Coletivo Quizumba foi apresentado em espaços variados, por diversas cidades do país. Além da capital paulista, já estiveram em Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Diadema, Sorocaba, Campinas, Salto de Pirapora, Lins, Goiânia - GO e Salvador - BA.

ARTE – Substantivo Feminino

O ARTE – Substantivo Feminino põe luz na mulher, como foco principal de obras escolhidas por trazerem temáticas relevantes e de diferentes pontos de vista sobre o feminino. A ideia é abordar a mulher nas artes, tanto no conteúdo das obras – suas lutas em batalhas, dentro da história e da sociedade –, quanto na gestão e criação dos trabalhos.

Ficha técnica 
Dramaturgia - Tadeu Renato
Encenação - Johana Albuquerque
Co-Direção - Sofia Botelho
Elenco - Camila Andrade, Jefferson Matias, Kenan Bernardes, Thais Dias e Valéria Rocha Músicos - Bel Borges e Melvin Santhana
Direção e Concepção Musical - Jonathan Silva
Preparadora Musical - Bel Borges
Direção em Dança - Verônica Santos
Treinamento Em Capoeira Angola - Pedro Peu
Cenário - Julio Dojcsar - Casa Da Lapa
Figurinos - Éder Lopes
Iluminação - Wagner Antonio
Operador de Luz - André Rodrigues
Brincante (Adereços) - Cleydson Catarina
Visagista - Ariane Molina
Documentarista - Alicia Peres
Designer Gráfico - Murilo Thaveira - Casa Da Lapa
Produção - Coletivo Quizumba



TEATRO INFANTO JUVENIL
OJU ORUM
De 24 a 27 de março de 2016, quinta-feira, às 19h, e sábado e domingo, às 17h.
*sexta-feira não haverá apresentação
Tendo como elemento disparador o mito da negra Anastácia, o espetáculo apresenta a história dessas quatro mulheres, em espaços e tempos distintos e simultâneos. Suas narrativas expõem, simbolicamente, os discursos de poder que estão por trás da construção de gêneros. Caladas em suas falas e corpos, essas jovens procuram construir uma voz que lhes permita questionar e ressignificar suas vidas. A obra não pretende trazer uma versão da mulher somente como vítima, e sim como ser histórico, sujeito e objeto dessas situações, trazendo à tona histórias de mulheres comuns, suas vivências, experiências e lutas. Uma busca por contar outras narrativas que vão para além da história hegemônica que impõe, em geral, a perspectiva masculina, heteronormativa, adulta, branca, urbana. É pela força do questionamento que acreditamos também no poder de um teatro voltado para juventude e na cultura afro como disparadores éticos e estéticos.


Sala de Espetáculos I. Duração: 95 minutos
Ingressos: R$ 20,00 (inteira); R$ 10,00 (aposentado, pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e servidor da escola pública com comprovante); R$ 6,00 (trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo credenciado no Sesc e dependentes).
Não recomendado para menores de 14 anos.

Sesc Belenzinho


Endereço: Rua Padre Adelino, 1000

Belenzinho – São Paulo (SP

Telefone: (11) 2076-9700


Estacionamento


Para espetáculos com venda de ingressos:

R$ 11,00 (não matriculado);

R$ 5,50 (matriculado no SESC - trabalhador no comércio de bens, serviços e turismo/ usuário).


Fonte: Canal Aberto Assessoria de Imprensa 


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Engravidei, Pari Cavalos e Aprendi a Voar Sem Asas 

no Sesc Belenzinho, dentro do Arte – Substantivo Feminino


Projeto coloca em cena trabalhos em que o protagonismo é da mulher; 
“Engravidei...” dá voz e revê os estereótipos sobre a mulher negra.




“O espetáculo é sensível às questões femininas negras, discute coisas que não são faladas socialmente, como a saúde da mulher, questões de como elas são tratadas pelo sistema público e a resiliência dessas mulheres. Ela ganha menos, trabalha mais, tem os piores empregos e é responsável pela família e, além de tudo, dificilmente tem um companheiro, fato que impacta e muito sua vida”
Lucelia Sérgio


A partir do depoimento de diversas mulheres, de diferentes camadas sociais e profissões (integrantes do sistema prisional, donas de casa, sambistas, religiosas de matrizes africanas, empresárias, líderes comunitárias, prostitutas, entre outras), colhidos em 2013 pelo coletivo Os Crespos, o grupo concebeu o espetáculo Engravidei, Pari Cavalos e Aprendi a Voar Sem Asas’, que faz temporada no Sesc Belenzinho no período de 31 de março a 03 de abril, dentro do projeto ARTE – Substantivo Feminino, que encerra sua programação em meados de abril.
Em cena, a atriz Lucelia Sérgio - que divide a direção do espetáculo com Sidney Santiago Kuanza – expõe ao público histórias que envolvem violência masculina, sexo, traumas psicológicos e sobrevivência, além de permear temas como afetividade, família, casamento, sexo, solidão, beleza e igualdade.

O espetáculo é parte da trilogia ‘Dos Desmanches aos Sonhos’ que contém ‘Além do Ponto’ e ‘Cartas à madame Satã ou me desespero sem notícias suas’, que investiga as relações entre afetividade, negritude, gênero e o impacto da escravidão na nossa maneira de amar.

A trilogia vem sendo criada pelos Crespos desde janeiro de 2011 e foi concluída em julho de 2014.  Em cada um dos espetáculos, o grupo abordou a temática da afetividade negra a partir de uma perspectiva diferente.

O espetáculo

Em cena, a atriz debruça-se sobre cinco mulheres negras e suas privacidades, atira ao público suas trajetórias afetivas, permitindo à plateia conviver, durante o tempo da peça, com seus respectivos cotidianos. Essas mulheres/personagens tentam enxergar e modificar seus destinos, como lagartas aprendendo a voar, revelando seus medos, dores, amores e sonhos. Como em um jogo, no qual o espectador acompanha a transformação da atriz em diferentes mulheres, a peça cruza fragmentos de vidas, sem necessariamente confrontá-las, entregando para o público a linha que costura seus caminhos.

A cena envolve ambientes privados, casas sem paredes, onde as personagens são reveladas. A trilha sonora, executada por uma DJ, conta ainda com músicas compostas para as personagens. 

Os Crespos

Os Crespos é um coletivo teatral, composto por atores negros, que realiza pesquisas cênica e audiovisual, além de promover debates e intervenções públicas. Formado na Escola de Arte Dramática EAD/ECA/USP, está em atividade desde 2005, tendo realizado excursões por diversas regiões do Brasil e também Alemanha e Espanha.

Em 2006 participou do espetáculo “Anjo Negro + A Missão”, com direção do alemão Frank Castorf; em 2007 realizou o espetáculo autoral “Ensaio Sobre Carolina”, com o qual excursionou por diversas cidades do Brasil nos anos de 2008 e 2009; em 2009 e 2010 apresentou o projeto “A Construção da Imagem e a Imagem Construída”; em 2011 estreou o espetáculo “Além do Ponto”. Em 2012 circulou com o espetáculo pelo Estado de São Paulo e recebeu o Prêmio de Direitos Humanos e Combate ao Racismo Flavio F. Sant’Ana, da prefeitura da Cidade de São Paulo. Em 2013 e 2014 dá continuidade à trilogia Dos Desmanches aos Sonhos estreando os espetáculos “Engravidei, Pari cavalos e Aprendi a Voar Sem Asas” e “Cartas à Madame Satã Ou Me Desespero Sem Notícias Suas”.

Em 2015 é contemplado pelo Fomento Ao Teatro Para a Cidade de São Paulo, através da qual realiza a pesquisa "De Brasa e Pólvora - Zonas Incendiárias, Panfletos poéticos" que trata das revoltas negras do Brasil e do Caribe. A Cia também realizou, ao longo desses 10 anos, 2 edições da Mostra Cinematográfica “Faz lá o Café”, a 1.a Mostra de Teatro Negro de São Paulo e os premiados curtas “D.O.R”, “Nego Tudo” e “Ser ou Não Ser”, além de produzir a revista "Legítima Defesa - Uma revista de Teatro Negro". 


ARTE – Substantivo Feminino

O ARTE – Substantivo Feminino põe luz na mulher, como foco principal de obras escolhidas por trazerem temáticas relevantes e de diferentes pontos de vista sobre o feminino. A ideia é abordar a mulher nas artes, tanto no conteúdo das obras – suas lutas em batalhas, dentro da história e da sociedade –, quanto na gestão e criação dos trabalhos.

Ficha técnica 
Direção: Lucelia Sergio e Sidney Santiago Kuanza. Atriz: Lucelia Sergio. Texto: Cidinha da Silva. Dramaturgia: Cidinha da Silva e Os Crespos. Colaboração Criativa de direção: Aysha Nascimento. Atrizes colaboradoras do processo de criação: Dani Nega, Dani Rocha, Darília Lilbé, Dirce Thomaz, Maria Dirce Couto, Nádia Bittencourt. Direção de arte: Mayara Mascarenhas. Iluminação: Edu Luz. Trilha sonora: Dani Nega.

TEATRO
ENGRAVIDEI, PARI CAVALOS E APRENDI A VOAR SEM ASAS!

De 31 de março a 03 de abril de 2016, quinta a sábado, às 21h30, e Domingos, às 18h30
Cia Os Crespos. Em cena, a privacidade de cinco mulheres negras é flagrada quando expõem suas trajetórias afetivas, permitindo ao público entrar em seus respectivos cotidianos. Elas tentam enxergar e modificar seus destinos, como lagartas aprendendo a voar, revelando seus medos, dores, amores e sonhos. A trilha sonora, executada por uma DJ, conta ainda com músicas compostas para as personagens.

Sala de Espetáculos I. Duração: 60 minutos
Ingressos: R$ 20,00 (inteira); R$ 10,00 (aposentado, pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e servidor da escola pública com comprovante); R$ 6,00 (trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo credenciado no Sesc e dependentes).
Não recomendado para menores de 14 anos.

Sesc Belenzinho
Endereço: Rua Padre Adelino, 1000
Belenzinho – São Paulo (SP
Telefone: (11) 2076-9700
www.sescsp.org.br/belenzinho

Estacionamento
Para espetáculos com venda de ingressos:
R$ 11,00 (não matriculado);
R$ 5,50 (matriculado no SESC - trabalhador no comércio de bens, serviços e turismo/ usuário).


Fonte: Canal Aberto Assessoria de Imprensa
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João Cristofolini lança série de podcast com 
resumo de livros para empreendedores

O jovem empreendedor, João Cristofolini, autor da obra “O que a escola não nos ensina” lança no Brasil em parceria com empreendedor e aviador, Gustavo Carriconde, de Dubai, uma série de podcasts voltado para o mundo dos negócios.

Podcast é o áudio (ou uma rádio online) que vem ganhando notoriedade no País nos últimos tempos. A vantagem está no conforto, pois é permitido ouvir os áudios a qualquer momento e em qualquer lugar, pelo computador ou celular, seja no carro, no trânsito, no ônibus entre outros. 

Nos áudios os empreendedores resumem e debatem os mais importantes livros de negócios e suas principais ideias, no programa semanal chamado ResumoCast. Inspirado nos moldes americanos, o áudio é gratuito e vai ao ar toda semana com um novo livro.

A ideia do podcast vai além de transmitir os principais insights de livros, a ideia é gerar um debate sobre os assuntos que colocam em xeque as opiniões do universo empreendedor. “Com isso, também é possível trocarmos experiências próprias e práticas que deram certo ou que não deram”, afirma João.

João explica que os podcasts são alternativas para empreendedores que não possuem o hábito da leitura ou não possuem tempo livre para isso, sendo uma forma rápida, prática e gratuita de aprender.

Já estão disponíveis 10 episódios da série e toda semana tem um novo, as gravações pode ser acessadas no site www.resumocast.com.br ou baixados pelo itunes na PlayStore. 

Sobre
João Cristofolini é um empreendedor de 25 anos, autor do livro “O que a escola não ensina”. Que começou sua trajetória aos 21 anos abandonando a faculdade para criar seu primeiro negócio, sem dinheiro. Nesta época fechou uma parceria com os maiores autores e gurus brasileiros de áreas que envolviam os setores do empreendedorismo, liderança, vendas, marketing, educação financeira e outros assuntos relacionados à visão de negócios. Atualmente é palestrante e está à frente de empreendimentos nas áreas de educação, tecnologia, saúde e social.

Mais informações acesse: http://joaocristofolini.com.br
Fonte: RBML – Comunicação Integrada
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Ginástica do Cérebro organiza 
ações em comemoração a Semana Mundial do Cérebro

A Ginástica do Cérebro com sede em Foz do Iguaçu organizou uma série de ações comemorativas para a Semana Mundial do Cérebro que vai de 14 a 20 de março. A ideia é destacar a importância da ginástica cerebral e o bem-estar que as atividades proporcionam para pessoas de todas as faixas etárias.

Entre as atividades desenvolvidas na Unidade Foz do Iguaçu estão previstas para as noites do dia 16 e 17, encontros com funcionários e empresários da região. “O objetivo dessas reuniões é apresentar como funciona o nosso treinamento e a importância que a ginástica cerebral pode oferecer, principalmente no aprimoramento da concentração e na melhora da memorização, itens que com o passar da idade acabam dando indícios de falhas”, explica a sócia diretora da rede Nadia Benitez.

A Semana Mundial do Cérebro é uma campanha mundial que visa divulgar os benefícios do estudo do cérebro. No Brasil os primeiros estudos começaram em 2010 no Rio de Janeiro, por iniciativa de várias instituições universidades e desde então marcam o mês de março com novas pesquisas.

Serviço
Ginástica do Cérebro – Unidade Foz do Iguaçu
Rua Irlan Kalichewski, 389 – Vila Yolanda
Telefone: (45) 3027-1448

Sobre
A Ginástica do Cérebro, com sede em Foz do Iguaçu, foi criada pela psicopedagoga e especialista em neuropedagogia Nadia Benitez com o apoio do seu marido Rafael Minozzo desde 2012. O Curso da Ginástica do Cérebro tem o objetivo de potencializar as capacidades cognitivas e emocionais de todas as pessoas, em qualquer faixa etária, com ou sem problemas relacionados à aprendizagem, especialmente destinada à área de lógica matemática por meio do uso do soroban que é exclusivamente fabricado no Brasil pela empresa. Apresenta um destaque especial no trabalho com crianças não-alfabetizadas, que promove um apoio na fase mais importante da vida da criança: alfabetização. A neuroaprendizagem busca promover uma maior capacidade de memória, concentração, atenção, ampliação da velocidade de raciocínio, através de jogos modernos de 2ª geração, material desenvolvido especialmente para o curso, além de apresentar atendimento empresarial, escolar, palestras e a festas. 

Fonte: RBML – Comunicação Integrada
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Qual o real valor de uma marca?

Agência Cultivare Design, especialista no assunto,
oferece produtos de gestão de marca para empresas de todos os portes



Segundo o INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial), a marca é um sinal que identifica no mercado os produtos ou serviços de uma empresa, distinguindo-os dos de outras empresas. “Porém, a marca pode e deve ser tratada como algo muito maior, possível de render frutos monetários e expansão comercial”, é o que afirma Tiago Stracci, Diretor de Arte da Cultivare Comunicação e Design.

Para ele, que atua no segmento há mais de 15 anos, com atendimento de grandes nomes como “Fertivitro”, “Artmix”, “Vepea” e “Vinigás” (Grupo Forusi), o branding (gerenciamento de marca) representa muito mais que o logotipo ou a identidade visual de uma empresa no cenário ao qual atua. “Todos os projetos de branding tem como foco ocupar uma posição estratégica para conquistar o consumidor – seja ele franqueado, fornecedor ou público final”, comenta Tiago. 

                A marca é tão importante para uma empresa assim como o RG de uma pessoa é para sua identificação individual. Não basta ter beleza ou agradar na apresentação, precisa passar uma mensagem que enobrece ou diferencie quem os compra ou agrega em sua realidade. Para isso, é preciso investir pesado na formação de conceito e adesão ao que se vende, sem deixar dúvidas sobre a qualidade e custo benefício de quem investe no que é ofertado. Em tempos de crise, como a atual em que vivemos, manter a marca em evidência ou mesmo reformulá-la pode ser o caminho para não quebrar ou diminuir o faturamento como um todo – seja para comercio, indústria, área da saúde, editoras, livrarias, etc.

“Hoje o mercado é tão concorrido que é possível copiar estratégias, modelo de negócios e até conceitos visuais para induzir o público alvo a consumir produtos similares. Porém, a marca é algo exclusivo do seu negócio, como o RG, único para cada pessoa e é importante saber usá-la de maneira correta para comunicar e se posicionar na sociedade, explicitando os seus valores, visão e missão corporativa”, enfatiza Stracci.    

O mesmo vale para reformulação e ou adequação de marcas para ascensão comercial, que podem ser modificadas sem perder sua essência, sem deixar de transmitir suas mensagens e propostas ao público de interesse. Para alguns casos, o branding significa, até mesmo, como “salvação” de empresas em momentos de crise ou ameaças de um mercado competitivo e desleal.

Tiago explica que investimentos em ações de branding dificilmente dão errados, quando feitos com profissionais especializados e com certa bagagem de soluções já propostas. “Os resultados são aparentes e a marca passa a valer mais que o próprio produto ou serviço oferecido como há exemplos em diversos segmentos no Brasil”, completa.

O mais importante, antes de abrir ou gerir uma empresa, segundo Tiago, é pensar no principal: o público consumidor, pois sem ele não há como existir. “A partir do planejamento estratégico sobre a marca, objetivos e atuações possíveis, construímos uma identidade única e inabalável para cada cliente que atendemos em nossa agência. Desta forma, além de garantir sucesso nos projetos, viabilizamos o conceito, assim como indicamos a qualidade no investimento de quem comprar o que é proposto. finaliza Stracci.


Sobre Tiago Stracci: formado em Desenho Industrial com especialização em Design Gráfico, atua desde o ano 2000, passando por grandes agências e hoje administra a Cultivare Comunicação e Design.

Sobre a Cultivare Comunicação e Design: Atuante desde 2004, a Cultivare Comunicação e Design oferece soluções integradas para empresas e instituições dos mais variados nichos, com produtos e serviços que atendem projetos gráficos, visual merchandising, marketing digital, criação de identidade visual, campanhas (on line e off line), consultoria e assessoria de imprensa. Mais informações: http://www.cultivaredesign.com.br / (11) 2339-3938 / 2339-3937 / cultivare@cultivaredesign.com.br




Divulgação: 
Agência Informação Escrita /

 JCG Comunicação e MKT – sua empresa em evidência
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