Autora baiana Sofia Oliveira desembarca 

em Salvador com novo livro

Lançamento acontece no dia 12/09, às 16h, 

na Livraria LDM (Shopping Bela Vista)

No próximo dia 12/09, sábado, a escritora baiana Sofia Oliveira lança seu segundo livro, intitulado "Se Perder e Se Encontrar Faz Parte do Caminho", pela Editora Planeta, na capital baiana. O evento acontece na Livraria LDM, às 16h, no Shopping Bela Vista.


O livro chega às livrarias como um convite, em forma de reflexão, para quem deseja atravessar as dores e as alegrias da vida em uma jornada de reconexão.


Com linguagem poética e intimista, o novo livro mergulha ainda mais fundo em temas como identidade, intuição, coragem e pertencimento, conduzindo a uma travessia que passa pela dor, pela esperança e pela reconstrução. Entre perguntas, memórias e descobertas, a obra se constrói em tom de conversa e prece, ancorada no fluxo e na fluidez das águas e da vida.

"Quanto mais eu me conheço, menos eu me esforço para que o outro me aceite", escreve Sofia em um dos trechos da obra. Ao longo das páginas, a autora propõe reflexões sobre a importância de se reconhecer para não sucumbir às expectativas, fantasias e narrativas construídas pelos outros. "O resultado é um livro que dialoga com quem está em busca de compreender melhor suas emoções e encontrar novos sentidos para a própria trajetória", conta Sofia sobre o novo projeto.

 

A autora já havia conquistado uma comunidade leitora com reflexões sobre afeto, vulnerabilidade e autoconhecimento no livro de sucesso "Acreditar em Mim É a Minha Única Possibilidade de Existir", publicado também pela Editora Planeta. A obra ultrapassou a marca de 10 mil exemplares, além de formar uma grande comunidade e consolidar a autora como uma referência entre a nova geração de autoras que aborda esse universo.

A escritora Sofia Oliveira, conhecida nas redes como @sofiadisse, é nascida no interior da Bahia, formada em Jornalismo pela UFBA e também é criadora de conteúdo e podcaster.

 

Serviço

Lançamento do livro “Se Perder e Se Encontrar Faz Parte do Caminho"

Editora: Planeta

Autora: Sofia Oliveira

Data: 12/09 – Sábado

Horário: 16h

Local: Livraria LDM (Shopping Bela Vista) - Alameda Euvaldo Luz, 92


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 Especial Bienal do Livro 2026

Bienal Internacional do Livro de São Paulo recebe debates do CRB-8 sobre bibliotecas, leitura e transformação social

Conselho Regional de Biblioteconomia do Estado de São Paulo participa de programação que reúne literatura, pesquisa e políticas públicas e coloca em pauta o papel das bibliotecas na democratização do conhecimento

A presidenta do CRB-8, Ana Cláudia Martins e a vice Regina Fazioli com poetas escritores na Bienal. Foto: Arquivo do CRB-8/ Divulgação.

Entre os dias 4 e 13 de setembro, o Conselho Regional de Biblioteconomia do Estado de São Paulo (CRB-8) participa da 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, integrando uma programação que reúne literatura, educação, cultura, leitura e debates sobre o papel das bibliotecas e do acesso à leitura na sociedade.


Durante os dez dias de evento, o estande do Conselho abrigará uma série de encontros, debates, lançamentos de obras e apresentações culturais, aproximando profissionais da informação, educadores, escritores e leitores em geral. 

Durante toda a programação da Bienal, haverá literatura de cordel. Na foto o escritor e artista nordestino Costa Senna. Foto: Divulgação. 

Pesquisa sobre bibliotecas escolares será divulgada


Com o tema “ Território livre: bibliotecas como espaço da democracia”, a agenda abrange temas centrais da atualidade, como a intersecção entre literatura e saúde mental, educação inclusiva, afrofuturismo, fanzines, quadrinhos, saraus de poesia marginal e literatura de cordel, além de debates decisivos sobre políticas públicas para bibliotecas.


Entre os destaques está o debate “Escola sem biblioteca não é legal”, previsto para o dia 6 de setembro, domingo, das 17h às 19h, com a participação da presidenta do CRB-8, Ana Cláudia Martins; da presidenta do Conselho Federal de Biblioteconomia (CFB), Dalgisa Andrade Oliveira; do bibliotecário Marcos Antonio de Araújo, coordenador da Comissão Temporária de Bibliotecas Escolares do CRB-8; e da professora e escritora Mércia Magalhães.


Mediado pelo diretor técnico do CRB-8, Guilherme Belíssimo, o debate contará com a participação da coordenadora-geral de Materiais Didáticos da Secretaria de Educação Básica do MEC, Jaqueline Melo.

O encontro coloca em evidência a importância das bibliotecas escolares e das políticas públicas para garantir o acesso de estudantes à leitura e à informação.


O debate ocorre em um contexto em que os dados da recente pesquisa do CRB-8 apontam para a distância entre o que determina a legislação brasileira e a realidade encontrada nas escolas paulistas.


A pesquisa, realizada pelo Conselho em 2025, analisou 912 escolas das redes estadual e municipal de São Paulo e identificou um cenário marcado pela ausência de bibliotecas formalmente constituídas e de bibliotecários. Em muitas unidades, as chamadas “salas de leitura” acabam ocupando o lugar das bibliotecas escolares, sem a estrutura e a atuação profissional previstas pela legislação.


A questão ganha ainda mais relevância diante do cenário nacional. Dados levantados pela Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon), com base no Censo Escolar de 2022, indicam que apenas cerca de um terço das escolas públicas brasileiras possui biblioteca.


 “A universalização das bibliotecas escolares ainda está muito distante do que determina a lei. Essa falta aprofunda desigualdades de acesso à leitura que já existem. O mais preocupante é que muitas famílias sequer sabem que seus filhos têm direito a uma biblioteca na escola. Sem conhecer esse direito, os pais não têm como cobrar do poder público o seu cumprimento. É preciso informar a sociedade para que ela possa participar, fiscalizar e exigir bibliotecas estruturadas nas escolas”, defende a presidenta do CRB-8, Ana Cláudia Martins.


Quando o livro alcança a rua

Padre Júlio Lancellotti participa de conversa sobre a defesa do acesso à leitura e à cultura para todos. Na foto, o religioso está na biblioteca criada por ele para atender pessoas em situação de rua. Foto: Divulgação.

A programação também abre espaço para discutir experiências que aproximam as bibliotecas de diferentes públicos. No dia 8 de setembro, das 17h às 18h, a mesa “Onde o livro alcança a rua” aborda a relação entre biblioteca, população em situação de rua e aporofobia.


A atividade contará com a participação de Regina Fazioli, vice-presidenta do CRB-8, ao lado de Meire Rose Stankevicius Bassi e do Padre Julio Lancellotti, reconhecido por sua atuação junto à população em situação de rua.


A discussão amplia a compreensão sobre o papel das bibliotecas como espaços públicos de acolhimento, acesso à informação e garantia de direitos, especialmente para pessoas que enfrentam situações de vulnerabilidade e exclusão social.


A programação inclui ainda o bate-papo “Escrevivência e a formação antirracista de leitores”, no dia 10 de setembro, além de atividades voltadas à mediação de leitura, literatura periférica e afrocentrada, bibliotecas antirracistas, clubes de leitura, bibliodiversidade, literatura de cordel e quadrinhos. 


Quem forma os leitores do futuro?

Além da programação promovida pelo CRB-8, a Bienal também recebe, no dia 4 de setembro, às 18h, o debate Papo de Mercado, que terá como tema “Quem forma os leitores do futuro? O papel estratégico das bibliotecas em um ecossistema do livro em transformação”. A mesa reunirá Ana Cláudia Martins, presidenta do CRB-8; Valéria Valls, bibliotecária e pesquisadora; e Nadja Cézar, representante do Ministério da Cultura, com mediação de Bel Santos Mayer. A conversa vai discutir o papel estratégico das bibliotecas, tanto físicas quanto digitais, na formação de leitores, na descoberta de autores e obras e na articulação entre os diferentes agentes da cadeia do livro, especialmente diante das transformações tecnológicas e das mudanças nos hábitos de leitura e consumo.


Serviço:

28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo

4 a 13 de setembro:

Distrito Anhembi – São Paulo- Estande do CRB-8: CC28

Confira aqui a programação completa: https://www.instagram.com/CRB8SP/

https://www.bienaldolivrosp.com.br

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Bienal Internacional do Livro de São Paulo recebe debates do CRB-8 sobre bibliotecas, leitura e transformação social

Conselho Regional de Biblioteconomia do Estado de São Paulo participa de programação que reúne literatura, pesquisa e políticas públicas e coloca em pauta o papel das bibliotecas na democratização do conhecimento

A presidenta do CRB-8, Ana Cláudia Martins e a vice Regina Fazioli com poetas escritores na Bienal. Foto: Arquivo do CRB-8/ Divulgação.

Entre os dias 4 e 13 de setembro, o Conselho Regional de Biblioteconomia do Estado de São Paulo (CRB-8) participa da 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, integrando uma programação que reúne literatura, educação, cultura, leitura e debates sobre o papel das bibliotecas e do acesso à leitura na sociedade.


Durante os dez dias de evento, o estande do Conselho abrigará uma série de encontros, debates, lançamentos de obras e apresentações culturais, aproximando profissionais da informação, educadores, escritores e leitores em geral. 

Durante toda a programação da Bienal, haverá literatura de cordel. Na foto o escritor e artista nordestino Costa Senna. Foto: Divulgação. 

Pesquisa sobre bibliotecas escolares será divulgada


Com o tema “ Território livre: bibliotecas como espaço da democracia”, a agenda abrange temas centrais da atualidade, como a intersecção entre literatura e saúde mental, educação inclusiva, afrofuturismo, fanzines, quadrinhos, saraus de poesia marginal e literatura de cordel, além de debates decisivos sobre políticas públicas para bibliotecas.


Entre os destaques está o debate “Escola sem biblioteca não é legal”, previsto para o dia 6 de setembro, domingo, das 17h às 19h, com a participação da presidenta do CRB-8, Ana Cláudia Martins; da presidenta do Conselho Federal de Biblioteconomia (CFB), Dalgisa Andrade Oliveira; do bibliotecário Marcos Antonio de Araújo, coordenador da Comissão Temporária de Bibliotecas Escolares do CRB-8; e da professora e escritora Mércia Magalhães.


Mediado pelo diretor técnico do CRB-8, Guilherme Belíssimo, o debate contará com a participação da coordenadora-geral de Materiais Didáticos da Secretaria de Educação Básica do MEC, Jaqueline Melo.

O encontro coloca em evidência a importância das bibliotecas escolares e das políticas públicas para garantir o acesso de estudantes à leitura e à informação.


O debate ocorre em um contexto em que os dados da recente pesquisa do CRB-8 apontam para a distância entre o que determina a legislação brasileira e a realidade encontrada nas escolas paulistas.


A pesquisa, realizada pelo Conselho em 2025, analisou 912 escolas das redes estadual e municipal de São Paulo e identificou um cenário marcado pela ausência de bibliotecas formalmente constituídas e de bibliotecários. Em muitas unidades, as chamadas “salas de leitura” acabam ocupando o lugar das bibliotecas escolares, sem a estrutura e a atuação profissional previstas pela legislação.


A questão ganha ainda mais relevância diante do cenário nacional. Dados levantados pela Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon), com base no Censo Escolar de 2022, indicam que apenas cerca de um terço das escolas públicas brasileiras possui biblioteca.


 “A universalização das bibliotecas escolares ainda está muito distante do que determina a lei. Essa falta aprofunda desigualdades de acesso à leitura que já existem. O mais preocupante é que muitas famílias sequer sabem que seus filhos têm direito a uma biblioteca na escola. Sem conhecer esse direito, os pais não têm como cobrar do poder público o seu cumprimento. É preciso informar a sociedade para que ela possa participar, fiscalizar e exigir bibliotecas estruturadas nas escolas”, defende a presidenta do CRB-8, Ana Cláudia Martins.


Quando o livro alcança a rua

Padre Júlio Lancellotti participa de conversa sobre a defesa do acesso à leitura e à cultura para todos. Na foto, o religioso está na biblioteca criada por ele para atender pessoas em situação de rua. Foto: Divulgação.

A programação também abre espaço para discutir experiências que aproximam as bibliotecas de diferentes públicos. No dia 8 de setembro, das 17h às 18h, a mesa “Onde o livro alcança a rua” aborda a relação entre biblioteca, população em situação de rua e aporofobia.


A atividade contará com a participação de Regina Fazioli, vice-presidenta do CRB-8, ao lado de Meire Rose Stankevicius Bassi e do Padre Julio Lancellotti, reconhecido por sua atuação junto à população em situação de rua.


A discussão amplia a compreensão sobre o papel das bibliotecas como espaços públicos de acolhimento, acesso à informação e garantia de direitos, especialmente para pessoas que enfrentam situações de vulnerabilidade e exclusão social.


A programação inclui ainda o bate-papo “Escrevivência e a formação antirracista de leitores”, no dia 10 de setembro, além de atividades voltadas à mediação de leitura, literatura periférica e afrocentrada, bibliotecas antirracistas, clubes de leitura, bibliodiversidade, literatura de cordel e quadrinhos. 


Quem forma os leitores do futuro?

Além da programação promovida pelo CRB-8, a Bienal também recebe, no dia 4 de setembro, às 18h, o debate Papo de Mercado, que terá como tema “Quem forma os leitores do futuro? O papel estratégico das bibliotecas em um ecossistema do livro em transformação”. A mesa reunirá Ana Cláudia Martins, presidenta do CRB-8; Valéria Valls, bibliotecária e pesquisadora; e Nadja Cézar, representante do Ministério da Cultura, com mediação de Bel Santos Mayer. A conversa vai discutir o papel estratégico das bibliotecas, tanto físicas quanto digitais, na formação de leitores, na descoberta de autores e obras e na articulação entre os diferentes agentes da cadeia do livro, especialmente diante das transformações tecnológicas e das mudanças nos hábitos de leitura e consumo.


Serviço:

28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo

4 a 13 de setembro:

Distrito Anhembi – São Paulo- Estande do CRB-8: CC28

Confira aqui a programação completa: https://www.instagram.com/CRB8SP/

https://www.bienaldolivrosp.com.br

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 Benedita Casé é uma das 30 atrações do Acessa BH,

um dos principais festivais de arte e cultura DEF do país

O evento acontece em seis espaços culturais diferentes de Belo Horizonte, em setembro, mês da acessibilidade e da inclusão social das pessoas com deficiência, e conta com apresentações de teatro, dança, música, performance, cinema, oficinas, rodas de conversa e lançamentos de livros

 

 

SURDA, com Benedita Casé Zerbini e Diana Dantas - Foto: Rodrigo Menezes

Mais fotos de SURDA aqui

 

A 6ª edição do Acessa BH, um dos principais festivais dedicados à arte e cultura DEF do país, já está com as datas confirmadas: de 4 a 27 de setembro, mês que reúne diversos marcos importantes para pessoas com deficiência, como o Dia Nacional do Teatro Acessível, o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, o Dia Internacional da Língua de Sinais e o Dia Nacional do Surdo.

 

São cerca de 30 atividades majoritariamente gratuitas, com artistas de seis estados brasileiros (CE, MG, RJ, RN, SP, SC) e uma atração internacional, do Reino Unido, distribuídas por seis instituições culturais de Belo Horizonte. Dentre elas está o espetáculo Surda, da atriz Benedita Casé Zerbini, com dramaturgia de Júlia Spadaccini e direção de Débora Lamm. A obra narra o impacto da perda de audição de uma mulher nos seus núcleos familiar, afetivo e profissional.

 

Na montagem, a cena é construída da fusão do teatro com recursos de vídeos e efeitos sonoros. Carregada de empatia, afeto, humanidade, humor e informação, Surda é um texto autobiográfico de Julia Spadaccini, renomada autora teatral e roteirista de cinema e televisão, que pela primeira vez fala sobre a sua própria deficiência.

 

Em cena, Benedita interpreta uma jovem artista em sua estreia no teatro, trazendo para o palco, também, a sua própria experiência de vida. A peça pretende desmistificar a palavra que dá nome ao espetáculo e proporcionar ao público meios para compreender a complexidade da surdez, que não é limitada à língua de sinais, mudez, escola especial, leitura labial.

 

O anúncio da programação completa do Acessa BH, composto por apresentações de teatro, dança, música, performance, cinema, oficinas, rodas de conversa e lançamentos de livros, acontece no dia 12 de agosto, no Sesc Palladium, em Belo Horizonte (MG). O evento é apresentado pela Cemig, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais, patrocínio master da Vale e patrocínio do Instituto Unimed-BH por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura e da MGS por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte.

 

SERVIÇO:
6ª edição do Acessa BH

Lançamento da programação

Dia 12 de agosto de 2026, às 10h

Local: Sesc Palladium

Endereço: Avenida Augusto de Lima, 420, Centro

Belo Horizonte - MG

 

Período do Festival

De 4 a 27 de setembro de 2026

Entrada majoritariamente gratuita

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Mia Couto é destaque da programação da FIL nesta quarta (2)

O escritor moçambicano retorna à Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto e participa de conferência aberta ao público e do projeto Combinando Palavras com estudantes. O quarto dia da programação também reúne encontros sobre literatura, memória, juventude e ancestralidade, além de atividades com Luiz Puntel, Marcelo Duarte, Alê Santos, Miguel de Almeida e Rômulo Fróes, entre outras


Ribeirão Preto (SP), agosto de 2026 – Literatura, oralidade, música, memória, juventude e ancestralidade atravessam a programação da 25ª FIL – Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto nesta quarta-feira, 2 de setembro. Das primeiras atividades da manhã aos encontros da noite, a agenda ocupa a Praça XV de Novembro, a Esplanada e a Sala Principal do Theatro Pedro II, a Biblioteca Sinhá Junqueira, o Centro Cultural Palace e outros espaços da feira.


A programação dialoga com o tema “X, Y, Z, Alpha, Beta – Gerações Literárias” ao colocar em circulação histórias, repertórios e conhecimentos construídos em tempos distintos. Para Adriana Silva, presidente da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto e curadora da FIL, esse trânsito, mais do que uma divisão cronológica, orienta a proposta desta edição. “A literatura atravessa o tempo, que não é na mesma cronologia das gerações. As gerações têm marcos históricos que as colocam como findadas e iniciadas e a literatura costura, mas também é impactada”, afirma.


Segundo a curadora, cada obra também pode ser um ponto de partida para observar permanências e transformações. “Cada obra está dialogando de uma certa forma com o seu tempo. Ou ela está discutindo o passado, ou ela está totalmente parada no presente, ou ela está refletindo o futuro”, destaca.


Manhã aproxima literatura, oralidade e criação

A programação começa às 8h, no Espaço Favela, no Coreto da Praça XV de Novembro, com a vivência “Tecendo histórias: da maquete à poesia”, com Tiago Spoken e Aline Rocha e mediação de Lídia Quaresma. Maquetes produzidas por alunos do Corassol a partir de suas vivências servem de ponto de partida para a criação de poesias, aproximando arquitetura, palavras e experiências pessoais.


Às 9h, a literatura de cordel ocupa o estande da Prefeitura Municipal, na Praça XV, em uma intervenção da Secretaria Municipal da Educação com varal de poesias. No mesmo horário, o Ambient de Leitura, na Esplanada do Theatro Pedro II, recebe “Livre como o vento”, com as Mandingueiras da Pracinha, contação de histórias que parte da oralidade e dos fundamentos da capoeira para abordar liberdade e relação com a natureza.


Às 10h, na Tenda Sesc Senac, Thayame Porto e a Cia. Passarinho Contou apresentam “Banho de samambaia”, atividade que reúne narrativas, brincadeiras e música em torno de saberes transmitidos pela tradição oral. Às 10h30, a Cia. Mar circula pela Esplanada com “O rocambolesco realejo das rapsódias revolucionárias”, intervenção musical que recupera feitos e citações de mulheres que marcaram seu tempo.


Combinando Palavras reúne três autores em encontros com estudantes

A programação do Combinando Palavras nesta quarta-feira reúne Mia Couto, Márcio Fabiano e João Anzanello Carrascoza em atividades previamente agendadas com estudantes.


Às 8h30, Mia Couto encontra os alunos da Rede Estadual na Sala Principal do Theatro Pedro II. No mesmo horário, Márcio Fabiano participa de encontro com estudantes da Rede Municipal, no Teatro Municipal. Às 9h, João Anzanello Carrascoza conversa com alunos no Auditório do Sesi Franca e, às 14h, participa de outra atividade com estudantes do Educandário, no Teatro Municipal de Ribeirão Preto.


Criado em 2017, o Combinando Palavras chega à oitava edição com mais de 60 mil estudantes participantes, 62 autores trabalhados e mais de 300 escolas e instituições parceiras. O projeto começa com a formação de professores, segue com a leitura das obras e o desenvolvimento de atividades em sala de aula e culmina nos encontros presenciais entre estudantes e escritores durante a FIL.


Tarde passa por poesia, juventude e crítica cultural

Às 13h30, a Biblioteca Sinhá Junqueira recebe a oficina Projeto Semeando Trovas, da União Brasileira dos Trovadores (UBT). Direcionada a estudantes dos ensinos Fundamental II e Médio, a atividade apresenta a tradição das trovas e estimula a criação poética.


Às 15h30, na Tenda Sesc Senac, Rodrigo Dib conduz a palestra “O mundo é seu. Mas será que você sabe o que fazer com ele?”, sobre escolhas, propósito e carreira profissional. Cofundador da Galena Edupass e superintendente do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), Dib aborda questões relacionadas à entrada dos jovens no mundo do trabalho.


A discussão sobre as novas gerações aparece também às 16h30, no Auditório Pedro Paulo, no Centro Cultural Palace, com a palestra “Traduzindo humanos: um papo reto sobre a geração que vai mudar tudo”, com Adriano Antônio Ferreira, Camilo Xavier, Heloísa Alves e Filomena Assolini. O encontro aborda formas de aprender, trabalhar, estabelecer relações e pensar o futuro.


No mesmo horário, as Escadarias do Theatro Pedro II recebem o concerto “Talento se aprende: toda criança é capaz”, da Academia Livre de Música e Artes de Ribeirão Preto (Alma). A apresentação parte dos princípios do educador e violinista Shinichi Suzuki, para quem a capacidade musical pode ser desenvolvida por meio da escuta, da prática e do estímulo.


Às 17h, música e jornalismo se encontram no bate-papo “Meu odiado crítico”, com o jornalista Miguel de Almeida e o músico, compositor e produtor Rômulo Fróes, sob mediação da escritora e jornalista Adriana Ferreira Silva. Na Tenda Sesc Senac, a conversa aborda crítica musical e produção cultural no Brasil a partir das trajetórias de nomes como Ezequiel Neves, Júlio Medaglia, Sérgio Cabral e Zuza Homem de Mello.


Memória, ancestralidade e literatura ocupam a noite

Às 18h30, o Espaço Favela, no Coreto da Praça XV, recebe uma vivência do Maracatu Chapéu de Sol, que celebra 18 anos de trajetória. O grupo apresenta sua história, instrumentos e referências e convida o público a participar de uma roda de maracatu.


Às 19h, a Esplanada do Theatro Pedro II recebe “Corteja Paulo Freire”, da Cia. do Tijolo. O espetáculo musical e poético homenageia o educador brasileiro com bonecos gigantes e encenações inspiradas no Carnaval de Olinda, além de referências a nomes como Patativa do Assaré, Federico García Lorca, Ivone Gebara e Dom Hélder Câmara.


No mesmo horário, a Biblioteca Sinhá Junqueira recebe Luiz Puntel e Marcelo Duarte para o bate-papo “Memórias sobre dois vaga-lumes”. Os escritores retomam a trajetória da Coleção Vaga-Lume, lançada pela editora Ática em 1973, compartilhando lembranças de bastidores e reflexões sobre sua presença na formação de leitores brasileiros.


Também às 19h, no Auditório Meira Junior do Theatro Pedro II, o escritor Alê Santos participa da Sessão Abayomi: escrita ancestral futurista, com mediação de Lorena Evangelista. O encontro parte das experiências de povos afro-indígenas para discutir tecnologias da escrita, ancestralidade, linguagem e projeções de futuro.


Às 19h30, no Quintal da Biblioteca Sinhá Junqueira, acontece o lançamento da Coletânea Unaerp: Crônicas. A terceira edição do projeto reúne 18 autores, entre alunos, professores, técnicos-administrativos e convidados, em textos sobre afetos, dilemas e situações do cotidiano.


Encerrando os destaques da quarta-feira, às 20h30, a Sala Principal do Theatro Pedro II recebe o escritor moçambicano Mia Couto para uma conferência com mediação de Dulce Neves. Autor de Terra Sonâmbula (1992) e Um Rio Chamado Tempo, Uma Casa Chamada Terra (1999), O Voo do Flamingo (2000), além de coletâneas de contos como Estórias Abensonhadas (1994) e O Fio das Missangas (2003), entre diversas outras obras, ele conversa sobre sua trajetória e os caminhos da criação narrativa, com foco em linguagem, identidade e imaginação na literatura contemporânea.


A programação de 2 de setembro inclui ainda oficinas, contações de histórias, intervenções, visitas mediadas, atividades educativas e apresentações distribuídas ao longo do dia pelos espaços da FIL.


Serviço

25ª FIL - Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto

Período: de 30 de agosto a 5 de setembro de 2026

Programação deste release: 2 de setembro, quarta-feira, das 8h às 20h30

Locais: Mais de 20 locais, com destaque para Praça XV de Novembro, Esplanada e Theatro Pedro II, Biblioteca Sinhá Junqueira, Centro Cultural Palace, Cineclube Cauim, Museu Casa da Memória Italiana e Teatro do Sesi Ribeirão Preto

Entrada: gratuita

Programação completa do dia: 

https://docs.google.com/document/d/1wt91L5cN8IycjUB0GfbWxQsKCA-_zLJiQEv2rukGFCk/edit?usp=sharing


Mais informações: www.fundacaodolivroeleiturarp.com


Sobre a FIL

A FIL - Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto chega à 25ª edição em 2026. Realizada pela Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto, a programação reúne debates, encontros com autores nacionais e internacionais, atividades educativas, ações de formação de leitores e iniciativas culturais em diferentes espaços da cidade. 


Ao longo das 24 edições realizadas até 2025, a FIL registrou cerca de 7 milhões de visitantes e a participação de mais de 3 mil autores. O evento mobiliza estudantes, educadores, escritores e o público em geral em atividades relacionadas ao livro, à leitura, à educação e à circulação de ideias.


A 25ª edição acontece de 30 de agosto a 5 de setembro de 2026 e tem como tema “X, Y, Z, Alpha, Beta - Gerações Literárias”, com uma programação dedicada às diferentes formas de produzir, transmitir e renovar a literatura ao longo do tempo.


Sobre a Fundação

A Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto é uma entidade de direito privado, sem fins lucrativos, responsável pela realização da Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto e de feiras literárias em municípios do interior paulista.


Além da FIL, desenvolve projetos ligados ao livro e à leitura, com um calendário de atividades ao longo do ano. A Fundação se mantém com o apoio de mantenedores e patrocinadores e por meio de recursos de leis e programas de incentivo à cultura, como a Política Nacional Aldir Blanc, o ProAC Editais, a CultSP, a Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo e o Ministério da Cultura.


Mais informações:

www.fundacaodolivroeleiturarp.com

Instagram: @fundacaolivrorp

Facebook: @fundacaodolivroeleiturarp

YouTube: /FeiraDoLivroRibeirao 

Twitter: @FundacaoLivroRP

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O grupo é formado por vinte jovens bailarinos. Foto: Charles Lima, acervo SPED
A São Paulo Companhia Jovem de Dança, ligada à São Paulo Escola de Dança, criada pelo Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado e gerida pela Associação Pró-Dança, apresenta no Teatro Baccarelli, em São Paulo, no dia 22 de agosto, às 16h, um espetáculo que inclui as coreografias “Carmen”, de Gisele Bellot, e “Aroeira”, de Anelita Gallo. Os ingressos devem ser retirados pelo site do teatro e têm valores de R$20 (inteira) e R$10 (meia-entrada).

A Companhia Jovem é fruto do Curso de Especialização em Dança: Intérprete-Criador, da São Paulo Escola de Dança. As obras da apresentação trazem elementos da dança clássica e contemporânea, em um espetáculo de classificação livre para toda a família. 

Carmen
Com reverberações do clássico e do presente, “Carmen” é inspirada nas inúmeras recriações em torno da novela homônima do escritor Prosper Mérimée. A obra impulsiona forças que permanecem vivas: a sensualidade como afirmação do corpo em movimento, a pulsão narrativa que atravessa as relações humanas e a cena como espaço de tensão entre desejo, poder e liberdade.

A coreografia também traz a dança para provocar e compartilhar questionamentos sobre pertencimento, igualdade e liberdade em nosso tempo. A direção musical é de Cacá Machado, figurinos de Miriane Martineli, iluminação de Guilherme Paterno e roteiro de Gisele Bellot, Inês Bogéa e José Simões. 

Aroeira
Inspirada na árvore que dá nome à obra, “Aroeira” exalta o florescimento como força vital, propondo um olhar poético sobre o ato de florescer e da potência de existir. Em cena, corpos que brotam, se entrelaçam e se expandem, revelando o movimento como linguagem da vida. 

A coreografia dialoga com a linguagem do jazz dance e com movimentos percussivos. A montagem conta com coreografia de Anelita Gallo, trilha sonora original de Carlos Bauzys, figurinos de Acrides e iluminação de Marcel Rodrigues.

SERVIÇO
São Paulo Cia. Jovem de Dança. 22/08, às 16h. Teatro Baccarelli (Estr. das Lágrimas, 2317 - Ipiranga, São Paulo - SP). Ingressos: R$20 (inteira) e R$10 (meia-entrada), via site do teatro.

SÃO PAULO COMPANHIA JOVEM DE DANÇA
A São Paulo Companhia Jovem de Dança, criada pelo Estado de São Paulo, em 2025, integra o Curso de Especialização em Dança: Intérprete-Criador em Clássico e Contemporâneo da São Paulo Escola de Dança. Composta por 20 jovens bailarinos, a Companhia se estabelece como um espaço de experimentação e desenvolvimento artístico, voltado à inserção qualificada de novos profissionais no campo da dança. A iniciativa busca ampliar as trajetórias dos participantes e fomentar sua atuação no cenário cultural contemporâneo. Ao vivenciarem o cotidiano de uma companhia — com aulas, ensaios, processos criativos, montagens e apresentações —, aprofundam suas técnicas, desenvolvem autonomia criativa e adquirem experiência profissional. A existência da Companhia Jovem reforça o compromisso da instituição com a arte como força transformadora, constituindo um espaço no qual se ampliam as possibilidades de criação, desenvolvimento artístico e experiência coletiva na dança.

SÃO PAULO ESCOLA DE DANÇA
A São Paulo Escola de Dança é um espaço de escuta, criação e transformação. Criada em 2021 pelo Estado de São Paulo, é gerida pela Associação Pró-Dança. Comprometida com a construção do conhecimento por meio da dança e de seus múltiplos diálogos com outras linguagens artísticas, a SPED é um território onde a arte pulsa, os saberes se entrelaçam e cada corpo encontra voz e pertencimento. Aqui, a formação técnica caminha lado a lado com a escuta atenta às diferenças. Nosso propósito é formar artistas e cidadãos; democratizar o acesso à linguagem da dança; incentivar a criação, a produção e a reflexão crítica, com cursos — Regulares, Livres, de Extensão e de Especialização — 100% gratuitos. A escola oferece também residências artísticas, intercâmbios culturais e bolsas de estudo e realiza anualmente a Jornada Paulista de Dança — uma mostra de 10 grupos do Estado de São Paulo.

Para entrevistas ou mais informações:
São Paulo Escola de Dança
Assessoria de Imprensa
Elara Leite - Coordenadora de Comunicação e Marketing

Fonte: assessoria de imprensa
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