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Quarteto Choronas apresenta-se gratuitamente no Sesc Vila Mariana

Apresentação acontece no dia 18/11, dentro do projeto Choro na Praça



A Praça de Eventos do Sesc Vila Mariana recebe, durante o mês de novembro, o projeto Choro na Praça, com apresentações de expoentes do gênero. Para dar continuidade às atividades, no dia 18, quarta-feira, o quarteto feminino Choronas mescla clássicos do choro brasileiro e do samba a composições próprias. A apresentação será gratuita às 19h30.

O projeto Choro na Praça traz apresentações que exploram o universo musical do chorinho, valorizando as formações instrumentais da música popular brasileira em um espaço aberto. Em novembro, a Praça de Eventos já recebeu shows de Izaías e seus Chorões e do Roberta Valente Trio. No dia 18, é a vez das moças do Choronas mostrarem sua arte.

O Choronas existe há vinte anos e, desde sua fundação (em 1994), faz um amálgama de autores clássicos como Adoniram Barbosa, Geraldo Filme, Paulo Vanzolini, Garoto e Zequinha de Abreu e as obras de autoria das quatro integrantes do grupo, resultando em um repertório com samba, choro, baião, maxixe e outros ritmos brasileiros. Já gravaram quatro álbuns e se apresentaram ao lado de grandes artistas, além de terem sido acompanhadas por orquestras.

O quarteto é formado por musicistas polivalentes, que agregam à prática instrumental a difusão e o ensino da música em instituições como a Fundação das Artes de São Caetano, EMESP, Universidade Livre de Música e outras. São elas: Paola Picherzchy (violão de sete cordas), ex-integrante do Quaternaglia (2007 a 2010), Ana Cláudia César (cavaquinho), idealizadora do curso de formação em Cavaquinho na ULM, Miriam Cápua (percussão), uma percussionista versátil com passagens por orquestras e escolas de samba, e Maicira Trevisan, que além do trabalho com as Choronas mantém várias colaborações e dá aulas de teoria, instrumento e harmonia.

No repertório da apresentação do dia 18, "Tico-tico no fubá" (Zequinha de Abreu), "Samba do Ernesto" e "Trem das onze" (Adoniram Barbosa), "Lamentos do morro" (Garoto) e temas de autoria delas próprias, como "Choro de domingo" (Maicira Trevisan) e "Choronas em sampa" (Ana Cláudia César).

O projeto Choro na Praça ainda terá mais uma atração, em novembro: a apresentação do Zé Barbeiro Trio, no dia 25.

As apresentações são todas gratuitas e livres para todos os públicos.

Para fotos de divulgação: 
https://www.dropbox.com/sh/58es4gwomcapnhf/AABzYqlOzuONO7kQWymR480va?dl=0



Serviço:
Choronas - Projeto Choro na Praça
Dia 18 de novembro, quarta-feira, às 19h30
Local: Praça de Eventos (capacidade: 250 pessoas)
Duração: 70 minutos
Livre
Grátis

Horário de funcionamento da unidade: Terça a sexta, das 7h às 21h30; sábado, das 9h às 21h; e domingo e feriado, das 9h às 18h30.

Estacionamento: R$ 4,50 a primeira hora + R$ 1,50 a hora adicional (Credencial Plena: trabalhador no comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes). R$ 10 a primeira hora + R$ 2,50 a hora adicional (outros). 200 vagas.

Sesc Vila Mariana
Rua Pelotas, 141, São Paulo - SP
Informações: 5080-3000
sescsp.org.br
Facebook, Twitter e Instagram: /sescvilamariana

Fonte: assessoria de imprensa
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Exposição de arte contemporânea explora os conceitos de “Aparição” e “Fantasmagoria” no Sesc Vila Mariana

Curadoria da coletiva “O que caminha ao lado” exibe 14 obras que dialogam
 com o conceito de “Aparição” e “Fantasmagoria” incitando um questionamento
 acerca da percepção que temos sobre as coisas. Abertura no dia 26/8, quarta, às 19h

O Sesc Vila Mariana exibe, de 26 de agosto a 02 de novembro de 2015, a mostra coletiva “O que caminha ao lado”, organizada pela curadora Isabella Rjeille. A exposição apresenta 14 obras, entre elas vídeos, instalações, objetos, projeção de slides e fotografias de artistas contemporâneos que dialogam com condições e efeitos da duplicidade, permanente ou momentânea, ao criarem estados de estranhamento e desconforto em seus observadores. 

Apoiando-se no conceito do “Doppelgänger”, figura mitológica capaz de criar o duplo de si mesmo, a curadoria de Isabella cria possibilidades duplas de leituras e interpretações das obras de Ana Luiza Dias Batista, Daniel Steegmann Mangrané, Daniel Jablonski, Pedro França, Denise Alves-Rodrigues, Deyson Gilbert, Fabio Morais, Flora Leite, João Loureiro, Luísa Nóbrega, Maura Grimaldi, Pilvi Takala, Sergio Bonilha, Luciana Ohira e Vivian Caccuri, que realiza performance  no dia da abertura (26).

“O conceito de aparição está no centro desta exposição e demarca o ponto de virada em que as categorias pelas quais separamos o mundo se desfazem (...). A ideia de duplo aparece enquanto elemento e estratégia de estranhamento que atravessa as obras e é amplificado por elas, reverberando por outros universos e discussões, a fim de propor um avesso de suas narrativas usuais”, escreve a curadora no catálogo da mostra.
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A obra "Migalhas" (2014), de Ana Luiza Dias Batista, revela e dissimula sua natureza em um movimento contínuo: trata-se de dois conjuntos de poliuretano feitos a partir de um molde dos restos de alimento: qual é o original e qual é a cópia? O vídeo "Phasmides" (2008-13), de Daniel Steegman Mangrané é uma sequência de planos de pequenos cenários compostos por formas orgânicas e geométricas em que um grupo de bichos-pau se movimenta lentamente. 

"Radioconcha" (2015) é o nome do misterioso aparelho desenvolvido por Denise Alves-Rodrigues e Luísa Nóbrega a partir das experiências com o "Eletronic Voice Phenomena" ou EVP – escuta de vozes misteriosas a partir de gravações do rádio – na construção de aparelhos para tradução de fenômenos inexplicáveis. "Vai dormir, margarete" e "Eu sou um sinal" são vídeos que partiram da pesquisa que Luísa Nóbrega desenvolveu com o EVP na Casa do Sol, onde morava a escritora Hilda Hilst, conhecida por suas experiências com o sobrenatural. Já em "Transpasso#3" (2008), a tecnologia é vista de forma a criar uma experiência sobrenatural. Os artistas Sergio Bonilha & Luciana Ohira em parceria com Taygoara Schiavinoto desenvolveram um objeto para ser instalado em um lugar de passagem. Esta máquina coleciona sons de passantes e os devolve no mesmo lugar em que foram coletados, porém em outro momento.

A questão das imagens em relação ao efeito “duplo”, portanto, inquietante, é discutida na instalação "Sem Título" (2001), de Maura Grimaldi.  A partir de uma fotografia de um espelho que não reflete, a artista busca explorar a capacidade da fotografia que não revela imagens – traindo a expectativa relacionada tanto à projeção, quanto à narrativa da imagem – e que não dá o reflexo do fotógrafo. O artista Fabio Morais exibe "Rosto" (2009), obra composta de uma bola de acrílico e um holograma que acabam por frustar a expectativa de reflexão, fazendo com que a relação entre figura e fundo se torne difusa. João Loureiro, por sua vez, apresenta a instalação "Cabeça" (2014), em que funde as imagens de cara e coroa de uma moeda, fazendo-a girar incessantemente sobre uma mesa.

Questões que se relacionam à história da arte, como a negação de um “imitar o mundo” pela arte abstrata, aparecem no objeto "Fantasma" (2014) de Flora Leite, que faz um comentário ao pesado legado do concretismo na história da arte brasileira, apropriando-se, porém, do desenho das linhas do jogo japonês Tangram numa placa de granito semelhante ao piso do espaço expositivo.  Pedro França e Daniel Jablonski apresentam a fotografia "Um objeto da natureza" (2008-9), em que tomam emprestadas algumas das operações da pintura abstrata, reanimando a cena doméstica de um episódio da história da arte: a invenção do Suprematismo pelo artista russo Kazimir Maliévitch. 

A cultura de massa também é vista de forma crítica através da criação de padrões. A aparição de um duplo enquanto gêmeo do mal aparece no trabalho da finlandesa Pilvi Takala "A verdadeira Branca de Neve" (2009). Neste vídeo, a estrutura por trás da fantasia desmorona quando uma Branca de Neve "falsa" é impedida de entrar na Disney pelos guardas.

Na instalação "Indexação (vapor de água benta/ vapor água comum)" (2010), Deyson Gilbert submete um mesmo elemento a um mecanismo de transformação simbólica que o faz assumir estados distintos, assumindo significados distintos.

 Já em "Todos os pontos" (2014-15), instalação de Daniel Jablonski, o artista realiza uma cartografia ideológica da cidade de São Paulo e Rio de Janeiro a partir de um percurso sugerido pelo guia Michelin. Nesta cartografia, o artista refaz os passos de outra pessoa, revelando padrões culturais que constroem uma idéia de uma espaço “familiar” e “aconchegante” em meio a uma cidade estranha. O artista aponta para os pilares de interesse que sustentam tais padrões: o turismo de luxo, o acesso exclusivo via carro, a alta gastronomia, e etc.  Por fim, a performance "Dissimulado" (2009), da artista Vivian Caccuri desconstrói e reconstrói elementos e frases de canções de Bossa Nova, virando do avesso nossa familiaridade com o ritmo e o idioma. 

Serviço: 
Exposição: “O que caminha ao lado”, coletiva com curadoria de Isabella Rjeille
Abertura: 26/08, quarta-feira, 19h
Período expositivo: de 27/08 a 02/11 
Horários de visitação: terça a sexta, das 10h às 21h30; sábados, das 10h às 20h30; domingos e feriados, das 10h às 18h30.
Local: Hall dos Elevadores (Térreo) e Atrium 
Classificação indicativa: Livre
Grátis

Horário de funcionamento da unidade: Terça a sexta, das 7h às 21h30; sábado, das 9h às 21h; e domingo e feriado, das 9h às 18h30.
                
Estacionamento: R$ 3 a primeira hora + R$ 1 a hora adicional (Credencial Plena: trabalhador no comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes). R$ 6 a primeira hora + R$ 2 a hora adicional (outros). 200 vagas.

Sesc Vila Mariana
Rua Pelotas, 141, São Paulo -SP
Informações: 5080-3000
sescsp.org.br
Facebook, Twitter e Instagram: /sescvilamariana

Fonte: Assessoria de Imprensa Sesc Vila Mariana
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Sesc Vila Mariana promove Tributo a Jair Rodrigues

Jair Oliveira e Luciana Mello promovem show em homenagem ao pai, Jair Rodrigues. 
O espetáculo, regado a alegria, com repertório musical especial, acontece nos dias 22 e 23 de agosto. 
 

Nos dias 22 e 23 de agosto, o Sesc Vila Mariana será palco do “Tributo a Jair Rodrigues”. Seguindo a marca registrada do pai, Jair Oliveira e Luciana Mello promovem o show com muita alegria e com um repertório especial em sua homenagem. 
 
Jair Oliveira e Luciana Mello herdaram e sempre carregaram a música do pai, Jair Rodrigues. Os três juntos percorreram o Brasil e o mundo cantando e compartilhando arte musical com o show da “Família Rodrigues”. Agora, esta grande “festa” segue animada, emocionante e já tem conquistado centenas de pessoas. 
 
Com o lema “o sorriso não pode parar; a música não pode parar”, os dois irmãos se uniram para apresentar os principais sucessos do cantor, de toda a família e manter vivo o legado musical que Jair Rodrigues deixou. 
 
Serviço:
 
Show: “Tributo a Jair Rodrigues”
Dia 22 e 23 de agosto. Sábado, às 21h. Domingo, às 18h. 
Local: Teatro (capacidade: 620 lugares)
Duração: 90 minutos
Não recomendado para menores de 12 anos. 
 
Venda de ingresso online a partir de 11/8, às 16h00, e nas bilheterias a partir de 12/8, às 17h30.  
 
Ingresso: R$ 30,00 (inteira) l R$ 15,00 (aposentado, pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e servidor de escola pública com comprovante) l R$ 9,00 (trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculados no Sesc e dependentes/Credencial Plena).
 
Bilheteria: Terça a sexta-feira, das 9h às 21h30; sábado, das 10h às 21h; domingo e feriado, das 10h às 18h30  
 
Horário de funcionamento da unidade: Terça a sexta, das 7h às 21h30; sábado, das 9h às 21h; e domingo e feriado, das 9h às 18h30.
            
Estacionamento: R$ 3 a primeira hora + R$ 1 a hora adicional (Credencial Plena: trabalhador no comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes). R$ 6 a primeira hora + R$ 2 a hora adicional (outros). 200 vagas.
 
Sesc Vila Mariana
Rua Pelotas, 141, São Paulo -SP
Informações: 5080-3000
Facebook, Twitter e Instagram: /sescvilamariana


Fonte: Adelante Comunicação Cultural
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