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Circo: Sesc Santo Amaro recebe o Trixmix



  Trixmix no Sesc Santo Amaro 

Trixmix: a junção de consagrados artistas internacionais e brasileiros aliado a novos e inspirados talentos

O Sesc Santo Amaro recebe, nos dias 18 e 19 de junho de 2016, o Show de Variedades Artísticas Trixmix em duas sessões gratuitas que juntam artistas brasileiros e espanhóis exibindo números de malabarismo, acrobacias, dança e mágica. O show reúne consagrados artistas da cena circense, e tem curadoria e direção artística de Raquel Rosmaninho e Emiliano Pedro. Em cena, a surpresa, o humor, a beleza e o inusitado fazem de cada apresentação uma celebração única.

Fabricia Ouriveis é a Mestre de Cerimônias do espetáculo, uma comediante que interpreta Marinalva, a mais agitada e divertida apresentadora de TV, que transforma a plateia em parte do espetáculo. O artista Doug Style – que tem se apresentado em vários festivais de circo e em programas de TV - encanta crianças e jovens com sua mescla única de mágica e street dance.


Natália Presser, experiente aerialista que atuou nas principais companhias, como o Cirque du Soleil, apresenta acrobacias em Cabide, número de grande riqueza plástica e técnica. A artista executa, ainda, um duo em tecido aéreo com Nathália Furlan, acrobata que já percorreu o mundo desafiando as leis da gravidade, e que aqui também apresenta sua performance solo na lira, aparelho aéreo em formato de circunferência. A artista também vai mostrar voos já apresentados no espetáculo Varekai, do Cirque Du Soleil, com qual viajou pela Oceania, América e Europa.

Jesus Fornies, o experiente malabarista espanhol, surpreende com El Niño de Los Balones, número com bolas de futebol que é sucesso em todo o planeta.


A produtora TrixMix
Criada em Londres em 2005 e estabelecida em São Paulo em 2007, já produziu mais de 80 formatos de espetáculos de variedades para diferentes ocasiões. Em seus projetos, já se apresentaram mais de 150 artistas, incluindo circenses, burlescos, atores, bailarinos, ilusionistas e músicos, do Brasil e exterior. Entre seus trabalhos realizados destacam-se as cerimônias de abertura e encerramento da 15ª edição dos Jogos Olímpicos Asiáticos (Doha, 2006), coordenação temática de circo do Fábricas de Cultura (2007-2009), coordenação do programa de circo do Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso (2011 -2015), stage managing das cerimônias de abertura e encerramento da Copa do Mundo FIFA 2014, criação e direção do Trixmix Cabaret – espetáculo de variedades, em cartaz de 2007 a 2014 em São Paulo. Em 2015 participou da Virada Cultural no Sesc Santo Amaro.

Serviço:
Trixmix
Dias 18 e 19 de junho de 2016
Sábado e domingo, às 17h
Local: Convivência
Duração: 55 min/ Recomendação: Livre
Ingressos: Grátis


Sesc Santo Amaro:
Rua Amador Bueno, 505 – Santo Amaro. Telefone: (11) 5541-4000.
Horário de atendimento bilheteria: Terça a sexta-feira, das 10 às 21h30  e sábado, domingo e feriado, das 10 às 18h30. Obs: O Estacionamento e a bilheteria permanecem abertos de acordo com o horário das programações.

Estacionamento – Subsolo – 180 veículos, 34 vagas para motos (preço especial para shows a partir 18h: R$5,50 p/ comerciários e R$11 p/ não comerciários e 35 vagas no bicicletário (grátis). Observação: as motos pagam taxa equivalente aos veículos.

Fonte: assessoria de imprensa Canal Aberto 
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Projeto TRAVESSIAS traz Cartas Libanesas, um concerto de música árabe
e uma roda de conversa com refugiados sírios

Foto do espetáculo Cartas Libanesas, indicado aos Prêmios Shell, APCA e Aplauso Brasil de Melhor Autor de 2015, volta em duas únicas apresentações no Sesc Santo Amaro

O projeto Travessias apresenta o espetáculo Cartas Libanesas, um concerto de música árabe e faz bate-papo com dois refugiados sírios, com mediação do professor Paulo Farah, da USP (Universidade de São Paulo)

Veja trechos da peça Cartas Libanesas AQUI

Em abril, no Travessias, projeto em que a diversidade cultural é pensada a partir das experiências de travessias - geográficas, simbólicas, identitárias e políticas - o Sesc Santo Amaro apresenta um concerto, um bate-papo e um espetáculo, todos voltados ao tema.

Dia 10 de abril, às 17h, o Quarteto Mediterrâneo faz um concerto em que  resgata a raiz árabe da música brasileira e a influência dela na música árabe atual. O repertório é composto por música tradicional árabe, canções populares brasileiras e composições autorais baseadas na origem árabe de alguns integrantes e em extensa pesquisa do grupo. Com músicos árabes e brasileiros, o Quarteto Mediterrâneo é composto por Sami Bordokan (alaúde – canto), William Bordokan (derbaki – canto), Claudio Kairouz (qanoum) e Maurício Mouzaiek (daff).

Travessias Árabes – Roda de Convivência é uma roda de conversa que acontece dia 13 de abril às 19h, e vai contar a história e as especificidades das situações de refúgio dos povos árabes, com a presença de convidados que partilham experiências-saberes-fazeres, trazidas na bagagem cultural que cada um dos convidados trouxe em sua travessia. Nessa interlocução, estarão presentes dois refugiados sírios: Ammanuel Ouba, 21 anos, cursou Biologia na Universidade de Damasco e lecionou inglês na cidade e Salim Alkhrezati, 33 anos, formado  em Tecnologia da Informação. Esse bate-papo terá mediação de Paulo Farah, professor doutor no programa de graduação e de pós-graduação na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo (USP).

Também faz parte do projeto Travessias o espetáculo Cartas Libanesas, que volta em cartaz para duas únicas apresentações no Sesc Santo Amaro, dias 14 e 15 de abril de 2016. Nesse espetáculo, a dramaturgia foi inteiramente apoiada em histórias reais de imigrantes libaneses no Brasil e põe em cena a travessia feita por Miguel, um jovem libanês que vem para o Brasil com o intuito de prosperar financeiramente e logo voltar ao Líbano, onde deixou sua esposa grávida. Após anos de sofrimento e trabalho, se descobre apaixonado pela nova terra e decide convencer a mulher a vir morar com ele no novo país.

Segundo o ator Eduardo Mossri, "a peça é a história de um mascate, contada por um ator mascate que resgata suas próprias histórias para refletir sobre a imigração. É uma ode de amor e gratidão a todos aqueles que imigraram e enriqueceram nossa identidade cultural.” Pois foi o mesmo Eduardo que, em 2009, encontrou as cartas que sua avó recebia do seu avô, imigrante libanês, que tentava ganhar a vida no Brasil no início do século XX.  Quando o ator levou essas cartas para José Eduardo Vendramini - que também tem ascendência libanesa – o dramaturgo imediatamente se interessou pelo tema, pesquisou relatos verídicos de imigrantes libaneses no Brasil, e construiu esse requintado monólogo.

Sinopse
Miguel é um jovem libanês que vem para o Brasil com o intuito de prosperar financeiramente e logo voltar ao Líbano, onde deixou sua esposa grávida. Após anos de sofrimento e trabalho, se descobre apaixonado pela nova terra e decide convencer a mulher a vir morar com ele no novo país. “A peça é a história de um mascate, contada por um ator mascate que resgata suas próprias histórias para refletir sobre a imigração. É uma ode de amor e gratidão a todos aqueles que imigraram e enriqueceram nossa identidade cultural.”, comenta o ator. 

A encenação
O diretor Marcelo Lazzaratto optou por priorizar a voz do ator e os sons da trilha para encenar este texto. Enquanto o ator Eduardo Mossri interpreta as angústias, as conquistas e aventuras de Miguel com sua mala de mascate e um microfone antigo a tira colo, a trilha composta por Gregory Slivar invade o palco. “Quero que a voz do Eduardo exista na mesma intensidade que a trilha, nesta encenação a música e os sons terão o mesmo volume e importância que a voz falada, uma história contada principalmente pelo som.”, explica o diretor que também é responsável pela luz do monólogo. O figurino criado pelo estilista Fause Haten traz cores claras desenhando a elegância masculina do início do século XX. O cenário assinado por Renato Bolleli tem como objetivo evidenciar o ator usando poucos elementos, como ribaltas margeadas por galhos de cedro que formam um semicírculo atrás de Eduardo, torres de luz e um pedestal. 

Ficha Técnica
Texto: José Eduardo Vendramini. Direção e iluminação: Marcelo Lazzaratto. Ator: Eduardo Mossri. Cenário: Renato Bolleli.Trilha Sonora: Gregory Slivar. Figurinos: Fause Haten. Assistente de direção: Wallyson Motta. Preparação vocal: Rodrigo Mercadante. Visagismo: Nael Kassees. Fotógrafo: Felipe Stucchi. Produção: Eduardo Mossri.

Serviço
Concerto - QUARTETO MEDITERRÂNEO
Dia 10 de abril, às 17h
Local: Praça (Capacidade 300) Duração: 80 minutos.

Classificação:

Ingressos: Grátis

Teatro - CARTAS LIBANESAS 

Dias: 14 e 15 de abril de 2016. Quinta e Sexta, às 21h.
Local: Teatro (Capacidade 297)Duração: 80 minutos.
Classificação: 12 anos.
Ingressos: R$ 20,00 (inteira). R$ 10,00 (meia: estudante, servidor de escola pública, + 60 anos, aposentados e pessoas com deficiência). R$ 6,00 (credencial plena: trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes). Ingressos à venda pelo Portal www.sescsp.org.br a partir de 05/04 (terça-feira), às 18h, e nas bilheterias do SescSP a partir de 06/04 (quarta-feira), às 17h30. Venda limitada a quatro ingressos por pessoa. Não é permitida a entrada após o início do espetáculo.


Bate-papo - TRAVESSIAS ÁRABES – Roda de Convivência
Dia 13 de abril, as 19h
Ingressos: Grátis

Convidados
Ammanuel Ouba, 21 anos, é refugiado sírio. Cursou Biologia na Universidade de Damasco e lecionou inglês na cidade até ter precisado deixar a Síria, onde parte de sua familia permanece.
Salim Alkhrezati, 33 anos, é refugiado sírio, formado  em Tecnologia da Informação. Quando teve de sair da Síria, separou-se de seus quatro irmãos e da mãe. Atualmente,  dois irmãos estão na Turquia, um irmão está na Alemanha, e sua mãe permanece na Síria com uma irmã.
Mediação -  Paulo Farah
Professor doutor no programa de graduação e de pós-graduação na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo (USP). Orienta pesquisas em estudos migratórios, refúgio, literatura, linguística, história e cultura árabe, africana e islâmica no Mestrado e no Doutorado na USP. Autor de doze livros (além de vários capítulos de obras) também traduziu diversas obras do árabe ao português e do português ao árabe. É Diretor da BibliASPA - Biblioteca e Centro de Pesquisa e Cultura dedicado a temas árabes, africanos e sul-americanos do qual participam acadêmicos e artistas de mais de 40 países que estudam história, literatura, linguística, antropologia e arqueologia, entre outras temáticas.

Após o debate, haverá apresentação do grupo de música árabe BibliASPA Musical.



SESC SANTO AMARO
Rua Amador Bueno, 505 – Santo Amaro. Telefone: (11) 5541-4000.
Horário de atendimento bilheteria: Terça a sexta-feira, das 10 às 21 horas e sábado, domingo e feriado, das 10 às 18h30. Obs: O Estacionamento e a bilheteria permanecem abertos de acordo com o horário das programações.

Estacionamento – Subsolo – 180 veículos, 34 vagas para motos (preço especial para shows: R$5,50 p/ comerciários e R$11 p/ não comerciários e 35 vagas no bicicletário (grátis). Observação: as motos pagam taxa equivalente aos veículos.

Fonte: Canal Aberto 
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ARTE – Substantivo Feminino traz o mito da negra Anastácia em Oju Orum, 
espetáculo infanto juvenil, com o Coletivo Quizumba, no Sesc Belenzinho

Figura 1 Cena do espetáculo Oju Orum - Foto de Alicia Peres

Em cena, elementos da cultura africana e afro-brasileira - a capoeira angola, o samba, o funk e as narrativas orais – como base da pesquisa do espetáculo.

Quatro mulheres (Anastácia, Alice, Alzira e Anita) em períodos históricos distintos. Em comum, o fato de serem pessoas que, em algum momento das trajetórias, sofreram algum tipo de violência, seja ela simbólica ou não. Com esse mote e direção de Johana Albuquerque, o Coletivo Quizumba faz OJU ORUM, que se apresenta no projeto ARTE – Substantivo Feminino, no Sesc Belenzinho de 24 a 27 de março de 2016. O espetáculo é resultado do projeto Santas de Casa Também Fazem Milagres, contemplado com a Lei de Fomento da Cidade de São Paulo, em sua 25ª edição.

Tendo como elemento disparador o mito da negra Anastácia, o espetáculo Oju Orum apresenta a história de quatro mulheres, em espaços e tempos distintos e simultâneos. Suas narrativas expõem, simbolicamente, os discursos de poder que estão por trás da construção de gêneros. Caladas nas falas e corpos, essas quatro jovens procuram construir uma voz que lhes permita questionar e ressignificar suas vidas.

A direção de Johana Albuquerque é focada no público jovem e tem como base de pesquisa elementos da cultura africana e afro-brasileira, tais como a capoeira angola, o samba, o funk e as narrativas orais. A pesquisa para a dramaturgia desse espetáculo surgiu das muitas versões da história da negra Anastácia (Oju Orum, originalmente), trazida ao Brasil como escrava.

A peça não pretende trazer uma versão da mulher somente como vítima, e sim como ser histórico, sujeito e objeto dessas situações, trazendo à tona histórias de mulheres comuns, as vivências, experiências e lutas.

Uma busca por contar outras narrativas que vão para além da história hegemônica que impõe, em geral, a perspectiva masculina, heteronormativa, adulta, branca, urbana. É pela força do questionamento que acreditam também no poder de um teatro voltado para juventude e na cultura afro como disparadores éticos e estéticos.


Histórico – Coletivo Quizumba

Fundado em 2008, o Coletivo Quizumba sempre teve as pesquisas pautadas pela cultura afro-brasileira. Os experimentos narrativos iniciaram-se em 2009 e, em 2010, com a estreia do primeiro espetáculo: Quizumba!, contemplado com o Edital ProAC de Montagem de Espetáculo Inédito, da Secretaria do Estado da Cultura de São Paulo.

Em 2012, a partir do estudo sobre a figura do Griot e dos narradores da cultura popular, o grupo estreou Cantos de Aiyê, baseado em contos oriundos de diversos povos do continente africano. Na sequência, em 2013, nasceu o projeto Toguna: narrativas afro-brasileiras.

Contemplado com o Edital ProAC Ocupação de Bibliotecas, ainda em 2013, o coletivo realizou, na Biblioteca Municipal Paulo Duarte, espaço temático especializado em cultura afro-brasileira, um projeto que envolveu apresentações teatrais, shows musicais, mesas de debate, oficinas artísticas, exposições e um sarau. Todas as ações envolveram a comunidade da região do Jabaquara (Zona Sul de São Paulo).

O repertório do Coletivo Quizumba foi apresentado em espaços variados, por diversas cidades do país. Além da capital paulista, já estiveram em Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Diadema, Sorocaba, Campinas, Salto de Pirapora, Lins, Goiânia - GO e Salvador - BA.

ARTE – Substantivo Feminino

O ARTE – Substantivo Feminino põe luz na mulher, como foco principal de obras escolhidas por trazerem temáticas relevantes e de diferentes pontos de vista sobre o feminino. A ideia é abordar a mulher nas artes, tanto no conteúdo das obras – suas lutas em batalhas, dentro da história e da sociedade –, quanto na gestão e criação dos trabalhos.

Ficha técnica 
Dramaturgia - Tadeu Renato
Encenação - Johana Albuquerque
Co-Direção - Sofia Botelho
Elenco - Camila Andrade, Jefferson Matias, Kenan Bernardes, Thais Dias e Valéria Rocha Músicos - Bel Borges e Melvin Santhana
Direção e Concepção Musical - Jonathan Silva
Preparadora Musical - Bel Borges
Direção em Dança - Verônica Santos
Treinamento Em Capoeira Angola - Pedro Peu
Cenário - Julio Dojcsar - Casa Da Lapa
Figurinos - Éder Lopes
Iluminação - Wagner Antonio
Operador de Luz - André Rodrigues
Brincante (Adereços) - Cleydson Catarina
Visagista - Ariane Molina
Documentarista - Alicia Peres
Designer Gráfico - Murilo Thaveira - Casa Da Lapa
Produção - Coletivo Quizumba



TEATRO INFANTO JUVENIL
OJU ORUM
De 24 a 27 de março de 2016, quinta-feira, às 19h, e sábado e domingo, às 17h.
*sexta-feira não haverá apresentação
Tendo como elemento disparador o mito da negra Anastácia, o espetáculo apresenta a história dessas quatro mulheres, em espaços e tempos distintos e simultâneos. Suas narrativas expõem, simbolicamente, os discursos de poder que estão por trás da construção de gêneros. Caladas em suas falas e corpos, essas jovens procuram construir uma voz que lhes permita questionar e ressignificar suas vidas. A obra não pretende trazer uma versão da mulher somente como vítima, e sim como ser histórico, sujeito e objeto dessas situações, trazendo à tona histórias de mulheres comuns, suas vivências, experiências e lutas. Uma busca por contar outras narrativas que vão para além da história hegemônica que impõe, em geral, a perspectiva masculina, heteronormativa, adulta, branca, urbana. É pela força do questionamento que acreditamos também no poder de um teatro voltado para juventude e na cultura afro como disparadores éticos e estéticos.


Sala de Espetáculos I. Duração: 95 minutos
Ingressos: R$ 20,00 (inteira); R$ 10,00 (aposentado, pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e servidor da escola pública com comprovante); R$ 6,00 (trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo credenciado no Sesc e dependentes).
Não recomendado para menores de 14 anos.

Sesc Belenzinho


Endereço: Rua Padre Adelino, 1000

Belenzinho – São Paulo (SP

Telefone: (11) 2076-9700


Estacionamento


Para espetáculos com venda de ingressos:

R$ 11,00 (não matriculado);

R$ 5,50 (matriculado no SESC - trabalhador no comércio de bens, serviços e turismo/ usuário).


Fonte: Canal Aberto Assessoria de Imprensa 


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Engravidei, Pari Cavalos e Aprendi a Voar Sem Asas 

no Sesc Belenzinho, dentro do Arte – Substantivo Feminino


Projeto coloca em cena trabalhos em que o protagonismo é da mulher; 
“Engravidei...” dá voz e revê os estereótipos sobre a mulher negra.




“O espetáculo é sensível às questões femininas negras, discute coisas que não são faladas socialmente, como a saúde da mulher, questões de como elas são tratadas pelo sistema público e a resiliência dessas mulheres. Ela ganha menos, trabalha mais, tem os piores empregos e é responsável pela família e, além de tudo, dificilmente tem um companheiro, fato que impacta e muito sua vida”
Lucelia Sérgio


A partir do depoimento de diversas mulheres, de diferentes camadas sociais e profissões (integrantes do sistema prisional, donas de casa, sambistas, religiosas de matrizes africanas, empresárias, líderes comunitárias, prostitutas, entre outras), colhidos em 2013 pelo coletivo Os Crespos, o grupo concebeu o espetáculo Engravidei, Pari Cavalos e Aprendi a Voar Sem Asas’, que faz temporada no Sesc Belenzinho no período de 31 de março a 03 de abril, dentro do projeto ARTE – Substantivo Feminino, que encerra sua programação em meados de abril.
Em cena, a atriz Lucelia Sérgio - que divide a direção do espetáculo com Sidney Santiago Kuanza – expõe ao público histórias que envolvem violência masculina, sexo, traumas psicológicos e sobrevivência, além de permear temas como afetividade, família, casamento, sexo, solidão, beleza e igualdade.

O espetáculo é parte da trilogia ‘Dos Desmanches aos Sonhos’ que contém ‘Além do Ponto’ e ‘Cartas à madame Satã ou me desespero sem notícias suas’, que investiga as relações entre afetividade, negritude, gênero e o impacto da escravidão na nossa maneira de amar.

A trilogia vem sendo criada pelos Crespos desde janeiro de 2011 e foi concluída em julho de 2014.  Em cada um dos espetáculos, o grupo abordou a temática da afetividade negra a partir de uma perspectiva diferente.

O espetáculo

Em cena, a atriz debruça-se sobre cinco mulheres negras e suas privacidades, atira ao público suas trajetórias afetivas, permitindo à plateia conviver, durante o tempo da peça, com seus respectivos cotidianos. Essas mulheres/personagens tentam enxergar e modificar seus destinos, como lagartas aprendendo a voar, revelando seus medos, dores, amores e sonhos. Como em um jogo, no qual o espectador acompanha a transformação da atriz em diferentes mulheres, a peça cruza fragmentos de vidas, sem necessariamente confrontá-las, entregando para o público a linha que costura seus caminhos.

A cena envolve ambientes privados, casas sem paredes, onde as personagens são reveladas. A trilha sonora, executada por uma DJ, conta ainda com músicas compostas para as personagens. 

Os Crespos

Os Crespos é um coletivo teatral, composto por atores negros, que realiza pesquisas cênica e audiovisual, além de promover debates e intervenções públicas. Formado na Escola de Arte Dramática EAD/ECA/USP, está em atividade desde 2005, tendo realizado excursões por diversas regiões do Brasil e também Alemanha e Espanha.

Em 2006 participou do espetáculo “Anjo Negro + A Missão”, com direção do alemão Frank Castorf; em 2007 realizou o espetáculo autoral “Ensaio Sobre Carolina”, com o qual excursionou por diversas cidades do Brasil nos anos de 2008 e 2009; em 2009 e 2010 apresentou o projeto “A Construção da Imagem e a Imagem Construída”; em 2011 estreou o espetáculo “Além do Ponto”. Em 2012 circulou com o espetáculo pelo Estado de São Paulo e recebeu o Prêmio de Direitos Humanos e Combate ao Racismo Flavio F. Sant’Ana, da prefeitura da Cidade de São Paulo. Em 2013 e 2014 dá continuidade à trilogia Dos Desmanches aos Sonhos estreando os espetáculos “Engravidei, Pari cavalos e Aprendi a Voar Sem Asas” e “Cartas à Madame Satã Ou Me Desespero Sem Notícias Suas”.

Em 2015 é contemplado pelo Fomento Ao Teatro Para a Cidade de São Paulo, através da qual realiza a pesquisa "De Brasa e Pólvora - Zonas Incendiárias, Panfletos poéticos" que trata das revoltas negras do Brasil e do Caribe. A Cia também realizou, ao longo desses 10 anos, 2 edições da Mostra Cinematográfica “Faz lá o Café”, a 1.a Mostra de Teatro Negro de São Paulo e os premiados curtas “D.O.R”, “Nego Tudo” e “Ser ou Não Ser”, além de produzir a revista "Legítima Defesa - Uma revista de Teatro Negro". 


ARTE – Substantivo Feminino

O ARTE – Substantivo Feminino põe luz na mulher, como foco principal de obras escolhidas por trazerem temáticas relevantes e de diferentes pontos de vista sobre o feminino. A ideia é abordar a mulher nas artes, tanto no conteúdo das obras – suas lutas em batalhas, dentro da história e da sociedade –, quanto na gestão e criação dos trabalhos.

Ficha técnica 
Direção: Lucelia Sergio e Sidney Santiago Kuanza. Atriz: Lucelia Sergio. Texto: Cidinha da Silva. Dramaturgia: Cidinha da Silva e Os Crespos. Colaboração Criativa de direção: Aysha Nascimento. Atrizes colaboradoras do processo de criação: Dani Nega, Dani Rocha, Darília Lilbé, Dirce Thomaz, Maria Dirce Couto, Nádia Bittencourt. Direção de arte: Mayara Mascarenhas. Iluminação: Edu Luz. Trilha sonora: Dani Nega.

TEATRO
ENGRAVIDEI, PARI CAVALOS E APRENDI A VOAR SEM ASAS!

De 31 de março a 03 de abril de 2016, quinta a sábado, às 21h30, e Domingos, às 18h30
Cia Os Crespos. Em cena, a privacidade de cinco mulheres negras é flagrada quando expõem suas trajetórias afetivas, permitindo ao público entrar em seus respectivos cotidianos. Elas tentam enxergar e modificar seus destinos, como lagartas aprendendo a voar, revelando seus medos, dores, amores e sonhos. A trilha sonora, executada por uma DJ, conta ainda com músicas compostas para as personagens.

Sala de Espetáculos I. Duração: 60 minutos
Ingressos: R$ 20,00 (inteira); R$ 10,00 (aposentado, pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e servidor da escola pública com comprovante); R$ 6,00 (trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo credenciado no Sesc e dependentes).
Não recomendado para menores de 14 anos.

Sesc Belenzinho
Endereço: Rua Padre Adelino, 1000
Belenzinho – São Paulo (SP
Telefone: (11) 2076-9700
www.sescsp.org.br/belenzinho

Estacionamento
Para espetáculos com venda de ingressos:
R$ 11,00 (não matriculado);
R$ 5,50 (matriculado no SESC - trabalhador no comércio de bens, serviços e turismo/ usuário).


Fonte: Canal Aberto Assessoria de Imprensa
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Contos de Andersen em Sombras na CAIXA”
é um espetáculo que une a poesia do Teatro de Sombras
 com a magia dos contos de Hans Christian Andersen


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Foto: Conto “Os namorados” Foto de Ícaro Bueno


Baseado nos contos de Hans Christian Andersen, o Grupo Caleidoscópio faz curtíssima temporada gratuita do espetáculo infantil Contos de Andersen em Sombras na CAIXA, nos dias 21 a 25 de outubro de 2015, na Caixa Cultural São Paulo (Pça da Sé, 111 – Centro – São Paulo). Com direção de João Bresser e trilha musical de André Abujamra e Du Moreira, o espetáculo traduz a magia, por meio do Teatro de Sombras, de cinco contos: O Patinho FeioO Soldadinho de Chumbo, Os Namorados, A Menina dos Fósforos O Sapo. A entrada é franca e conta com o patrocínio da Caixa Econômica Federal.

Cada uma das histórias trata de um tema específico: exclusão, amor, pobreza, solidão, aventura e coragem são os motes para que as figuras entrem e saiam de cena, acompanhadas por uma trilha musical criada especialmente pelos dois artistas  ímpares em suas áreas de atuação. Um clima de cinema mudo associado à beleza das figuras de Andersen, assim é o espetáculo do Grupo Caleidoscópio.

A opção de trabalhar com a técnica de Teatro de Sombras também pode ser creditada à magia de Andersen, porque seus contos parecem estar mergulhados em um mar de sonhos, e muitas vezes a sensação que se tem é a de um sonho dentro de outro sonho. Sendo assim, o Teatro de Sombras possibilita entradas e saídas de figuras simultâneas, sobreposição de imagens, deslocamentos surreais, mudanças de cores, luzes e sombras.

Sinopse
Contos de Andersen em Sombras na CAIXA é um espetáculo que reúne cinco contos de Hans Christian Andersen: O Patinho Feio, O Soldadinho de Chumbo, Os Namorados, A Menina dos Fósforos e O Sapo. Uma adaptação realizada para o Teatro de Sombras, sem a utilização das palavras, tal como um cinema mudo, em que imagens, figuras, silhuetas, luzes, sombras e músicas se unem para entreter e emocionar a plateia.

Grupo Caleidoscópio
Fundado por João Bresser em 2004, o primeiro trabalho foi o espetáculo O Fantástico Laboratório do Professor Percival que une o Teatro de Objetos com Ciências. Em 2006 a companhia estreou, com Teatro de Bonecos e música ao vivo, A vida mudada de um bicho mutante, inspirado na vida do curioso bicho-da-seda, uma metáfora poética sobre as realizações humanas. Em 2011 foi a vez de colocar em cena o Andersen sem Palavras e receber, por ele, o prêmio de melhor espetáculo “Sem Palavras” de 2011 concedido pela Revista Crescer.

Diretor
Formado pela Escola de Artes Indac e em Educação Artística, com habilitação em Artes Plásticas na Universidade Cruzeiro do Sul, atuou nos espetáculos: “Pais e Filhos”, de Ivan Turguêniev, direção de Adolph Shapiro, da Mundana Companhia, “O Apagão, a Comédia”, de Peter Shaffer, direção de Zadoque Lopes, “A Alma Boa de Setsuan”, "O Beijo no Asfalto" e "Geração Trianon" com direção de Marco Antonio Braz, “Theatro de Brinquedo”, e “Submundo”, do Grupo Sobrevento, direção de Luiz André Cherubini.

Em televisão atuou nos Programas: “Retrato Falado”, “Aline”, "Tal Filho, Tal Pai", “A Mulher do Prefeito”, e na minissérie "Amor em 4 atos" da Rede Globo. No curta-metragem "Os Fiéis", direção de Danilo Solferini, e também nos filmes "O Casamento de Romeu e Julieta" e “Caixa 2”, direção de Bruno Barreto.

Dirigiu os espetáculos: “Jazmim”, do Ninas Núcleo Experimental e “O Coelho, o Menino e a Água”, produzido pelo Instituto Callis em 2009. Fundou o Grupo Caleidoscópio em 2003, é autor e ator do espetáculo “O Fantástico Laboratório do Professor Percival”, é autor e diretor dos espetáculos: “A vida mudada de um bicho mutante” e “Andersen sem Palavras.

Ficha Técnica
Texto / Contos: Hans Christian Andersen
Roteiro e Direção: João Bresser
Trilha Sonora Original: André Abujamra e Du Moreira
Figuras e Consultoria Artística: Valter Valverde
Desenhos: Regina Pessoa
Elenco: Cássia Carvalho, Erik Mureno, Fernanda Russo e Valter Valverde
Produção:  Daniel Palmeira
Realização: JB Produções/Grupo Caleidoscópio

Serviço
Espetáculo “Contos de Andersen em Sombras na CAIXA”
Caixa Cultural São Paulo - Praça da Sé, 111 – Centro/ São Paulo – SP
Temporada de 21 a 25 de outubro 2015 (quarta-feira a domingo)
Qua, qui e sex às 15h | Sáb às 16h e às 18h | Dom às 16h
Informações: 11 3321 - 4400
Lotação: 130 lugares
Entrada franca (ingressos distribuídos uma hora antes do espetáculo)
Duração: 50 minutos
Recomendação: 5 anos
Acesso para pessoas com deficiência
Patrocínio: Caixa Econômica Federa

Oficina de Teatro de Sombras (ministradas pelo artista Valter Valverde) / Debate:
Datas: 24 e 25 de outubro de 2015
Horário: às 13h30 (duração de 2h cada)
Inscrições pelo email: contato@grupocaleidoscopio.com.br
Capacidade: 30 vagas
Debates ao final das duas últimas apresentações sobre o processo criativo do espetáculo.


Fonte:  Canal Aberto Assessoria de Imprensa
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